{"id":37420,"date":"2009-03-09T14:18:43","date_gmt":"2009-03-09T14:18:43","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/03\/09\/catequese-de-d-manuel-felicio-no-ii-domingo-da-quaresma\/"},"modified":"2009-03-09T14:18:43","modified_gmt":"2009-03-09T14:18:43","slug":"catequese-de-d-manuel-felicio-no-ii-domingo-da-quaresma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/catequese-de-d-manuel-felicio-no-ii-domingo-da-quaresma\/","title":{"rendered":"Catequese de D. Manuel Fel\u00edcio no II Domingo da Quaresma"},"content":{"rendered":"<p>\u00abComprometidos com Cristo na transforma\u00e7\u00e3o\u00bb <!--more--> 1.Estamos no II Domingo da Quaresma, que nos apresenta o quadro da Transfigura\u00e7\u00e3o do Senhor\tJesus Cristo, diante dos Ap\u00f3stolos Pedro, Tiago e Jo\u00e3o, no Monte Tabor. Ao lado de Cristo estavam Mois\u00e9s e Elias, representando a Lei e os Profetas do Antigo Testamento. Do meio da nuvem ouve-se a voz misteriosa de Deus Pai, a testemunhar quem \u00e9 Jesus Cristo \u2013 \u201c Este \u00e9 o meu Filho muito amado: escutai-O\u201d. Os tr\u00eas Ap\u00f3stolos n\u00e3o escondem a tenta\u00e7\u00e3o que tiveram \u2013 permanecerem naquele lugar para sempre e por isso querem fazer 3 tendas; mas Jesus tinha outros planos para eles e mandou-os descer do monte, porque o mundo os esperava. Neste quadro simb\u00f3lico, Jesus revela a Sua identidade divina e de salvador, pela transfigura\u00e7\u00e3o, pela Palavra do Pai e pelo testemunho da pr\u00f3pria Lei e dos Profetas do Antigo Testamento. Os 3 ap\u00f3stolos sentem-se bem naquele quadro de transfigura\u00e7\u00e3o, mas, de facto, precisam eles pr\u00f3prios tamb\u00e9m de muita transforma\u00e7\u00e3o, pois ainda n\u00e3o compreendem o que \u00e9 ressuscitar dos mortos. Ao descerem com Jesus do monte, sentem o mundo como o campo da sua pr\u00f3pria miss\u00e3o; um mundo a que \u00e9 preciso levar a transfigura\u00e7\u00e3o de Cristo, depois de experimentada nas suas pr\u00f3prias pessoas. Para dar cumprimento a esta tarefa evangelizadora e transformadora de si pr\u00f3prios e do mundo eles precisam, como n\u00f3s hoje precisamos, de cultivar a atitude fundamental da fidelidade \u2013 fidelidade a Cristo e aos planos de Deus. A Palavra de Deus apresenta-nos hoje, no Livro do G\u00e9nesis, o exemplo por excel\u00eancia dessa fidelidade. Abra\u00e3o estava disposto a tudo sacrificar para cumprir a vontade de Deus. Por isso, n\u00e3o lhe negou a realidade mais cara da sua vida, que era o pr\u00f3prio Filho, tr\u00eas vezes lembrado, no texto B\u00edblico, como seu Filho \u00fanico. De facto, a fidelidade de Abra\u00e3o e a sua F\u00e9 no Deus \u00fanico \u00e9 modelo para n\u00f3s crist\u00e3os e disc\u00edpulos de Cristo que, pelo Baptismo, estamos identificados com Ele e, por consequ\u00eancia, chamados a segui-L0 para o an\u00fancio do Evangelho aos homens e mulheres do mundo de hoje. Nesta tarefa evangelizadora, dif\u00edcil mas urgente e que exige o empenho total das nossas vidas, n\u00e3o estamos s\u00f3s. Acompanha-nos o pr\u00f3prio Jesus Cristo, Filho \u00fanico de Deus que o pr\u00f3prio Pai entregou \u00e0 morte por todos n\u00f3s. Lembra-no-lo hoje a Carta aos Romanos. Esta \u00e9 a prova m\u00e1xima do amor de Deus por todos n\u00f3s e pela pr\u00f3pria humanidade. O facto de sentirmos, como a primeira  comunidade dos ap\u00f3stolos e dos disc\u00edpulos, que  Deus est\u00e1 do nosso lado \u00e9 uma maravilhosa consola\u00e7\u00e3o, mas sobretudo uma for\u00e7a extraordin\u00e1ria que nos mobiliza e nos entusiasma a procurar criativamente os caminhos da nova evangeliza\u00e7\u00e3o. 2. Como os 3 