{"id":35066,"date":"2008-11-04T17:30:35","date_gmt":"2008-11-04T17:30:35","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/11\/04\/39-anos-com-joao-paulo-ii\/"},"modified":"2008-11-04T17:30:35","modified_gmt":"2008-11-04T17:30:35","slug":"39-anos-com-joao-paulo-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/39-anos-com-joao-paulo-ii\/","title":{"rendered":"39 anos com Jo\u00e3o Paulo II"},"content":{"rendered":"<p>O Cardeal Stanislaw Dziwisz recorda experi\u00eancias com Jo\u00e3o Paulo II, os ferimentos na Cova da Iria, em 1982, e import\u00e2ncia da Mensagem de F\u00e1tima <!--more--> <\/p>\n<p>Em Portugal para inaugurar a exposi&ccedil;&atilde;o &laquo;Karol Wojtyla &ndash; a f&eacute;, o caminho, a amizade. Excurs&otilde;es com os amigos (1952-1954)&raquo;, o Cardeal Stanislaw Dziwisz revelou como o Papa Jo&atilde;o Paulo II falava de Portugal, o significado da Mensagem de F&aacute;tima para o seu Pontificado e recordou os ferimentos provocados pelo atentado, na Cova da Iria, em Maio de 1982. <\/p>\n<p><em>Quais as maiores recorda&ccedil;&otilde;es do Papa Jo&atilde;o II?<\/em> <br \/>S&atilde;o tantas recorda&ccedil;&otilde;es! Todos temos grandes recorda&ccedil;&otilde;es do Grande Papa JPII. &Eacute; dif&iacute;cil responder a uma quest&atilde;o dessas com uma frase. <br \/>Posso dizer que tenho grandes recorda&ccedil;&otilde;es das visitas do Papa a Portugal. N&atilde;o posso esquecer a primeira, quando veio para agradecer &agrave; Virgem de F&aacute;tima pela sua vida. Ele estava convencido que a sua vida foi salva pela Virgem de F&aacute;tima, t&atilde;o grande foi o perigo do atentado no dia 13 de Maio, na Pra&ccedil;a de S. Pedro, dia do anivers&aacute;rio das apari&ccedil;&otilde;es. <\/p>\n<p>Sentiu-se salvo e trouxe mesmo a bala que o Bispo de F&aacute;tima, muito gentilmente, colocou na coroa da imagem de Nossa Senhora. &Eacute; uma grande recorda&ccedil;&atilde;o. <br \/>Depois houve as outras vindas, nas quais foi importante a entrega do mundo do Leste da Europa, da R&uacute;ssia, &agrave; Virgem, segundo desejo de Nossa Senhora expresso &agrave; Irm&atilde; L&uacute;cia, em mensagens. <br \/>Quando venho aqui, surgem estes pensamentos, que provocam grandes inten&ccedil;&otilde;es de ora&ccedil;&atilde;o e gratid&atilde;o pelo Papa Jo&atilde;o Paulo II e tamb&eacute;m pelas ocasi&otilde;es das quais falei. <\/p>\n<p><em>Jo&atilde;o Paulo II falava consigo sobre F&aacute;tima? <\/em><br \/>Posso dizer que o Santo Padre, antes do atentado, n&atilde;o se ocupava muito da mensagem. Certamente que conhecia o Santu&aacute;rio, conhecia F&aacute;tima, a devo&ccedil;&atilde;o &agrave; Senhora de F&aacute;tima, muito difundida na Pol&oacute;nia. Mas n&atilde;o se interessava tanto. <br \/>Depois do atentado, de repente, uniu este facto de F&aacute;tima ao seu sofrimento com o atentado. Estava convencido que a Senhora o salvou, que ele tamb&eacute;m tinha entrado no segredo da Mensagem de F&aacute;tima. <\/p>\n<p><em>O Segredo dizia respeito a ele&hellip;<\/em> <br \/>N&atilde;o digo o segredo, mas o mist&eacute;rio da Mensagem de F&aacute;tima. Mesmo ontem pensei nisso: que a provid&ecirc;ncia escolheu-o para cumprir tudo o que a Senhora de F&aacute;tima