{"id":37830,"date":"2009-03-25T15:50:01","date_gmt":"2009-03-25T15:50:01","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/03\/25\/catequese-do-iv-domingo-da-quaresma-do-bispo-da-guarda\/"},"modified":"2009-03-25T15:50:01","modified_gmt":"2009-03-25T15:50:01","slug":"catequese-do-iv-domingo-da-quaresma-do-bispo-da-guarda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/catequese-do-iv-domingo-da-quaresma-do-bispo-da-guarda\/","title":{"rendered":"Catequese do IV Domingo da Quaresma do Bispo da Guarda"},"content":{"rendered":"<p>\u201cDeus \u00e9 fonte e dador da vida em Seu Filho Jesus Cristo\u201d <!--more--> 1. Estamos a viver o quarto domingo da Quaresma. Um domingo marcado pela nota da alegria, devido \u00e0 proximidade das Festas pascais. Por isso \u00e9 chamado domingo \u201claetare\u201d e a liturgia permite aliviar hoje a austeridade quaresmal, com o uso de paramentos cor de rosa, em vez da cor roxa comum a toda a Quaresma. Durante os 3 Domingos centrais da quaresma (II, IV e V) e atrav\u00e9s do Evangelho de S. Jo\u00e3o, somos introduzidos no mist\u00e9rio da Paix\u00e3o e morte  redentoras de Cristo. No domingo passado, foi o relato de S. Jo\u00e3o sobre a interven\u00e7\u00e3o de Jesus para purificar  o Templo, que deixou  os \u00e2nimos exaltados contra Ele; hoje, \u00e9 a passagem de Nicodemos que refere o ju\u00edzo de Jesus levantado sobre a cruz diante do mundo sem F\u00e9; domingo que vem, ser\u00e1 o relato do gr\u00e3o de trigo lan\u00e7ado \u00e0 terra que s\u00f3 desaparecendo pode dar origem a fruto abundante. 2. A Palavra de Deus hoje, como aconteceu nos 3 Domingos anteriores continua a falar-nos da Alian\u00e7a de Deus com o Seu Povo. E desta vez, no Livro das Cr\u00f3nicas, fala-nos da fidelidade de Deus que se mant\u00e9m at\u00e9 ao fim apesar da infidelidade do Seu Povo Eleito. De facto, as infidelidades e cont\u00ednuas transgress\u00f5es do Povo e seus chefes perante a Lei de Deus geraram muitas contrariedades, a principal das quais foi a destrui\u00e7\u00e3o do Povo de Israel e o Ex\u00edlio da Babil\u00f3nia. Mas Deus respondeu com o Seu gesto de Miseric\u00f3rdia, inspirando o General Persa Ciro para permitisse o regresso do Povo ao seu Pa\u00eds e o ajudasse na reconstru\u00e7\u00e3o do Templo. O Evangelho apresenta-nos hoje uma passagem do di\u00e1logo de Nicodemos com Jesus, de noite. E nesse di\u00e1logo sublinha-se a for\u00e7a salvadora da cruz de Cristo. De facto Deus enviou ao mundo o Seu Filho \u00danico n\u00e3o para condenar o mundo mas para o salvar. Na morte redentora de Jesus Cristo brilha, com esplendor \u00fanico, a Miseric\u00f3rdia infinita de Deus que perdoa sempre. A Cruz de Cristo \u00e9, de facto, a fonte de onde jorra a vida abundante que o mesmo Deus oferece a todos. Como comenta hoje S. Paulo na Carta aos Ef\u00e9sios, Deus \u00e9 rico em miseric\u00f3rdia pelo grande amor com que nos amou. E o amor de Deus para connosco revelou-se assim, continua S. Paulo: estando n\u00f3s mortos por causa dos nossos pecados, Ele restituiu-nos \u00e0 vida com Cristo. 