{"id":3545,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/jornadas-dos-leigos-promovem-vocacoes-consagradas\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"jornadas-dos-leigos-promovem-vocacoes-consagradas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/jornadas-dos-leigos-promovem-vocacoes-consagradas\/","title":{"rendered":"Jornadas dos Leigos promovem voca\u00e7\u00f5es consagradas"},"content":{"rendered":"<p>Na diocese do Porto <!--more--> Realizaram-se de 21 a 23 de Novembro, na Casa Diocesana de Vilar as 3.as Jornadas Diocesanas do Apostolado dos Leigos, subordinadas ao tema Chamados a SERVIR \u2013 COMO? Os Leigos e as Voca\u00e7\u00f5es de especial consagra\u00e7\u00e3o.  As Jornadas que, de ano para ano, t\u00eam vindo a registar uma crescente participa\u00e7\u00e3o, contaram com cerca de 170 representantes de muitos dos movimentos, associa\u00e7\u00f5es e obras laicais presentes na diocese, para al\u00e9m de alguns membros do conselho pastoral, de v\u00e1rios secretariados diocesanos, e de algumas par\u00f3quias. Recordam-se os tr\u00eas objectivos das Jornadas deste ano: \u00b7\tTomar consci\u00eancia das quest\u00f5es que se colocam hoje, \u00e0 Pastoral Vocacional como \u201cdimens\u00e3o conatural e essencial das pastoral da Igreja, da sua vida, da sua miss\u00e3o\u201d (Jo\u00e3o Paulo II, Pastores Dabo Vobis,34). \u00b7\tAprofundar o sentido teol\u00f3gico da vida consagrada, nas suas diversas express\u00f5es. \u00b7\tCorresponsabilizar os Leigos e as Institui\u00e7\u00f5es Laicais no despertar de novas voca\u00e7\u00f5es, na Igreja Diocesana do Porto.  Em ordem \u00e0 execu\u00e7\u00e3o do primeiro objectivo, na sess\u00e3o de abertura, presidida por D. Armindo Lopes Coelho, Bispo do Porto, o Secretariado Diocesano da Pastoral das Voca\u00e7\u00f5es, na pessoa do seu director, o P. Jorge Manuel Madureira Soares, sensibilizou os presentes para as quest\u00f5es que hoje se colocam \u00e0 proposta e acompanhamento das voca\u00e7\u00f5es ao sacerd\u00f3cio, ressaltando que o \u201cambiente sociol\u00f3gico de f\u00e9\u201d de outrora foi-se esbatendo nesta \u00faltima d\u00e9cada, para quase dar lugar  a um ambiente favor\u00e1vel \u00e0 descren\u00e7a. Esta realidade \u00e9 um desafio constante para a Igreja. Ter\u00e1 que empreender novos caminhos, numa linha de \u201caggiornamento\u201d em que tanto insistiu o Conc\u00edlio Vaticano II, mas num aggiornamento equilibrado que salvaguarde o clima necess\u00e1rio ao crescimento das voca\u00e7\u00f5es: espa\u00e7os de sil\u00eancio, de experi\u00eancia e de partilha. Assiste-se hoje \u00e0 necessidade de uma proposta expl\u00edcita e directa da voca\u00e7\u00e3o, o que implica remar contra os \u201cvalores\u201d da sociedade moderna. S\u00f3 atrav\u00e9s de uma forte convic\u00e7\u00e3o do valor da vida sacerdotal \u00e9 que \u00e9 poss\u00edvel trabalhar nesta linha que aponta para um futuro de esperan\u00e7a. Aos Leigos cabe tamb\u00e9m de dar a conhecer ao mundo a riqueza do dom da voca\u00e7\u00e3o sacerdotal que est\u00e1 ao servi\u00e7o do bem deste mesmo mundo t\u00e3o carente de Valores e de Deus.  