Ap\u00f3stolos que desciam com Jesus do monte da Transfigura\u00e7\u00e3o, sentimos que a nossa miss\u00e3o \u00e9 levar ao mundo a novidade do Evangelho de Jesus. Mas sentimos tamb\u00e9m como eles que a nossa prepara\u00e7\u00e3o para esta tarefa ainda n\u00e3o est\u00e1 completa. Eles n\u00e3o sabiam o que era ressuscitar dos mortos e n\u00f3s precisamos tamb\u00e9m de continuar a percorrer os caminhos do verdadeiro conhecimento de Cristo e da Sua mensagem que nos chega hoje sobretudo na B\u00edblia e no Catecismo. Por agora, vamos fixar a nossa aten\u00e7\u00e3o na responsabilidade que nos \u00e9 pedida, como crist\u00e3os e como cidad\u00e3os, para intervirmos na transforma\u00e7\u00e3o de n\u00f3s pr\u00f3prios e do mundo, de acordo com o Evangelho.  2.1. De facto, n\u00f3s sentimos que somos, em alguma medida, donos de n\u00f3s mesmos e do mundo, que nos est\u00e1 entregue para o conhecermos, organizarmos e governarmos, sempre no respeito por regras que n\u00e3o dependem de n\u00f3s. Cada um de n\u00f3s enquanto pessoa e cidad\u00e3o cumpre esta miss\u00e3o atrav\u00e9s de decis\u00f5es livres e respons\u00e1veis que d\u00e3o origem a actos portadores do nosso compromisso voltado para promover o Bem de todos e cada um dos seres humanos e impedir tudo o que \u00e9 mau. Esse centro onde cada um de n\u00f3s toma as suas decis\u00f5es chama-se consci\u00eancia e podemos defini-la como sendo o \u00edntimos mais \u00edntimo de cada pessoa, o santu\u00e1rio onde  cada um de n\u00f3, confrontando-se  com os imperativos que lhe v\u00eam de si mesmos, da sociedade, do mundo e, como sua fonte \u00faltima, do pr\u00f3prio Deus, formula as suas escolhas. Destas decis\u00f5es da consci\u00eancia derivam os actos humanos, que s\u00e3o bons ou maus conforme cumprem ou n\u00e3o as leis inscritas no cora\u00e7\u00e3o do mundo e da sociedade, mas sobretudo no cora\u00e7\u00e3o de cada ser humano pelo pr\u00f3prio criador. Estes actos humanos, resultantes de decis\u00f5es livres, distinguem-se de outros actos do homem e da mulher que n\u00e3o resultam da sua liberdade mas somente cumprem mecanismos biol\u00f3gicos de sustentabilidade do organismo ou s\u00e3o determinados pelos instintos. A consci\u00eancia \u00e9 assim a capacidade pr\u00f3pria de cada homem e de cada mulher para formularem o seu ju\u00edzo de valor e os actos humanos s\u00e3o os canais por onde esse ju\u00edzo de valor se aplica para transforma\u00e7\u00e3o da realidade pessoal, social e mundana. Por sua vez, o ju\u00edzo da consci\u00eancia ser\u00e1 recto, se ele se ajustar \u00e0 verdade do ser humano, da sociedade e do pr\u00f3prio mundo e \u00e0s consequentes exig\u00eancias de bem nela implicadas; ser\u00e1 err\u00f3neo ou errado se n\u00e3o se lhe adaptar, com ou sem culpabilidade. Desse ju\u00edzo depende tamb\u00e9m a moralidade dos actos humanos, que, por isso, classificamos de moralmente bons se se ajustarem \u00e0 verdade e ao Bem; de moralmente maus, quando h\u00e1 desajustamento, seja positivamente desejado seja apenas consentido. Para cumprir a sua importante miss\u00e3o, a consci\u00eancia precisa de liberdade e autonomia, o que implica total aus\u00eancia de coac\u00e7\u00e3o exterior na formula\u00e7\u00e3o dos seus ju\u00edzos. Todavia, a mesma consci\u00eancia precisa tamb\u00e9m de assumir o dever de estar sempre a ajustar-se \u00e0 Verdade e ao Bem. Isto chama-se forma\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia, que \u00e9 uma obriga\u00e7\u00e3o de todas e cada uma das pessoas. Na forma\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia tem de obrigatoriamente estar implicado o indiv\u00edduo, mas