{"id":37443,"date":"2009-03-10T10:16:45","date_gmt":"2009-03-10T10:16:45","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/03\/10\/bento-xvi-em-africa\/"},"modified":"2009-03-10T10:16:45","modified_gmt":"2009-03-10T10:16:45","slug":"bento-xvi-em-africa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/bento-xvi-em-africa\/","title":{"rendered":"Bento XVI em \u00c1frica"},"content":{"rendered":"<p>Papa inicia primeira viagem ao territ\u00f3rio africano, com passagens pelos Camar\u00f5es e Angola <!--more--> Bento XVI partiu esta Ter\u00e7a-feira de Roma para a sua primeira visita ao continente africano enquanto Papa, que o leva primeiro aos Camar\u00f5es e, de seguida, a Angola. Apesar de limitada \u00e0s capitais destes dois pa\u00edses, a viagem apost\u00f3lica quer levar uma mensagem de paz a todo o continente. O Papa partiu com um ligeiro atraso, cerca das 10h20 locais (menos uma hora em Lisboa). No tradicional telegrama que o Papa envia ao Presidente da It\u00e1lia, ao partir em viagem, Bento XVI fala do &#8220;vivo desejo de encontrar os irm\u00e3os na f\u00e9 e os habitantes&#8221; de Angola e Camar\u00f5es. Quarta-feira, Bento XVI celebrar\u00e1 uma missa privada na Capela da Nunciatura Apost\u00f3lica de Yaound\u00e9. Em seguida encontrar-se-\u00e1 com o Presidente da Rep\u00fablica dos Camar\u00f5es, Paul Biya, no Pal\u00e1cio da Unidade, e ter\u00e1 ainda um encontro com os Bispos do pa\u00eds. Mais tarde, presidir\u00e1 na Bas\u00edlica Maria Rainha dos Ap\u00f3stolos \u00e0 ora\u00e7\u00e3o das I V\u00e9speras da solenidade de S\u00e3o Jos\u00e9, com a participa\u00e7\u00e3o de bispos, sacerdotes, religiosos, seminaristas, di\u00e1conos, movimentos eclesiais e de representantes de outras confiss\u00f5es crist\u00e3s.   O primeiro Papa dos tempos modernos a viajar at\u00e9 \u00c1frica foi Paulo VI, que visitou o Uganda de 31 de Julho a 2 de Agosto de 1969. Ap\u00f3s esta hist\u00f3rica visita, coube a Jo\u00e3o Paulo II percorrer praticamente todo o territ\u00f3rio africano, em 16 viagens apost\u00f3licas entre 1980 e 2000.  O falecido Papa polaco passou por 42 pa\u00edses e pelo departamento franc\u00eas da Reuni\u00e3o, tendo mesmo repetido a visita no caso de 7 pa\u00edses. Come\u00e7ou pelo Zaire, Congo-Brazzaville, Qu\u00e9nia, Gana, Alto Volta (actual Burkina Fasso) e a Costa do Marfim, ao longo de dez dias, em 1980.  A \u00faltima passagem de um Papa por territ\u00f3rio africano aconteceu no ano 2000, aquando da peregrina\u00e7\u00e3o jubilar de Jo\u00e3o Paulo II ao Monte Sinai, no Egipto.  Nove anos depois, acontece a terceira visita papal, para o territ\u00f3rio camaron\u00eas (1985 e 1995, Jo\u00e3o Paulo II), e a segunda para o pa\u00eds lus\u00f3fono.  Esta viagem culmina, de forma mais vis\u00edvel, a constante preocupa\u00e7\u00e3o de Bento XVI com a Igreja e a sociedade africanas.  No Domingo, o Papa lan\u00e7ou a sua viagem a Angola e Camar\u00f5es, que ir\u00e1 decorrer at\u00e9 23 de Mar\u00e7o, afirmando que com esta visita tenciona \u201cabra\u00e7ar todo o continente africano\u201d.  Em particular, disse, \u201cpenso nas v\u00edtimas da fome, das doen\u00e7as, das injusti\u00e7as, dos conflitos fratricidas e de qualquer forma de viol\u00eancia que infelizmente continua a atingir adultos e crian\u00e7as, sem poupar mission\u00e1rios, sacerdotes, religiosos, religiosas e volunt\u00e1rios\u201d.  <b>Aten\u00e7\u00e3o constante<\/b> Na inten\u00e7\u00e3o de ora\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria para o m\u00eas de Fevereiro, o Papa rezava para que a Igreja na \u00c1frica encontrasse caminhos e meios adequados para promover \u2013 de modo eficaz \u2013 a reconcilia\u00e7\u00e3o, a justi\u00e7a e a paz, segundo as indica\u00e7\u00f5es da II Assembleia Especial para a \u00c1frica do S\u00ednodo dos Bispos.  Este evento, que decorrer\u00e1 de 4 a 25 de Outubro pr\u00f3ximo, ter\u00e1 como tema \u201cA Igreja na \u00c1frica a servi\u00e7o da reconcilia\u00e7\u00e3o, da justi\u00e7a e da paz\u201d, justifica a ida de Bento XVI aos Camar\u00f5es, onde ir\u00e1 publicar o instrumento de trabalho deste S\u00ednodo.  