{"id":34895,"date":"2008-10-25T15:21:21","date_gmt":"2008-10-25T15:21:21","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/10\/25\/d-alfio-rapisarda-despede-se-de-portugal\/"},"modified":"2008-10-25T15:21:21","modified_gmt":"2008-10-25T15:21:21","slug":"d-alfio-rapisarda-despede-se-de-portugal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/d-alfio-rapisarda-despede-se-de-portugal\/","title":{"rendered":"D. Alfio Rapisarda despede-se de Portugal"},"content":{"rendered":"<p>N\u00fancio foi a F\u00e1tima homenagear um povo que \u00abn\u00e3o se inibe de professar as pr\u00f3prias convic\u00e7\u00f5es religiosas\u00bb <!--more--> D. Alfio Rapisarda, em final de fun\u00e7\u00f5es como representante diplom\u00e1tico da Santa S\u00e9 em Portugal, esteve esta manh\u00e3 no Santu\u00e1rio de F\u00e1tima, onde se despediu de Nossa Senhora e dos peregrinos.   N\u00fancio Apost\u00f3lico em Portugal desde 12 de Outubro de 2002, D. Alfio presidiu \u00e0 Missa das 12h30, na Capelinha das Apari\u00e7\u00f5es, ocasi\u00e3o em que falou aos peregrinos que participavam na celebra\u00e7\u00e3o Eucar\u00edstica e em que agradeceu a Nossa Senhora por ter sido chamado a trabalhar em Portugal.     \u201cHoje, no termo da minha estadia em Portugal, torno-me tamb\u00e9m eu, uma vez mais, peregrino e, com a ora\u00e7\u00e3o nos l\u00e1bios e a como\u00e7\u00e3o no cora\u00e7\u00e3o, agrade\u00e7o a Nossa Senhora a gra\u00e7a que me foi concedida de ser Representante do Papa Jo\u00e3o Paulo II, primeiro, e do Papa Bento XVI, depois, neste pa\u00eds da Sua predilec\u00e7\u00e3o onde se dignou aparecer e onde continua a fazer sentir a Sua maternal presen\u00e7a, falando ao cora\u00e7\u00e3o dos que A visitam com sentimentos filiais de devo\u00e7\u00e3o e de amor\u201d, disse, durante a homilia.     \u201cH\u00e1 seis anos o Papa Jo\u00e3o Paulo II chamou-me para ser Seu Representante em Portugal e desde h\u00e1 seis anos que procuro fazer sentir a presen\u00e7a da Sua pessoa, tornando-me int\u00e9rprete, o mais fielmente poss\u00edvel, do Seu interesse e da Sua solicitude por Portugal e pela Igreja que est\u00e1 em Portugal, e de maneira muito particular da Sua imensa devo\u00e7\u00e3o por Nossa Senhora e pelo Seu Santu\u00e1rio de F\u00e1tima\u201d, recordou D. Rapisarda que, na mesma homilia, relembrou as apari\u00e7\u00f5es de 1917, os pontos principais da mensagem de F\u00e1tima e a primeira visita, em Maio de 1982, de \u201cum peregrino especial, vestido de branco\u201d, que \u201cveio ajoelhar-se aqui diante de Nossa Senhora\u201d.     \u201cFoi a Ele (o Papa Jo\u00e3o Paulo II) que os tr\u00eas pastorinhos viram na apari\u00e7\u00e3o de 13 de Julho de 1917, na figura do Bispo vestido de branco que teria morrido se, como Ele mesmo confessou, n\u00e3o tivesse tido uma m\u00e3o maternal a segur\u00e1-lo no limiar da morte\u201d, recordou o Prelado que exortou os peregrinos a confiar em Nossa Senhora.  \u201cSe Nossa Senhora \u00e9 nossa M\u00e3e, ent\u00e3o merece toda a nossa confian\u00e7a, n\u00e3o poder\u00e1 fazer-nos duvidar do seu amor por n\u00f3s, porque jamais nos abandonar\u00e1. N\u00e3o foi, porventura, a convic\u00e7\u00e3o do Seu amor por n\u00f3s que moveu os nossos passos para este lugar sagrado, a parar diante da Sua doce imagem e a ficar com Ela? Viemos de diferentes lugares de Portugal e de outros pa\u00edses, cada um de n\u00f3s transportando no \u00e2nimo o peso dos pr\u00f3prios problemas e das dificuldades que nos angustiam, para entregar a Nossa Senhora as nossas alegrias e as nossas penas, as nossas esperan\u00e7as e as nossas frustra\u00e7\u00f5es, porque temos confian\u00e7a n\u2019Ela, porque acreditamos no seu amor por n\u00f3s, porque estamos certos de que nos ouvir\u00e1 e nos far\u00e1 sentir a Sua palavra de conforto e de consola\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou ao grupo de peregrinos presentes na Capelinha.     Reiterando as palavras que a Irm\u00e3 L\u00facia escreveu nas suas Mem\u00f3rias \u2013 \u201cEm Portugal conservar-se-\u00e1 sempre o dogma da f\u00e9\u201d \u2013 D. Rapisarda pediu aos crist\u00e3os, e em especial aos portugueses, que n\u00e3o se dispensem de continuar a \u201csermos fi\u00e9is ao testemunho de vida crist\u00e3 que somos chamados a cultivar e a praticar. \u201cFoi-me muito consolador verificar, e pude faz\u00ea-lo durante a minha perman\u00eancia no Pa\u00eds, como o bom povo portugu\u00eas n\u00e3o se inibe de professar as pr\u00f3prias convic\u00e7\u00f5es religiosas, quer em privado, quer em p\u00fabico, profundamente enla\u00e7ado com as suas nobres tradi\u00e7\u00f5es alimentadas pela seiva do Evangelho de Cristo\u201d, disse no final da homilia que terminou com uma ora\u00e7\u00e3o pelo mundo, para que \u201ca f\u00e9 cintile forte e penetre no fundo da alma de todos os povos da Europa e do mundo, para que todos possamos viver e sentir-nos filhos de Deus e de Nossa Senhora\u201d.     D. Alfio Rapisarda completou, no dia 2 de Setembro, 75 anos de idade, o limite imposto pelo direito can\u00f3nico para o exerc\u00edcio do cargo de N\u00fancio Apost\u00f3lico. Desempenhou sucessivamente diversas fun\u00e7\u00f5es junto das Representa\u00e7\u00f5es Pontif\u00edcias nas Honduras, no Brasil, na Fran\u00e7a, na Jugosl\u00e1via e no L\u00edbano. Foi nomeado N\u00fancio Apost\u00f3lico na Bol\u00edvia a 22 de Abril de 1979, Pro-N\u00fancio Apost\u00f3lico no Zaire a 29 de Janeiro de 1985, N\u00fancio Apost\u00f3lico no Brasil a 2 de Junho de 1992 e de Portugal a 12 de Outubro de 2002.    <i> LeopolDina Sim\u00f5es, Sala de Imprensa &#8211; Santu\u00e1rio de F\u00e1tima <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00fancio foi a F\u00e1tima homenagear um povo que \u00abn\u00e3o se inibe de professar as pr\u00f3prias convic\u00e7\u00f5es religiosas\u00bb<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[120,122,188,203,207,237,297],"class_list":["post-34895","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-bento-xvi","tag-brasil","tag-direito-canonico","tag-europa","tag-fatima","tag-joao-paulo-ii","tag-santa-se"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34895","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34895"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34895\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34895"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34895"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34895"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}