{"id":34746,"date":"2008-10-18T15:57:59","date_gmt":"2008-10-18T15:57:59","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/10\/18\/mensagem-pastoral-da-conferencia-episcopal-de-angola-e-sao-tome\/"},"modified":"2008-10-18T15:57:59","modified_gmt":"2008-10-18T15:57:59","slug":"mensagem-pastoral-da-conferencia-episcopal-de-angola-e-sao-tome","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/mensagem-pastoral-da-conferencia-episcopal-de-angola-e-sao-tome\/","title":{"rendered":"Mensagem Pastoral da Confer\u00eancia Episcopal de Angola e S\u00e3o Tom\u00e9"},"content":{"rendered":"<p>\u00abO Nosso Viver e Agir em Cristo\u00bb <!--more--> <i>Introdu\u00e7\u00e3o<\/i> 1. \u201cEu sou a videira, v\u00f3s os ramos; quem est\u00e1 em Mim e Eu nele, esse d\u00e1 muito fruto, porque sem Mim nada podeis fazer\u201d (Jo 15,5). \u00c9 assim que Cristo nos fala da Sua uni\u00e3o connosco. Viver em Cristo \u00e9 estar e agir unido a Ele. O Senhor \u00e9 a fonte da vida e o crist\u00e3o \u00e9 chamado a estar em permanente uni\u00e3o com essa fonte.  Dentro do plano pastoral da CEAST, depois de, nos anos anteriores, termos meditado sobre o an\u00fancio de Jesus Cristo e o Seu mist\u00e9rio de salva\u00e7\u00e3o bem como sobre a santifica\u00e7\u00e3o como contempla\u00e7\u00e3o e celebra\u00e7\u00e3o do mist\u00e9rio do Senhor na liturgia e nos sacramentos, durante estes dois pr\u00f3ximos anos debru\u00e7ar-nos-emos sobre o nosso viver em Cristo. No primeiro ano, iremos reflectir sobre o aspecto pessoal do nosso viver em Cristoe, no segundo ano, debru\u00e7ar-nos-emos sobre a dimens\u00e3o social do mesmo viver.   2. Pretendemos, pois, renovar e aprofundar a nossa vida crist\u00e3, o modo de seguir o Senhor e de O ter presente em todas as actividades e no nosso cora\u00e7\u00e3o. Cristo \u00e9 a refer\u00eancia necess\u00e1ria do crist\u00e3o. Somos, pois, convidados, durante este ano, a fazer uma an\u00e1lise s\u00e9ria sobre o nosso viver. Assim, com o ideal evang\u00e9lico das Bem-aventuran\u00e7as, os caminhos da vida que s\u00e3o os mandamentos e a an\u00e1lise da nossa caridade pelas obras de miseric\u00f3rdia, somos interpelados a fazer de Cristo o centro da nossa exist\u00eancia, realizando em n\u00f3s toda uma transforma\u00e7\u00e3o de vida que nos leve a dizer com S\u00e3o Paulo: \u201cO meu viver \u00e9 Cristo\u201d(Fl 1,21); \u201cVivo, mas j\u00e1 n\u00e3o sou eu que vivo, \u00e9 Cristo que vive em mim\u201d (Gl 2,20). Nesta \u201cMensagem Pastoral\u201d, n\u00e3o queremos abordar todos os aspectos da vida crist\u00e3, mas alguns pontos que nos parecem mais urgentes como resposta aos desafios do mundo de hoje. Partimos, para a nossa reflex\u00e3o de: Jesus Cristo Filho de Deus,Jesus Cristo Servo, Jesus Cristo Peregrino, E terminamos chamando a aten\u00e7\u00e3o para a necessidade de formarmos rectamente a consci\u00eancia moral.   <i>A &#8211; A identidade moral do Crist\u00e3o<\/i>  <b>Jesus Cristo Filho de Deus Pai<\/b> 3. A principal caracter\u00edstica da \u201cespiritualidade\u201d de Jesus brota da sua consci\u00eancia de ser \u201co Filho muito amado do Pai\u201d. Como consequ\u00eancia, toda a Sua actividade \u00e9 viver este seu \u201cser Filho\u201d, na uni\u00e3o, na ora\u00e7\u00e3o, na obedi\u00eancia amorosa e total \u00e0 vontade do Pai. Tamb\u00e9m o disc\u00edpulo de Jesus est\u00e1 convidado a viver primeiramente como filho de Deus, filho no Filho, com o Esp\u00edrito de Jesus e imitando-O.   4. Daqui brotam as atitudes fundamentais do disc\u00edpulo: &#8211; Conhecer e amar cada vez mais o verdadeiro Rosto de Deus, fazendo da leitura e medita\u00e7\u00e3o da Palavra de Deus alimento di\u00e1rio da nossa vida e lugar de revela\u00e7\u00e3o do Rosto do Pai. &#8211; Como filhos, buscar a intimidade com o Pai na ora\u00e7\u00e3o, nos seus v\u00e1rios tipos: adora\u00e7\u00e3o, louvor, ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as e s\u00faplica. &#8211; Fazer a vontade do Pai em tudo, sempre e a qualquer custo, at\u00e9 com o da pr\u00f3pria vida. Pretender que seja Deus a fazer a nossa vontade \u00e9 transform\u00e1-lo num criado nosso. Deus \u00e9 o Pai e n\u00e3o um comerciante que se deixa comover pelas nossas mais ou menos abundantes doa\u00e7\u00f5es. Esta t\u00e1ctica \u201ccomercialista\u201d com Deus \u00e9 totalmente alheia ao esp\u00edrito crist\u00e3o. &#8211; Evitar toda e qualquer forma de pecado, que \u00e9 desobedi\u00eancia e ofensa ao amor do Pai. Um dos pecados \u00e9 a falta de confian\u00e7a em Deus, que leva pessoas a crer na feiti\u00e7aria e a procurar nela a solu\u00e7\u00e3o dos seus problemas, caindo no medo e na escravid\u00e3o de poderes reais ou imagin\u00e1rios, esquecendo que somos filhos e n\u00e3o escravos.   Nesta nossa caminhada de filhos, tenhamos consci\u00eancia de que \u00e9 o Esp\u00edrito de Jesus que nos conduz, \u00e9 Ele que nos transforma e anima, contando com a abertura do nosso cora\u00e7\u00e3o ao mesmo Esp\u00edrito e a nossa coopera\u00e7\u00e3o consciente, generosa, alegre e firme.   <b>Jesus Cristo Servo<\/b> 5. Cristo, feito homem, apresenta-se-nos com a figura de servo. O seu caminhar, desde o nascimento \u00e0 cruz, est\u00e1 marcado pelo ideal de servi\u00e7o, pela proximidade com os pequenos, os pobres, os marginalizados. A sua palavra \u00e9 bem clara: \u201cQuem entre v\u00f3s quiser ser o primeiro seja vosso escravo. Ser\u00e1 como o Filho do Homem, que n\u00e3o veio para ser servido, mas para servir e dar a vida pelo resgate de muitos\u201d (Mt 20,27-28). O epis\u00f3dio do lava-p\u00e9s, descrito no evangelho de Jo\u00e3o, \u00e9 express\u00e3o eloquente deste esp\u00edrito que Ele quer ver presente nos seus disc\u00edpulos. Este gesto \u00e9 express\u00e3o da sua entrega total por n\u00f3s e antecipa o acto supremo da sua Morte e Ressurrei\u00e7\u00e3o. \u201cDepois de amar os seus que estavam no mundo, amou-os at\u00e9 ao fim\u201d(Jo 13,1). \u00c9 necess\u00e1rio aceitar este esp\u00edrito de servi\u00e7o para ficar vinculados a Cristo. \u201cSe n\u00e3o te lavo os p\u00e9s, n\u00e3o ter\u00e1s parte comigo\u201d(Jo 13, 8), dizia Ele a Pedro. Todos somos chamados a reproduzir em n\u00f3s os tra\u00e7os do Cristo servo: no amor transbordante, no amor que \u00e9 perd\u00e3o, compreens\u00e3o, escuta, apoio e disponibilidade: \u201cDei-vos o exemplo para que, assim como eu fiz, v\u00f3s fa\u00e7ais tamb\u00e9m\u201d (Jo 13,15).   