3. A vida \u00e9, de facto o maior dom que recebemos de Deus, a come\u00e7ar pela vida f\u00edsica, mas continuando na vida das boas rela\u00e7\u00f5es em comunidade, na vida espiritual e na vida sobrenatural que nos abre para as rela\u00e7\u00f5es com o mesmo Deus em Cristo e na for\u00e7a do Esp\u00edrito Santo. Sendo dom de Deus, a vida \u00e9 acolhida no seio de uma fam\u00edlia constitu\u00edda essencialmente por marido e esposa, pai, m\u00e3e e filhos. A Fam\u00edlia \u00e9, assim o santu\u00e1rio do amor e da vida querido por Deus para servi\u00e7o de toda a sociedade. 3.1. No seu projecto criador Deus pensou o homem e a mulher como seres diferentes e complementares e vocacionados para, nesta sua complementaridade, serem imagem  e experi\u00eancia da comunh\u00e3o trinit\u00e1ria e fonte de novas vidas. Pelo exerc\u00edcio da sexualidade humana em casal cumprem o des\u00edgnio de Deus, realizam-se como pessoas diferentes e complementares e prestam \u00e0 sociedade o servi\u00e7o da fecundidade. A experi\u00eancia do dom total de si mesmos um ao outro levam homem e mulher, no quadro da institui\u00e7\u00e3o familiar, a experimentar a beleza do amor entendido como projecto de vida a dois, aberto ao advento de novas vidas humanas. O dom dos filhos \u00e9 sempre a grande b\u00ean\u00e7\u00e3o na vida de um casal. Por sua vez, pela fidelidade m\u00fatua e pela estabilidade das suas rela\u00e7\u00f5es, marido e esposa s\u00e3o chamados a oferecer aos filhos as condi\u00e7\u00f5es objectivas de que eles precisam para crescerem de forma equilibrada e na compreens\u00e3o progressiva, te\u00f3rica e pr\u00e1tica, dos grandes valores. A fam\u00edlia come\u00e7a por ser, assim, em primeiro lugar um projecto de vida a dois que depois se alarga aos filhos, necessitados de condi\u00e7\u00f5es para eles pr\u00f3prios decidirem a sua vida. A sexualidade humana \u00e9, assim, vivida por marido e esposa, no quadro do seu compromisso de fidelidade como dom de si mesmos para constru\u00e7\u00e3o da comunh\u00e3o em fam\u00edlia e gera\u00e7\u00e3o de novas vidas. Por sua vez s\u00f3 na escola da Fam\u00edlia \u00e9 que as crian\u00e7as, os adolescentes e os jovens podem descobrir a import\u00e2ncia da sexualidade no processo de constru\u00e7\u00e3o das suas personalidades e tamb\u00e9m na elabora\u00e7\u00e3o do seu projecto pessoal de vida. A educa\u00e7\u00e3o sexual \u00e9 factor importante e decisivo para o crescimento equilibrado das novas gera\u00e7\u00f5es e, por isso, nela tem de estar empenhada a fam\u00edlia desde o princ\u00edpio. O valor da virtude da castidade nas palavras e nas obras, como lembra o 6\u00ba mandamento e nos pensamentos e nos desejos, como recomenda o 9\u00ba mandamento, quando n\u00e3o \u00e9 descoberto e motivado no seio da pr\u00f3pria fam\u00edlia tem muita dificuldade em ser apreendido. Precisamos de dizer com coragem a muitas mentalidades modernas que o instinto e a sensibilidade n\u00e3o podem ser o \u00fanico crit\u00e9rio regulador da sexualidade humana. Se assim fosse, ela deixaria de ser humana. Pelo contr\u00e1rio, humanizar a sexualidade \u00e9 torn\u00e1-la tamb\u00e9m espa\u00e7o de decis\u00e3o e coloc\u00e1-la sempre ao servi\u00e7o da pessoa e das suas rela\u00e7\u00f5es mais aut\u00eanticas. Por isso, n\u00e3o pode escandalizar ningu\u00e9m o apelo \u00e0 absten\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es sexuais em situa\u00e7\u00f5es determinadas, como \u00e9 o caso das doen\u00e7as sexualmente transmiss\u00edveis. \u00c9 nesse sentido que tamb\u00e9m