{"id":36252,"date":"2009-01-13T10:27:11","date_gmt":"2009-01-13T10:27:11","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/01\/13\/na-frente-dos-caminheiros\/"},"modified":"2009-01-13T10:27:11","modified_gmt":"2009-01-13T10:27:11","slug":"na-frente-dos-caminheiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/na-frente-dos-caminheiros\/","title":{"rendered":"Na frente dos caminheiros"},"content":{"rendered":"<p>Ser\u00e1 que realmente conheces S. Paulo? Ou tudo o que sabes sobre a sua vida resume-se ao encontro com Cristo na estrada de Damasco? Achas que foi de um dia para o outro que ele deixou de perseguir e maltratar os Crist\u00e3os? Pois \u00e9, n\u00e3o poderias estar mais enganado(a)\u2026 Assim como eu estava. S. Paulo era, como todo o ser humano, um pecador, que n\u00e3o sabia que realmente o era. Ele perseguia a Igreja de Deus com viol\u00eancia porque assim o ditavam as tradi\u00e7\u00f5es dos seus antepassados. Ele espalhava o terror em nome de uma lei que julgava ser \u00fanica, em nome de um dogma. Mas algo embateu com a vida que Paulo levava e quebrou com a sua rotina, despoletando nele a mudan\u00e7a, fazendo que, por gra\u00e7a de Deus, ele quisesse mudar, quisesse compreender se aquilo em que acreditava era uma verdade \u00fanica. Depois do encontro com Cristo ressuscitado, Paulo tomou consci\u00eancia dos erros que cometia, que \u00e9 o primeiro passo para efectuar alguma mudan\u00e7a, e, por vontade pr\u00f3pria, decidiu mudar a sua forma de estar na vida. Isolou-se do mundo durante 3 anos e efectuou em si a maior mudan\u00e7a que um ser humano consegue suportar. Passou de perseguidor violento a evangelizador incans\u00e1vel, passou de arrogante a humilde. Ou seja, deu uma volta de 180\u00ba na sua vida, e conse-quentemente, na dos que o rodeavam. Paulo substituiu, na sua vida, a Lei Antiga, pela qual guiava todas as ac\u00e7\u00f5es, para dar lugar \u00e0 Lei Nova: \u201cAmai-vos uns aos outros, como eu vos amei\u201d. Paulo percebeu que \u201cmesmo tendo o dom da profecia, e conhecendo todos os mist\u00e9rios e toda a ci\u00eancia; mesmo tendo toda a f\u00e9, a ponto de transbordar montanhas, se n\u00e3o tivermos amor, n\u00e3o somos nada\u201d. O amor \u00e9 algo perfeito que vir\u00e1 tomar o lugar do que \u00e9 imperfeito, como as profecias, as l\u00ednguas e a ci\u00eancia. O amor \u00e9 ent\u00e3o a maior de todas as coisas. (adaptado de 1 Cor 1-13)  A chegada \u00e0 aldeia da Drave foi feita a horas j\u00e1 tardias, ou melhor, \u00e0s primeiras horas do dia de S\u00e1bado. Como j\u00e1 era de esperar, fazia um friozinho agrad\u00e1vel e a noite foi passada com a cabe\u00e7a dentro do saco-cama para n\u00e3o congelar o nariz. A actividade em si come\u00e7ou pouco depois das 10h da manh\u00e3, depois de levarmos as nossas coisinhas para os Currais do Colado, local onde ir\u00edamos pernoitar. Reunimos na leira, ao solinho, para dar in\u00edcio aos trabalhos. Estava presente \u00a0o Jos\u00e9 Carlos, a Ana, a B\u00e1rbara, o Jo\u00e3o, o Pedro (Kaskabulho), a Rita e eu (Raquel). Ou seja, maltinha proveniente dos Campos de Trabalho 2008, \u00e0 excep\u00e7\u00e3o da Rita, que o Kaskabulho conseguiu convencer a vir pela primeira vez \u00e0 Drave. Os trabalhos decorreram com muito boa disposi\u00e7\u00e3o \u00e0 mistura e mostraram ser muito mais interessantes do que eu na realidade estava \u00e0 espera. N\u00e3o foram uma \u201cseca de cadeira\u201d (at\u00e9 porque na Drave n\u00e3o h\u00e1 muitas), mas foram sim grandes momentos de debate, muito interactivos e totalmente \u201cfeitos\u201d por n\u00f3s.  Depois destes dois dias de reflex\u00e3o na tentativa de compreender o que realmente se passava na alma de S. Paulo, apercebi-me que todos n\u00f3s, de uma forma ou de outra temos um bocadinho dele no nosso interior. Somos seres suscept\u00edveis \u00e0 mudan\u00e7a. Precisamos apenas de ser empurrados e de nos empurrarmos para efectuar essa mesma mudan\u00e7a. Pode ser uma mudan\u00e7a muito grande ou pequenina, mas do meu ponto de vista, o tamanho n\u00e3o importa. O que importa realmente \u00e9 o facto de haver vontade de mudar. Como nos disseram logo ao in\u00edcio, a actividade ia ser o que n\u00f3s quis\u00e9ssemos fazer dela. Devo dizer que fizemos um excelente trabalho!! (A organiza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m esteve muito bem\u2026)  <i>Raquel Sequeira Regi\u00e3o de Portalegre e Castelo Branco Agrupamento 170 da Sert\u00e3\u00a0 <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ser\u00e1 que realmente conheces S. Paulo? 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