{"id":3436,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/a-opiniao-de-empresarios-e-gestores-portugueses-sobre-a-escola\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"a-opiniao-de-empresarios-e-gestores-portugueses-sobre-a-escola","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/a-opiniao-de-empresarios-e-gestores-portugueses-sobre-a-escola\/","title":{"rendered":"A Opini\u00e3o de Empres\u00e1rios e Gestores Portugueses sobre a Escola"},"content":{"rendered":"<p>Estudo da APEME sobre a realidade escolar n\u00e3o superior <!--more-->  Sum\u00e1rio Executivo  A ACEGE e a AEEP promoveram a realiza\u00e7\u00e3o de um estudo de opini\u00e3o sobre o modo como a Escola n\u00e3o superior em Portugal \u00e9, hoje, vista por Empres\u00e1rios e Gestores. Optou-se por uma metodologia qualitativa, tendo-se realizado entre Abril e Agosto de 2002 um total de 28 entrevistas individuais aprofundadas. O trabalho de campo e an\u00e1lise de conte\u00fado \u00e9 da responsabilidade da Empresa APEME- \u00c1rea de Planeamento e Estudos de Mercado, Lda. Apresenta-se, agora, o Sum\u00e1rio Executivo do Estudo com o objectivo de contribuir para o debate de um tema efectivamente estrat\u00e9gico e do qual a Comunidade Empresarial n\u00e3o quer, nem deve, ficar de fora.   O DIAGN\u00d3STICO  A Escola \u2013 b\u00e1sica e secund\u00e1ria \u2013 \u00e9 percebida, antes de mais, como uma institui\u00e7\u00e3o algo desarticulada, uma institui\u00e7\u00e3o pouco admirada. A Escola n\u00e3o se articula com o meio em que se insere e pouco tem em conta o futuro profissional dos seus alunos. No seu interior ela re\u00fane din\u00e2micas pouco convergentes dos principais actores: alunos, professores e pais. No seu exterior, a agenda da comunidade vai correndo de modo independente ao que se passa e ao que se poderia esperar da Escola.  A Escola actual tende a colocar-se numa posi\u00e7\u00e3o de neutralidade, de alguma indiferen\u00e7a perante as din\u00e2micas sociais, aparentando evidente dificuldade em encontrar o seu papel.  Gestores e Empres\u00e1rios sentem que h\u00e1 heterogeneidade de situa\u00e7\u00f5es, que n\u00e3o haver\u00e1 uma escola \u2013 tipo. No meio daquele panorama de fraca articula\u00e7\u00e3o entre Escola e Vida , haver\u00e1 escolas de qualidade, experi\u00eancias bem sucedidas de ensino e aprendizagem \u2013 mas n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil encontrar um padr\u00e3o, uma l\u00f3gica, por onde possa passar a explica\u00e7\u00e3o mais estrutural desses sucessos. E, sobretudo, constata-se o isolamento das escolas que t\u00eam melhores pr\u00e1ticas, a incapacidade ou desinteresse em quererem aprender umas com as outras.  Escolas P\u00fablicas e Privadas  Esta dificuldade em encontrar um padr\u00e3o de sucesso torna-se mais clara, quando se analisa o bin\u00f3mio Escola P\u00fablica- Escola Privada: \u00e9 que as diferen\u00e7as n\u00e3o se centram no essencial, antes em circunst\u00e2ncias exteriores ao processo educativo. Assim, caracteriza-se o Ensino P\u00fablico como fortemente perme\u00e1vel ao meio em que uma dada Escola se situa \u2013 a sua qualidade \u00e9 reflexo do meio. Junta-se, ainda uma ideia de que pode haver mais ou menos \u201csorte\u201d na aloca\u00e7\u00e3o de recursos humanos.  Quanto ao Ensino Privado o seu principal tra\u00e7o distintivo residir\u00e1 na dimens\u00e3o de Seguran\u00e7a que oferece aos seus alunos. Encontram-se neste segmento, algumas Marcas de Prest\u00edgio \u2013 quase sempre identific\u00e1veis, em primeiro lugar a partir da qualidade das infra estruturas, de recursos e equipamentos. S\u00e3o poucas as refer\u00eancias positivas criadas a partir do valor percebido do projecto educativo da Escola \u2013 projectos geralmente atribu\u00eddos \u00e0 pr\u00f3pria hist\u00f3ria e tradi\u00e7\u00e3o do estabelecimento.  