os nossos pol\u00edticos t\u00eam de entender o apelo do Papa feito esta semana \u00e0s popula\u00e7\u00f5es do continente africano, com a lembran\u00e7a de que o uso do preservativo, mesmo que pare\u00e7a o contr\u00e1rio, n\u00e3o \u00e9 rem\u00e9dio para esta doen\u00e7a, que, de facto, continua a dizimar popula\u00e7\u00f5es em muitos pa\u00edses de \u00c1frica. Alguns dos nossos pol\u00edticos, que tiveram reac\u00e7\u00f5es prim\u00e1rias diante deste apelo do Papa, n\u00e3o assumiram, de facto, a sua responsabilidade social e o dever que lhes assiste de apontarem crit\u00e9rios dignificantes e humanizantes. 3.2. Como Santu\u00e1rio do amor e da vida, a Fam\u00edlia precisa de saber transmitir sempre e a todos os seus membros o sentido do respeito pela vida, esse valor essencial a que todos os outros valores t\u00eam de estar sempre subordinados. O cumprimento do 5\u00ba mandamento \u2013 n\u00e3o matar\u00e1s \u2013 exige uma educa\u00e7\u00e3o de fundo para o valor da vida humana. Dela n\u00f3s nunca somos donos ou propriet\u00e1rios, mas somente administradores, como lembra o catecismo da Igreja Cat\u00f3lica (n. 2280). Por isso, a vida humana \u00e9 um valor absoluto a defender, sempre e em todas as circunst\u00e2ncias. E este respeito pela vida humana come\u00e7a no momento da concep\u00e7\u00e3o e vai at\u00e9 \u00e0 sua morte natural. Por isso, ao Estado deve ser negado o direito de poder legitimar o aborto ou antecipar o fim da exist\u00eancia terrena de qualquer ser humano, como pretendem os defensores e promotores de leis legitimadoras da eutan\u00e1sia. Dispor da vida humana pr\u00f3pria ou alheia \u00e9 um direito que s\u00f3 a Deus pertence. Atentados contra a vida s\u00e3o o homic\u00eddio directo e volunt\u00e1rio, incluindo o aborto e a eutan\u00e1sia; \u00e9 o suic\u00eddio, e da\u00ed a contradi\u00e7\u00e3o do chamado suic\u00eddio assistido; mas s\u00e3o tamb\u00e9m outras pr\u00e1ticas que levam consigo alguma agress\u00e3o \u00e0 pessoa humana como tal no exerc\u00edcio das suas faculdades ou diminui\u00e7\u00e3o das suas capacidades. \u00c9 o caso do uso de drogas, incluindo o alcoolismo. 3.3. A fam\u00edlia \u00e9 escola do respeito que deve haver entre pais e filhos, como tamb\u00e9m do respeito que, \u00e0 partida nos t\u00eam de merecer quantos est\u00e3o no leg\u00edtimo exerc\u00edcio da autoridade. Por isso manda o 4\u00ba mandamento honrar pai e m\u00e3e e os outros leg\u00edtimo superiores. Daqui conclu\u00edmos que h\u00e1 deveres dos filhos para com os pais, deveres dos pais para com os filhos e tamb\u00e9m deveres para com as autoridades legitimamente constitu\u00eddas. Para com os pais os filhos t\u00eam o dever de obedi\u00eancia, quando se trata de seguir as orienta\u00e7\u00f5es dadas sobre os grandes valores da vida, quando se trata de cooperar na busca e na pr\u00e1tica da verdade; e tamb\u00e9m de os assistir, n\u00e3o s\u00f3 quando h\u00e1 necessidades materiais mas, em todas as circunst\u00e2ncias, para que eles possam viver cada etapa da vida com o m\u00e1ximo empenho e entusiasmo. O primeiro e principal dever dos pais para com os filhos \u00e9 o da educa\u00e7\u00e3o. Ao dom da vida segue-se natural e necessariamente o da educa\u00e7\u00e3o. Por isso a fam\u00edlia \u00e9 a fonte, a matriz de toda a