{"id":370388,"date":"2025-04-18T17:18:39","date_gmt":"2025-04-18T16:18:39","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=370388"},"modified":"2025-04-18T17:18:39","modified_gmt":"2025-04-18T16:18:39","slug":"homilia-de-sexta-feira-santa-do-arcebispo-de-evora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-de-sexta-feira-santa-do-arcebispo-de-evora\/","title":{"rendered":"Homilia de Sexta-feira Santa do arcebispo de \u00c9vora"},"content":{"rendered":"<p><!--more--><\/p>\n<figure id=\"attachment_370383\" aria-describedby=\"caption-attachment-370383\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Evora_Paixao-do-Senhor-2025_Fotos-Graziella-Camara_Comunidade-Cancao-Nova-\u2013-Evora-3.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-370383 size-large\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Evora_Paixao-do-Senhor-2025_Fotos-Graziella-Camara_Comunidade-Cancao-Nova-\u2013-Evora-3-1024x682.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"682\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Evora_Paixao-do-Senhor-2025_Fotos-Graziella-Camara_Comunidade-Cancao-Nova-\u2013-Evora-3-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Evora_Paixao-do-Senhor-2025_Fotos-Graziella-Camara_Comunidade-Cancao-Nova-\u2013-Evora-3-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Evora_Paixao-do-Senhor-2025_Fotos-Graziella-Camara_Comunidade-Cancao-Nova-\u2013-Evora-3-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Evora_Paixao-do-Senhor-2025_Fotos-Graziella-Camara_Comunidade-Cancao-Nova-\u2013-Evora-3-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Evora_Paixao-do-Senhor-2025_Fotos-Graziella-Camara_Comunidade-Cancao-Nova-\u2013-Evora-3-1536x1023.jpg 1536w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Evora_Paixao-do-Senhor-2025_Fotos-Graziella-Camara_Comunidade-Cancao-Nova-\u2013-Evora-3.jpg 1600w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-370383\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Graziella Camara\/Comunidade Can\u00e7\u00e3o Nova \u2013 \u00c9vora<\/figcaption><\/figure>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o:<br \/>\nAs palavras de Jesus na cruz, convidam-nos \u00e0 confian\u00e7a e ao amor, enquanto Filhos de Deus repletos do Esp\u00edrito Santo. Os evangelistas mencionam sete palavras de Cristo na cruz. Nelas descobrimos o quanto Deus Pai nos amou at\u00e9 entregar o seu Filho \u00e0 morte para nos fazer filhos n\u2019Ele.<br \/>\nAs primeiras e \u00faltimas das sete palavras dirigem-se ao Pai, bem como a quarta palavra, colocada no centro da equa\u00e7\u00e3o seten\u00e1ria, como grito de abandono e de confian\u00e7a. Contemplar estas palavras derradeiras juntamente com Maria, M\u00e3e e filha da Igreja \u00e9 viver o mist\u00e9rio da Cruz com Aquela que \u00e9 M\u00e3e e Disc\u00edpula do Seu pr\u00f3prio Filho.<\/p>\n<p>1. A Palavra: \u00abPerdoa-lhes Pai, porque eles n\u00e3o sabem o que fazem!\u00bb (Lc 23,34).<\/p>\n<p>Lucas \u00e9 o evangelista da miseric\u00f3rdia e do perd\u00e3o. Aqui narra-se a ora\u00e7\u00e3o de Jesus ao Pai na hora da crucifica\u00e7\u00e3o.<br \/>\nO perd\u00e3o \u00e9 para o futuro, n\u00e3o s\u00f3 para o que passou. O perd\u00e3o n\u00e3o \u00e9 um mero sentimento, mas uma decis\u00e3o e, sobretudo, uma atitude. O perd\u00e3o constitui um bem mais forte do que um mal.<br \/>\nA sua atitude fundamental deve ser entendida como: \u201ceu quero a paz\u201d; \u201ceu quero perdoar\u201d.Como reza a Liturgia, na verdade, \u00abO perd\u00e3o d\u00e1 a vida aos mortos e restitui a beleza de tudo o que conspurcou. O perd\u00e3o significa que a cruz \u00e9 a nossa \u00e1rvore da vida\u00bb. Recome\u00e7ar sempre \u00e9 o caminho feliz da vida, porque a pr\u00f3pria vida \u00e9 feita de recome\u00e7os constantes.