Dos aspectos mais criticados do actual panorama da Escola ressalta a aus\u00eancia de um Projecto Educativo pr\u00f3prio para cada escola. Empres\u00e1rios e Gestores observam que a interac\u00e7\u00e3o \u00fanica que haver\u00e1 em cada comunidade educativa, com alunos, professores e fam\u00edlias concretas inseridos em meios sociais e econ\u00f3micos espec\u00edficos, pouco  est\u00e1 reflectida na pr\u00e1tica e no horizonte de cada Escola. N\u00e3o h\u00e1, aparentemente, um trabalho de cria\u00e7\u00e3o de uma Proposta de Valor que assegure bons n\u00edveis de Efic\u00e1cia e de Responsabiliza\u00e7\u00e3o.  O Desempenho dos Professores  A figura do Professor \u00e9 objecto de reflex\u00e3o cr\u00edtica neste Estudo. Estabelecendo inevit\u00e1veis compara\u00e7\u00f5es entre os Quadros que t\u00eam nas suas empresas e o Professor, como \tQuadro da Institui\u00e7\u00e3o Escola, Empres\u00e1rios e Gestores interrogam-se acerca da genuinidade da Voca\u00e7\u00e3o para muitos dos professores, o que trar\u00e1 consigo fortes limites \u00e1 sua capacidade de motiva\u00e7\u00e3o dos alunos. Observam uma queda acentuada do prest\u00edgio social da classe docente.  Admite-se que o Professor se tenha acomodado a uma Escola rotinada na gest\u00e3o do dia a dia. Mas, sobretudo, salienta-se que a aus\u00eancia de mecanismos (essenciais nas empresas) da Avalia\u00e7\u00e3o de Desempenho pode impedir o desenvolvimento profissional do Professor, contribuindo para um c\u00edrculo vicioso de perda de relev\u00e2ncia e de estatuto da classe.   A Fragilidade das Fam\u00edlias  A situa\u00e7\u00e3o torna-se mais pertinente se tivermos em conta uma outra dimens\u00e3o presente no discurso de Empres\u00e1rios e Gestores: a fragilidade do Actor Fam\u00edlia. Est\u00e1 muito presente a ideia de que a press\u00e3o que se exerce sobre as fam\u00edlias urbanas opera fortes desvios educacionais, f\u00e1ceis ced\u00eancias a uma l\u00f3gica de consumismo acr\u00edtico. A Fam\u00edlia, ela pr\u00f3pria fragmentada, n\u00e3o consegue ajudar a produzir discursos de s\u00edntese, n\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es para articular \u2013 na sua pr\u00e1tica quotidiana \u2013 a experi\u00eancia trazida da escola.         Por outro lado, a circunst\u00e2ncia de a Fam\u00edlia ser uma estrutura natural onde se manifesta a vida profissional, onde h\u00e1 membros \u2013 os pais \u2013 que t\u00eam uma experi\u00eancia di\u00e1ria do que \u00e9 trabalhar, aplicar conhecimentos, \u00e9 uma realidade aparentemente desperdi\u00e7ada.   A necessidade de Disciplina  O diagn\u00f3stico pode ser completado com um t\u00f3pico, que est\u00e1 de volta: a Disciplina. Reconhece-se a incomodidade do assunto, presente que ainda est\u00e1 a mem\u00f3ria do autoritarismo de outros tempos. Mas tamb\u00e9m se reconhece a prem\u00eancia de introduzir uma nova forma de comportamento individual e de grupo, assente na responsabiliza\u00e7\u00e3o das ac\u00e7\u00f5es, no entendimento e acatamento de regras, na capacidade de p\u00f4r ordem em sistemas cada vez mais din\u00e2micos e imprevis\u00edveis.  Para quem participou neste Estudo, a Escola actual apresenta um perigoso deficit nesta mat\u00e9ria. A fraca aposta na Disciplina, na Organiza\u00e7\u00e3o do Trabalho, aumenta significativamente a descaracteriza\u00e7\u00e3o da Escola, deixando-a presa f\u00e1cil da \u201cdesordem social\u201d vivida fora dos muros. De um modo mais vasto, a Escola ao n\u00e3o conseguir imprimir no seu interior um ambiente de Disciplina Inteligente, n\u00e3o est\u00e1 a equipar os alunos para enfrentar a Complexidade.    UMA NOVA PERSPECTIVA  Desenha-se uma Escola que seja um Espa\u00e7o \u2013 Experi\u00eancia focalizado na Educa\u00e7\u00e3o completa de crian\u00e7as e jovens, que se saiba situar no in\u00edcio de uma fileira que culminar\u00e1 na actividade social e economicamente produtiva, criadora de riqueza humana e proporcionadora do desenvolvimento da comunidade nacional.  Pelas entrevistas v\u00e3o passando os tra\u00e7os de uma Escola Imaginada: uma institui\u00e7\u00e3o que consiga viver numa tens\u00e3o cont\u00ednua entre Viver, Fazer e Pensar o que acontece. Que seja capaz de Integrar o Conhecimento que vai sendo gerado, em vez de o deixar em camadas soltas. Pede-se treino efectivo para a Mobilidade, para o Imprevisto, gerando mais modelos de compreens\u00e3o da realidade viva do que conte\u00fados de arquivo, est\u00e1ticos.  