{"id":36091,"date":"2009-01-05T13:37:53","date_gmt":"2009-01-05T13:37:53","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/01\/05\/homilia-de-d-antonio-carrilho-bispo-do-funchal-na-missa-e-te-deum-na-se-no-fim-do-ano-2008\/"},"modified":"2009-01-05T13:37:53","modified_gmt":"2009-01-05T13:37:53","slug":"homilia-de-d-antonio-carrilho-bispo-do-funchal-na-missa-e-te-deum-na-se-no-fim-do-ano-2008","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-de-d-antonio-carrilho-bispo-do-funchal-na-missa-e-te-deum-na-se-no-fim-do-ano-2008\/","title":{"rendered":"Homilia de D. Ant\u00f3nio Carrilho, Bispo do Funchal, na Missa e \u201cTe Deum\u201d, na S\u00e9, no fim do ano 2008"},"content":{"rendered":"<p>\u00abO Senhor dirija para ti o seu olhar e te conceda a paz (Nm 6, 26)\u00bb <!--more--> Ao terminar este ano de 2008 e no limiar dum novo ano, cantamos hoje em atitude de ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as o hino do \u201cTe Deum\u201d: \u201cN\u00f3s vos louvamos, \u00d3 Deus, n\u00f3s vos bendizemos, Senhor (&#8230;) Salvai o vosso povo, Senhor, e aben\u00e7oai a vossa heran\u00e7a; sede o seu pastor e guia atrav\u00e9s dos tempos e conduzi-o \u00e0s fontes da vida eterna\u201d. O louvor e a ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as representam a oferenda da nossa vida ao longo do ano que acaba. Unidos a Cristo, mediador da Nova Alian\u00e7a, dirigimos ao Pai que \u00e9 fonte de toda a vida e de toda a esperan\u00e7a, o nosso sacrif\u00edcio vespertino. Em primeiro lugar, o cora\u00e7\u00e3o contrito, disposto a receber de Deus o perd\u00e3o e o \u00e2nimo novo capaz de olhar a vida com a vigil\u00e2ncia da f\u00e9 e com a esperan\u00e7a que salva. Depois, tudo o que representam de positivo e de construtivo o nosso esfor\u00e7o, responsabilidade e trabalho na edifica\u00e7\u00e3o do povo de Deus e na constru\u00e7\u00e3o da cidade humana.  Assim, nesta tarde, louvamos, bendizemos e damos gra\u00e7as a Deus por todos os benef\u00edcios recebidos ao longo deste ano, na nossa Diocese e Regi\u00e3o, e nesta Cidade do Funchal, cujas comemora\u00e7\u00f5es dos seus 500 anos agora se encerram. E ao mesmo tempo que agradecemos esses dons recebidos, imploramos tamb\u00e9m as maiores b\u00ean\u00e7\u00e3os de Deus para cada um de n\u00f3s e nossas fam\u00edlias, para a Igreja, para a nossa Sociedade e para o Mundo, tendo presente a leitura do livro dos N\u00fameros, que acab\u00e1mos de escutar.  <b>A verdadeira b\u00ean\u00e7\u00e3o de Deus<\/b> A miss\u00e3o da tribo de Levi, na qual se exerce o sacerd\u00f3cio do Antigo Testamento, \u00e9 a de aben\u00e7oar os filhos de Israel. Que significa esta b\u00ean\u00e7\u00e3o? Em primeiro lugar, ela manifesta a fidelidade de Deus \u00e0 sua Alian\u00e7a. Deus continua a acompanhar o seu povo com a sua b\u00ean\u00e7\u00e3o e encarrega os sacerdotes de a transmitirem. Com a b\u00ean\u00e7\u00e3o vem o dom da paz, da protec\u00e7\u00e3o e da prosperidade. Por ela, Deus faz brilhar sobre o seu povo a sua face.  A face de Deus que deve brilhar em n\u00f3s, como crist\u00e3os, \u00e9 a de Jesus Cristo. A grande b\u00ean\u00e7\u00e3o de Deus \u00e9 agora para n\u00f3s Jesus Cristo que \u00e9 a nossa paz e reconcilia\u00e7\u00e3o. A verdadeira luz do mundo \u00e9 a luz de Cristo e como diz S. Jo\u00e3o na sua primeira Carta (2, 10): \u201cAquele que ama o seu irm\u00e3o, permanece na luz\u201d, isto \u00e9, torna-se um outro Cristo, porque irradia a sua luz.   <b>Trabalhar pela dignidade de todo o homem<\/b> Quando Deus aben\u00e7oa tamb\u00e9m revela a dignidade de todo o homem, pois mostra como nele brilha a sua pr\u00f3pria face divina. Na verdade, Deus fez-nos \u00e0 sua imagem e semelhan\u00e7a. \u00c9 miss\u00e3o dos crist\u00e3os trabalhar incansavelmente pela dignidade de todo o homem, vendo nele a face de Cristo tantas vezes desfigurada pelo pecado, pelo sofrimento, pela exclus\u00e3o, pela aliena\u00e7\u00e3o nas drogas e no \u00e1lcool, pelo cansa\u00e7o e pelo des\u00e2nimo. Como afirma a Mensagem ao Povo de Deus do \u00faltimo S\u00ednodo dos Bispos, no passado m\u00eas de Outubro (n.\u00ba13): \u201cO crist\u00e3o tem (&#8230;) a miss\u00e3o de anunciar a Palavra divina de esperan\u00e7a pela sua partilha com os pobres e com os que sofrem, pelo testemunho da sua f\u00e9 no reino de verdade e de vida, de santidade e de gra\u00e7a, de justi\u00e7a, de amor e de paz, pela sua proximidade amorosa que n\u00e3o julga nem condena mas que apoia, ilumina, conforta e perdoa, na linha das palavras de Cristo: \u2018Vinde a mim, v\u00f3s todos que andais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei\u2019 (Mt 11, 28)\u201d.  N\u00e3o se pode portanto cruzar os bra\u00e7os diante da exig\u00eancia constante que vem do amor de Deus: a de ir ao encontro dos pobres, qualquer que seja a forma da sua pobreza, material ou espiritual. As iniciativas em favor da erradica\u00e7\u00e3o da pobreza, n\u00e3o apenas material mas tamb\u00e9m espiritual, s\u00e3o hoje mais do que nunca necess\u00e1rias e fazem parte do testemunho prof\u00e9tico dos crentes.  <b>Inaugurar um futuro de esperan\u00e7a<\/b> Aben\u00e7oar significa igualmente confiar, inaugurar um futuro de esperan\u00e7a. A b\u00ean\u00e7\u00e3o de Deus \u00e9 para o presente e para o futuro. Ela liberta do temor do futuro, ajudando a estar atento e a ser fiel ao presente. O Papa Bento XVI dizia na sua recente enc\u00edclica sobre a esperan\u00e7a: \u201cSe ao progresso t\u00e9cnico n\u00e3o corresponde um progresso na forma\u00e7\u00e3o \u00e9tica do ser humano, no crescimento do homem interior, ent\u00e3o aquele n\u00e3o \u00e9 um progresso mas uma amea\u00e7a para a humanidade e para o mundo\u201d (Spes salvi, 22).  Esta afirma\u00e7\u00e3o do Papa, constantemente lembrada tamb\u00e9m pela Doutrina Social da Igreja, leva-nos a crer que a crise econ\u00f3mica de que actualmente tanto falamos tem uma das suas causas fundamentais numa crise cultural e na falta de fundamentos \u00e9ticos, que sejam n\u00e3o s\u00f3 proclamados mas sobretudo concretamente vividos nas situa\u00e7\u00f5es diversas da vida humana. Daqui resulta uma crise de confian\u00e7a generalizada e o medo que dificulta o funcionamento da vida social.  \u201cO Senhor dirija para ti o seu olhar e te conceda a paz\u201d (Nm 6, 26). Estas palavras do livro dos N\u00fameros lembram-nos que o dom de Deus por excel\u00eancia, a express\u00e3o concreta da sua b\u00ean\u00e7\u00e3o, \u00e9 a paz. O \u201cNome de Deus\u201d, o \u201colhar de Deus\u201d trazem em si mesmos o dom da paz. A Revela\u00e7\u00e3o de Deus \u00e9 a revela\u00e7\u00e3o da paz. Por isso, nunca se poder\u00e3o separar a gl\u00f3ria de Deus e a paz do mundo: \u201cGl\u00f3ria a Deus e paz na terra aos homens por ele amados\u201d, diz o hino de aclama\u00e7\u00e3o que cant\u00e1mos no in\u00edcio da celebra\u00e7\u00e3o.   <b>Educar para a paz<\/b> Na sua mensagem para o Dia Mundial da Paz (1 de Janeiro de 2009), intitulada \u201cCombater a pobreza, Construir a paz\u201d, que bem merece ser lida na \u00edntegra, o Papa Bento XVI refere que uma dimens\u00e3o essencial da busca da paz no mundo, sup\u00f5e como primeira preocupa\u00e7\u00e3o a de lutar contra todas as formas de pobreza. Para isso importa ter constantemente em vista o bem comum \u201cque exige ser servido plenamente (&#8230;), com base numa l\u00f3gica que tende \u00e0 mais ampla responsabiliza\u00e7\u00e3o. O bem comum exige a busca constante do bem de outrem como se fosse o pr\u00f3prio\u201d (Comp\u00eandio da Doutrina Social da Igreja Cat\u00f3lica, 167). Hoje verifica-se de modo particular a necessidade de uma educa\u00e7\u00e3o para a paz baseada na dignidade da pessoa humana e na busca do bem comum. A viol\u00eancia por palavras ou ac\u00e7\u00f5es, onde quer que se encontre, a falta de civismo, o desrespeito pelas leg\u00edtimas diferen\u00e7as, a exclus\u00e3o social, as formas de press\u00e3o de grupos com o objectivo de servirem os seus pr\u00f3prios interesses ego\u00edstas atentam contra a paz social e significam um retrocesso na busca duma humanidade mais justa e mais unida. A Palavra de Deus diz-nos que a paz anda sempre ligada \u00e0 unidade verdadeira e, para n\u00f3s crist\u00e3os, \u00e0 comunh\u00e3o de vida na Igreja como Corpo de Cristo e templo no qual habita o Esp\u00edrito: \u201cConservai a unidade do Esp\u00edrito pelo v\u00ednculo da paz\u201d \u2013 diz S. Paulo na Carta aos Ef\u00e9sios (4, 3).  <b>Alegria para os pobres<\/b> Os primeiros a quem foi revelada a Boa Nova do nascimento de Jesus foram os pastores. S. Lucas lembra, assim, no Evangelho deste dia, que Deus se dirige aos mais pequenos da sociedade, aos pobres e aos pecadores, pois estes t\u00eam o cora\u00e7\u00e3o aberto para acolher a novidade da sua ac\u00e7\u00e3o a favor de todos os homens. Por causa do seu trabalho, os pastores deviam ser considerados como pessoas pouco frequentadoras das pr\u00e1ticas religiosas, que caracterizavam a vida dos judeus piedosos. \u00c9 exactamente a estes pastores, \u00e0 margem da organiza\u00e7\u00e3o social de ent\u00e3o, que o anjo do Senhor se dirige para lhes revelar o nascimento do Salvador.  \u201cEles dirigiram-se \u00e0 pressa para Bel\u00e9m e encontraram Maria, Jos\u00e9 e o Menino deitado na manjedoura\u201d(Lc 2, 16).  S. Lucas insiste na pressa desta viagem para Bel\u00e9m, assim como diz tamb\u00e9m que Maria, ap\u00f3s a Anuncia\u00e7\u00e3o, se dirigiu apressadamente ao encontro da sua prima Isabel. A Boa Nova que os pastores ouviram do Anjo e o acolhimento jubiloso que lhe dispensaram \u00e9 sinal de que a Palavra germinou j\u00e1 no seu cora\u00e7\u00e3o, antes mesmo de a contemplarem no pres\u00e9pio de Bel\u00e9m. Mas depois da escuta da Palavra vem o encontro com \u201cMaria, Jos\u00e9 e o Menino deitado na manjedoura\u201d. Assim, a f\u00e9 torna-se palavra e acontecimento. Ela \u00e9 encontro com o Filho de Deus no seio duma fam\u00edlia.  <b>Promover a estabilidade na fam\u00edlia<\/b> Como sublinha a Mensagem ao Povo de Deus do \u00faltimo S\u00ednodo dos Bispos, \u201cCristo avan\u00e7a ao longo dos caminhos das nossas cidades e det\u00e9m-se no frontal das nossas casas (&#8230;). A fam\u00edlia \u00e9 um espa\u00e7o fundamental no qual deve entrar a Palavra de Deus (&#8230;). Cada lar dever\u00e1 portanto ter a sua B\u00edblia, guard\u00e1-la com cuidado, l\u00ea-la e rezar com ela\u201d (12). Promover a estabilidade na fam\u00edlia \u00e9 garantir a estabilidade e a coes\u00e3o social. \u00c9 afirmar o seu papel imprescind\u00edvel na educa\u00e7\u00e3o dos jovens, a perman\u00eancia de valores como a fidelidade, a confian\u00e7a, o dom generoso da vida e a unidade. O nascimento de Jesus, na simplicidade de Bel\u00e9m, \u00e9 a fonte donde brotam todos estes valores. N\u00e3o podemos deixar de nos mostrar preocupados, quando as estruturas sociais a quem compete propor um modelo est\u00e1vel de fam\u00edlia optam por solu\u00e7\u00f5es f\u00e1ceis que n\u00e3o t\u00eam na devida aten\u00e7\u00e3o a solidez dos compromissos familiares necess\u00e1rios para a educa\u00e7\u00e3o das novas gera\u00e7\u00f5es e contribuem para a lenta dilui\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia num tecido social, que s\u00f3 pode ser gerador de novas viol\u00eancias.  <b>Proclamar a Boa Nova<\/b> \u201cAssim que o viram, os pastores come\u00e7aram a contar o que lhes tinham anunciado sobre aquele Menino\u201d (Lc 2, 17). Como outras vezes no Evangelho, o encontro com Cristo implica uma miss\u00e3o de an\u00fancio, de proclama\u00e7\u00e3o da Boa Nova. Os Pastores, renovados pela visita a Jesus, proclamam Aquele que certamente transformou as suas vidas. Na verdade, o encontro com o Salvador n\u00e3o pode deixar insens\u00edvel. A luz de Cristo que se acende no cora\u00e7\u00e3o deve, por sua vez, iluminar os outros. O Evangelho termina de forma concisa com a indica\u00e7\u00e3o do nome dado ao menino de Bel\u00e9m \u2013 Jesus, isto \u00e9 Deus salva, nome j\u00e1 indicado pelo anjo na Anuncia\u00e7\u00e3o e significativo da pr\u00f3pria miss\u00e3o de Jesus. A identidade de Jesus \u00e9 singularmente a sua miss\u00e3o como Filho \u00fanico de Deus. S. Paulo na sua carta aos G\u00e1latas apresenta-nos uma confirma\u00e7\u00e3o dessa miss\u00e3o destinada a fazer de todos n\u00f3s filhos adoptivos. \u201cDeus enviou aos nossos cora\u00e7\u00f5es o Esp\u00edrito de seu Filho, que clama: \u2018Abb\u00e1! \u00d3 Pai!\u2019\u201d (Gl 4, 6). Ele mesmo experimentou na sua vida o que era ser Filho. Cristo chamou-o a si duma forma extraordin\u00e1ria, conduziu-o e fortaleceu-o, f\u00ea-lo ap\u00f3stolo das na\u00e7\u00f5es e deu-lhe aquela ardente caridade, que o fez proclamar sem reservas: \u201cAi de mim se n\u00e3o evangelizar!\u201d (1Cor 9,16). Neste Ano Paulino, o testemunho do Ap\u00f3stolo surge como a grande proposta do que significa ser Filho de Deus, condi\u00e7\u00e3o para ser construtor da paz.  <b>Exemplo e protec\u00e7\u00e3o de Maria<\/b> Neste dia, em que celebramos Santa Maria M\u00e3e de Deus, Rainha da Paz, ouvimos tamb\u00e9m no Evangelho que \u201cMaria fixava todas estas palavras e pensava nelas no \u00edntimo do seu cora\u00e7\u00e3o\u201d (Lc 2, 19). Ela compreendia e meditava nelas. Oferecia a vida ao seu Senhor na ora\u00e7\u00e3o. Deixava-se conduzir pela vontade d\u2019Aquele a quem tinha dado o pleno consentimento da sua intelig\u00eancia e da sua vontade. O Senhor quis o seu cora\u00e7\u00e3o, como Ele quer tamb\u00e9m o nosso, de modo a que, inteiramente transformado pela Sua gra\u00e7a, sejamos verdadeiras testemunhas da Sua paz.  <b>Feliz e Pr\u00f3spero 2009<\/b> Ao terminar, irm\u00e3os e irm\u00e3s, quero expressar os meus votos de um Feliz e Pr\u00f3spero 2009 para todos os madeirenses e portossantenses, onde quer que se encontrem. Que os vossos projectos e sonhos para o novo Ano sejam acolhidos pela bondade de Deus e a intercess\u00e3o de Maria, M\u00e3e de Deus e M\u00e3e da Igreja, alcance para o mundo inteiro o dom da Paz.                                        Feliz Ano Novo para todos! S\u00e9 do Funchal, 31 de Dezembro de 2008 <i>\u2020 Ant\u00f3nio Carrilho, Bispo do Funchal <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00abO Senhor dirija para ti o seu olhar e te conceda a paz (Nm 6, 26)\u00bb<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[113,120,165,186,187,193,206,311],"class_list":["post-36091","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-ano-paulino","tag-bento-xvi","tag-dia-mundial-da-paz","tag-diocese-do-funchal","tag-diocese-do-porto","tag-educacao","tag-familia","tag-sinodo-dos-bispos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36091","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36091"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36091\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36091"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36091"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36091"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}