{"id":358788,"date":"2025-01-29T15:08:02","date_gmt":"2025-01-29T15:08:02","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=358788"},"modified":"2025-03-07T11:43:19","modified_gmt":"2025-03-07T11:43:19","slug":"braga-a-caminho-do-41-o-sinodo-diocesano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/braga-a-caminho-do-41-o-sinodo-diocesano\/","title":{"rendered":"Braga a caminho do 41.\u00ba S\u00ednodo Diocesano?"},"content":{"rendered":"<p><em>Rui Ferreira, Arquidiocese de Braga<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-186439 alignright\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/rui-ferreira-braga-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/rui-ferreira-braga-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/rui-ferreira-braga-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/rui-ferreira-braga-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/rui-ferreira-braga-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/rui-ferreira-braga-1280x853.jpg 1280w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/rui-ferreira-braga-980x653.jpg 980w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/rui-ferreira-braga-480x320.jpg 480w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/rui-ferreira-braga.jpg 1500w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/>1 \u2013 Nos \u00faltimos tr\u00eas anos, os crist\u00e3os foram continuamente acometidos por palavras como \u201cs\u00ednodo\u201d, \u201cprocesso sinodal\u201d e, at\u00e9, \u201csinodalidade\u201d. Efetivamente, a Igreja vivenciou entre 2021 e 2024 um momento de singular encontro e reflex\u00e3o, que pretendeu reavivar a nossa \u201ccomunh\u00e3o plural\u201d, tendo como objetivo essencial a constru\u00e7\u00e3o de comunidades crist\u00e3s orientadas para a miss\u00e3o, \u201cunidas pelo facto de se reunirem para dialogar, discernir e decidir\u201d<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>. Dando continuidade, e propondo-se aprofundar o magist\u00e9rio inaugurado pelo Conc\u00edlio Vaticano II, o S\u00ednodo partiu do pressuposto, sempre impreter\u00edvel, de que \u201ccada batizado \u00e9 convocado para ser protagonista da miss\u00e3o\u201d. Se nada mais fosse pretendido deste processo sinodal, a consci\u00eancia crescente desta ideia na Igreja &#8211; particularmente pelos seus bispos e presb\u00edteros \u2013 j\u00e1 representaria um enorme progresso para todos n\u00f3s.<\/p>\n<p>2 &#8211; A ideia de uma Igreja em que cada batizado tem a possibilidade de vivenciar um papel ativo na sua comunidade, n\u00e3o deixa de aparecer como revolucion\u00e1ria perante o contexto eclesial que se nos apresenta. \u00c9 verdade que as mudan\u00e7as impulsionadas pelo Conc\u00edlio Vaticano II foram gerando uma transforma\u00e7\u00e3o relevante nas estruturas eclesiais, no entanto, a Igreja continua profundamente clericalizada, organizada de uma forma excessivamente hier\u00e1rquica e burocr\u00e1tica, facto que compromete a mudan\u00e7a estrutural pretendida. E essa enfermidade foi devidamente identificada pelo S\u00ednodo: clericalismo. \u00c9 urgente, pois, que a Igreja inicie um processo de\u00a0\u201cdesconstru\u00e7\u00e3o de quadros mentais herdados e de modos habituais de fazer as coisas\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>, tendo em vista o surgimento de um \u201cnovo estilo eclesial\u201d. Esta nova forma de ser Igreja pode come\u00e7ar por aspetos que nos podem parecer menores, mas s\u00e3o representativos da mentalidade dominante. Desde a forma como se organiza a disposi\u00e7\u00e3o de uma sala, at\u00e9 \u00e0 ordem de trabalhos de uma reuni\u00e3o ou por uma constitui\u00e7\u00e3o mais plural de grupos, comiss\u00f5es ou departamentos.<\/p>\n<p>3 &#8211; As Igrejas locais s\u00e3o agora chamadas a implementar, nos diversos contextos, as indica\u00e7\u00f5es autorizadas contidas no Documento Final do S\u00ednodo, atrav\u00e9s de uma reflex\u00e3o comunit\u00e1ria, que exige \u201cuma participa\u00e7\u00e3o mais ampla dos leigos e leigas nos processos de discernimento eclesial e em todas as fases dos processos de decis\u00e3o\u201d<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>. A palavra \u201cdiscernimento\u201d \u00e9 decisiva neste documento, registando 69 ocorr\u00eancias, maioritariamente remetendo para o imperativo discernimento comunit\u00e1rio que as conclus\u00f5es deste S\u00ednodo devem provocar nos diferentes setores da Igreja. Reconhecendo os obst\u00e1culos provocados pelo \u201ccansa\u00e7o\u201d, \u201cresist\u00eancia \u00e0 mudan\u00e7a\u201d, ou pela \u201ctenta\u00e7\u00e3o de fazer prevalecer as nossas ideias sobre a escuta da Palavra de Deus e a pr\u00e1tica do discernimento\u201d, o Papa Francisco deixou bem claro o car\u00e1ter inclusivo do texto agora publicado. Isto porque o documento final n\u00e3o pretende ser um normativo orientador de mudan\u00e7as<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>, mas sim um \u201cguia para a miss\u00e3o das igrejas, nos diversos continentes, nos diversos contextos\u201d, que possibilite a sua \u201ctransforma\u00e7\u00e3o interna\u201d.