Pede-se significativamente uma Escola que forme para a Iniciativa, para a Extrovers\u00e3o, desenvolvendo pessoas inteiras \u2013 intelectual, emocional, moral e fisicamente \u2013 que saibam criar um espa\u00e7o pr\u00f3prio de express\u00e3o pessoal, motivados pela procura de solu\u00e7\u00f5es para uma situa\u00e7\u00e3o e n\u00e3o pela reac\u00e7\u00e3o a uma cadeia autom\u00e1tica de comando.  Empres\u00e1rios e Gestores convidam a  Escola a desdramatizar o conceito de Empresa, de Mercado, abandonando preconceitos no que respeita \u00e1 rela\u00e7\u00e3o entre universo escolar e universo empresarial. Importar\u00e1 reconsiderar o Valor do Trabalho, come\u00e7ando ali\u00e1s pela pr\u00f3pria Escola e pelos seus profissionais.   Aponta-se, ent\u00e3o, para uma Escola capaz de realizar uma dupla opera\u00e7\u00e3o: apresentar um Ponto de Vista sobre o Mundo, elencar e defender Valores que decorram desse Olhar e, ao mesmo tempo, trabalhar para n\u00edveis de adequa\u00e7\u00e3o \u00e0s necessidades de Recursos Humanos concretos de uma dada comunidade, tendo em conta o seu plano estrat\u00e9gico de desenvolvimento.  O Papel Decisivo do Professor  Em todas as entrevistas realizadas \u00e9 vis\u00edvel que a mem\u00f3ria da Escola de inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia est\u00e1 ocupada por professores que marcaram os alunos de ent\u00e3o e ajudaram a estruturar a personalidade dos actuais adultos.   \u00c9 no Professor que se concentra a capacidade de transmitir Valores, de um modo imediatamente apreendido pelos alunos \u2013 mais do que conte\u00fados, s\u00e3o as atitudes que s\u00e3o registadas e que s\u00e3o incorporadas na vida dos jovens. De um bom Professor, os alunos esperam a capacidade de seleccionar o que \u00e9 relevante, de enquadrar e explicar a diversidade das coisas que se sucedem e se v\u00e3o aprendendo.  Respeitam-se mais os que deixam transparecer Convic\u00e7\u00e3o no que afirmam e que conseguem ser promotores persistentes do Trabalho em Equipa, dando-se a si pr\u00f3prios como exemplos de que s\u00f3 em conjunto, solidariamente, se podem atingir objectivos superiores.   Empres\u00e1rios e Gestores visualizam um Professor enquanto Quadro Qualificado de uma Organiza\u00e7\u00e3o, que tenha poder de decis\u00e3o \u2013 conquistado por m\u00e9rito \u2013 que se mova num ambiente de objectivos pr\u00e9- definidos, participados por si e constantemente em avalia\u00e7\u00e3o de progress\u00e3o e de resultados.   Um Aliado a conquistar  A revitaliza\u00e7\u00e3o da Escola, a realiza\u00e7\u00e3o de todo o seu potencial, requer a entrada em cena de um Actor pouco activo at\u00e9 ao momento: a Comunidade onde a Escola se insere, ao n\u00edvel de freguesia ou de munic\u00edpio ou mais imediatamente de bairro.  Uma aproxima\u00e7\u00e3o deste tipo afasta a ideia de uma Escola Implante num dado espa\u00e7o f\u00edsico e pode criar condi\u00e7\u00f5es para que a Escola se transforme numa Plataforma de Rela\u00e7\u00e3o entre grupos sociais habitualmente afastados entre si. Os entrevistados projectam situa\u00e7\u00f5es de encontro entre decisores no plano pol\u00edtico, econ\u00f3mico e pedag\u00f3gico e acreditam que a din\u00e2mica da\u00ed resultante pode ajudar a mudar a Escola no terreno.  A abertura deliberada da escola ao meio constitui uma pe\u00e7a essencial para definir um Curriculum mais relevante, mais atraente. Assim, a par de um refor\u00e7o te\u00f3rico expresso em disciplinas como Portugu\u00eas, Ingl\u00eas, Hist\u00f3ria, Matem\u00e1tica e Filosofia \u2013 esta na perspectiva de interroga\u00e7\u00e3o fundamental sobre o sentido da vida e que conduzir\u00e1, ali\u00e1s, ao centro do Projecto Educativo de cada Escola \u2013 os Empres\u00e1rios e Gestores estabelecem um curriculum, que precisa vitalmente de uma rela\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel com a Comunidade onde se situa a Escola.    