tamb\u00e9m o devem estar as institui\u00e7\u00f5es de que ele legitimamente tem direito a esperar ajuda, como s\u00e3o a fam\u00edlia, a escola e outras, incluindo todos os respons\u00e1veis pela condu\u00e7\u00e3o da vida p\u00fablica. Pelo que fica dito, conclu\u00edmos que os actos humanos n\u00e3o s\u00e3o todos iguais, porque uns s\u00e3o bons e outros n\u00e3o; e conclu\u00edmos tamb\u00e9m que a sua bondade ou maldade n\u00e3o dependem apenas do sujeito que os pratica, mas sim da Verdade e do Bem que o transcendem e lhe ditam regras, a que ele responsavelmente n\u00e3o pode fugir. Os actos humanos, bons ou maus, resultam da decis\u00e3o da consci\u00eancia como dissemos, a qual \u00e9 tamb\u00e9m determinada pela actividade do conjunto das Faculdades do ser humano, a come\u00e7ar pelas chamadas faculdades superiores que s\u00e3o a intelig\u00eancia, a raz\u00e3o e a vontade. Em todo esse processo interv\u00eam igualmente a sensibilidade humana e as emo\u00e7\u00f5es, assim como as caracter\u00edsticas pr\u00f3prias da maneira de ser de cada indiv\u00edduo. \u00c0 influ\u00eancia da sensibilidade e sobretudo das emo\u00e7\u00f5es sobre todo o processo que conduz aos actos humanos costumamos chamar-lhe de paix\u00f5es. Em si mesmas, as paix\u00f5es, na medida em que garantem a liga\u00e7\u00e3o entre a vida sens\u00edvel e a vida do esp\u00edrito s\u00e3o um importante potencial humano, que pode ser aproveitado para promover o bem, atrav\u00e9s das virtudes; mas tamb\u00e9m o pode ser quer para o mal, atrav\u00e9s dos v\u00edcios.  2.2 \u2013 As Virtudes s\u00e3o h\u00e1bitos bons e costumamos defini-las como sendo disposi\u00e7\u00f5es habituais e firmes para fazer o Bem. Os v\u00edcios s\u00e3o h\u00e1bitos maus. \u00c9 verdade que o ser humano se determina, nas suas op\u00e7\u00f5es, n\u00e3o apenas por actos isolados, mas tamb\u00e9m por h\u00e1bitos. Dentro das virtudes ou h\u00e1bitos bons distinguimos as grandes Virtudes humanas das virtudes sobrenaturais, a que andam ligados os 7 dons do Esp\u00edrito Santo e os chamados tamb\u00e9m frutos do Esp\u00edrito. As grandes Virtudes humanas fazem parte do humanismo que caracteriza a nossa tradi\u00e7\u00e3o ocidental, desde a cultura grega. Tamb\u00e9m lhe chamamos virtudes cardeais e s\u00e3o a Prud\u00eancia, a Justi\u00e7a, a Fortaleza e a Temperan\u00e7a. As virtudes sobrenaturais ou teologais s\u00e3o dons de Deus oferecidas a cada um de n\u00f3s para fortalecer as faculdades humanas e torn\u00e1-las aptas a produzirem actos que, por natureza, as transcendem. Essas virtudes sobrenaturais tamb\u00e9m chamadas teologais s\u00e3o a F\u00e9, a Esperan\u00e7a no Reino de Deus e na Vida Eterna e a Caridade, entendida como o pr\u00f3prio Amor Divino traduzido em gestos e atitudes humanas, \u00e0 maneira de Cristo encarnado. Juntando a estas virtudes os 7 dons do Esp\u00edrito Santo e os 12 frutos da Sua ac\u00e7\u00e3o em n\u00f3s, fica constitu\u00eddo o ambiente sobrenatural em que se desenvolve toda a nossa actividade humana para darmos cumprimento \u00e0 responsabilidade que Deus nos confia com a finalidade de conduzirmos o Mundo pelos caminhos da verdade e do Bem.  \t2.3. N\u00e3o podemos esquecer-nos agora que este quadro tem o seu reverso da medalha. De facto, ao mesmo tempo que somos ajudados por Deus e pela Sua Gra\u00e7a, pelas virtudes humanas e teologais, incluindo os dons do Esp\u00edrito Santo, a percorrer os caminhos da verdade e do bem, tamb\u00e9m somos constantemente desviados desses caminhos pelo pecado e pelos v\u00edcios que lhe andam ligados. \tO pecado \u00e9 a recusa deliberada de cumprir os des\u00edgnios de Deus sobre o Mundo, a hist\u00f3ria e a pr\u00f3pria pessoa enquanto tal. Em consequ\u00eancia, o pecado \u00e9 o acto pelo qual a pessoa corta rela\u00e7\u00f5es com o mundo e com os outros seres humanos, remetendo-se ao isolamento. E as rela\u00e7\u00f5es s\u00e3o destru\u00eddas, porque a pessoa que  peca n\u00e3o quer, de facto, respeitar a verdade e as leis da verdade inscritas no interior dos pr\u00f3prios seres que, por voca\u00e7\u00e3o,  espelham em si mesmos o amor de Deus. Apesar de tudo, nem todos os pecados t\u00eam o mesmo peso ou a mesma gravidade. Por isso distinguimos o pecado mortal e grave do pecado venial e leve. Nesta linha, a tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3 considera especialmente graves os chamados pecados que bradam ao c\u00e9u. \tAl\u00e9m disso, todo o pecado, sendo, \u00e0 partida um acto isolado e pessoal, gera novos dinamismos de pecado que afectam o pr\u00f3prio sujeito e tamb\u00e9m todos aqueles que est\u00e3o na rede das suas rela\u00e7\u00f5es. Aparecem, assim, os v\u00edcios contr\u00e1rios \u00e0s virtudes. Os chamados 7 pecados capitais, na realidade s\u00e3o v\u00edcios que contrariam as virtudes correspondentes. \tCompreendemos agora como os pecados individuais sempre tiveram e continuam a ter repercuss\u00e3o negativa na vida social, pervertendo as mentalidades e enfraquecendo as pessoas no esfor\u00e7o por construir a sua vida pessoal e a vida da sociedade segundo o bem de todos. Por isso n\u00f3s falamos de pecados sociais e mesmo de estruturas de pecado, que acabam por condicionar negativamente as decis\u00f5es e os actos de cada pessoa.  2.4. No emaranhado desta teia de rela\u00e7\u00f5es e solicita\u00e7\u00f5es que caracteriza a vida do homem e da mulher em sociedade, o importante \u00e9 cada um de n\u00f3s fazer as suas escolhas com responsabilidade. E  as escolhas ser\u00e3o sempre entre o Bem e a Verdade e os actos humanos consequentes, por um lado, e a manifesta recusa ou simples desinteresse por  seguir os caminhos da Verdade e do Bem, por outro lado. Jesus Cristo \u00e9 sempre um apelo forte para n\u00f3s fazermos a primeira escolha e nesse apelo  se resume o essencial da sua mensagem que \u00e9 tamb\u00e9m o n\u00facleo da Boa Nova Evang\u00e9lica \u2013 \u201cArrependei-vos e acreditai no Evangelho\u201d. \tTodos desejamos que esta Quaresma seja tamb\u00e9m resposta decidida de cada um de n\u00f3s ao chamamento de Cristo. Como crist\u00e3os e cidad\u00e3os queremos ficar mais dispostos a percorrer os caminhos da aut\u00eantica convers\u00e3o pessoal, na pr\u00e1tica consciente e decidida da verdadeira moral evang\u00e9lica. Uma moral que h\u00e1-de repercutir  na transforma\u00e7\u00e3o do mundo, segundo a transfigura\u00e7\u00e3o  de Cristo no Tabor. \tQue Deus nos ajude.  S\u00e9 da Guarda, 8 de Mar\u00e7o de 2009 <i>+Manuel R. Fel\u00edcio, Bispo da Guarda   <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00abComprometidos com Cristo na transforma\u00e7\u00e3o\u00bb<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[127,168,206,268,91],"class_list":["post-37420","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-catequese","tag-diocese-da-guarda","tag-familia","tag-nova-evangelizacao","tag-quaresma"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37420","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37420"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37420\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37420"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37420"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37420"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}