<\/p>\n<p>4 &#8211; O primeiro passo para a sinodalidade \u00e9 precisamente o arrependimento e convers\u00e3o. Tal como na nossa vida quotidiana, s\u00f3 ap\u00f3s superarmos a dureza dos cora\u00e7\u00f5es, poderemos abrir-nos \u00e0 comunh\u00e3o<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>. Este processo, inspirado na viv\u00eancia dos primeiros crist\u00e3os, pode constituir-se como um ponto de partida determinante para a renova\u00e7\u00e3o de qualquer comunidade crist\u00e3, seja uma diocese, uma par\u00f3quia ou um qualquer grupo apost\u00f3lico. \u00c9 verdade que as palavras \u201csinodal\u201d e \u201csinodalidade\u201d t\u00eam tomado conta dos discursos, documentos ou cartas apost\u00f3licas, no entanto, aparece pouco vertido nas atitudes e a\u00e7\u00f5es concretas. Quando vemos respons\u00e1veis clericais pegarem no chicote, presumindo-se encarnados do mesmo esp\u00edrito que conduziu Jesus Cristo no epis\u00f3dio dos vendilh\u00f5es do templo, e arrogando-se da sua autoridade para tomar decis\u00f5es e \u201cp\u00f4r tudo na ordem\u201d, sem escutar os leg\u00edtimos membros das comunidades afetadas pelas suas decis\u00f5es, contraditamos toda a ess\u00eancia da sinodalidade, rejeitando almejar o imperativo consenso dos Fi\u00e9is (<em>consensus fidelium<\/em>) e fomentando o clericalismo que dizemos reprimir. No dizer do Papa Francisco, a sinodalidade oferece \u201co quadro interpretativo mais adequado para compreender o pr\u00f3prio minist\u00e9rio hier\u00e1rquico\u201d<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>, desempenhado particularmente por bispos e presb\u00edteros.<\/p>\n<p>5 \u2013 Como (bem) afirma Tom\u00e1\u0161 Hal\u00edk, \u201co S\u00ednodo deve libertar a Igreja do \u201cclericalismo\u201d, em que os bispos e presb\u00edteros assumem isoladamente as decis\u00f5es, mesmo quando aparentemente tomadas de forma colegial, mas tamb\u00e9m de leigos que assumem uma forma de estar \u201cde apenas ouvir e esperar\u201d as delibera\u00e7\u00f5es tomadas pelo clero. Quando alguns crist\u00e3os criticam o Papa e o S\u00ednodo pelo facto de n\u00e3o provocar as mudan\u00e7as revolucion\u00e1rias que esperam na Igreja, est\u00e3o precisamente a ser agentes do clericalismo que tanto criticam, uma vez que depositam apenas no clero a responsabilidade de produzir as mudan\u00e7as de que a Igreja precisa<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>. Para o te\u00f3logo checo, o S\u00ednodo oferece-nos os impulsos e energia necess\u00e1rios para irmos mais longe. O processo sinodal apenas pode gerar uma transforma\u00e7\u00e3o se mobilizar todos os crist\u00e3os. A grande responsabilidade do clero \u00e9 acolher as ideias e inspira\u00e7\u00f5es do S\u00ednodo e despoletar o processo. Todos os crist\u00e3os devem assumir a sua responsabilidade neste processo.<\/p>\n<p>6 \u2013 N\u00e3o podemos, no entanto, resumir o papel do clero, mormente os bispos e o seu presbit\u00e9rio, \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de assembleias sinodais, que, por mais que procurem o aprofundamento das inspira\u00e7\u00f5es que brotaram do S\u00ednodo junto de religiosos e leigos imbu\u00eddos de miss\u00f5es concretas nas Igrejas locais, est\u00e3o longe de ser suficientes para estender o seu lastro \u00e0 generalidade dos crist\u00e3os de uma diocese. N\u00e3o ser\u00e1 esta uma oportunidade para promover s\u00ednodos diocesanos, capazes de promover a necess\u00e1ria an\u00e1lise \u00e0 vitalidade crist\u00e3 das comunidades, que coloquem todos os seus membros num processo de discernimento que conduza a efetivas mudan\u00e7as, n\u00e3o impostas, mas que brotem de uma reflex\u00e3o e de um di\u00e1logo participado?