{"id":34000,"date":"2008-09-09T12:09:15","date_gmt":"2008-09-09T12:09:15","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/09\/09\/leiria-celebrou-centenario-do-nascimento-de-monsenhor-joaquim-carreira-1908-2008\/"},"modified":"2008-09-09T12:09:15","modified_gmt":"2008-09-09T12:09:15","slug":"leiria-celebrou-centenario-do-nascimento-de-monsenhor-joaquim-carreira-1908-2008","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/leiria-celebrou-centenario-do-nascimento-de-monsenhor-joaquim-carreira-1908-2008\/","title":{"rendered":"Leiria celebrou Centen\u00e1rio do Nascimento de Monsenhor Joaquim Carreira, 1908-2008"},"content":{"rendered":"<p>Joaquim Carreira nasceu no lugar do Souto de Cima, par\u00f3quia da Caranguejeira, a 8 de Setembro de 1908. Seus pais, Joaquim Carreira e Maria In\u00e1cia, sendo pequenos lavradores, cedo se preocuparam com a educa\u00e7\u00e3o do pequenito Joaquim, o \u00fanico rapaz do ranchinho de 5 filhos que Deus concedeu ao casal.  Pais profundamente dedicados \u00e0 fam\u00edlia, ao trabalho e \u00e0s coisas de Deus, n\u00e3o deixaram de segredar ao pequeno a voca\u00e7\u00e3o sacerdotal. Sobretudo a m\u00e3e que, sentada no muro da velha eira, acariciava a cabecita do seu filho, falando-lhe das coisas de Deus, de F\u00e1tima e do sacerd\u00f3cio. Como m\u00e3e carinhosa, n\u00e3o escondia a alegria de contemplar a beleza do seu filho \u2013 de  rosto redondinho e olhos vivos, escuros e alegres, cabelo forte e escuro. Um dia disse-lhe: \u201cOlha l\u00e1, filho, e se Nossa Senhora quisesse que tu fosses padre? Tu n\u00e3o querias? \u00c0s vezes penso que Ela me deu este filhinho para ser padre, mas fa\u00e7a-se a Sua santa vontade! Se Ela te chamar, vai, meu filho, que vais bem, mas nunca sejas mau nem digas mal de ningu\u00e9m. Reza sempre, mesmo no caminho da escola.\u201d! No sil\u00eancio dos anos, a semente foi germinando at\u00e9 se tornar em \u00e1rvore frondosa e cheia de frutos. Na agonia de minha m\u00e3e, tive pena de n\u00e3o lhe ter dito que queria ser Padre. Ainda n\u00e3o entendia muito bem, o que era isso de ser Padre, mas gostava muito do Sr. Prior. Tinha 8 anitos \u2013 confessou o filho, mais tarde. A saudade da m\u00e3e, foi ferida que nunca fechou completamente, ao longo da vida. O pai, ap\u00f3s a morte da esposa, vitimada pela pneum\u00f3nica em 10 de Outubro de 1918, \u00e0quelas que se ofereciam para ajudar e at\u00e9 para casar, respondia: Se Deus quisesse que eu estivesse casado, n\u00e3o me levava a minha esposa e m\u00e3e de meus filhos. As aves do c\u00e9u, n\u00e3o semeiam nem colhem e Deus sustenta-as. Com f\u00e9 em Deus, eu e os meus filhos, vamos suprir a falta da m\u00e3e. A ora\u00e7\u00e3o di\u00e1ria e em fam\u00edlia, fazia parte da vida e da educa\u00e7\u00e3o. Era homem de palavra. Respeitado e respeitador.    2.  No Semin\u00e1rio O Joaquim fez a 3.\u00aa classe na Escola da Caranguejeira, com a Professora D. Lib\u00e2nia e o Professor Joaquim Pereira Ruivo. Para continuar os estudos, teve de imigrar para Monte Real. Aqui, com apenas 10 anitos, entre o trabalho de casa (ir \u00e0 lenha e \u00e0 fonte) e a escola, fez a 4\u00aa classe. Preparou-se ent\u00e3o para ingressar no Semin\u00e1rio de Leiria. Vencidas as resist\u00eancias do pai, que se opunha por este ser o seu \u00fanico rapaz, \u00e9 aceite em 15 de Outubro de 1920. Tinha 12 anos. No Semin\u00e1rio, foi aluno aplicado, distinto e alegre, revelando os seus talentos e o muito que tinha para dar. Com os seus colegas de curso, fundou a revista manuscrita, \u201cVida Activa\u201d.   3.  Em Roma Por decis\u00e3o do Bispo de Leiria, D. Jos\u00e9 Alves Correia da Silva, foi enviado para Roma, em 1926, para continuar os estudos eclesi\u00e1sticos na Universidade Pontif\u00edcia Gregoriana. A\u00ed concluiu a Licenciatura em Filosofia e Direito Can\u00f3nico e o Doutoramento em Teologia. A 19 de Setembro de1931 foi ordenado sacerdote, em Roma. Neste mesmo ano regressou a Portugal, cheio de entusiasmo e conhecimentos filos\u00f3ficos, teol\u00f3gicos e cient\u00edficos.    