O P. Lino Moreira, monge benedetino, tamb\u00e9m membro do Secretariado, ratificou a necessidade de dar visibilidade \u00e0 voca\u00e7\u00e3o religiosa e de redescobrir que os religiosos s\u00e3o necess\u00e1rios na Igreja local e na Igreja universal, n\u00e3o tanto por causa das tarefas que desempenham, por mais \u00fateis que elas sejam, mas primordialmente por causa do significado da sua voca\u00e7\u00e3o. Pela profiss\u00e3o dos conselhos evang\u00e9licos e pela vida comunit\u00e1ria, s\u00e3o testemunhas de que Deus \u00e9 o \u00fanico absoluto, s\u00e3o antecipa\u00e7\u00e3o da nova humanidade, s\u00e3o desafio a seguir Cristo na total disponibilidade a Deus, \u00e0 Igreja e aos irm\u00e3os. Por conseguinte nenhuma por\u00e7\u00e3o do povo de Deus pode dispensar o sinal da voca\u00e7\u00e3o religiosa.  Por \u00faltimo o casal \u00c2ngelo Soares e Maria Artur, tamb\u00e9m membros do Secretariado da Pastoral das Voca\u00e7\u00f5es, apresentaram os resultados de uma sondagem  a um leque variado de entrevistados, desde jovens a adultos reformados, dando voz \u00e0quela por\u00e7\u00e3o do povo de Deus que cr\u00ea e aposta nas voca\u00e7\u00f5es de especial consagra\u00e7\u00e3o vividas com autenticidade. S\u00e3o sinais de esperan\u00e7a a exig\u00eancia por parte dos jovens de um convite a uma interpela\u00e7\u00e3o pessoal, de um testemunho realizado, desprendido e feliz, num clima de harmonia e esp\u00edrito de comunh\u00e3o na vida da comunidade onde est\u00e3o inseridos.   A finalizar, D. Armindo Lopes Coelho, Bispo do Porto, lembrou que estas Jornadas pretendem restaurar o significado que sempre teve para os Leigos, anos atr\u00e1s, esta Festa do Cristo Rei e, tendo em conta algumas das interroga\u00e7\u00f5es formuladas pelos intervenientes, frisou que a Igreja \u00e9 constitu\u00edda pela hierarquia e laicado, mas todos formamos uma s\u00f3 Igreja, onde as diversas formas de vida consagradas s\u00e3o queridas, necess\u00e1rias e amadas. Todos n\u00f3s, dizia D. Armindo, com palavras do Papa, precisamos de \u201cdar um salto de qualidade\u201d na nossa santifica\u00e7\u00e3o. A convers\u00e3o \u00e0 novidade (de Cristo) \u00e9 a grande necessidade da Diocese.  Voca\u00e7\u00e3o, carismas sacerd\u00f3cio e comunidade  O segundo objectivo das Jornadas foi desenvolvido ao longo da manh\u00e3 de S\u00e1bado, com duas valiosas e clarificadoras confer\u00eancias: \u00b7\tVoca\u00e7\u00e3o e Carismas:  o sentido teol\u00f3gico da Vida Consagrada nas suas v\u00e1rias express\u00f5es, a cargo da Irm\u00e3 Margarida Maria Macedo Ribeirinha (Doroteia). \u00b7\tSacerd\u00f3cio e Comunidade: Bispos, Presb\u00edteros e Di\u00e1conos para o servi\u00e7o do Povo de Deus, a cargo do C\u00f3nego \u00c1lvaro Manuel Mancilha Veteriano, Reitor do Semin\u00e1rio Maior do Porto.  A Irm\u00e3 Margarida, na sua introdu\u00e7\u00e3o, deu logo testemunho do impacto que recebeu da fam\u00edlia, \u201cpequena Igreja dom\u00e9stica\u201d, em ordem ao despertar da sua voca\u00e7\u00e3o religiosa. Abordou a voca\u00e7\u00e3o crist\u00e3 integrada na voca\u00e7\u00e3o inicial \u00e0 vida, isto \u00e9, o facto de existirmos significa que possu\u00edmos, cada um de n\u00f3s, uma voca\u00e7\u00e3o espec\u00edfica com um projecto de vida, pensado amorosamente por Deus. A voca\u00e7\u00e3o crist\u00e3 traduz-se nesta abertura ao Senhor, deixando-o agir em n\u00f3s, segundo a Sua Vontade e a Sua Vontade \u00e9 o chamamento \u00e0 santidade ainda que com diferentes estilos de vida.  A ess\u00eancia da vida consagrada expressa-se na viv\u00eancia dos Conselhos Evang\u00e9licos e na Vida Comunit\u00e1ria.   