{"id":392270,"date":"2025-09-20T10:00:43","date_gmt":"2025-09-20T09:00:43","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=392270"},"modified":"2025-09-21T21:24:12","modified_gmt":"2025-09-21T20:24:12","slug":"angola-os-politicos-ainda-sao-um-grande-problema-presidente-da-conferencia-episcopal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/angola-os-politicos-ainda-sao-um-grande-problema-presidente-da-conferencia-episcopal\/","title":{"rendered":"Angola: \u00abOs pol\u00edticos ainda s\u00e3o um grande problema\u00bb &#8211; Presidente da Confer\u00eancia Episcopal"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-weight: 400;\"><em style=\"font-size: 16px;\">D. Jos\u00e9 Imbamba afirma que a reconcilia\u00e7\u00e3o com os pais da independ\u00eancia, a revis\u00e3o constitucional e a participa\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os s\u00e3o \u00abpilares indispens\u00e1veis\u00bb para um novo cap\u00edtulo na hist\u00f3ria do pa\u00eds, a celebrar 50 anos como na\u00e7\u00e3o independente<\/em><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><!--more--><\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_83421\"  width=\"480\" height=\"270\"  data-origwidth=\"480\" data-origheight=\"270\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/lOV7NgzyEtk?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=pt&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=1&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Lisboa, 20 set 2025 (Ecclesia) \u2013 O presidente da Confer\u00eancia Episcopal de Angola afirmou que as celebra\u00e7\u00f5es dos 50 anos da independ\u00eancia t\u00eam de ir al\u00e9m da \u201ceuforia festiva\u201d, alerta para um \u201cpoder muito centralizador\u201d do chefe de Estado e a necess\u00e1ria reconcilia\u00e7\u00e3o entre os pol\u00edticos.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cA n\u00edvel militar, o processo de integra\u00e7\u00e3o e de reconcilia\u00e7\u00e3o \u00e9 efetivo e \u00e9 sentido. A n\u00edvel dos pol\u00edticos, n\u00e3o. Os pol\u00edticos ainda s\u00e3o um grande problema. Todos os problemas que o pa\u00eds hoje est\u00e1 a atravessar s\u00e3o devidos \u00e0 n\u00e3o melhoria da linguagem pol\u00edtica. Os pol\u00edticos ainda n\u00e3o se reconciliaram entre si\u201d, afirmou D. Jos\u00e9 Imbamba em declara\u00e7\u00f5es \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESIA, emitidas no programa 70&#215;7, este domingo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Para o presidente da Confer\u00eancia Episcopal de Angola e S\u00e3o Tom\u00e9 (CEAST), os discursos pol\u00edticos permanecem ligados a uma \u201cmentalidade dos movimentos de liberta\u00e7\u00e3o\u201d e s\u00e3o \u201cmuito intolerantes\u201d, que \u201cvivem de um passado ingl\u00f3rio, de um passado de viol\u00eancia, de \u00f3dio e de vingan\u00e7a\u201d.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"font-weight: 400;\">N\u00f3s queremos ouvir discursos que galvanizem, discursos que nos fa\u00e7am sonhar, discursos que nos fa\u00e7am ousar mais e n\u00e3o discursos que nos mantenham ref\u00e9ns de um passado que n\u00e3o nos ajudou a crescer\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>D. Jos\u00e9 Imbamba considera que \u00e9 necess\u00e1rio promover a \u201creconcilia\u00e7\u00e3o com os pais de Angola\u201d, que conquistaram a independ\u00eancia, h\u00e1 50 anos, o que constitui \u201cum m\u00e9rito que lhes cabe como hist\u00f3ria\u201d, mesmo que tenham depois seguido \u201ccaminhos tortuosos\u201d que deram origem a confronta\u00e7\u00f5es e a uma guerra civil que deixou \u201cmarcas e feridas\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Na celebrara de