{"id":37945,"date":"2009-03-31T11:19:20","date_gmt":"2009-03-31T11:19:20","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/03\/31\/mensagem-de-bento-xvi-para-o-46-o-dia-mundial-de-oracao-pelas-vocacoes\/"},"modified":"2009-03-31T11:19:20","modified_gmt":"2009-03-31T11:19:20","slug":"mensagem-de-bento-xvi-para-o-46-o-dia-mundial-de-oracao-pelas-vocacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/mensagem-de-bento-xvi-para-o-46-o-dia-mundial-de-oracao-pelas-vocacoes\/","title":{"rendered":"Mensagem de Bento XVI para o 46.\u00ba Dia Mundial de Ora\u00e7\u00e3o pelas Voca\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>\u00abA confian\u00e7a na iniciativa de Deus e a resposta humana\u00bb <!--more--> Venerados irm\u00e3os no episcopado e no sacerd\u00f3cio,  queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s!  Por ocasi\u00e3o do pr\u00f3ximo Dia Mundial de Ora\u00e7\u00e3o pelas Voca\u00e7\u00f5es ao sacerd\u00f3cio e \u00e0 vida consagrada, que ser\u00e1 celebrado no IV Domingo de P\u00e1scoa, dia 3 de Maio de 2009, desejo convidar todo o Povo de Deus a reflectir sobre o tema: A confian\u00e7a na iniciativa de Deus e a resposta humana. N\u00e3o cessa de ressoar na Igreja esta exorta\u00e7\u00e3o de Jesus aos seus disc\u00edpulos: \u00abRogai ao Senhor da messe que envie trabalhadores para a sua messe\u00bb (Mt 9, 38). Pedi! O premente apelo do Senhor p\u00f5e em evid\u00eancia que a ora\u00e7\u00e3o pelas voca\u00e7\u00f5es deve ser cont\u00ednua e confiante. De facto, s\u00f3 animada pela ora\u00e7\u00e3o \u00e9 que a comunidade crist\u00e3 pode realmente \u00abter maior f\u00e9 e esperan\u00e7a na iniciativa divina\u00bb (Exort. ap. p\u00f3s-sinodal Sacramentum caritatis, 26).  A voca\u00e7\u00e3o ao sacerd\u00f3cio e \u00e0 vida consagrada constitui um dom divino especial, que se insere no vasto projecto de amor e salva\u00e7\u00e3o que Deus tem para cada pessoa e para a humanidade inteira. O ap\u00f3stolo Paulo \u2013 que recordamos de modo particular durante este Ano Paulino comemorativo dos dois mil anos do seu nascimento \u2013, ao escrever aos Ef\u00e9sios, afirma: \u00abBendito seja o Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, do alto dos c\u00e9us, nos aben\u00e7oou com toda a esp\u00e9cie de b\u00ean\u00e7\u00e3os espirituais em Cristo. Foi assim que n\u2019Ele nos escolheu antes da constitui\u00e7\u00e3o do mundo, para sermos santos e imaculados diante dos seus olhos\u00bb (Ef 1, 3-4). Dentro da voca\u00e7\u00e3o universal \u00e0 santidade, sobressai a peculiar iniciativa de Deus ter escolhido alguns para seguirem mais de perto o seu Filho Jesus Cristo tornando-se seus ministros e testemunhas privilegiadas. O divino Mestre chamou pessoalmente os Ap\u00f3stolos \u00abpara andarem com Ele e para os enviar a pregar, com o poder de expulsar dem\u00f3nios\u00bb (Mc 3, 14-15); eles, por sua vez, agregaram a si mesmos outros disc\u00edpulos, fi\u00e9is colaboradores no minist\u00e9rio mission\u00e1rio. E assim no decorrer dos s\u00e9culos, respondendo \u00e0 voca\u00e7\u00e3o do Senhor e d\u00f3ceis \u00e0 ac\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo, fileiras inumer\u00e1veis de presb\u00edteros e pessoas consagradas puseram-se ao servi\u00e7o total do Evangelho na Igreja. D\u00eamos gra\u00e7as ao Senhor, que continua hoje tamb\u00e9m a