{"id":3556,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/mensagem-e-plano-de-accao-dos-episcopados-catolicos-de-africa-para-o-dia-mundial-da-luta-contra-a-sida\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"mensagem-e-plano-de-accao-dos-episcopados-catolicos-de-africa-para-o-dia-mundial-da-luta-contra-a-sida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/mensagem-e-plano-de-accao-dos-episcopados-catolicos-de-africa-para-o-dia-mundial-da-luta-contra-a-sida\/","title":{"rendered":"Mensagem e Plano de Ac\u00e7\u00e3o dos episcopados cat\u00f3licos de \u00c1frica para o Dia Mundial da Luta contra a SIDA"},"content":{"rendered":"<p>&#8220;A abstin\u00eancia para os solteiros e a fidelidade para os casados s\u00e3o a melhor forma de evitar a infec\u00e7\u00e3o de si mesmo e dos outros atrav\u00e9s do HIV&#8221; <!--more--> Caros irm\u00e3os e irm\u00e3s na f\u00e9, \u201cQue Deus, nosso Pai, e Jesus Cristo, nosso Senhor, vos d\u00eaem felicidade e paz!\u201d (1Cor 1,3)  N\u00f3s, Cardeais, Arcebispos e Bispos de \u00c1frica e Madag\u00e1scar, saudamo-vos na f\u00e9 e com muito afecto.  Reunidos na 13\u00aa Assembleia Plen\u00e1ria das nossas Confer\u00eancias Episcopais de \u00c1frica e Madag\u00e1scar (SCEAM), debru\u00e7\u00e1mo-nos sobre a pandemia da SIDA e as suas terr\u00edveis consequ\u00eancias. Ao faz\u00ea-lo, estabelecemos uma comunh\u00e3o muito estreita convosco, caros irm\u00e3os e irm\u00e3s infectados e afectados pelo HIV\/SIDA, e tamb\u00e9m com todos aqueles que se sentiram motivados para se juntarem ao combate contra o flagelo da SIDA.   I. ESTAMOS SOLID\u00c1RIOS \u201cAssim como o corpo \u00e9 um s\u00f3 e tem muitas partes e todas elas, apesar de muitas, formam um s\u00f3 corpo, assim acontece tamb\u00e9m com Cristo.\u201d (1Cor 12,12). Esta imagem eloquente exprime bem a solidariedade que sentimos para com todos aqueles que sofrem, mas em especial em rela\u00e7\u00e3o a v\u00f3s, nossos irm\u00e3os e irm\u00e3s crist\u00e3os, que s\u00e3o um s\u00f3 corpo, com milh\u00f5es de pessoas que constituem as comunidades de \u00c1frica e Madag\u00e1scar. \u00c9 a v\u00f3s que apelamos para que se unam para enfrentar a pandemia cuja gravidade ningu\u00e9m pode ignorar.  Que esta solidariedade seja correspondida por um conhecimento apurado da gravidade da amea\u00e7a que temos perante n\u00f3s. Milh\u00f5es de vidas j\u00e1 foram desperdi\u00e7adas prematuramente, h\u00e1 fam\u00edlias inteiras desfeitas e um n\u00famero incont\u00e1vel de crian\u00e7as que ficaram \u00f3rf\u00e3s e\/ou infectadas pelo HIV. E s\u00e3o elas que, mais do que ningu\u00e9m, necessitam de protec\u00e7\u00e3o, carinho, alojamento, educa\u00e7\u00e3o e pais adultos.  II. SEJAMOS SINCEROS CONNOSCO PR\u00d3PRIOS  Como dirigentes das nossas comunidades crist\u00e3s, comprometemo-nos a disponibilizar os recursos da nossa Igreja, quer se trate das nossas institui\u00e7\u00f5es de ensino e de sa\u00fade, quer de servi\u00e7os sociais. Trabalharemos em colabora\u00e7\u00e3o estreita com todos os doadores que estiverem dispostos a apoiar e a trabalhar com as organiza\u00e7\u00f5es crist\u00e3s e fundamentadas na f\u00e9. Estamos abertos a parcerias com os mesmos e com outros que estejam dispostos a colocar os seus recursos ao servi\u00e7o deste combate, e que o fa\u00e7am sabendo bem que trabalhamos com as convic\u00e7\u00f5es que o Evangelho criou em n\u00f3s. Porque \u201cnem s\u00f3 de p\u00e3o vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.\u201d(Mt 4,4).  A moral que ensinamos em nome de Deus procura respeitar e afirmar a vida humana que encontra o seu valor e dignidade no facto de ser um dom inviol\u00e1vel do nosso Pai que cria todos os seres humanos e a todos chama a uma vida em plenitude.  