meio s\u00e9culo como na\u00e7\u00e3o independente, \u00e9 necess\u00e1rio rever a Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica de Angola, porque est\u00e1 \u201cconcebida \u00e0 medida do chefe de Estado\u201d, que tem um \u201cpoder muito centralizador\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cO presidente \u00e9 que determina, o presidente \u00e9 que decide, o presidente \u00e9 que orienta tudo\u201d, disse D. Jos\u00e9 Imbamba, acrescentando que \u201ca interfer\u00eancia pol\u00edtica nos \u00f3rg\u00e3os de soberania \u00e9 muito alta\u201d.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A pol\u00edtica hoje condiciona todos os \u00f3rg\u00e3os. E a milit\u00e2ncia partid\u00e1ria fala mais alto do que a cidadania\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O presidente da CEAST considera que, com a atual Constitui\u00e7\u00e3o, \u201c\u00e9 a pr\u00f3pria democracia que est\u00e1 em causa\u201d, porque \u201co cidad\u00e3o n\u00e3o participa das decis\u00f5es\u201d, \u201cest\u00e1 exclu\u00eddo\u201d, \u201cn\u00e3o \u00e9 tido nem achado\u201d, nem \u201cfaz parte do processo de desenvolvimento do pr\u00f3prio pa\u00eds\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Para o bispo da Diocese de Saurimo, \u00e9 necess\u00e1rio criar uma nova \u201ccultura pol\u00edtica\u201d que, promova novos modelos de desenvolvimento, uma vez que \u201ctudo est\u00e1 a fracassar\u201d, desde 1975, acentuando-se as desigualdades sociais no pa\u00eds.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"font-weight: 400;\">N\u00f3s vivemos num pa\u00eds exageradamente assim\u00e9trico. Hoje, Luanda est\u00e1 abarrotada. Luanda atrai tudo e todos. Em Luanda est\u00e1 a melhor profiss\u00e3o, est\u00e1 o melhor emprego, est\u00e1 a melhor escola, est\u00e1 o melhor hospital&#8230; O litoral, no seu todo, \u00e9 atraente. Exatamente porque as outras regi\u00f5es do pa\u00eds n\u00e3o t\u00eam as mesmas oportunidades\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O presidente da CEAST considera que \u201c\u00e9 chegada a hora de distribuir as oportunidades por todo o territ\u00f3rio nacional\u201d, garantindo o acesso aos direitos de cidadania.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cN\u00e3o podemos conceber que hoje, 50 anos depois, ainda tenhamos n\u00fameros exagerados de crian\u00e7as fora do sistema do ensino, ainda tenhamos pessoas que n\u00e3o t\u00eam acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, ainda tenhamos pessoas que n\u00e3o t\u00eam acesso aos servi\u00e7os m\u00e9dicos, ainda tenhamos pessoas que n\u00e3o podem circular, sair das suas zonas, porque n\u00e3o t\u00eam estradas\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>D. Jos\u00e9 Imbamba disse que h\u00e1 a perce\u00e7\u00e3o de que os programas do Estado de Angola est\u00e3o ref\u00e9m de pa\u00edses estrangeiros, numa \u201cdepend\u00eancia cega\u201d, nomeadamente a n\u00edvel comercial, que \u201ccompromete a pr\u00f3pria soberania\u201d.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A riqueza do pa\u00eds ainda n\u00e3o se reflete na vida dos cidad\u00e3os, ainda n\u00e3o se reflete na vida das fam\u00edlias\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>D. Jos\u00e9 Imbamba apontou a reconcilia\u00e7\u00e3o entre os pais da independ\u00eancia, a revis\u00e3o constitucional e a participa\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os como \u201cpilares indispens\u00e1veis\u201d de um nova hist\u00f3ria no pa\u00eds, onde \u00e9 necess\u00e1rio ter \u201ccoragem pol\u00edtica\u201d para parar, sonhar diferente e recome\u00e7ar.