convocar trabalhadores para a sua vinha. Se \u00e9 verdade que, em algumas regi\u00f5es, se regista uma preocupante car\u00eancia de presb\u00edteros e que n\u00e3o faltam dificuldades e obst\u00e1culos no caminho da Igreja, sustenta-nos a certeza inabal\u00e1vel de que esta \u00e9 guiada firmemente nas sendas do tempo rumo \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o definitiva do Reino por Ele, o Senhor, que livremente escolhe e convida a segui-lo pessoas de qualquer cultura e idade, segundo os insond\u00e1veis des\u00edgnios do seu amor misericordioso.  Por conseguinte o nosso primeiro dever \u00e9 manter viva, atrav\u00e9s de uma ora\u00e7\u00e3o incessante, esta invoca\u00e7\u00e3o da iniciativa divina nas fam\u00edlias e nas par\u00f3quias, nos movimentos e nas associa\u00e7\u00f5es empenhados no apostolado, nas comunidades religiosas e em todas as articula\u00e7\u00f5es da vida diocesana. Devemos rezar para que todo o povo crist\u00e3o cres\u00e7a na confian\u00e7a em Deus, sabendo que o \u00abSenhor da messe\u00bb n\u00e3o cessa de pedir a alguns que livremente disponibilizem a sua exist\u00eancia para colaborar mais intimamente com Ele na obra da salva\u00e7\u00e3o. Entretanto, por parte daqueles que s\u00e3o chamados, exige-se-lhes escuta atenta e prudente discernimento, generosa e pronta ades\u00e3o ao projecto divino, s\u00e9rio aprofundamento do que \u00e9 pr\u00f3prio da voca\u00e7\u00e3o sacerdotal e religiosa para lhe corresponder de modo respons\u00e1vel e convicto. A prop\u00f3sito, o Catecismo da Igreja Cat\u00f3lica recorda que a livre iniciativa de Deus requer a resposta livre do ser humano. Uma resposta positiva que sempre pressup\u00f5e a aceita\u00e7\u00e3o e partilha do projecto que Deus tem para cada um; uma resposta que acolhe a iniciativa amorosa do Senhor e se torna, para quem \u00e9 chamado, exig\u00eancia moral vinculativa, homenagem de gratid\u00e3o a Deus e coopera\u00e7\u00e3o total no plano que Ele prossegue na hist\u00f3ria (cf. n. 2062).  Ao contemplar o mist\u00e9rio eucar\u00edstico \u2013 onde se exprime sumamente o dom concedido livremente pelo Pai na Pessoa do Filho Unig\u00e9nito pela salva\u00e7\u00e3o dos homens, e a disponibilidade plena e d\u00f3cil de Cristo para beber completamente o \u00abc\u00e1lice\u00bb da vontade de Deus (cf. Mt 26, 39) \u2013 compreendemos melhor como \u00aba confian\u00e7a na iniciativa de Deus\u00bb molde e d\u00ea valor \u00e0 \u00abresposta humana\u00bb. Na Eucaristia, dom perfeito que realiza o amoroso projecto da reden\u00e7\u00e3o do mundo, Jesus imola-se livremente pela salva\u00e7\u00e3o da humanidade. \u00abA Igreja \u2013 escreveu o meu amado predecessor Jo\u00e3o Paulo II \u2013 recebeu a Eucaristia de Cristo seu Senhor, n\u00e3o como um dom, embora precioso, entre muitos outros, mas como o dom por excel\u00eancia, porque dom dele mesmo, da sua Pessoa na humanidade sagrada, e tamb\u00e9m da sua obra de salva\u00e7\u00e3o\u00bb (Carta enc. Ecclesia de Eucharistia, 11).  