pediu aos tr&ecirc;s Pastorinhos, como aqui se diz. <br \/>A Senhora, antes da guerra, pediu para consagrar a R&uacute;ssia ao Imaculado Cora&ccedil;&atilde;o e Maria. Isto dizia respeito ao comunismo, que provocou grandes danos, n&atilde;o s&oacute; &agrave; R&uacute;ssia, falta de liberdade, sobretudo, de consci&ecirc;ncia, de palavra, de soberania. <br \/>A Senhora disse que n&atilde;o haveria paz sem a consagra&ccedil;&atilde;o ao Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado. E a Senhora esperou muito tempo, at&eacute; &agrave; chegada de Jo&atilde;o Paulo II. Talvez seja um exagero, da minha parte, mas digo que atrav&eacute;s deste atentado cumpriu-se esta consagra&ccedil;&atilde;o com todos os Bispos, na Pra&ccedil;a de S&atilde;o Pedro <br \/>Tamb&eacute;m pelo testemunho de diversos encontros com os bispos do Leste da Europa, ouviu dele que depois dessa consagra&ccedil;&atilde;o, apareceram sinais de mudan&ccedil;a. Dizemos hoje, mudan&ccedil;as enormes, uma grande revolu&ccedil;&atilde;o, a maior do mundo, sem derramamento de sangue. <\/p>\n<p><em>Falavam sobre tudo isto? <\/em><br \/>Fal&aacute;vamos e sobretudo ouvia dele este pensamento, porque ele era um homem de grande pensamento e de grande ora&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p><em>Como se referiam a Portugal? <\/em><br \/>Sobre Portugal falava-se muitas vezes, cantava-se, rezava-se, sobretudo essa melodia do dia 13 de Maio. Quando ia com o Papa ao terra&ccedil;o, cantava-se esse c&acirc;ntico famoso que se canta Portugal. Todos estes factos aproximaram-no de F&aacute;tima, n&atilde;o tanto do pa&iacute;s, mas do povo: as multid&otilde;es, a penit&ecirc;ncia que fazem as pessoas, a ora&ccedil;&atilde;o do Ros&aacute;rio, n&atilde;o se deixar de amar esta gente, este lugar&#8230; <\/p>\n<p><em>Que significado atribuiu Jo&atilde;o Paulo II &agrave; beatifica&ccedil;&atilde;o dos pastorinhos? <\/em><br \/>Era um sinal do c&eacute;u. Para beatificar e canonizar &eacute; preciso um sinal do c&eacute;u &#8211; um milagre &#8211; e a fama, da parte do povo, de santidade. Tamb&eacute;m aqui houve um processo normal para a beatifica&ccedil;&atilde;o dos dois (Francisco e Jacinta, ndr). Eu pessoalmente espero que a Ir. L&uacute;cia se una aos dois. <\/p>\n<p><em>Para quando a beatifica&ccedil;&atilde;o de Jo&atilde;o Paulo II? <\/em><br \/>O processo est&aacute; em curso. O trabalho principal est&aacute; feito &#8211; a <em>positio <\/em>&#8211; e tamb&eacute;m os sinais do c&eacute;u s&atilde;o muitos e verdadeiramente estupendos&#8230; Eu chamo-lhe gra&ccedil;as, mas s&atilde;o milagres, n&atilde;o h&aacute; problema a esta respeito. <br \/>Penso tamb&eacute;m nesta multid&atilde;o cont&iacute;nua no t&uacute;mulo de Jo&atilde;o Paulo II, as pessoas v&atilde;o l&aacute; para encontr&aacute;-lo, para lhe apresentar inten&ccedil;&otilde;es ao Senhor por diversas coisas. Cada um de n&oacute;s tem algo a dizer-lhe, a pedir-lhe&#8230; <br \/>Como dizia algu&eacute;m, ele pouco falava, mas ouvia tudo o que os outros diziam. Penso que s&atilde;o poucos os que sabem &ndash; eu sei, porque estando com eles tantos anos, vi &ndash; que o Santo Padre, quando recebia pessoas em audi&ecirc;ncia, rezava