<\/p>\n<table style=\"width: 100%; border-collapse: collapse; background-color: #c2e8f7;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 100%;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Um congresso para \u201cexorcizar\u201d o pa\u00eds<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A Confer\u00eancia Episcopal da Angola e S\u00e3o Tom\u00e9 vai promover um congresso no fim do m\u00eas de outubro, antes da celebra\u00e7\u00e3o dos 50 anos da independ\u00eancia de Angola, a 11 de novembro, para promover \u201cum verdadeiro exame de consci\u00eancia\u201d no pa\u00eds e a sociedade saia do \u201cmarasmo em que se encontra\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201c\u00c9 esse exame de consci\u00eancia nacional que n\u00f3s queremos fazer porque o pa\u00eds precisa de ser exorcizado. As nossas consci\u00eancias precisam de ser exorcizadas\u201d, afirmou D. Jos\u00e9 Imbamba, defendendo uma \u201cuma interven\u00e7\u00e3o de fundo\u201d para repensar Angola.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Gostaria que este marco fosse mesmo para sermos mais humildes, para nos atermos \u00e0quilo que \u00e9 essencial e nos convertermos como cidad\u00e3os, como pessoas, como pol\u00edticos, como governantes, como bispos, como fi\u00e9is, como pessoas que devem fazer acontecer o pa\u00eds\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O presidente da CEAST afirma que \u00e9 necess\u00e1rio contrariar uma \u201ctend\u00eancia de fuga do pa\u00eds\u201d e promover o investimento em Angola, que \u201ctem tudo para poder brilhar no contexto das na\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201c\u00c9 preciso irmos a fundo para ver porque \u00e9 que a nossa pobreza ainda se mant\u00e9m, porque \u00e9 que ainda n\u00e3o conseguimos, como pol\u00edticos, nos encontrar, porque \u00e9 que as pontes de di\u00e1logo est\u00e3o interrompidas\u201d, sublinhou.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Estamos a correr o risco de nos habituarmos a ser pobres. E isto \u00e9 muito preocupante\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>D. Jos\u00e9 Imbamba disse que a Igreja Cat\u00f3lica no pa\u00eds continua a ser \u201cuma voz que nunca se conformou\u201d e \u201cnunca se deixou instrumentalizar\u201d, denunciando \u201coportuna e inoportunamente\u201d situa\u00e7\u00f5es que contrariam a dignidade humana e contribuindo para \u201cdespertar as consci\u00eancias\u201d<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cA Igreja em Angola \u00e9 um parceiro incontorn\u00e1vel. As nossas rela\u00e7\u00f5es com o Estado s\u00e3o boas, de colabora\u00e7\u00e3o, de di\u00e1logo permanente, de ajuda, coadjuvamos mesmo o governo nas quest\u00f5es sociais, nas escolas, na sa\u00fade\u201d, afirmou.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Sobre a presen\u00e7a da Igreja Cat\u00f3lica em Angola, o presidente da CEAST lembrou o processo em curso para a cria\u00e7\u00e3o de novas dioceses, uma vez que o territ\u00f3rio \u00e9 muito vasto e s\u00e3o necess\u00e1rias \u201cdioceses mais compactas\u201d para servir as pessoas, valorizou o trabalho da Universidade Cat\u00f3lica na \u201cforma\u00e7\u00e3o de quadros capacitados\u201d para a sociedade angolana e disse que est\u00e3o em estudo formas de \u201cmelhorar a coopera\u00e7\u00e3o\u201d entre Igrejas lus\u00f3fonas.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A entrevista ao presidente da Confer\u00eancia Episcopal de Angola e S\u00e3o Tom\u00e9 \u00e9 emitida no programa 70&#215;7, este domingo \u00e0s 07h25 na RTP2, \u00a0e depois fica dispon\u00edvel nas redes sociais da Ag\u00eancia ECCLESIA.<\/p>\n<p><em>PR<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. 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