Quem est\u00e1 destinado a perpetuar este mist\u00e9rio salv\u00edfico ao longo dos s\u00e9culos, at\u00e9 ao regresso glorioso do Senhor, s\u00e3o os presb\u00edteros, que podem precisamente contemplar em Cristo eucar\u00edstico o modelo ex\u00edmio de um \u00abdi\u00e1logo vocacional\u00bb entre a livre iniciativa do Pai e a resposta confiante de Cristo. Na celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica, \u00e9 o pr\u00f3prio Cristo que age naqueles que Ele escolhe como seus ministros; sustenta-os para que a sua resposta cres\u00e7a numa dimens\u00e3o de confian\u00e7a e de gratid\u00e3o que dissipe todo o medo, mesmo quando se faz mais intensa a experi\u00eancia da pr\u00f3pria fraqueza (cf. Rm 8, 26-30), ou o ambiente se torna mais hirto de incompreens\u00e3o ou at\u00e9 de persegui\u00e7\u00e3o (cf. Rm 8, 35-39).  A consci\u00eancia de sermos salvos pelo amor de Cristo, que cada Eucaristia alimenta nos crentes e de modo especial nos sacerdotes, n\u00e3o pode deixar de suscitar neles um confiante abandono a Cristo que deu a vida por n\u00f3s. Deste modo, acreditar no Senhor e aceitar o seu dom leva a entregar-se a Ele com \u00e2nimo agradecido aderindo ao seu projecto salv\u00edfico. Se tal acontecer, o \u00abvocacionado\u00bb de bom grado abandona tudo e entra na escola do divino Mestre; inicia-se ent\u00e3o um fecundo di\u00e1logo entre Deus e a pessoa, um misterioso encontro entre o amor do Senhor que chama e a liberdade do ser humano que Lhe responde no amor, sentindo ressoar no seu esp\u00edrito as palavras de Jesus: \u00abN\u00e3o fostes v\u00f3s que Me escolhestes, fui Eu que vos escolhi e vos nomeei para irdes e dardes fruto, e o vosso fruto permanecer\u00bb (Jo 15, 16).  Este amoroso enlace entre a iniciativa divina e a resposta humana est\u00e1 presente tamb\u00e9m, de forma admir\u00e1vel, na voca\u00e7\u00e3o \u00e0 vida consagrada. Recorda o Conc\u00edlio Vaticano II: \u00abOs conselhos evang\u00e9licos de castidade consagrada a Deus, de pobreza e de obedi\u00eancia, visto que fundados sobre a palavra e o exemplo de Cristo e recomendados pelos Ap\u00f3stolos, pelos Padres, Doutores e Pastores da Igreja, s\u00e3o um dom divino, que a mesma Igreja recebeu do seu Senhor e com a sua gra\u00e7a sempre conserva\u00bb (Const. dogm. Lumen gentium, 43). Temos de novo aqui Jesus como o modelo exemplar de total e confiante ades\u00e3o \u00e0 vontade do Pai para onde deve olhar a pessoa consagrada. Atra\u00eddos por Ele muitos homens e mulheres, desde os primeiros s\u00e9culos do cristianismo, abandonaram a fam\u00edlia, os haveres, as riquezas materiais e tudo aquilo que humanamente \u00e9 desej\u00e1vel, para seguir generosamente a Cristo e viver sem reservas o seu Evangelho, que se tornou para eles escola de radical santidade. Ainda hoje s\u00e3o muitos os que percorrem este itiner\u00e1rio exigente de perfei\u00e7\u00e3o evang\u00e9lica, e realizam a sua voca\u00e7\u00e3o na profiss\u00e3o dos conselhos evang\u00e9licos. O testemunho destes nossos irm\u00e3os e irm\u00e3s, tanto nos mosteiros de vida contemplativa como nos institutos e nas congrega\u00e7\u00f5es de vida apost\u00f3lica, recorda ao povo de Deus \u00abaquele mist\u00e9rio do Reino de Deus que j\u00e1 actua na hist\u00f3ria, mas aguarda a sua plena realiza\u00e7\u00e3o nos c\u00e9us\u00bb (Exort. ap. p\u00f3s-sinodal Vita consecrata, 1).  