{"id":34044,"date":"2008-09-10T16:48:52","date_gmt":"2008-09-10T16:48:52","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/09\/10\/homilia-do-bispo-do-porto-no-inicio-do-ano-pastoral-2008-2009\/"},"modified":"2008-09-10T16:48:52","modified_gmt":"2008-09-10T16:48:52","slug":"homilia-do-bispo-do-porto-no-inicio-do-ano-pastoral-2008-2009","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-do-porto-no-inicio-do-ano-pastoral-2008-2009\/","title":{"rendered":"Homilia do Bispo do Porto no in\u00edcio do ano pastoral 2008-2009"},"content":{"rendered":"<p>Amados irm\u00e3os e irm\u00e3s, car\u00edssimos diocesanos   Abrimos o novo ano pastoral com a celebra\u00e7\u00e3o festiva da Dedica\u00e7\u00e3o da nossa Catedral do Porto. Permite-o o calend\u00e1rio, neste dia 9 de Setembro, e sugere-o a liturgia pr\u00f3pria, t\u00e3o rica e motivadora. Dedicar um templo, ainda mais episcopal, \u00e9 significar a Igreja, tamb\u00e9m ela \u201ccorpo\u201d de Cristo no mundo, enquanto participamos pelo Esp\u00edrito no seu mist\u00e9rio pascal. S\u00e9culo ap\u00f3s s\u00e9culo, proclamou-se aqui uma Palavra, celebraram-se os seus Sacramentos, estreitou-se tal comunh\u00e3o, que, qual fonte transbordante, a vida de Cristo se alargou e alarga num \u201ccorpo\u201d de testemunhas para a cidade e al\u00e9m dela. Como sabemos, o presente ano pastoral pretende o crescimento de todos e de cada um na corresponsabilidade para a miss\u00e3o, preparando com S\u00e3o Paulo a miss\u00e3o diocesana de 2010. Neste templo matricial de todos os outros da nossa Diocese recome\u00e7amos n\u00f3s agora, para a actividade de sempre: actividade do Esp\u00edrito que, em Cristo, nos dedica ao Pai; actividade do Esp\u00edrito que, a partir do Pai, nos oferece com Cristo ao mundo. Com a vossa presen\u00e7a geral e espec\u00edfica, de um novo vig\u00e1rio geral da Diocese, de novos vig\u00e1rios da vara e adjuntos e de professores de Educa\u00e7\u00e3o Moral e Religiosa Cat\u00f3lica, deter-me-ei em dois pontos que considero priorit\u00e1rios. Enuncio-os assim: comunidade e cultura.  Dizer comunidade \u00e9 dizer Igreja, em cada uma das suas concretiza\u00e7\u00f5es s\u00f3cio-pastorais, par\u00f3quia, congrega\u00e7\u00e3o ou grupo. N\u00e3o h\u00e1 outro modo de crescer em Cristo, nem de experimentar normalmente a sua vida ressuscitada e ressuscitadora, primeiro e constante objectivo de tudo quanto fa\u00e7amos como Igreja. A Igreja existe para que a P\u00e1scoa de Cristo seja anunciada, celebrada, convivida e oferecida, o que acontece precisamente na comunidade crist\u00e3. Tempos houve em que a comunidade crist\u00e3 contrastaria \u201cde mais\u201d com um mundo que a rejeitava, como acontece ainda onde n\u00e3o h\u00e1 liberdade religiosa, nem crit\u00e9rio crist\u00e3o. Sucederam-se outros em que o faria \u201cde menos\u201d, quase se resumindo \u00e0 pretensa sacraliza\u00e7\u00e3o dum mundo que at\u00e9 desistia de se converter\u2026 E n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil apurar como ainda persistem, sob apar\u00eancias crist\u00e3s, resqu\u00edcios v\u00e1rios daquela religiosidade arcaica que j\u00e1 resistiu a Cristo e \u00e0 sua P\u00e1scoa libertadora. N\u00e3o andaria longe disso o que Cristo encontrou em Jerusal\u00e9m, como ouvimos: religiosidade intensa, decerto, mas muito por purificar, no culto verdadeiro que Ele mesmo representava. Tendo purificado energicamente o templo e logo interpelado sobre a legitimidade de proceder assim, respondeu: \u201cDestru\u00ed este templo e em tr\u00eas dias o levantarei\u201d. E o evangelista esclarece: \u201cJesus falava do templo do seu corpo\u201d (cf. Jo 2, 13-22). Inaugurou o templo novo, casa comum de Deus com os homens, no seu corpo ressuscitado, corpo eclesial tamb\u00e9m, para adorar o Pai e servir o pr\u00f3ximo. Deste templo novo \u00e9 \u201csacramento\u201d a Igreja, em cada uma das suas express\u00f5es comunit\u00e1rias. Mas nisto mesmo encontramos a grande urg\u00eancia pastoral de redefinir e reconfigurar a vida comunit\u00e1ria, dada a nova sociologia geral em que tem de assentar.  