Num mundo em que muito poucos acreditam no amor gratuito, em que pensar em amor \u00e9 pensar em \u201ceu quero ser amado\u201d, a vida consagrada d\u00e1 na sua ess\u00eancia um testemunho de um Amor n\u00e3o possessivo, que vive em liberdade e se oferece em liberdade, que \u00e9 implicativo mas n\u00e3o prende, que \u00e9 doado e enraizado na rela\u00e7\u00e3o com Deus Trindade. Num mundo em que a luta pelo ter implica tanta destrui\u00e7\u00e3o quer da natureza, quer de pessoas e bens, em que se vive para acumular n\u00e3o olhando o pobre, em que o fosso entre mundo rico e mundo pobre se agudiza e cresce desmesuradamente, em que as pessoas valem pelo que t\u00eam e n\u00e3o pelo que s\u00e3o, a vida consagrada d\u00e1 um testemunho de que a vida \u00e9 muito mais que possuir bens materiais que n\u00e3o nos deixam livres para a rela\u00e7\u00e3o com os outros, \u00e9 servi\u00e7o com o que se \u00e9 e tem, gerando comunh\u00e3o entre a humanidade. Num mundo em que vive o ego\u00edsmo, o individualismo, em que o que o conta \u201csou eu\u201d em que tudo vale para que o indiv\u00edduo suba nos patamares da sociedade, em que s\u00f3 se d\u00e1 conta do que se passa no mundo atrav\u00e9s da televis\u00e3o, ou outros meios de comunica\u00e7\u00e3o, mas que nos deixa imp\u00e1vidos e serenos porque n\u00e3o \u00e9 nada connosco, e mesmo assim vive-se infeliz porque cheios de solid\u00e3o,  a vida consagrada d\u00e1 um testemunho real e concreto de que quando vivemos em comunidade somos mais ricos no ser \u2013 porque partilhamos e recebemos o que se \u00e9, somos ajudados a crescer com outros o que implica uma grande aten\u00e7\u00e3o a cada um e \u00e0 comunidade, a ver o bem comum, exercita-nos para a participa\u00e7\u00e3o afectiva e efectiva no bem da humanidade e a buscar em conjunto n\u00e3o s\u00f3 o bem  mas o \u201cMaior Bem\u201d para todos. O C\u00f3nego \u00c1lvaro Mancilha frisou a diferen\u00e7a entre sacerd\u00f3cio ministerial e sacerd\u00f3cio comum. Se h\u00e1 um sacerd\u00f3cio comum do povo crist\u00e3o, assente no sacerd\u00f3cio \u00fanico e singular de Cristo, este sacerd\u00f3cio \u00e9 um sacerd\u00f3cio existencial que nos leva a n\u00f3s, crist\u00e3os, a oferecer-nos ao Senhor na vida quotidiana. Contudo dentro deste sacerd\u00f3cio existe uma voca\u00e7\u00e3o especial sacerdotal, conferida pelo Sacramento da Ordem. \u00c9 o sacerd\u00f3cio ministerial que tem a fun\u00e7\u00e3o singular e espec\u00edfica de dar continuidade \u00e0 fun\u00e7\u00e3o de Cristo Mediador entre Deus e os homens: O servi\u00e7o da Palavra, o servi\u00e7o dos Sacramentos e o servi\u00e7o do governo e da direc\u00e7\u00e3o do povo de Deus. Contudo o ministro ordenado com os seus servi\u00e7os espec\u00edficos n\u00e3o substitui o povo de Deus. Est\u00e3o orientados um para o outro. O minist\u00e9rio ordenado n\u00e3o tem sentido sem a comunidade e a comunidade sem o minist\u00e9rio n\u00e3o existe.   Corresponsabiliza\u00e7\u00e3o eclesial e voca\u00e7\u00f5es  O terceiro objectivo das Jornadas foi desenvolvido na tarde de S\u00e1bado atrav\u00e9s do trabalho em grupos para reflectir sobre as quest\u00f5es levantadas \u00e0 volta do tema das Jornadas seguido de um Plen\u00e1rio onde surgiram notas comuns, salientando a necessidade de corresponsabiliza\u00e7\u00e3o por parte dos Leigos em estabelecer nas diversas comunidades familiares, paroquias e Institui\u00e7\u00f5es Laicais um \u201cclima favor\u00e1vel\u201d ao desenvolvimento e acompanhamento das voca\u00e7\u00f5es de especial consagra\u00e7\u00e3o. Os testemunhos de uma fam\u00edlia, uma par\u00f3quia e de um sacerdote evidenciaram o facto de que, hoje, como outrora, Deus continua a dirigir o apelo \u201cvem e segue-me\u201d. A todos n\u00f3s, enquanto comunidade, povo de Deus, cabe o desafio de encontrar o \u201cespa\u00e7o\u201d para saber acolher este chamamento e responder com amor.  