<\/p>\n<p>Este Ano Santo diz-nos insistentemente que precisamos de olhar para o futuro com esperan\u00e7a, num compromisso com uma promo\u00e7\u00e3o integral da Pessoa Humana, a qual forma para a justi\u00e7a e para a paz. \u00c9 necess\u00e1rio ajudar as crian\u00e7as, os adolescentes e os jovens a desenvolverem uma personalidade de paz, no respeito pela sacralidade da outra pessoa, a cultivarem a for\u00e7a interior para construir o bem comum, mesmo quando isso custa sacrif\u00edcio e di\u00e1logo e exige a reconcilia\u00e7\u00e3o e o perd\u00e3o. O Bem Maior da Paz e da harmonia merecem esse sacrif\u00edcio.<br \/>\nN\u00e3o basta constatar, \u00e9 necess\u00e1rio e urgente agir, construir, semear diariamente o futuro! Basta de not\u00edcias e coment\u00e1rios de actos de viol\u00eancias, sem reflex\u00e3o s\u00e9ria sobre o que fazer e como promover a educa\u00e7\u00e3o para o respeito m\u00fatuo, a toler\u00e2ncia e o acolhimento das diferen\u00e7as bem como os gestos geradores de paz.<br \/>\nAs novas gera\u00e7\u00f5es n\u00e3o podem ficar na varanda, \u00e0 janela ou nas esplanadas a olhar para a vida que passa na rua ou a viver sentados num sof\u00e1 ou nas bancadas, lembra-nos o Papa, mas podem e devem ser protagonistas da constru\u00e7\u00e3o da humaniza\u00e7\u00e3o e da civiliza\u00e7\u00e3o de Paz.<\/p>\n<p>Por experi\u00eancia hist\u00f3rica, sabemos que a educa\u00e7\u00e3o e a cultura para a paz exigem o perd\u00e3o, como sintetizou lapidarmente o bispo anglicano Desmond Tutu: \u00abn\u00e3o h\u00e1 paz sem perd\u00e3o\u00bb. Por isso, rezamos na Ora\u00e7\u00e3o Eucar\u00edstica de Reconcilia\u00e7\u00e3o II: \u00abNo meio da humanidade dilacerada por divis\u00f5es e disc\u00f3rdias, reconhecemos os sinais da vossa miseric\u00f3rdia, quando dobrais a dureza dos homens e os preparais para a reconcilia\u00e7\u00e3o. Com a for\u00e7a do Esp\u00edrito Santo moveis os cora\u00e7\u00f5es, para que os inimigos procurem entender-se, os advers\u00e1rios se deem as m\u00e3os e os povos se encontrem na paz e conc\u00f3rdia. Pelo poder da vossa gra\u00e7a, o desejo da paz p\u00f5e fim \u00e0 guerra, o amor vence o \u00f3dio e a vingan\u00e7a d\u00e1 lugar ao perd\u00e3o\u00bb.<\/p>\n<p>2. A Palavra: \u00abEm verdade eu te digo: ainda hoje estar\u00e1s comigo no Para\u00edso\u00bb (Lc 23,43).<\/p>\n<p>O bom ladr\u00e3o arrepende-se e ouve uma promessa de salva\u00e7\u00e3o. A palavra \u201cpara\u00edso\u201d, de origem persa, evoca um jardim de felicidade, como foi o primeiro jardim na Cria\u00e7\u00e3o. Jesus mostra que a felicidade \u00e9 estar com Ele. Ele \u00e9 \u201cCaminho, Verdade e Vida\u201d. J\u00e1 te deixastes conquistar por Ele, pelo Seu Amor, capaz de te perdoar sempre, ou seja, 70&#215;7, e amar-te mais quando est\u00e1s desfigurado pelos teus falhan\u00e7os?<\/p>\n<p>3. A Palavra de Jesus: \u00abao ver sua m\u00e3e e o disc\u00edpulo que ele amava, disse \u00e0 m\u00e3e: \u201cMulher, eis o teu filho\u201d. Depois disse ao disc\u00edpulo: \u201cEis a tua m\u00e3e\u201d\u00bb (Jo 19,26-27).<\/p>\n<p>A Virgem Maria consente e une-se ao amor na imola\u00e7\u00e3o da v\u00edtima que dela nascera. O Seu \u00fanico filho \u00e9 Jesus. Ao aceitar a sua morte na cruz, recebe-nos a todos como filhas e filhos seus: Ela \u00e9 M\u00e3e da Igreja, M\u00e3e de toda a Humanidade.<\/p>\n<p>4. A Palavra: \u00abPelas tr\u00eas horas da tarde, Jesus deu um forte grito: \u201cEli, Eli, lam\u00e1 sabact\u00e2ni?\u201d Que quer dizer: Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?\u00bb (Mt 27,46).<\/p>\n<p>S\u00e3o palavras atribu\u00eddas ao Salmo 22, 28 e exprimem a confian\u00e7a do Servo Sofredor na bondade de Deus Pai. O sofrimento de Cristo na Cruz coexistia com a certeza do n\u00e3o abandono de Deus. Al\u00e9m disso, como diz Santo Agostinho, na cruz est\u00e1vamos tamb\u00e9m n\u00f3s, porque somos o seu corpo, que \u00e9 a Igreja: Cristo falava por cada um de n\u00f3s. Em nome dos crucificados de todos os tempos. Tamb\u00e9m deste nosso s\u00e9culo XXI.