por eles, por todos. O mesmo durante as audi&ecirc;ncias gerais. Isso era mais importante do que o di&aacute;logo, porque entregava os problemas das pessoas ao Senhor e o Senhor sabe o que fazer. <\/p>\n<p><em>Referiu que o Papa Jo&atilde;o Paulo II ficou ferido com sangue, no dia 12 de Maio de 1982. O que &eacute; que aconteceu realmente? <\/em><br \/>Foi um facto grav&iacute;ssimo. O Papa dirigia-se ao altar quando um homem com vestes eclesi&aacute;sticas tentou atingi-lo (ndr: na peregrina&ccedil;&atilde;o de 1982 &agrave; Cova da Iria, o padre espanhol Fernandez Krohn logrou aproximar-se de Jo&atilde;o Paulo II armado com um punhal), mas gra&ccedil;as a Deus que foi impedido. O Papa p&ocirc;de acabar a celebra&ccedil;&atilde;o e aben&ccedil;oou este homem. Ficou desolado por tudo o que aconteceu, mas penso que ficou mais desagradado por terem atirado este homem ao ch&atilde;o e procurou defend&ecirc;-lo. <br \/>Havia uma grande confus&atilde;o. Quando regress&aacute;mos (ao quarto), vimos marcas do sangue, pelo que nalgum momento &ndash; como, n&atilde;o sei &ndash; (Krohn) chegou at&eacute; ele. Mas foi algo pouco significativo, sem risco para a sua sa&uacute;de e muito menos para a sua vida. <br \/>Para n&atilde;o aumentar a tens&atilde;o, para n&atilde;o manchar a festa, quando se percebeu que a situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o era perigosa, o Papa n&atilde;o quis criar esta atmosfera&#8230; Como n&atilde;o foi atingido de forma perigosa ou que colocasse em risco a sua vida, deixou passar, tamb&eacute;m por respeito este homem. <br \/>Ele era muito sens&iacute;vel, muito dedicado &agrave;s pessoas. Meu Deus! Quando houve o atentado da Pra&ccedil;a S&atilde;o Pedro, mesmo no limite da sobreviv&ecirc;ncia, ele ainda no carro perdoou a quem o tentou assassinar (Ali Agca). <br \/>Isto &eacute; o que fazem os santos. Quis tamb&eacute;m ir &agrave; pris&atilde;o para visit&aacute;-lo e num texto que escreveu, que n&atilde;o est&aacute; publicado, chama-o irm&atilde;o. Grande exemplo para n&oacute;s&#8230; <\/p>\n<p><em>H&aacute; continuidade entre o pontificado de Jo&atilde;o Paulo II e o de Bento XVI? <\/em><br \/>Certamente. Mas como vemos, pelo menos no &uacute;ltimo s&eacute;culo, em que conhecemos grandes Papas, cada um tem a sua personalidade. Isto n&atilde;o &eacute; copiar um pelo outro, continuar &eacute; diferente de copiar. <br \/>O Papa Bento XVI tem o seu car&aacute;cter, a sua prepara&ccedil;&atilde;o pessoal, a sua proveni&ecirc;ncia, com grandes dotes que servem a Igreja de hoje. <br \/>Jo&atilde;o Paulo II teve o seu tempo, hoje temos outro Papa, chamado pelo Senhor e que levar&aacute; adiante a Igreja. Isto &eacute; a beleza da Igreja, quando a vemos com f&eacute; e um ju&iacute;zo correcto. <\/p>\n<p><em>A dada altura, Jo&atilde;o Paulo II referiu que os Papas poderiam abdicar. Qual a sua opini&atilde;o? <\/em><br \/>O C&oacute;digo de Direito Can&oacute;nico prev&ecirc;, quando existam motivos graves, que o Papa possa abdicar, deixar o seu of&iacute;cio, mas devem ser motivos grav&iacute;ssimos. Sobretudo que n&atilde;o possa desenvolver o seu minist&eacute;rio, n&atilde;o possa continuar tudo o que est&aacute; chamado