{"id":379496,"date":"2025-06-09T15:00:50","date_gmt":"2025-06-09T14:00:50","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=379496"},"modified":"2025-06-11T14:59:53","modified_gmt":"2025-06-11T13:59:53","slug":"10-de-junho-obra-catolica-portuguesa-de-migracoes-convida-a-conhecer-novas-comunidades-no-territorio-nacional-procurando-rejeitar-medo-do-desconhecido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/10-de-junho-obra-catolica-portuguesa-de-migracoes-convida-a-conhecer-novas-comunidades-no-territorio-nacional-procurando-rejeitar-medo-do-desconhecido\/","title":{"rendered":"10 de Junho: Obra Cat\u00f3lica Portuguesa de Migra\u00e7\u00f5es convida a conhecer novas comunidades no territ\u00f3rio nacional, procurando rejeitar \u00abmedo do desconhecido\u00bb"},"content":{"rendered":"<p><em>Eug\u00e9nia Quaresma e <\/em><em>Francisco Peixoto avaliam presen\u00e7a da identidade portuguesa pelo mundo, nomeadamente em Macau, e a forma como dia pode ser ocasi\u00e3o de promo\u00e7\u00e3o do encontro com outras culturas em territ\u00f3rio nacional<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<figure id=\"attachment_209629\" aria-describedby=\"caption-attachment-209629\" style=\"width: 1500px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/bandeira-portugal-184.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-209629 size-full\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/bandeira-portugal-184.jpg\" alt=\"\" width=\"1500\" height=\"1000\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/bandeira-portugal-184.jpg 1500w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/bandeira-portugal-184-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/bandeira-portugal-184-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/bandeira-portugal-184-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/bandeira-portugal-184-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/bandeira-portugal-184-1280x853.jpg 1280w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/bandeira-portugal-184-980x653.jpg 980w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/bandeira-portugal-184-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(max-width: 1500px) 100vw, 1500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-209629\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Ag\u00eancia ECCLESIA\/MC<\/figcaption><\/figure>\n<p>Lisboa, 09 jun 2025 (Ecclesia) &#8211; A diretora da Obra Cat\u00f3lica Portuguesa de Migra\u00e7\u00f5es (OCPM) convidou a aproveitar o Dia de Portugal, de Cam\u00f5es e das Comunidades Portuguesas, a 10 de junho, para refor\u00e7ar o di\u00e1logo e conhecer culturas de novas comunidades presentes em territ\u00f3rio nacional.<\/p>\n<p>\u201cSe calhar pod\u00edamos aproveitar este dia para p\u00f4r em pr\u00e1tica aquela orienta\u00e7\u00e3o pastoral da promo\u00e7\u00e3o do encontro, seja ela a n\u00edvel cultural, gastron\u00f3mico, debate de ideias, \u00e9 muito, muito importante n\u00f3s sabermos, conhecermos, conversarmos com quem s\u00e3o os nossos atuais vizinhos\u201d, afirmou Eug\u00e9nia Quaresma \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESIA.<\/p>\n<p>A respons\u00e1vel d\u00e1 o exemplo de organismos como as C\u00e1ritas Diocesanas e os secretariados diocesanos, que j\u00e1 est\u00e3o despertos para esta realidade, e de par\u00f3quias que j\u00e1 fazem esta experi\u00eancia, desafiando todos a seguir esse caminho.<\/p>\n<p>\u201cTemos que caminhar para a\u00ed, n\u00e3o nos fecharmos no nosso medo, no medo do desconhecido, mas, de facto, avan\u00e7ar nesta escuta de outras hist\u00f3rias, de outras culturas\u201d, destacou.