{"id":353288,"date":"2024-12-17T17:46:26","date_gmt":"2024-12-17T17:46:26","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=353288"},"modified":"2024-12-17T23:08:02","modified_gmt":"2024-12-17T23:08:02","slug":"migracoes-trabalhadores-cristaos-alertam-para-as-condicoes-de-vida-e-de-trabalho-dos-migrantes-na-republica-da-mauricia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/migracoes-trabalhadores-cristaos-alertam-para-as-condicoes-de-vida-e-de-trabalho-dos-migrantes-na-republica-da-mauricia\/","title":{"rendered":"Migra\u00e7\u00f5es: Trabalhadores Crist\u00e3os alertam para as condi\u00e7\u00f5es de vida e de trabalho dos migrantes na Rep\u00fablica da Maur\u00edcia"},"content":{"rendered":"<p><em>Movimento mundial escreveu mensagem para o Dia Internacional dos Migrantes 2024, que se baseia no contexto de um pa\u00eds<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Trabalho.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-243816 size-full\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Trabalho.jpg\" alt=\"\" width=\"1500\" height=\"1000\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Trabalho.jpg 1500w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Trabalho-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Trabalho-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Trabalho-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Trabalho-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Trabalho-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Trabalho-1280x853.jpg 1280w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Trabalho-980x653.jpg 980w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Trabalho-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(max-width: 1500px) 100vw, 1500px\" \/><\/a>Lisboa, 17 dez 2024 (Ecclesia) &#8211; O Movimento Mundial de Trabalhadores Crist\u00e3os (MMTC) alertou, na mensagem para o Dia Internacional dos Migrantes 2024, para as condi\u00e7\u00f5es de vida e de trabalho dos migrantes da Rep\u00fablica da Maur\u00edcia.<\/p>\n<p>\u201cDizem que o mundo \u00e9 uma aldeia global\u2026 E a Rep\u00fablica da Maur\u00edcia n\u00e3o pode ficar \u00e0 margem. O afluxo de estrangeiros vai aumentar e o atual governo segue esta l\u00f3gica face \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da taxa de natalidade, ao \u00eaxodo dos jovens, \u00e0s necessidades econ\u00f3micas e de desenvolvimento\u201d, refere o texto enviado \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESIA pela Liga Oper\u00e1ria Cat\u00f3lica\/Movimento de Trabalhadores Crist\u00e3os (LOC\/MTC) de Portugal.<\/p>\n<p>O Dia Internacional dos Migrantes celebra-se no dia 18 de dezembro, por resolu\u00e7\u00e3o da Assembleia Geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), com o tema \u201cAs contribui\u00e7\u00f5es dos trabalhadores migrantes em todo o mundo\u201d.<\/p>\n<p>O MMTC contextualiza que a Rep\u00fablica da Maur\u00edcia \u00e9 \u201cuma terra de acolhimento\u201d e que a \u201cpopula\u00e7\u00e3o, fortemente diversificada, vinha da Europa, \u00c1frica, Madag\u00e1scar, \u00c1sia e China\u201d.<\/p>\n<p>\u201cOs mauricianos trazem consigo a hist\u00f3ria do colonialismo, da escravatura e do trabalho for\u00e7ado. Foi, portanto, com base na migra\u00e7\u00e3o que o pa\u00eds foi constru\u00eddo e este fen\u00f3meno continua ainda hoje, noutras formas&#8230; \u00c9 dif\u00edcil dizer o n\u00famero de migrantes na Maur\u00edcia!\u201d, salienta a mensagem.