Assim, a abstin\u00eancia para os solteiros e a fidelidade para os casados s\u00e3o, n\u00e3o s\u00f3, a melhor forma de evitar a infec\u00e7\u00e3o de si mesmo e dos outros atrav\u00e9s do HIV, como tamb\u00e9m, e mais importante ainda, a melhor maneira de assegurar o progresso no sentido da felicidade duradoura e de uma verdadeira realiza\u00e7\u00e3o.  \u201cPor isso, meus queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s, permanecei firmes e inabal\u00e1veis, aplicando-vos cada vez mais \u00e0 obra do Senhor, tendo sempre presente que o vosso trabalho no Senhor n\u00e3o \u00e9 em v\u00e3o.\u201d (1 Cor 15,58).  III. MUDEMOS O NOSSO COMPORTAMENTO Para al\u00e9m de ensinarmos a moralidade da Igreja e de partilharmos as convic\u00e7\u00f5es morais desta com a sociedade civil, e para al\u00e9m de informarmos e alertarmos as pessoas para os perigos da infec\u00e7\u00e3o pelo HIV, queremos ensinar correctamente e promover aquelas altera\u00e7\u00f5es ao n\u00edvel das atitudes e dos comportamentos que privilegiem a abstin\u00eancia e o auto-controlo antes do casamento e a fidelidade matrimonial.  Queremos envolver-nos na educa\u00e7\u00e3o da afectividade e na educa\u00e7\u00e3o sexual para toda a vida, para ajudar os jovens e os casais a descobrirem a maravilha da sua sexualidade e das suas capacidades no dom\u00ednio da reprodu\u00e7\u00e3o. A partir dessa admira\u00e7\u00e3o e desse respeito surge uma sexualidade respons\u00e1vel e um m\u00e9todo de gest\u00e3o da fertilidade no respeito m\u00fatuo entre o homem e a mulher.  Este tipo de educa\u00e7\u00e3o s\u00f3 pode ser levado a cabo eficazmente atrav\u00e9s da colabora\u00e7\u00e3o de homens e mulheres leigos que falem n\u00e3o s\u00f3 dos princ\u00edpios da moralidade, como tamb\u00e9m, enquanto jovens e enquanto casais, d\u00eaem um testemunho vivo de que a fidelidade a estes princ\u00edpios morais produz uma vida afectiva e sexual humanizante e gratificante. Este tipo de educa\u00e7\u00e3o contribui tamb\u00e9m para promover fam\u00edlias saud\u00e1veis e est\u00e1veis que s\u00e3o a melhor preven\u00e7\u00e3o contra a SIDA.  Existem por toda a \u00c1frica organiza\u00e7\u00f5es especializadas nesse tipo de educa\u00e7\u00e3o para os jovens e casais e que est\u00e3o a ter um grau de \u00eaxito que, embora pequeno, n\u00e3o deixa de ser gratificante. D\u00eamo-lhes o apoio e o encorajamento que merecem.   IV. SEJAMOS RESPONS\u00c1VEIS A solidariedade de que fal\u00e1mos h\u00e1 pouco une-nos numa responsabilidade comum pela resolu\u00e7\u00e3o dos desafios globais e complexos que se nos deparam: guerras intermin\u00e1veis e que se reacendem, conflitos e viol\u00eancia, onde a viola\u00e7\u00e3o \u00e9 frequentemente utilizada como uma arma, que \u00e9 n\u00e3o s\u00f3 psicologicamente violenta como fisicamente destrutiva atrav\u00e9s do HIV\/SIDA! Verific\u00e1mos tamb\u00e9m que a pobreza caminha de m\u00e3os dadas com o HIV e a SIDA. Preocupa-nos o facto de que as nossas economias, j\u00e1 de si fr\u00e1geis, fiquem ainda mais enfraquecidas porque uma grande parte da m\u00e3o-de-obra qualificada se perde devido ao HIV e \u00e0 SIDA.  A pobreza facilita a transmiss\u00e3o do HIV, torna financeiramente incomport\u00e1vel o tratamento adequado, acelera a morte devida a doen\u00e7as relacionadas com o HIV e multiplica o impacto social da epidemia. Relativamente a todos estes aspectos, \u201ctodos os membros [do mesmo corpo] tenham a mesma solicitude uns com os outros.\u201d (1Cor 12,25). Esta solidariedade entre n\u00f3s e esta fidelidade \u00e0 nossa f\u00e9, esta determina\u00e7\u00e3o em mudar de comportamento e assumir toda a nossa responsabilidade pelo futuro do nosso continente, assumem agora uma forma concreta no seguinte Plano de Ac\u00e7\u00e3o. Queremos comunic\u00e1-lo a v\u00f3s para que tamb\u00e9m o aceiteis como vosso.  