<\/p>\n<p>7 &#8211; No caso concreto da Arquidiocese de Braga, como n\u00e3o recordar a extraordin\u00e1ria revitaliza\u00e7\u00e3o eclesial que ocorreu ap\u00f3s o bem-sucedido S\u00ednodo Diocesano realizado entre 1994 e 1997, que finalmente verteria para a estrutura funcional das comunidades muitas das mudan\u00e7as propostas pelo Conc\u00edlio Vaticano II, ocorrido mais de tr\u00eas d\u00e9cadas antes? N\u00e3o ser\u00e1 este momento hist\u00f3rico da Igreja uma oportunidade para promover o 41.\u00ba S\u00ednodo Diocesano (um dos organismos de participa\u00e7\u00e3o previstos<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>), no qual se registe uma participa\u00e7\u00e3o ainda mais significativa do povo de Deus, \u201co sujeito comunit\u00e1rio e hist\u00f3rico da sinodalidade e da miss\u00e3o\u201d<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a>?<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-358792 size-full\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/iiassembleia-sinodal-braga.jpeg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"667\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/iiassembleia-sinodal-braga.jpeg 1000w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/iiassembleia-sinodal-braga-390x260.jpeg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/iiassembleia-sinodal-braga-768x512.jpeg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/iiassembleia-sinodal-braga-391x260.jpeg 391w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rui Ferreira<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Documento Final da XVI Assembleia Geral Ordin\u00e1ria do S\u00ednodo dos Bispos, ponto 28 (dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/www.synod.va\">www.synod.va<\/a>).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Jos\u00e9 Fraz\u00e3o \u2013 \u201c<strong>Ainda s\u00f3 estamos no in\u00edcio \u2013 da Igreja clerical \u00e0 Igreja sinodal<\/strong>\u201d, dispon\u00edvel em <a href=\"https:\/\/pontosj.pt\/especial\/ainda-so-estamos-no-inicio-da-igreja-clerical-a-igreja-sinodal\/\">https:\/\/pontosj.pt\/especial\/ainda-so-estamos-no-inicio-da-igreja-clerical-a-igreja-sinodal\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Documento Final da XVI Assembleia Geral Ordin\u00e1ria do S\u00ednodo dos Bispos, ponto 76 b) (dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/www.synod.va\">www.synod.va<\/a>).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Cf. PAPA FRANCISCO &#8211; Discurso por ocasi\u00e3o da comemora\u00e7\u00e3o do 50.\u00ba anivers\u00e1rio da institui\u00e7\u00e3o do S\u00ednodo dos Bispos, 17 de outubro de 2015, dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/www.vatican.va\">www.vatican.va<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Documento Final da XVI Assembleia Geral Ordin\u00e1ria do S\u00ednodo dos Bispos, ponto 6 (dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/www.synod.va\">www.synod.va<\/a>).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> PAPA FRANCISCO &#8211; Discurso por ocasi\u00e3o da comemora\u00e7\u00e3o do 50.\u00ba anivers\u00e1rio da institui\u00e7\u00e3o do S\u00ednodo dos Bispos, 17 de outubro de 2015, dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/www.vatican.va\">www.vatican.va<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> TOM\u00c1\u0160 HAL\u00cdK &#8211; &#8220;No Cora\u00e7\u00e3o da Esperan\u00e7a&#8221;, Epis\u00f3dio 1, dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/@RedeSinodal\">www.youtube.com\/@RedeSinodal<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> Documento Final da XVI Assembleia Geral Ordin\u00e1ria do S\u00ednodo dos Bispos, ponto 103 (dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/www.synod.va\">www.synod.va<\/a>).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> Documento Final da XVI Assembleia Geral Ordin\u00e1ria do S\u00ednodo dos Bispos, ponto 17 (dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/www.synod.va\">www.synod.va<\/a>).<\/p>\n<p><em><span style=\"font-size: 10pt;\">(Os artigos de opini\u00e3o publicados na sec\u00e7\u00e3o \u2018Opini\u00e3o\u2019 e \u2018Rubricas\u2019 do portal da Ag\u00eancia Ecclesia s\u00e3o da responsabilidade de quem os assina e vinculam apenas os seus autores.)<\/span><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rui Ferreira, Arquidiocese de Braga<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":186439,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center 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