Quem pode considerar-se digno de ingressar no minist\u00e9rio sacerdotal? Quem pode abra\u00e7ar a vida consagrada contando apenas com os seus recursos humanos? Mais uma vez conv\u00e9m reafirmar que a resposta da pessoa \u00e0 voca\u00e7\u00e3o divina \u2013 sempre que se esteja consciente de que \u00e9 Deus a tomar a iniciativa e \u00e9 Ele tamb\u00e9m a levar a bom termo o seu projecto salv\u00edfico \u2013 n\u00e3o se reveste jamais do c\u00e1lculo medroso do servo pregui\u00e7oso, que por medo escondeu na terra o talento que lhe fora confiado (cf. Mt 25, 14-30), mas exprime-se numa pronta ades\u00e3o ao convite do Senhor, como fez Pedro quando, apesar de ter trabalhado toda a noite sem nada apanhar, n\u00e3o hesitou em lan\u00e7ar novamente as redes confiando na palavra d\u2019Ele (cf. Lc 5, 5). Sem abdicar de forma alguma da responsabilidade pessoal, a resposta livre do homem a Deus torna-se assim \u00abcorresponsabilidade\u00bb, responsabilidade em e com Cristo, em virtude da ac\u00e7\u00e3o do seu Santo Esp\u00edrito; faz-se comunh\u00e3o com Aquele que nos torna capazes de dar muito fruto (cf. Jo 15, 5).  Emblem\u00e1tica resposta humana, repleta de confian\u00e7a na iniciativa de Deus, \u00e9 o \u00abAmen\u00bb generoso e total da Virgem de Nazar\u00e9, pronunciado com humilde e decidida ades\u00e3o aos des\u00edgnios do Alt\u00edssimo, que lhe foram comunicados pelo mensageiro celeste (cf. Lc 1, 38). O seu \u00absim\u00bb pronto permitiu-Lhe tornar-Se a M\u00e3e de Deus, a M\u00e3e do nosso Salvador. Maria, depois deste primeiro \u00abfiat\u00bb, teve de o repetir muitas outras vezes at\u00e9 ao momento culminante da crucifix\u00e3o de Jesus, quando \u00abestava junto \u00e0 cruz\u00bb, como refere o evangelista Jo\u00e3o, compartilhando o sofrimento atroz do seu Filho inocente. E foi precisamente da cruz que Jesus agonizante no-la deu como M\u00e3e e a Ela nos entregou como filhos (cf. Jo 19, 26-27) \u2013 M\u00e3e especialmente dos sacerdotes e das pessoas consagradas. A ela quero confiar todos quantos sentem o chamamento de Deus para caminhar pela senda do sacerd\u00f3cio ministerial ou da vida consagrada.  Queridos amigos, n\u00e3o desanimeis perante as dificuldades e as d\u00favidas; confiai em Deus e segui fielmente Jesus e sereis as testemunhas da alegria que brota da uni\u00e3o \u00edntima com Ele. \u00c0 imita\u00e7\u00e3o da Virgem Maria, que as gera\u00e7\u00f5es proclamam bem-aventurada porque acreditou (cf. Lc 1, 48), empenhai-vos com toda a energia espiritual na realiza\u00e7\u00e3o do projecto salv\u00edfico do Pai celeste, cultivando no vosso cora\u00e7\u00e3o, como ela, a capacidade de maravilhar-se e adorar aquele que tem o poder de fazer \u00abgrandes coisas\u00bb, porque Santo \u00e9 o seu nome (cf. Lc 1, 49).  BENEDICTUS PP. XVI<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00abA confian\u00e7a na iniciativa de Deus e a resposta humana\u00bb<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[113,120,144,168,206,237,275,326],"class_list":["post-37945","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-ano-paulino","tag-bento-xvi","tag-concilio-vaticano-ii","tag-diocese-da-guarda","tag-familia","tag-joao-paulo-ii","tag-pascoa","tag-vida-consagrada"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37945","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37945"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37945\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37945"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37945"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37945"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}