S\u00e3o v\u00e1rias as ocasi\u00f5es em que, desde o in\u00edcio do pontificado, o Papa deixou apelos e dedicou reflex\u00f5es ao continente africano. Num encontro com o clero de Roma, no dia 13 de Maio de 2005 &#8211; menos de um m\u00eas depois da sua elei\u00e7\u00e3o \u2013 Bento XVI falou sobre a extraordin\u00e1ria riqueza humana e espiritual da \u00c1frica, sem deixar de ressaltar as responsabilidades da Europa. \u201cA \u00c1frica \u00e9 um continente de grandes possibilidades, de grande generosidade por parte do povo, com uma f\u00e9 viva impressionante. Mas devemos confessar que a Europa exportou n\u00e3o somente a f\u00e9 em Cristo, mas tamb\u00e9m todos os v\u00edcios do Velho Continente. Exportou o sentido da corrup\u00e7\u00e3o, exportou a viol\u00eancia que agora est\u00e1 devastando a \u00c1frica. E devemos reconhecer a nossa responsabilidade em fazer de modo que a exporta\u00e7\u00e3o da f\u00e9, que responde \u00e0 \u00edntima expectativa de todo homem, seja mais forte do que a exporta\u00e7\u00e3o dos v\u00edcios da Europa\u201d, disse ent\u00e3o. Ainda nos primeiros meses de pontificado, no Angelus de 3 de Julho de 2005, Bento XVI aproveitou a ocasi\u00e3o do ent\u00e3o iminente G-8 da Esc\u00f3cia para exortar a comunidade internacional a n\u00e3o esquecer as popula\u00e7\u00f5es africanas, atingidas pela pobreza e por conflitos: \u201cDe cora\u00e7\u00e3o, desejo sucesso a essa importante reuni\u00e3o, fazendo votos de que ela leve a partilhar solidariamente os custos da redu\u00e7\u00e3o da d\u00edvida externa, a adoptar medidas concretas para a erradica\u00e7\u00e3o da pobreza, e a promover um aut\u00eantico desenvolvimento da \u00c1frica.\u201d No seu livro \u201cJesus de Nazar\u00e9\u201d, Joseph Ratzinger fala das par\u00e1bolas do Evangelho, em especial a do Bom Samaritano, que \u00e9 apresentado como um \u201c\u00edcone da compaix\u00e3o\u201d, atrav\u00e9s do qual Cristo ensina que \u201cn\u00e3o se trata j\u00e1 de estabelecer quem, entre os outros, \u00e9 o meu pr\u00f3ximo, mas trata-se de mim: eu devo tornar-me o pr\u00f3ximo\u201d. A actualidade da par\u00e1bola \u00e9, segundo o Papa, \u201c\u00f3bvia\u201d: os povos da \u00c1frica, ca\u00eddos por terra, \u201colham-nos de perto\u201d. \u201cN\u00f3s levamos-lhes o cinismo de um mundo sem Deus, onde apenas contam o poder e o lucro\u201d, lamenta. Estes foram apelos e observa\u00e7\u00f5es renovados em v\u00e1rias outras ocasi\u00f5es, em particular, nos discursos ao Corpo diplom\u00e1tico, nas audi\u00eancias aos prelados africanos em visita \u201cad Limina\u201d, e nas mensagens para o Dia Mundial da Paz. No encontro de 2009 com os diplomatas credenciados junto da Santa S\u00e9, Bento XVI falava j\u00e1 na \u201calegria de me encontrar com muitos irm\u00e3os e irm\u00e3s de f\u00e9 e humanidade que vivem na \u00c1frica\u201d. \u201cNa expectativa desta visita, que tanto desejei, pe\u00e7o ao Senhor que seus cora\u00e7\u00f5es se abram para acolher o Evangelho e viv\u00ea-lo com coer\u00eancia, construindo a paz e lutando contra a pobreza moral e material\u201d, indicou.  Segundo Bento XVI, em \u00c1frica \u00e9 importante \u201creservar uma aten\u00e7\u00e3o especial \u00e0 inf\u00e2ncia: vinte anos depois da adop\u00e7\u00e3o da Conven\u00e7\u00e3o sobre os direitos das crian\u00e7as, elas ainda s\u00e3o vulner\u00e1veis\u201d. O Papa pediu aos respons\u00e1veis pol\u00edticos que \u201ctomem todas as medidas necess\u00e1rias para resolver os conflitos actuais e colocar fim \u00e0s injusti\u00e7as que os provocaram\u201d. Entre as v\u00e1rias confer\u00eancias episcopais que visitaram o Vaticano desde Abril de 2005 conta-se a dos Camar\u00f5es, recebida em Mar\u00e7o de 2006. Na ocasi\u00e3o, Bento XVI lembrou o anivers\u00e1rio da Exorta\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica p\u00f3s-sinodal \u201cEcclesia in \u00c1frica\u201d, assinada em Yaound\u00e9 em Setembro de 1995, pelo Papa Jo\u00e3o Paulo II. \u201cEste momento de gra\u00e7a, vivido na f\u00e9 e na esperan\u00e7a, revelou uma real solidariedade pastoral org\u00e2nica em todo o continente africano, manifestada sobretudo pelos trabalhos fecundos e estimulantes da Assembleia Especial para a \u00c1frica do S\u00ednodo dos Bispos\u201d, disse. O Papa falou na necessidade de \u201cfazer penetrar o Evangelho em profundidade nas culturas e nas tradi\u00e7\u00f5es do vosso povo, caracterizadas pela riqueza dos seus valores humanos, espirituais e morais, sem deixar de purificar essas culturas, atrav\u00e9s de uma necess\u00e1ria convers\u00e3o de tudo o que, nelas, se op\u00f5e \u00e0 plenitude da verdade e da vida que se manifesta em Jesus Cristo\u201d.  \u201cIsto exige tamb\u00e9m que seja anunciada e vivida a Boa Nova iniciando sem receio um di\u00e1logo cr\u00edtico com as culturas novas relacionadas com o emergir da globali-za\u00e7\u00e3o, para que a Igreja lhes transmita uma mensagem cada vez mais adequada e cred\u00edvel, permanecendo fiel ao mandamento que recebeu do seu Senhor\u201d, acrescentou.  <b>S\u00ednodo<\/b> D. Dami\u00e3o Franklin ser\u00e1 um dos secret\u00e1rios especiais do II S\u00ednodo dos Bispos da \u00c1frica, a realizar em Outubro pr\u00f3ximo. Para o Arcebispo de Luanda, esta reuni\u00e3o magna ser\u00e1 um momento fundamental para uma \u201ccaminhada em conjunto\u201d de todas as for\u00e7as vivas da Igreja, a n\u00edvel local e a n\u00edvel universal. \u201cH\u00e1 necessidade de se reflectir, de orar, de sugerir estrat\u00e9gias concretas\u201d, refere \u00e0 ECCLESIA. O prelado admite que \u201c\u00c1frica \u00e9 o continente mais vulner\u00e1vel\u201d do ponto de vista institucional, com muitos conflitos militares, pelo que a Igreja \u201cquer capacitar os pr\u00f3prios africanos\u201d para resolver estes conflitos e os \u201cproblemas de desenvolvimento\u201d, com destaque para o avan\u00e7o das pandemias. Quanto \u00e0 Igreja, o Arcebispo admite que o crescimento de voca\u00e7\u00f5es religiosas e sacerdotais n\u00e3o deve fazer esquecer a voca\u00e7\u00e3o dos leigos. \u201cN\u00f3s, como respons\u00e1veis, estamos atentos, porque esta \u00e9 uma fase e temos de estar preparados para uma fase mais cr\u00edtica\u201d, admite. Sobre a quest\u00e3o lit\u00fargica, D. Dami\u00e3o Franklin indica que o \u201cg\u00e9nio africano\u201d deve ter o seu lugar, ainda que com \u201cordem e disciplina\u201d.  <b>Estat\u00edsticas<\/b> Em \u00c1frica, os cat\u00f3licos cresceram mais de 3% nos \u00faltimos anos, o que ultrapassa o crescimento da popula\u00e7\u00e3o total (2,5%). Estima-se que em 2050, tr\u00eas pa\u00edses africanos estejam entre as dez maiores na\u00e7\u00f5es cat\u00f3licas de todo o mundo: a Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo (97 milh\u00f5es de cat\u00f3licos), o Uganda (56 milh\u00f5es) e a Nig\u00e9ria (47 milh\u00f5es). A \u201cexplos\u00e3o\u201d do catolicismo na \u00c1frica subsaariana, ao longo do s\u00e9culo XX, pode ser considerada como um dos maiores sucessos mission\u00e1rios na hist\u00f3ria da Igreja &#8211; embora deva ser sempre lida com aten\u00e7\u00e3o, como se l\u00ea neste dossier -, j\u00e1 que de uma popula\u00e7\u00e3o de 1,9 milh\u00f5es de cat\u00f3licos, em 1900, se passou para 139 milh\u00f5es. \u00c1frica \u00e9 mesmo um dos continentes em que se regista maior crescimento no n\u00famero de padres, com um aumento na ordem dos 25% no per\u00edodo de 2000 a 2007.  <i>FOTO: Lusa<\/i>  <iframe src=\"http:\/\/www.h2onews.org\/_embed.php?lang=pt&#038;id_news=1658\" height=\"255\" width=\"320\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Papa inicia primeira viagem ao territ\u00f3rio africano, com passagens pelos Camar\u00f5es e Angola<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[101,106,120,154,165,187,203,221,237,297,311,314],"class_list":["post-37443","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-vaticano","tag-africa","tag-angola","tag-bento-xvi","tag-crianca","tag-dia-mundial-da-paz","tag-diocese-do-porto","tag-europa","tag-historia-da-igreja","tag-joao-paulo-ii","tag-santa-se","tag-sinodo-dos-bispos","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37443","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37443"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37443\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37443"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37443"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37443"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}