<\/p>\n<p>5 . A Palavra: \u00abTenho sede!\u00bb (Jo 19,28).<br \/>\nEsse grito manifesta a humanidade do Senhor no meio de terr\u00edveis sofrimentos, pois asfixiava-se na cruz.<br \/>\nTamb\u00e9m tem sede do nosso amor. A Sua gl\u00f3ria, a irradia\u00e7\u00e3o do seu amor \u00e9 a nossa ades\u00e3o na Vida Nova que nos oferece, atrav\u00e9s do sim da nossa F\u00e9. \u201cMais do que a fadiga do corpo, consome-o a sede dos nossos vazios e escurid\u00f5es interiores. Da Cruz, olha para cada um, para cada uma, no amor eterno do Pai. Tem sede da nossa sede\u201d. Tem uma grande sede de nos enviar o Esp\u00edrito Santo, para que O levemos como \u201c\u00c1gua-Viva\u201d aos Samaritanos e Samaritanas de todos os tempos.<\/p>\n<p>6. A Palavra: \u00abTudo est\u00e1 consumado\u00bb (Jo 19,30).<\/p>\n<p>\u00c9 o cumprimento da Sua Hora, como anunciou o Evangelista Jo\u00e3o. Jesus amou obedecendo at\u00e9 ao extremo, at\u00e9 ao fim! (cf. Jo 3,34; 13,1). Com a plenitude do Esp\u00edrito, a sua oferta ao Pai n\u00e3o tem medida. Cumpriu a vontade do Pai. Al\u00e9m disso, est\u00e1 consumido, extenuado, esgotado. Contemplamos mais um mist\u00e9rio de Amor do que de dor. Na Cruz est\u00e1 sobretudo o amor de Jesus ao Pai e ao mundo. Manifesta at\u00e9 \u00e0s \u00faltimas consequ\u00eancias o que significa ser plenamente Filho de Deus, por isso, Irm\u00e3o de todos.<\/p>\n<p>7 . A Palavra: \u00abPai, em tuas m\u00e3os entrego o meu esp\u00edrito\u00bb (Lc 23,46).<\/p>\n<p>Morreu como homem, voluntariamente, da mesma forma que algu\u00e9m sofre uma pena para a afastar de outra pessoa. Uma morte que o amor vencer\u00e1. A Liturgia da Igreja ensina-nos a vel\u00e1-lo com dor e esperan\u00e7a. Assim comentou o saudoso Papa S. Jo\u00e3o Paulo II: \u00abOs acontecimentos da Sexta-Feira Santa e, ainda antes, a ora\u00e7\u00e3o no Getsemani, introduzem uma mudan\u00e7a fundamental em todo o processo de revela\u00e7\u00e3o do amor e da miseric\u00f3rdia na miss\u00e3o messi\u00e2nica de Cristo. Aquele que \u00abpassou fazendo o bem e curando todos\u00bb (At 10,38), e \u00abcurando todas as doen\u00e7as e enfermidades\u00bb (Mt 9,35) mostra-Se agora, Ele pr\u00f3prio, digno da maior miseric\u00f3rdia, e parece apelar para a miseric\u00f3rdia quando \u00e9 preso, ultrajado, condenado, flagelado, coroado de espinhos, pregado na cruz e expira no meio de tormentos atrozes.<\/p>\n<p>\u00c9 ent\u00e3o que Se apresenta particularmente merecedor da miseric\u00f3rdia dos homens, a quem fez o bem; mas n\u00e3o a recebe. Nem aqueles que mais de perto contactaram com Ele t\u00eam a coragem de O proteger e O arrancar \u00e0 m\u00e3o dos seus opressores. Na fase final do desempenho da fun\u00e7\u00e3o messi\u00e2nica, cumprem-se em Cristo as palavras dos profetas, sobretudo as de Isa\u00edas, proferidas a respeito do Servo de Jav\u00e9: \u00abPelas suas chagas fomos curados\u00bb (Is 53,5). [&#8230;]\u00bb. Nele permane\u00e7amos, como Peregrinos da Esperan\u00e7a.<\/p>\n<p>+ Francisco Jos\u00e9 Senra Coelho<br \/>\nArcebispo de \u00c9vora<\/p>\n<p>Dia 18\/IV\/2025<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":3,"featured_media":370383,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[175],"class_list":["post-370388","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos","tag-diocese-de-evora"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/370388","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=370388"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/370388\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/370383"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=370388"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=370388"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=370388"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}