{"id":380661,"date":"2025-06-18T15:22:10","date_gmt":"2025-06-18T14:22:10","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=380661"},"modified":"2025-06-19T09:06:02","modified_gmt":"2025-06-19T08:06:02","slug":"publicacoes-ines-espada-vieira-propoe-persistir-ao-lado-de-refugiados-e-imigrantes-atraves-de-novo-livro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/publicacoes-ines-espada-vieira-propoe-persistir-ao-lado-de-refugiados-e-imigrantes-atraves-de-novo-livro\/","title":{"rendered":"Publica\u00e7\u00f5es: In\u00eas Espada Vieira prop\u00f5e \u00abpersistir ao lado\u00bb de refugiados e imigrantes, atrav\u00e9s de novo livro"},"content":{"rendered":"<p><em>Professora da UCP apresenta publica\u00e7\u00e3o \u00abEstoutro &#8211; Refugiados e Imigrantes Pobres numa Democracia Compassiva\u00bb, que integra cole\u00e7\u00e3o \u201cArgumento\u201d<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/estoutro.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-380660 size-medium alignleft\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/estoutro-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/estoutro-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/estoutro-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/estoutro-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/estoutro.jpg 900w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><\/a>Lisboa, 18 jun 2025 (Ecclesia) &#8211; In\u00eas Espada Vieira, professora da Universidade Cat\u00f3lica Portuguesa (UCP), escreveu o ensaio \u201cEstoutro &#8211; Refugiados e Imigrantes Pobres numa Democracia Compassiva\u201d, inserido na cole\u00e7\u00e3o de livros Argumento, da UCP, no qual prop\u00f5e olhar para este fen\u00f3meno.<\/p>\n<p>\u201cAqui a proposta \u00e9 n\u00e3o perdermos o fasc\u00ednio. O fasc\u00ednio n\u00e3o \u00e9 o fasc\u00ednio abstrato da contempla\u00e7\u00e3o, mas essa capacidade de encantamento que nos permite e que nos leva \u00e0 a\u00e7\u00e3o. E por isso estoutro junta a ideia de continuar a olhar a pessoa refugiada ou o imigrante pobre que est\u00e1 ao meu lado, tentando n\u00e3o me cansar\u201d, afirmou a autora \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESIA.<\/p>\n<p>In\u00eas Espada Vieira explica que \u201co outro\u201d \u00e9 aquele por quem tantas vezes cada um se apaixona, com \u201cdimens\u00e3o de fasc\u00ednio\u201d, e o \u201ceste\u201d \u00e9 \u201caquele que est\u00e1 \u00e0 beira do caminho a pedir ajuda\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA proposta do estoutro \u00e9 continuarmos a olhar para estas pessoas, persistir ao seu lado, n\u00e3o acima\u201d, indica, lembrando o Papa Francisco que durante a Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023 deixou a mensagem de que o \u201c\u00fanico momento em que \u00e9 l\u00edcito olhar uma pessoa de cima para baixo \u00e9 quando queremos ajud\u00e1-la a levantar-se\u201d.<\/p>\n<p>A tamb\u00e9m presidente do Centro de Reflex\u00e3o Crist\u00e3\u00a0explica que \u201cestoutro\u201d \u201cn\u00e3o \u00e9 uma palavra nova\u201d, \u201cexiste na L\u00edngua Portuguesa\u201d, e \u00e9 uma resposta a uma inquieta\u00e7\u00e3o que tinha.<\/p>\n<p>\u201cEu penso que todos temos em n\u00f3s uma vontade salv\u00edfica, uma vontade, uma como\u00e7\u00e3o, e \u00e9 importante comover-nos, e o dia em que deixarmos de nos comover ser\u00e1, de facto, um dia muito triste para a humanidade\u201d, destacou.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-380680 alignright\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Ines-Espada-Vieira-imagem-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Ines-Espada-Vieira-imagem-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Ines-Espada-Vieira-imagem-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Ines-Espada-Vieira-imagem-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Ines-Espada-Vieira-imagem-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Ines-Espada-Vieira-imagem.jpg 1500w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o, da UCP Editora, evoca uma doen\u00e7a social que \u00e9 o esquecimento da pobreza, que constitui uma parte da reflex\u00e3o em que In\u00eas Espada Vieira se fundamentou na fil\u00f3sofa espanhola Adela Cortina, que cunhou o termo aporofobia, que significa o desprezo pelas pessoas pobres.<\/p>\n<p>\u201cEla diz que muitos casos que n\u00f3s chamamos de xenofobia e de racismo s\u00e3o de facto esse \u00f3dio ao pobre. Porque n\u00f3s vivemos numa sociedade de troca\u201d, refere a docente da UCP.<\/p>\n<p>A autora assinala que o pobre \u00e9 olhado como \u201calgu\u00e9m que n\u00e3o tem nada para dar\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEstamos sempre \u00e0 procura do que podemos retirar. E saltamos esse lado humano de que \u00e9, e de que a Adela Cortina fala, e que eu gostaria, e por isso trouxe tamb\u00e9m para o t\u00edtulo, que estes temas s\u00e3o temas da democracia\u201d, enfatiza.<\/p>\n<p>In\u00eas Espada Vieira d\u00e1 conta que \u201ceste pequeno ensaio\u201d foi \u201cum risco ao mesmo tempo uma liberdade\u201d, justificando que a reflex\u00e3o n\u00e3o \u00e9 de \u201cuma \u00e1rea acad\u00e9mica espec\u00edfica\u201d: \u201cN\u00e3o \u00e9 sociologia, n\u00e3o \u00e9 ci\u00eancia pol\u00edtica, n\u00e3o \u00e9 pol\u00edticas p\u00fablicas\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEu inscrevo-me aqui num terreno plural\u201d, frisa, na entrevista emitida hoje no Programa ECCLESIA, transmitido na RTP2(15h03), a prop\u00f3sito do Dia Mundial do Refugiado, celebrado no dia 20 de junho.<\/p>\n<p>A autora adianta que o livro, com 40 p\u00e1ginas, nasceu tamb\u00e9m como uma forma de \u201corganizar\u201d a experi\u00eancia que tem tido na iniciativa de acolhimento a estudantes refugiados da Universidade Cat\u00f3lica Portuguesa, com a expectativa de \u201ccontinuar a fazer mais e melhor pelas pessoas\u201d que chegam e que precisam de \u201capoio num determinado momento\u201d.<\/p>\n<p><em>PR\/LJ\/OC<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Professora da UCP apresenta publica\u00e7\u00e3o \u00abEstoutro &#8211; 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