PLANO DE AC\u00c7\u00c3O N\u00f3s, Cardeais, Arcebispos e Bispos do SC E AM, propomos aos membros do clero, irm\u00e3os e irm\u00e3s na vida religiosa, aos crentes e a todas as pessoas de boa vontade, o seguinte plano de ac\u00e7\u00e3o:  Em solidariedade convosco, comprometemo-nos a: 1. Utilizar e aumentar os recursos humanos, materiais e financeiros dedicados \u00e0 resolu\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o provocada pelo HIV e pela SIDA nas nossas comunidades, e identificar pontos focais nas par\u00f3quias, dioceses e confer\u00eancias episcopais nacionais com vista a apoiar a compila\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento de estrat\u00e9gias program\u00e1ticas. No \u00e2mbito deste mesmo esfor\u00e7o, comprometemo-nos a coordenar as nossas iniciativas ao n\u00edvel do continente no combate contra a pandemia. 2. Certificar-nos de que os servi\u00e7os de sa\u00fade da Igreja, os servi\u00e7os sociais e as institui\u00e7\u00f5es de ensino d\u00e3o uma resposta adequada \u00e0s necessidades das pessoas que est\u00e3o doentes com SIDA. 3. Concentrar os nossos esfor\u00e7os na vulnerabilidade especial das raparigas e no pesado encargo suportado pelas mulheres no contexto da pandemia do HIV em \u00c1frica. 4. Defender com vigor o acesso ao tratamento para aqueles que est\u00e3o impedidos de o obter devido \u00e0 pobreza ou a injusti\u00e7as estruturais. 5. Implicar aqueles que disp\u00f5em de conhecimentos sobre medicinas tradicionais e outros rem\u00e9dios naturais na investiga\u00e7\u00e3o de meios de combate \u00e0 SIDA.   Fi\u00e9is \u00e0s convic\u00e7\u00f5es que nos v\u00eam do Evangelho, comprometemo-nos convosco a:  1. Colaborar com outras confiss\u00f5es crist\u00e3s e com pessoas de outras cren\u00e7as que estejam a trabalhar nas suas comunidades respectivas no apoio \u00e0s pessoas afectadas e infectadas pelo HIV\/SIDA. 2. Promover parcerias mais estreitas com a sociedade civil, o sector empresarial, os governos, as Na\u00e7\u00f5es Unidas, as ag\u00eancias internacionais e inter-governamentais e d e modo particular com as organiza\u00e7\u00f5es de pessoas que vivem com HIV e SIDA, de modo a aumentar a capacidade de presta\u00e7\u00e3o de cuidados e apoio, sem deixar de parte as nossas convic\u00e7\u00f5es evang\u00e9licas.   Tendo perante n\u00f3s a amea\u00e7a grave da SIDA, comprometemo-nos convosco a: 1. Promover as mudan\u00e7as de mentalidade, atitude e comportamento necess\u00e1rias para enfrentar o desafio da pandemia.  2. Trabalhar incansavelmente com o objectivo de eliminar o estigma e a discrimina\u00e7\u00e3o e de desafiar quaisquer normas e pr\u00e1ticas sociais, religiosas, culturais e pol\u00edticas que perpetuem tal estigma e discrimina\u00e7\u00e3o.  3. Desempenhar um papel importante na erradica\u00e7\u00e3o dos mitos nocivos do estigma e da discrimina\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da dinamiza\u00e7\u00e3o do Aconselhamento e Teste Volunt\u00e1rios (VCT\/A TV) para que aqueles que estiverem infectados possam beneficiar dos cuidados e do apoio de que necessitam. Deste modo, ser\u00e1 tamb\u00e9m poss\u00edvel controlar melhor a transmiss\u00e3o de m\u00e3es para filhos.  4. Defender a todos os n\u00edveis junto dos governos e das organiza\u00e7\u00f5es inter-governamentais, o estabelecimento de prioridades em mat\u00e9ria de pol\u00edticas que apoiem de forma adequada aqueles que est\u00e3o afectados pelo HIV e pela SIDA, que providenciem o acesso a cuidados e tratamentos e a uma vida condigna para as pessoas que vivam com o HIV e com a SIDA, e que ponham em pr\u00e1tica os compromissos assumidos nas v\u00e1rias reuni\u00f5es inter-governamentais.  Atrav\u00e9s de uma responsabilidade partilhada convosco, comprometemo-nos a: 1. Desenvolver programas educacionais que integrem o tema do HIV\/SIDA na teologia e na forma\u00e7\u00e3o religiosa. Estes programas incluir\u00e3o igualmente princ\u00edpios morais e compet\u00eancias pr\u00e1ticas que visem a promo\u00e7\u00e3o de rela\u00e7\u00f5es saud\u00e1veis e de uma sexualidade devidamente integrada. 