D. Ant\u00f3nio Jos\u00e9 Cavaco Carrilho, Bispo Auxiliar do Porto, que tem a seu cargo a \u00e1rea do Apostolado dos Leigos na Diocese e impulsionador desde a primeira hora das Jornadas foi de incentivo a todos os que nelas participaram no sentido de prosseguirem a reflex\u00e3o nos diversos grupos apost\u00f3licos e de serem fi\u00e9is \u00e0 voca\u00e7\u00e3o de cada um dentro do carisma espec\u00edfico de cada Institui\u00e7\u00e3o.   Celebra\u00e7\u00e3o, Festa e homenagem  As Jornadas tiveram o seu ponto alto na Eucaristia de Domingo, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, presidida por D. Armindo Lopes Coelho, Bispo do Porto, celebradas com grande participa\u00e7\u00e3o de fi\u00e9is na S\u00e9 Catedral.  Tal como estava anunciado, a sess\u00e3o de encerramento das Jornadas, aberta a toda a diocese, realizou-se \u00e0 tarde no grande audit\u00f3rio da Casa Diocesana de Vilar e foi tamb\u00e9m presidida pelo Bispo da Diocese, com a presen\u00e7a de D. Ant\u00f3nio Carrilho e da equipa organizadora.  A informa\u00e7\u00e3o  sobre as Jornadas, apresentada por Julinda Brochado, membro da Equipa Diocesana dos Movimento e Obras Laicais,  seguida de uma confer\u00eancia subordinada ao tema das Jornadas pelo P. Jorge Manuel Madureira Soares, transmitiram aos presentes, de forma necessariamente sucinta, a urg\u00eancia de levar \u00e0 pr\u00e1tica a implementa\u00e7\u00e3o dos caminhos apontados como a melhor forma de dar uma resposta \u00e0 crescente necessidade de voca\u00e7\u00f5es de especial consagra\u00e7\u00e3o. A segunda parte da tarde foi animada com um rico programa musical executado  por um grupo de flautistas, crian\u00e7as e adolescentes, da Igreja da Lapa seguido de alguns trechos cl\u00e1ssicos de pelo coro polif\u00f3nico daquela Igreja do Porto. A Igreja da Lapa e a equipa diocesana que organizou as jornadas quiseram associar-se num gesto simb\u00f3lico, com a oferta de flores a D. Armindo, no \u00e2mbito das celebra\u00e7\u00f5es Jubilares dos 25 anos de episcopado e dos 50 anos de sacerd\u00f3cio do Bispo do Porto. A palavra conclusiva do Bispo do Porto, que agradeceu o gesto de carinho por parte do laicado da Diocese,  foi de est\u00edmulo para todos os que colaboraram na prepara\u00e7\u00e3o e todos os que participaram nas Jornadas sinal de vitalidade e de esperan\u00e7a para toda a Diocese.  Esperan\u00e7a e optimismo  Das palavras do Bispo da Diocese ressaltou claramente a inquieta\u00e7\u00e3o e a esperan\u00e7a: inquieta\u00e7\u00e3o pela car\u00eancia de sacerdotes para o servi\u00e7o diocesano e esperan\u00e7a de que a ac\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito e a din\u00e2mica das comunidades e das pessoas possa fazer surgir na Igreja as necess\u00e1rias voca\u00e7\u00f5es consagradas e de servi\u00e7o. Foi veemente o seu apelo \u00e0s par\u00f3quias e comunidades, \u00e0s fam\u00edlias, aos grupos de juventude, aos catequistas, aos educadores e professores de educa\u00e7\u00e3o moral e religiosa no sentido de promover um \u201csalto de qualidade\u201d e criar na Diocese um \u201cmomento de solicitude diocesana\u201d que leve \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de bases para uma pastoral vocacional, assente na maior responsabiliza\u00e7\u00e3o dos leigos, atrav\u00e9s de uma \u201cresponsabiliza\u00e7\u00e3o assumida\u201d, na tens\u00e3o entre o que \u00e9 poss\u00edvel e necess\u00e1rio e o que podemos fazer. Apelou \u00e0 ora\u00e7\u00e3o, na esteira da palavra evang\u00e9lica: \u201cpedi ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara\u201d.  