Leiamos as cartas de S\u00e3o Paulo ou os Actos dos Ap\u00f3stolos: de Jerusal\u00e9m a Roma, de Antioquia a Corinto, tratava-se de terras definidas e popula\u00e7\u00f5es concretas, mesmo que n\u00e3o faltassem desloca\u00e7\u00f5es de pessoas e fam\u00edlias, por com\u00e9rcio ou outras causas. A essas cidades corresponderam Igrejas, com semelhante defini\u00e7\u00e3o. Seguiu-se a dispers\u00e3o rural do medievo e a crescente prolifera\u00e7\u00e3o paroquial. Inversamente, a actual concentra\u00e7\u00e3o urbana, t\u00e3o patente na nossa Diocese, com as novas redes de habita\u00e7\u00e3o, trabalho e comunica\u00e7\u00f5es, traz-nos uma situa\u00e7\u00e3o muito diferente, que ainda n\u00e3o teve a necess\u00e1ria resposta pastoral, em termos comunit\u00e1rios e, muito especialmente, inter-comunit\u00e1rios.  Todos o sentimos, quer porque p\u00f5e em causa o nosso modo tradicional de trabalhar, muito repartido pela geografia, quer porque distende os la\u00e7os de proximidade proporcionados pelas antigas vizinhan\u00e7as fixas e prolongadas. Hoje, muitos dos nossos paroquianos s\u00e3o realmente inter-paroquianos, e at\u00e9 \u201curbanos de semana, rurais de fim-de-semana e litorais de Ver\u00e3o\u201d, em tantos casos. Hoje, numa sociabilidade nova em que as convic\u00e7\u00f5es se assumem ao sabor de encontros, talvez mais at\u00e9 do que por tradi\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica ou local, a comunidade dilui a base territorial para ganhar contornos inter-pessoais, de movimento ou grupo. Hoje, a transmiss\u00e3o de no\u00e7\u00f5es e a partilha de not\u00edcias alcan\u00e7a, com a rede inform\u00e1tica, ritmos e \u00e2mbitos muito pouco situados em termos tradicionais\u2026 &#8211; Como concretizar ent\u00e3o a imprescind\u00edvel experi\u00eancia comunit\u00e1ria, essencial \u00e0 (con)viv\u00eancia crist\u00e3 propriamente dita? \u2013 Como faz\u00ea-lo sem perder nada de essencial da realidade paroquial nem de outras formas associativas t\u00e3o bem comprovadas? \u2013 Como inventar o futuro sem alhear o passado, e isto com crescente dificuldade em garantir \u00e0s comunidades crist\u00e3s uma presen\u00e7a sacerdotal que, ali\u00e1s, elas tamb\u00e9m n\u00e3o originam suficientemente? Sim, irm\u00e3os e irm\u00e3s, os n\u00fameros s\u00e3o o que s\u00e3o e, a curto prazo, teremos menos padres e menos celebra\u00e7\u00f5es eucar\u00edsticas, em menos locais. Ningu\u00e9m se iluda, alheie ou adie, quanto a esta cert\u00edssima realidade. Ali\u00e1s, h\u00e1 sinais de esperan\u00e7a, quer no aumento de pr\u00e9-seminaristas e seminaristas, quer na colabora\u00e7\u00e3o generosa dos religiosos na vida diocesana, quer nos muitos e promissores candidatos ao diaconado permanente. Mas s\u00f3 se concretizar\u00e3o a m\u00e9dio prazo e temos de crescer muito na ora\u00e7\u00e3o e no interesse pelas voca\u00e7\u00f5es, n\u00e3o s\u00f3 no respectivo servi\u00e7o diocesano mas, antes de mais, nas fam\u00edlias e nas comunidades crist\u00e3s.               Pois bem, car\u00edssimos vig\u00e1rios e adjuntos, \u00e9 convosco que conto particularmente, agradecendo-vos muito a disponibilidade com que aceitastes esta important\u00edssima miss\u00e3o. Numa Diocese t\u00e3o preenchida como a nossa, \u00e9 absolutamente necess\u00e1ria a realidade interm\u00e9dia das vigararias, como inst\u00e2ncia privilegiada de coordena\u00e7\u00e3o pastoral, primeira tarefa que o C\u00f3digo de Direito Can\u00f3nico vos comete. Um bispo diocesano &#8211; mesmo que generosamente auxiliado por tr\u00eas irm\u00e3os no episcopado, dois vig\u00e1rios gerais e a c\u00faria diocesana \u2013 \u00e9 pouqu\u00edssimo, em termos de efic\u00e1cia pastoral, para responder realmente a uma popula\u00e7\u00e3o de mais de dois milh\u00f5es de habitantes, com uma rede de 477 par\u00f3quias e um sem fim de associa\u00e7\u00f5es e grupos. Antes de ser um item da Doutrina Social da Igreja, a subsidiariedade \u00e9 uma exig\u00eancia b\u00edblica e pastoral. Assim aconteceu sobretudo com Cristo, quando escolheu ap\u00f3stolos