2. Promover e aprofundar a reflex\u00e3o teol\u00f3gica sobre as virtudes da compaix\u00e3o , amor, cura, reconcilia\u00e7\u00e3o e esperan\u00e7a, virtudes que permitem enfrentar o julgamento, a vergonha e o medo que t\u00e3o frequentemente est\u00e3o associados ao HIV e ao SIDA.  3. Organizar sess\u00f5es de estudo a n\u00edvel regional, nacional, diocesano e paroquial, com vista a aumentar os conhecimentos devidamente fundamentados e a sensibilidade relativamente a todas as quest\u00f5es associadas ao HIV e ao SIDA que sejam pertinentes para a nossa Igreja. 4. Incentivar as pessoas que vivam com ou sejam afectadas pelo HIV\/SIDA a terem uma participa\u00e7\u00e3o activa nas nossas comunidades locais como pessoas especialmente v\u00e1lidas na luta contra a epidemia.  Por \u00faltimo, como Pastores da Igreja Fam\u00edlia d e Deus em \u00c1frica na \u00e9poca da SIDA, queremos:  1. Dar forma\u00e7\u00e3o ao clero, a os religiosos e a os leigos empenhados para que possam acompanhar as pessoas que vivem com e s\u00e3o afectadas pelo HIV e pela SIDA atrav\u00e9s da ora\u00e7\u00e3o e do aconselhamento espiritual. 2. Providenciar forma\u00e7\u00e3o doutrinal, espiritual e social, assim como a melhor forma\u00e7\u00e3o profissional poss\u00edvel, para as pessoas que desejarem dedicar-se \u00e0 presta\u00e7\u00e3o de cuidados e ao acompanhamento de quantos vivam com e sejam afectados pelo HIV\/SIDA.  3. Acolher nas nossas igrejas as pessoas que vivam com HIV e com SIDA de uma forma carinhosa, compassiva e sem formula\u00e7\u00e3o de julgamentos e assegurar-lhes um \u201clugar \u00e0 mesa do Senhor\u201d. 4. Ministrar os sacramentos e sacramentais, conforme necess\u00e1rio e solicitado, aos cat\u00f3licos que vivam com o v\u00edrus. 5. P\u00f4r em ac\u00e7\u00e3o o desafio lan\u00e7ado pelo Santo Padre, o Papa Jo\u00e3o Paulo II, \u00e0 Igreja do nosso continente , atrav\u00e9s da sua Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica \u201cEcclesia in Africa\u201d.  \u201cA luta contra a SIDA dever\u00e1 ser o combate de cada um de n\u00f3s. Fazendo eco da voz dos Padres Sinodais, tamb\u00e9m n\u00f3s pedimos aos trabalhadores da pastoral, que levem at\u00e9 aos seus irm\u00e3os e irm\u00e3s, afectados pela SIDA, todo o conforto material, moral e espiritual poss\u00edvel. Pedimos urgentemente aos cientistas e dirigentes pol\u00edticos de todo o mundo ,movidos pelo amor e pelo respeito que \u00e9 devido a todas as pessoas, que utilizem todos os meios dispon\u00edveis para porem fim a este flagelo.\u201d (Jo\u00e3o Paulo II, \u201cEcclesia in Africa\u201d)  \u00c9 nossa inten\u00e7\u00e3o criar um servi\u00e7o HIV\/SIDA ao n\u00edvel do Continente que possa ajudar-nos a p\u00f4r em pr\u00e1tica o nosso Plano de Ac\u00e7\u00e3o.  Dakar, Senegal, 7 de Outubro de 2003  (Assinado) Simp\u00f3sio das Confer\u00eancias Episcopais de \u00c1frica e Madag\u00e1scar (SCEAM) em Sess\u00e3o Plen\u00e1ria<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;A abstin\u00eancia para os solteiros e a fidelidade para os casados s\u00e3o a melhor forma de evitar a infec\u00e7\u00e3o de si mesmo e dos outros atrav\u00e9s do HIV&#8221;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[101,154,191,193,206,237,266,294,314],"class_list":["post-3556","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-africa","tag-crianca","tag-economia","tag-educacao","tag-familia","tag-joao-paulo-ii","tag-nacoes-unidas","tag-sacramentos","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3556","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3556"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3556\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3556"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3556"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3556"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}