Apelando aos \u201cleigos chamados \u00e0 disponibilidade\u201d, insistiu na necessidade de empenhamento pastoral pelas voca\u00e7\u00f5es: \u201c\u00c9 agora o tempo decisivo\u201d, afirmou.  Mas, neste apelo veemente, quis sempre presente uma palavra de optimismo e de esperan\u00e7a.  Problemas da educa\u00e7\u00e3o em an\u00e1lise na Universidade Cat\u00f3lica  O Instituto de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade Cat\u00f3lica Portuguesa (Centro Regional do Porto), ao qual preside Joaquim Azevedo, anuncia a realiza\u00e7\u00e3o de um ciclo de oito sess\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o, dirigidas aos pais, com o t\u00edtulo (provocat\u00f3rio?): Vamos falar de educa\u00e7\u00e3o&#8230; porque os pais n\u00e3o s\u00e3o her\u00f3is, que decorrer\u00e1 de 9 de Janeiro a 27 de Fevereiro de 2004. A inten\u00e7\u00e3o deste ciclo \u00e9 que os pais reconhe\u00e7am a necessidade de aprender e reflectir sobre a vida dos seus filhos e sobre a educa\u00e7\u00e3o que lhes devem transmitir. Na verdade, n\u00e3o \u00e9 preciso ter \u201cgrandes problemas\u201d para descobrir que muitas vezes, \u00e9 dif\u00edcil lidar com situa\u00e7\u00f5es que constituem um desafio \u00e0 capacidade de ser pai e m\u00e3e, valendo a pena procurar ajuda para os ultrapassar e tornar o dia-a-dia mais agrad\u00e1vel para todos.  O Curso desenvolve-se em sess\u00f5es plen\u00e1rias (no in\u00edcio e no final) e em sess\u00f5es parcelares. \u00c9 o seguinte o programa deste Curso: No dia 9 de Janeiro, A fam\u00edlia no s\u00e9culo XXI, por Manuel Braga da Cruz, Reitor da Universidade Cat\u00f3lica (sess\u00e3o plen\u00e1ria); no dia 16 de Janeiro: um olhar cl\u00ednico sobre os primeiros anos de vida; a socializa\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a em idade escolar; a puberdade, o corpo e a sexualidade (sess\u00f5es parcelares destinadas, respectivamente, a idade pr\u00e9-escolar (0-6 anos), idade escolar (6-12 anos) e Adolescentes (12-18 anos). A 23 de Janeiro, a fun\u00e7\u00e3o do brinquedo e do jogo; o desenvolvimento afectivo e emocional; as emo\u00e7\u00f5es \u00e0 flor da pele (sess\u00f5es parcelares); no dia 30 de Janeiro, o desempenho da parentalidade: ser pai e ser m\u00e3e; Educar rapazes, educar raparigas: \u00e9 igual ou \u00e9 diferente?; a fam\u00edlia e o grupo de pares (sess\u00f5es parciais); no dia 6 de Fevereiro: Desenvolvimento moral: as regras, os limites e o castigo; a educa\u00e7\u00e3o c\u00edvica e os valores; Desenvolvimento cognitivo e moral (sess\u00f5es parciais); No dia 13 de Fevereiro: A vida ps\u00edquica da crian\u00e7a; o papel da disciplina; o comportamento de risco (sess\u00f5es parciais); no dia 20 de Fevereiro: Adapta\u00e7\u00e3o ao Jardim de inf\u00e2ncia e transi\u00e7\u00e3o para o 1.\u00ba ciclo; desempenho escolar e estrat\u00e9gias de apoio familiar; o desenho de um projecto de vida; no dia 27 de Fevereiro: A educa\u00e7\u00e3o religiosa de crian\u00e7as e adolescentes, pelo P. Vasco Pinto de Magalh\u00e3es (sess\u00e3o plen\u00e1ria). As sess\u00f5es s\u00e3o ministradas por m\u00e9dicos psic\u00f3logos, m\u00e9dicos, educadores de inf\u00e2ncia, professores e outros profissionais, Todas as sess\u00f5es s\u00e3o \u00e1s 21 horas dos sias indicados, todos sexta-feiras. Inscri\u00e7\u00e3o: 175 euros por casal e 100 individual. 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