6. Esta total disponibilidade e amor para com os outros afecta a nossa identidade crist\u00e3 e o nosso agir no di\u00e1logo com o mundo e na miss\u00e3o de sermos fermento de humaniza\u00e7\u00e3o e sacramento de salva\u00e7\u00e3o. Num mundo tantas vezes marcado pela crueldade, pelo culto do ego e pelo hedonismo, temos de viver o segue-me do Mestre com todas as consequ\u00eancias. Somos chamados, com Cristo, a sermos sinal de contradi\u00e7\u00e3o, a n\u00e3o aceitarmos a l\u00f3gica do mundo, a mostrar \u00e0 sociedade de hoje que s\u00f3 o amor e o servi\u00e7o libertam e fazem de todos n\u00f3s uma \u00fanica fam\u00edlia de Deus, uma comunidade de irm\u00e3os.             <b>Jesus Cristo Peregrino<\/b> 7. A Igreja sente-se, como Cristo, peregrina no meio dos homens e do mundo. A passagem dos disc\u00edpulos de Ema\u00fas (Lc 24,13-35) reflecte bem a sua e a nossa voca\u00e7\u00e3o. Como em Ema\u00fas, tamb\u00e9m hoje o Senhor desce \u00e0s estradas que percorremos para se fazer nosso companheiro de viagem e nos animar a prosseguir a nossa caminhada. Os disc\u00edpulos de Ema\u00fas caracterizam bem o homem de hoje e o homem de todos os tempos. A vida crist\u00e3 \u00e9 toda ela uma experi\u00eancia de caminho, uma peregrina\u00e7\u00e3o. E assim como Cristo veio ao encontro dos disc\u00edpulos, tamb\u00e9m n\u00f3s somos convidados a ir ao encontro dos irm\u00e3os, sobretudo daqueles que v\u00e3o caminhando sem esperan\u00e7a, sem futuro. A Confer\u00eancia Episcopal Italiana, a este prop\u00f3sito, diz: \u201cOs dois disc\u00edpulos de Ema\u00fas exprimem bem a situa\u00e7\u00e3o do homem contempor\u00e2neo, desconsolado pelo fim das falsas seguran\u00e7as e f\u00e1ceis esperan\u00e7as que, \u00e0s vezes, at\u00e9 o afastam de Cristo e da Sua Igreja, na busca de conforto e de ideais pelos quais lutar, acreditar e esperar\u201d (ECC 5 ECEI 3\/2659). No epis\u00f3dio de Ema\u00fas, Cristo levou os disc\u00edpulos ao encontro do sentido da vida, partindo da experi\u00eancia. No nosso mundo, torna-se necess\u00e1ria uma proposta da f\u00e9 crist\u00e3 e um coerente empenho para colmatar este vazio e abrir caminhos de esperan\u00e7a. H\u00e1 que afirmar Cristo como a VERDADE, em contraste com o relativismo moral e religioso que campeia livremente ao nosso redor.   8. O homem \u00e9 peregrino, mas rumo a qu\u00ea? N\u00e3o pode circunscrever-se aos limites de si pr\u00f3prio ou do nosso mundo. A sua peregrina\u00e7\u00e3o \u00e9 para \u201cal\u00e9m de si mesmo\u201d. Ema\u00fas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 um ponto de chegada, \u00e9 tamb\u00e9m um ponto de partida. Os disc\u00edpulos, depois de reconhecerem Jesus ressuscitado, v\u00e3o pressurosos ao encontro dos amigos para curar a cegueira deles, para lhes anunciar que Cristo est\u00e1 vivo, que h\u00e1 raz\u00f5es para a esperan\u00e7a. Somos residentes ou peregrinos? Uma das tenta\u00e7\u00f5es do homem \u00e9 querer fazer da terra a sua p\u00e1tria definitiva, do dinheiro a sua riqueza, das suas conquistas os seus amores. Contudo a verdade da vida \u00e9 que a p\u00e1tria terrestre \u00e9 passagem, os bens s\u00e3o meios para a viagem e as amizades s\u00e3o companheiros num caminho para um outro amor maior.               