Ser\u00e1 bom, por exemplo, que se institua uma Cadeira C\u00edvica com peso, que motive a n\u00edveis mais exigentes de responsabilidade social \u2013 uma cadeira a desenhar n\u00e3o de modo expositivo, mas com fei\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas, com exerc\u00edcios no pr\u00f3prio espa\u00e7o de Vizinhan\u00e7as.  Mas, importante tamb\u00e9m, a abordagem \u00e0 Tecnologia, a sensibilidade \u00e0 Inova\u00e7\u00e3o, o gosto de ver as \u00faltimas descobertas no momento da sua aplica\u00e7\u00e3o, admitindo-se que o potencial de aprendizagem que vem do contacto f\u00edsico com a realidade seja muito superior \u00e0 linguagem dos livros ou dos laborat\u00f3rios.  Um \u00faltimo n\u00edvel onde a abertura ao meio se torna fundamental \u00e9 o do Desporto, da express\u00e3o f\u00edsica das pessoas. Ao longo deste Estudo s\u00e3o muito frequentes as refer\u00eancias ao papel central que a actividade f\u00edsica, a express\u00e3o corporal, o n\u00edvel de apresenta\u00e7\u00e3o pessoal det\u00e9m no processo de forma\u00e7\u00e3o da personalidade. Este requisito poder\u00e1 ser mais facilmente atingido se a Comunidade onde se insira a Escola tenha uma vis\u00e3o de gest\u00e3o optimizada de recursos dispon\u00edveis.     QUAL PODE SER O CONTRIBUTO DAS EMPRESAS?  Empres\u00e1rios e Gestores assumem-se como partes interessadas na discuss\u00e3o e formula\u00e7\u00e3o do Sistema Educativo Portugu\u00eas. Entendem que podem contribuir, a partir da sua experi\u00eancia e vis\u00e3o do Mundo, no sentido de criar um progressivo ajustamento entre Escola e Sociedade.       No plano conceptual, acredita-se que h\u00e1 contributos a dar para uma nova linguagem, que passe a incluir aspectos como defini\u00e7\u00e3o de objectivos e luta por os atingir, compet\u00eancias de trabalho em equipa, orienta\u00e7\u00e3o em cen\u00e1rios complexos e imprevistos, naturalidade dos processos de avalia\u00e7\u00e3o de desempenho, indispensabilidade da qualidade em ambientes competitivos, sentido de gest\u00e3o de recursos.  Num plano mais pr\u00e1tico, trata-se de reavaliar os produtos e os servi\u00e7os de consumo, de os desconstruir \u2013 revelando o trabalho e o saber que est\u00e1 por detr\u00e1s de cada um, como ali est\u00e3o aplica\u00e7\u00f5es de aprendizagens recebidas na escola. Ser\u00e1 boa ideia reformular o modelo das tradicionais Visitas de Estudo (\u00e0s empresas), ampliando-as e produzindo reciprocidade com Visitas de Empresa (\u00e0s escolas). Poder\u00e1 ser introduzida a ideia de est\u00e1gios antecipados, para estudantes pr\u00e9 universit\u00e1rios, facilitando a ambienta\u00e7\u00e3o a uma pr\u00f3xima inser\u00e7\u00e3o profissional.  Os Empres\u00e1rios e Gestores entrevistados consideram ser fundamental aumentar a Qualidade do Emprego que est\u00e3o a oferecer aos seus Colaboradores. Este sentido de responsabilidade dever\u00e1 ser apurado, de modo a permitir \u00e0s Fam\u00edlias uma maior elasticidade de tempo para dedicar ao acompanhamento dos seus filhos.  O Estudo revela que h\u00e1 da parte dos Empres\u00e1rios e Gestores uma disponibilidade e gosto em criar mecanismos de aproxima\u00e7\u00e3o aos Professores. A cria\u00e7\u00e3o de estruturas flex\u00edveis que juntassem estas classes e que levassem a uma melhor compreens\u00e3o m\u00fatua poderia ser um bom contributo deste Trabalho de Pesquisa Qualitativa.     <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo da APEME sobre a realidade escolar n\u00e3o superior<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[96,154,187,193,206],"class_list":["post-3436","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-acege","tag-crianca","tag-diocese-do-porto","tag-educacao","tag-familia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3436","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3436"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3436\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3436"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3436"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3436"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}