a fazer pela sua miss&atilde;o pastoral, mas devem ser motivos muito graves. O Santo Padre (Jo&atilde;o Paulo II) disse: o Senhor chama, o Senhor saber&aacute; quando me devo retirar. <br \/>A responsabilidade de um Papa ao decidir &eacute; grave. Mas a Igreja tem a possibilidade, quando um Papa j&aacute; n&atilde;o pode continuar, mas aconteceu apenas uma vez na hist&oacute;ria e a pr&oacute;pria hist&oacute;ria mostrou que essa decis&atilde;o trouxe frutos muito negativos. <\/p>\n<p><em>Continua viva a heran&ccedil;a do Papa Jo&atilde;o Paulo II na Pol&oacute;nia? <\/em><br \/>N&atilde;o s&oacute; continua viva, mas tamb&eacute;m queremos aprofundar esta heran&ccedil;a. Eu estive com Jo&atilde;o Paulo II 39 anos. Mas devo dizer que o descubro tamb&eacute;m hoje, como homem, como pastor e tamb&eacute;m como poeta, escritor. O mundo ainda pode viver desta heran&ccedil;a, de facto, durante muito tempo. Esta heran&ccedil;a &eacute; a da Igreja, de Jesus Cristo. Ele n&atilde;o ensinava outra verdade, apenas sabia explic&aacute;-la de forma convincente. <\/p>\n<p><em>Reza todos os dias ao Papa Jo&atilde;o Paulo II? <\/em><br \/>Certamente, sobretudo quando h&aacute; problemas graves, que s&atilde;o muitos para um bispo, e nos simples tamb&eacute;m. Dou um exemplo: tenho de celebrar e est&aacute; um grande temporal e eu digo &#8211; Santo Padre, ajude-me. E ele ajuda. Sabe que quando chovia na Pra&ccedil;a de S. Pedro, muitas vezes a chuva acabava por desaparecer. <br \/>Aconteceu o mesmo na Ucr&acirc;nia, num grande encontro com a juventude, quando chovia de tal maneira que n&atilde;o se ouvia o que o Papa dizia. Deixou de lado os pap&eacute;is e come&ccedil;ou a cantar um c&acirc;ntico popular. A chuva desapareceu e surgiu o sol. <br \/>E digo a tanta gente, quando t&ecirc;m problemas s&eacute;rios, da vida da fam&iacute;lia, de sa&uacute;de, que lhe rezem. Eu fa&ccedil;o o mesmo. Mandam-nos muitas cartas para Crac&oacute;via, pedindo ora&ccedil;&otilde;es, e n&oacute;s colocamos as cartas nas capelas, celebramos Missas, imitamos Jo&atilde;o Paulo II. <\/p>\n<p><em>Que conselho d&aacute; aos portugueses&#8230; <\/em><br \/>N&atilde;o daria nenhum conselho, tendes muitos conselheiros, Bispos not&aacute;veis, o Patriarca. Mas posso dizer que se procurais um grande protector diante de Deus, conheceis bem o Jo&atilde;o Paulo II que vos amava. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Cardeal Stanislaw Dziwisz recorda experi\u00eancias com Jo\u00e3o Paulo II, os ferimentos na Cova da Iria, em 1982, e import\u00e2ncia da Mensagem de F\u00e1tima<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[120,203,207,237],"class_list":["post-35066","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-entrevistas","tag-bento-xvi","tag-europa","tag-fatima","tag-joao-paulo-ii"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35066","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=35066"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35066\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=35066"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=35066"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=35066"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}