<\/p>\n<p>Segundos os trabalhadores crist\u00e3os, isto explica-se com o facto de \u201ca perman\u00eancia, tempor\u00e1ria ou de longa dura\u00e7\u00e3o no pa\u00eds\u201d, ser \u201cgerida por diferentes organismos sem uma verdadeira coordena\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Contrastando com as oportunidades de neg\u00f3cio, mudan\u00e7a de ambiente e a possibilidade de receber uma reforma, raz\u00f5es que at\u00e9 h\u00e1 bem pouco tempo faziam os migrantes vir para a Europa, o MMTC refere que nos \u00faltimos tempos surgiram outras formas de migra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cPor um lado, os que v\u00eam para ganhar a vida, porque a vida \u00e9 demasiado dura no seu pa\u00eds: os bangladeshianos, os malgaxes\u2026 Por outro lado, os estudantes, que tiram partido do n\u00famero de polos universit\u00e1rios estrangeiros, bem como das 120 bolsas de estudo que o Estado mauriciano coloca anualmente \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o de \u00c1frica\u201d, indica.<\/p>\n<p>O documento sublinha que os \u201cmigrantes, os \u2018expatriados\u2019, trazem ao pa\u00eds: conhecimento, abertura ao mundo, colabora\u00e7\u00e3o\u201d, mas \u201cpode ser dif\u00edcil ao cidad\u00e3o comum ver as coisas dessa forma\u201d.<\/p>\n<p>\u201cPorque a sua presen\u00e7a, com um poder de compra muito superior, conduziu a um aumento inflacion\u00e1rio do sector imobili\u00e1rio e \u00e0 monopoliza\u00e7\u00e3o das melhores localiza\u00e7\u00f5es. Em certos locais, o luxo convive com a pobreza extrema, gerando xenofobia que se exprime sobretudo atrav\u00e9s das redes sociais&#8230;\u201d, assinalou.<\/p>\n<p>Os trabalhadores crist\u00e3os denunciam que a \u201cxenofobia \u00e9 tamb\u00e9m exercida contra estrangeiros pobres que vieram trabalhar para o pa\u00eds na esperan\u00e7a de garantir uma vida melhor para as suas fam\u00edlias: Bangladeshianos, malgaxes, nepaleses, africanos\u201d.<\/p>\n<p>\u201cS\u00e3o acusados de \u2018terem tomado o lugar dos mauricianos\u2019, de violarem o direito do trabalho. Os mauricianos consideram-nos d\u00f3ceis, enquanto para eles \u00e9 mais uma quest\u00e3o de sacrif\u00edcio, para garantir a sobreviv\u00eancia da fam\u00edlia\u201d, refere a mensagem.<\/p>\n<p>O texto destaca que no plano pol\u00edtico, \u201cqualquer cidad\u00e3o de um pa\u00eds da Commonwealth, que tenha residido na Maur\u00edcia durante cinco anos, \u00e9 eleg\u00edvel para participar nas elei\u00e7\u00f5es\u201d, e que a presen\u00e7a de bangladechianos durante o \u00faltimo ato eleitoral foi \u201cvista por alguns como uma fraude eleitoral e como uma injusti\u00e7a por outros, porque a di\u00e1spora est\u00e1 exclu\u00edda\u201d.<\/p>\n<p>\u201cPor seu lado, a Igreja Cat\u00f3lica n\u00e3o \u00e9 indiferente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o dos migrantes. As missas dominicais s\u00e3o celebradas mensalmente em algumas par\u00f3quias com uma elevada concentra\u00e7\u00e3o, no norte, em Grand-Baie e Flic-en-Flac, na costa oeste\u201d, pode ler-se.<\/p>\n<p>Face ao aumento de estrangeiros no futuro, os trabalhadores crist\u00e3os falam que resta saber quem \u00e9 que assegurar\u00e1 \u201ca plena integra\u00e7\u00e3o de todas as partes, a harmonia das rela\u00e7\u00f5es e a conviv\u00eancia nos nossos 1.862 quil\u00f3metros quadrados\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEsta quest\u00e3o diz respeito a n\u00f3s, membros do Movimento Mundial dos Trabalhadores Crist\u00e3os, e chama-nos a trabalhar para fazer de cada ser humano, homem, mulher e crian\u00e7a, um irm\u00e3o ou uma irm\u00e3 com os mesmos direitos e as mesmas oportunidades\u201d, concluem.<\/p>\n<p><em>LJ<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Movimento mundial escreveu mensagem para o Dia Internacional dos Migrantes 2024, que se baseia no contexto de um 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