e outros colaboradores, para repartir a miss\u00e3o. Valorizar as vigararias inclui-se verdadeiramente aqui, para que a pastoral, territorial e n\u00e3o s\u00f3, tenha mais fecunda concretiza\u00e7\u00e3o nos conjuntos de par\u00f3quias que agora as integram. Sobretudo, para se avan\u00e7ar na partilha pastoral e na ac\u00e7\u00e3o conjunta de padres seculares e religiosos, di\u00e1conos, consagrados e leigos. Conto muito convosco, car\u00edssimos vig\u00e1rios e adjuntos, para motivardes os vossos colegas sacerdotes e o Povo de Deus em geral das vossas \u00e1reas, para uma vida eclesial mais aut\u00eantica, como \u201ccorpo de Cristo\u201d, diversificado e complementar nos seus membros, mas presente e actuante num mundo que j\u00e1 n\u00e3o consente compartimentos estanques, nem social nem culturalmente falando. Tudo quanto poderdes fazer e fomentar inter-comunitariamente responder\u00e1 melhor \u00e0 actualidade e antecipar\u00e1 um futuro t\u00e3o inevit\u00e1vel como promissor.  A alus\u00e3o cultural orienta-me agora para v\u00f3s, estimados professores de Educa\u00e7\u00e3o Moral e Religiosa Cat\u00f3lica, que quisestes estar presentes nesta celebra\u00e7\u00e3o inaugural do novo ano pastoral e tamb\u00e9m escolar. Nos termos da Ep\u00edstola aos Ef\u00e9sios, assentais em Cristo, qual \u201cpedra angular\u201d (cf. Ef 2, 19-22), quer v\u00f3s quer o ensino que ministrais. Na cultura actual \u2013 como naquela a que S\u00e3o Paulo se dirigia \u2013 o vosso contributo reside precisamente a\u00ed, na transmiss\u00e3o de Cristo como pessoa viva, onde as exist\u00eancias podem encontrar a for\u00e7a e a solidez cert\u00edssimas da companhia que n\u00e3o falha e da luz que n\u00e3o se apaga. Nas vossas aulas e outras actividades proporcionareis a todos o que vos foi e \u00e9 proporcionado a v\u00f3s mesmos, neste corpo eclesial de Cristo em que vos integrais: a sua presen\u00e7a ressuscitada, o sentido pascal da vida, s\u00f3 acrescentada e renovada na medida em que se entrega, na adora\u00e7\u00e3o divina, que liberta o cora\u00e7\u00e3o, e no servi\u00e7o do pr\u00f3ximo, que nos realiza como pessoas.  N\u00e3o h\u00e1 assunto nem tema, das ci\u00eancias \u00e0s humanidades e \u00e0s artes, que n\u00e3o possais aprofundar com os vossos alunos, \u00e0 luz da pessoa, das palavras e dos gestos de Jesus de Nazar\u00e9, o nosso Cristo. Com isso n\u00e3o fareis nenhuma intromiss\u00e3o abusiva na laicidade da escola p\u00fablica, ou em detrimento da toler\u00e2ncia e do pluralismo. Muito pelo contr\u00e1rio, proporcionareis aos vossos alunos o conhecimento existencial e te\u00f3rico da realidade mais fundamental e fecunda da nossa tradi\u00e7\u00e3o cultural, cuja aus\u00eancia truncaria ilegitimamente a sua caminhada pessoal, em liberdade instru\u00edda e solid\u00e1ria. A liberdade e o pluralismo n\u00e3o se restringem, antes enriquecem, postos diante de Algu\u00e9m t\u00e3o excepcional como Cristo, em si mesmo e na sua larga e reconhecida consequ\u00eancia cultural e civilizacional.  Caros vig\u00e1rios e adjuntos, caros professores e demais fi\u00e9is aqui reunidos. Na companhia de Nossa Senhora da Assun\u00e7\u00e3o, titular desta catedral, e de S\u00e3o Paulo, cuja vida e ensinamentos h\u00e3o-de motivar intensamente o tempo que vivemos, iniciemos ent\u00e3o o novo ano pastoral de 2008-2009. Na incumb\u00eancia eclesial de cada um, manifestemos a presen\u00e7a do templo vivo que Cristo ressuscitado eleva no mundo, no poder do Esp\u00edrito, para a felicidade de todos e gl\u00f3ria de Deus Pai!  Porto, 9 de Setembro de 2008, Solenidade da Dedica\u00e7\u00e3o da Igreja Catedral  <i>+ Manuel Clemente , Bispo do Porto    <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Amados irm\u00e3os e irm\u00e3s, car\u00edssimos diocesanos Abrimos o novo ano pastoral com a celebra\u00e7\u00e3o festiva da Dedica\u00e7\u00e3o da nossa Catedral do Porto. Permite-o o calend\u00e1rio, neste dia 9 de Setembro, e sugere-o a liturgia pr\u00f3pria, t\u00e3o rica e motivadora. 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