9. A f\u00e9 no Ressuscitado p\u00f5e-nos em marcha para o encontro definitivo com o Senhor. Como comunidade de ressuscitados, aspiramos \u00e0 completa realiza\u00e7\u00e3o da salva\u00e7\u00e3o, que s\u00f3 se realiza quando Cristo for tudo em todas as coisas, na parusia final, na VIDA ETERNA. Quando os bens da terra, ou a experi\u00eancia nos fecham nos limites do vivido, ent\u00e3o em n\u00f3s morreu a esperan\u00e7a. Fomos criados para a eternidade, por isso tem sentido proclamarmos: Vem Senhor Jesus! J\u00e1 que s\u00f3 nele o nosso cora\u00e7\u00e3o pode encontrar repouso.   <i>B \u2013 Algumas considera\u00e7\u00f5es sobre a consci\u00eancia moral<\/i> 10. Para se viver com verdade o mist\u00e9rio de Cristo nas nossas vidas, \u00e9 importante valorizar a consci\u00eancia moral da pessoa. Por isso, n\u00f3s, Bispos da CEAST, queremos das algumas orienta\u00e7\u00f5es sobre este tema.   <b>Ouvir a consci\u00eancia<\/b> 11. O agir crist\u00e3o tem como elemento importante uma consci\u00eancia bem formada, pois como diz o CIC n \u00ba 1783: \u201c\u00c9 pelo ju\u00edzo da sua consci\u00eancia que o homem tem a percep\u00e7\u00e3o e reconhece as prescri\u00e7\u00f5es da lei divina\u201d. Tamb\u00e9m o Conc\u00edlio Vaticano II, na \u201cGaudium et Spes\u201d, no n\u00ba16 afirma: \u201c No fundo da consci\u00eancia, o homem descobre uma lei, que n\u00e3o se imp\u00f4s a si mesmo, mas \u00e0 qual deve obedecer e cuja voz ressoa oportunamente aos ouvidos do seu cora\u00e7\u00e3o, convidando-o a fazer o bem e a evitar o mal;(\u2026) Na verdade o homem tem uma lei escrita no cora\u00e7\u00e3o; (\u2026)A consci\u00eancia \u00e9 o n\u00facleo mais secreto do homem, e o santu\u00e1rio onde ele est\u00e1 a s\u00f3s com Deus.\u201d   <b>Educar a consci\u00eancia<\/b> 12. Uma das tarefas mais importantes, hoje, \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de uma consci\u00eancia recta, verdadeira e certa, j\u00e1 queum dos maiores dramas \u00e9 a destrui\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica da consci\u00eancia, que vai a par com a destrui\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia de pecado. Mesmo dentro das comunidades crist\u00e3s dos nossos pa\u00edses, a consci\u00eancia err\u00f3nea est\u00e1 presente em muitos campos, devido \u00e0s experi\u00eancias pol\u00edticas e outras que vivemos nos \u00faltimos dec\u00e9nios e \u00e0 ignor\u00e2ncia religiosa. \u00c9 necess\u00e1rio enfrentar, na catequese e na forma\u00e7\u00e3o pastoral, a forma\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia. \u00c9 certamente um plano para toda a vida e em todas as facetas da moral crist\u00e3. A sensibilidade da consci\u00eancia na vida crist\u00e3 \u00e9 uma das melhores condi\u00e7\u00f5es para garantir o crescimento espiritual.   <i>Alguns desafios a uma consci\u00eancia bem formada<\/i> 13. H\u00e1 que afirmar o facto de assistirmos hoje, no nosso mundo, a uma tentativa generalizada de deforma\u00e7\u00e3o moral, muitas vezes patrocinada por governos, parlamentos e institui\u00e7\u00f5es internacionais; veiculada pelos potentes meios de comunica\u00e7\u00e3o social; financiada por fundos p\u00fablicos e de poderosas institui\u00e7\u00f5es. H\u00e1 uma promo\u00e7\u00e3o de ideias que desvalorizam a institui\u00e7\u00e3o familiar, advogam a liberaliza\u00e7\u00e3o do aborto e outras formas atentat\u00f3rias da vida humana, favorecem a explora\u00e7\u00e3o de menores e da mulher, entre outras. Perante este panorama, a Igreja continua a afirmar o seu empenho pela causa da vida da concep\u00e7\u00e3o at\u00e9 \u00e0 morte, a afirma\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia como c\u00e9lula fundamental da sociedade, o respeito pela pessoa humana e sua dignidade.   <b>Conclus\u00e3o<\/b>  14. Para este Ano Pastoral, n\u00f3s, Bispos de Angola e S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe, pretendemos, pois, levar o Povo de Deus a fazer uma revis\u00e3o profunda da viv\u00eancia da sua f\u00e9 em Jesus Cristo. Acreditar em Cristo implica optar pela sua Verdade, pela sua op\u00e7\u00e3o pelos mais pobres, por uma vida orientada por valores morais consistentes. Acreditar em Cristo, significa abrirmo-nos ao seu Esp\u00edrito, viver de verdade como filhos de Deus, fazermo-nos servos uns dos outros, trabalhar pela paz e a justi\u00e7a, lutar pela dignidade da pessoa humana, optar pela VIDA. Somos conscientes das dificuldades que tantos irm\u00e3os nossos vivem no seu dia a dia, numa luta di\u00e1ria pela sobreviv\u00eancia, e manifestamos para com eles a nossa solidariedade, apelando a que todas as for\u00e7as sociais e pol\u00edticas se unam para irradicar estas situa\u00e7\u00f5es de pobreza. Lan\u00e7amos tamb\u00e9m um apelo aos nossos pastores, aos v\u00e1rios grupos eclesiais, a todos os crist\u00e3os em geral e \u00e0s pessoas de boa-vontade, que assumam o ideal do evangelho na sua vida e se mantenham firmes na viv\u00eancia desses ideais n\u00e3o se deixando iludir por ideias vazias de conte\u00fado moral, ausentes de Deus. Ao mesmo tempo, fa\u00e7a-se uma an\u00e1lise s\u00e9ria sobre como se est\u00e1 a viver a f\u00e9 num mundo que tantos desafios nos apresenta, exigindo cada vez mais autenticidade e unidade entre o crer e o agir.   15. Que Maria nos acompanhe neste subir para Deus e nos guie nos nossos caminhos de ser aut\u00eanticos seguidores de Cristo, fermento do mundo, formadores de verdadeiras comunidades de f\u00e9. E que S\u00e3o Paulo, o grande ap\u00f3stolo, neste Ano a ele dedicado, sirva tamb\u00e9m de modelo para todos n\u00f3s no an\u00fancio do evangelho, na den\u00fancia das situa\u00e7\u00f5es de pobreza e injusti\u00e7a e como testemunhas dos valores do Reino.   <i>Luanda, 15 de Outubro de 2008, na festividade de Santa Teresa de Jesus   Os Bispos da CEAST <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00abO Nosso Viver e Agir em Cristo\u00bb<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[93,106,127,144,199,206,246,294,304,314],"class_list":["post-34746","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-aborto","tag-angola","tag-catequese","tag-concilio-vaticano-ii","tag-espiritualidade","tag-familia","tag-liturgia","tag-sacramentos","tag-sao-tome-e-principe","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34746","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34746"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34746\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34746"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34746"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34746"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}