<\/p>\n<p>A diretora da Obra Cat\u00f3lica Portuguesa de Migra\u00e7\u00f5es real\u00e7a que os portugueses \u201cj\u00e1 viajaram bastante pelo mundo todo\u201d e que agora est\u00e3o a receber migrantes: \u201c\u00c9 poss\u00edvel uma s\u00e3 conviv\u00eancia se estivermos dispon\u00edveis, se estivermos de cora\u00e7\u00e3o aberto\u201d.<\/p>\n<p>Eug\u00e9nia Quaresma e Francisco Peixoto, chefe de delega\u00e7\u00e3o de Portugal na Universidade de S\u00e3o Jos\u00e9 (Macau, China) olham, no Programa ECCLESIA (RTP2) de hoje, para a presen\u00e7a da identidade portuguesa pelo mundo.<\/p>\n<p>Falando no exemplo de Macau, o entrevistado deu conta que todas as universidade t\u00eam, de alguma forma, \u201calguma liga\u00e7\u00e3o ao mundo da lusofonia\u201d e que todos os ciclos de educa\u00e7\u00e3o est\u00e3o presentes em L\u00edngua Portuguesa, indicando que, embora o ensino na Universidade de S\u00e3o Jos\u00e9 seja em ingl\u00eas, a institui\u00e7\u00e3o tem \u201cmatriz portuguesa\u201d.<\/p>\n<p>O portugu\u00eas \u00e9 uma das l\u00ednguas oficiais de Macau e permanecer\u00e1 at\u00e9 2049, explica Francisco Peixoto, que acrescenta que qualquer lus\u00f3fono que se desloque \u00e0 cidade se \u201csente muito confort\u00e1vel\u201d, embora a maioria da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o fale o idioma.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma situa\u00e7\u00e3o que \u00e9 dif\u00edcil de explicar em palavras, mas que se sente verdadeiramente esse conforto, porque sentimos que estamos num s\u00edtio que tem esta sensa\u00e7\u00e3o, este sabor portugu\u00eas\u201d, descreve.<\/p>\n<p>O chefe de delega\u00e7\u00e3o de Portugal na Universidade de S\u00e3o Jos\u00e9 destaca a religiosidade \u201ccomo elemento de inclus\u00e3o social\u201d, assinalando que existe uma enorme comunidade filipina, em Macau, \u201cextremamente religiosa\u201d, tal como a comunidade macaense.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s vivemos isto com as peregrina\u00e7\u00f5es, a Nossa Senhora de F\u00e1tima, mas tamb\u00e9m com outras festas, com outras dimens\u00f5es. E eu acho que \u00e9 importante continuarmos a dar sinais de que \u00e9 poss\u00edvel conviver a partir da raiz crist\u00e3. Conviver e dialogar com outros\u201d, referiu Eug\u00e9nia Quaresma.<\/p>\n<p>Atualmente, Francisco Peixoto relata que o Portugal em Macau \u201colha essencialmente para o futuro\u201d, evidenciando projetos e iniciativas ao n\u00edvel do empreendedorismo que ligam Macau e o sudeste asi\u00e1tico ao pa\u00eds das quinas e \u00e0 Europa.<\/p>\n<p>\u201cOs portugueses em Macau est\u00e3o por todas as \u00e1reas sociais\u201d, acentua.<\/p>\n<p>Falando na nova di\u00e1spora de portugueses, que est\u00e1 \u201cmuito mais m\u00f3vel\u201d, \u201cn\u00e3o est\u00e1 t\u00e3o precisada da l\u00edngua, porque j\u00e1 vai com a bagagem do ingl\u00eas\u201d, Eug\u00e9nia Quaresma refere a dificuldade de a Igreja se aproximar nestes casos, apontando como foco a evangeliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 aqui uma ponte a ser feita, estamos na era em que chegamos \u00e0 conclus\u00e3o que temos que trabalhar em rede, temos que operar com vista \u00e0 comunh\u00e3o e, portanto, \u00e9 a hora de cruzar com outros setores da pastoral e ver como atuar, nomeadamente a pastoral juvenil, a catequese e a educa\u00e7\u00e3o crist\u00e3, o mundo do trabalho e portanto somos chamados a trabalhar cada vez mais em rede para podermos responder a esta nova di\u00e1spora\u201d, assume.<\/p>\n<p><em>HM\/LJ\/OC<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eug\u00e9nia Quaresma e Francisco Peixoto avaliam presen\u00e7a da identidade portuguesa pelo mundo, nomeadamente em Macau, e a forma como dia pode ser ocasi\u00e3o de promo\u00e7\u00e3o do encontro com outras culturas em territ\u00f3rio 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