educa\u00e7\u00e3o, como lembra o Vaticano II, na constitui\u00e7\u00e3o sobre a Igreja no mundo contempor\u00e2neo (n. 61). E, por sua vez, lembra-nos o Catecismo da Igreja Cat\u00f3lica que os \u201cpais s\u00e3o os primeiros respons\u00e1veis pela educa\u00e7\u00e3o dos seus filhos na F\u00e9, na ora\u00e7\u00e3o e em todas as virtudes. Eles t\u00eam o dever de prover, na medida do poss\u00edvel \u00e0s necessidades f\u00edsicas dos seus filhos\u201d. (n. 2252). Daqui conclu\u00edmos que as escolas, tanto p\u00fablicas como privadas, nunca podem substituir o papel insubstitu\u00edvel das fam\u00edlias. Devem sim ajud\u00e1-las no cumprimento desta sua responsabilidade fundamental. 3.4. O quarto mandamento manda tamb\u00e9m, como j\u00e1 dissemos, honrar as autoridades legitimamente constitu\u00eddas na sociedade. De facto a comunidade dos pol\u00edticos tem um importante papel a desempenhar na promo\u00e7\u00e3o do bem comum e dos indiv\u00edduos. As pessoas e as fam\u00edlias necessitam de leis, tribunais e governantes que velem pela ordem p\u00fablica, apliquem pol\u00edticas educativas e outras que sejam correctas, nomeadamente no dom\u00ednio da sa\u00fade e da promo\u00e7\u00e3o da cultura e tamb\u00e9m se esforcem por criar as infraestruturas necess\u00e1rias ao exerc\u00edcio da vida pessoal e social, sempre com equil\u00edbrio e a equidade, nomeadamente quando se trata de distribuir estes bens pelo conjunto da popula\u00e7\u00e3o sem que ningu\u00e9m deles fique exclu\u00eddo. Os que exercem fun\u00e7\u00f5es de autoridade devem exerc\u00ea-las para servi\u00e7o do bem comum e de todos e nunca para servir os seus interesses pessoais ou de partido. Aos cidad\u00e3os em geral compete-lhes o dever de colaborar com os poderes p\u00fablicos na edifica\u00e7\u00e3o da sociedade, em esp\u00edrito de verdade, de justi\u00e7a, solidariedade e equidade\u201d (n. 2255). Estas s\u00e3o as raz\u00f5es do respeito e da coopera\u00e7\u00e3o que a todos nos merecem as autoridades legitimamente constitu\u00eddas. Todos desejamos que esta quaresma nos ajude a colaborar, como crist\u00e3os e cidad\u00e3os, na promo\u00e7\u00e3o dos aut\u00eanticos valores da vida, incluindo com a ajuda que queremos dar aos poderes p\u00fablicos na defini\u00e7\u00e3o das melhores pol\u00edticas e na sua implanta\u00e7\u00e3o para bem da comunidade humana em geral e do nosso pa\u00eds em especial.  <i>+Manuel R. Fel\u00edcio, Bispo da Guarda  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cDeus \u00e9 fonte e dador da vida em Seu Filho Jesus Cristo\u201d<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[93,100,101,127,154,168,193,206,246,91,314],"class_list":["post-37830","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-aborto","tag-advento","tag-africa","tag-catequese","tag-crianca","tag-diocese-da-guarda","tag-educacao","tag-familia","tag-liturgia","tag-quaresma","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37830","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37830"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37830\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37830"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37830"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37830"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}