4.  Em Leiria e Boavista No Semin\u00e1rio de Leiria, de 1931 a 1940, o seu saber, alegria, dedica\u00e7\u00e3o aos alunos, amor ao sacerd\u00f3cio e ao apostolado, eram contagiantes. A actividade sacerdotal multifacetada grangeou-lhe simpatia e colabora\u00e7\u00e3o, dentro e fora do Semin\u00e1rio. Era amigo dos seus alunos. Como irm\u00e3o e Cireneu, a todos dava a m\u00e3o, sendo tolerante, compreensivo e exigente. Animado pelos conhecimentos da f\u00edsica e qu\u00edmica, lan\u00e7ou-se na organiza\u00e7\u00e3o de um Laborat\u00f3rio para fazer experi\u00eancias naquelas disciplinas. Criado para os alunos do Semin\u00e1rio era, no entanto, aberto aos de outras escolas da cidade. Paladino da comunica\u00e7\u00e3o, p\u00f4s no ar a sua R\u00e1dio local que, com gra\u00e7a, rotulou de \u201cR\u00e1dio Esfola Gatos\u201d! De Roma, trouxe consigo uma m\u00e1quina fotogr\u00e1fica. Com ela, guindou-se a fot\u00f3grafo do Santu\u00e1rio, elaborando um pequeno album intulado \u201cVistas de F\u00e1tima\u201d.   As paredes do Semin\u00e1rio n\u00e3o podiam enclausurar, dentro de si, uma pessoa que nascera para comunicar e dar-se de mil e uma maneiras! Tinha boa voz, dom de palavra e doutrina, capazes de levar os que o ouviam, a pensar duas vezes e a converter-se. Assim sucedeu com o seu amigo, na Igreja de Santa Cruz de Coimbra.  Nomeado capel\u00e3o da Boavista (1931-1940), para l\u00e1 caminhava todas as semanas, quer chovesse, ventasse ou fizesse sol. N\u00e3o tinha carro. Apenas uma bicicleta. Mesmo assim, chegava a tempo e horas, tantas vezes com a batina repassada pela chuva e lama dos caminhos. A caridade de algumas fam\u00edlias enxugava a batina do seu bom Capel\u00e3o.  Na Boavista deu o melhor da sua vida, atrav\u00e9s de uma pastoral pensada e organizada para um povo faminto de Deus e de cultura. Fundou a Ac\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica e Confer\u00eancia de S. Vicente de Paulo. Organizou a catequese e formou as catequistas atrav\u00e9s de retiros e cursos. Para as crian\u00e7as, al\u00e9m da catequese, havia r\u00e9citas, magustos, am\u00eandoas e concursos. Fomentou os encontros inter-paroquiais e diocesanos. Promoveu e acarinhou as voca\u00e7\u00f5es sacerdotais e religiosas que acompanhava com solicitude paternal. A devo\u00e7\u00e3o ao Sant\u00edssimo Sacramento-Eucaristia, ao Cora\u00e7\u00e3o de Jesus e a Nossa Senhora, que tanto divulgou e encareceu, era vivida atrav\u00e9s de tr\u00edduos preparat\u00f3rios e solenizados. No sil\u00eancio do confession\u00e1rio, sempre acolhedor e af\u00e1vel, orientava espiritualmente o seu povo, ouvindo e compreendendo os seus problemas, horas a fio. Como bom pastor, procurava n\u00e3o ferir as ovelhas mais d\u00e9beis. Somos todos irm\u00e3os, dizia. Educou o povo para que, no fim da Eucaristia, ningu\u00e9m o perturbasse, durante 15 minutos. Queria estar a s\u00f3s com Deus para, a seguir se tornar dispon\u00edvel para todos. Em 1940, ap\u00f3s os treinos no aer\u00f3dromo de Leiria e Monte Real, fez exame em Alverca e, sendo considerado apto e id\u00f3neo, recebeu a carta para pilotar avi\u00f5es de turismo. V\u00e1lida em Portugal e na It\u00e1lia.    5. De novo em Roma Em Maio de 1940, o Bispo D. Jos\u00e9 Alves Correia da Silva mandou-o ir novamente para Roma. Foi de comboio. A Europa estava em guerra. Hitler e Mussolini faziam dist\u00farbios em Roma. N\u00e3o era risonho o cen\u00e1rio que o esperava. Na casa paterna, encostado \u00e0 porta do seu quarto, desabafava: \u201cpara que uma m\u00e3e criou um filho\u201d! Nomeado Vice-Reitor do Col\u00e9gio Pontif\u00edcio Portugu\u00eas, em breve passou a Reitor. Aqui e durante a guerra, correndo o risco da pr\u00f3pria vida, acolheu muitos refugiados, pol\u00edticos e civis, fascistas, antifascistas, judeus e n\u00e3o judeus. Nunca foi molestado, mesmo quando sa\u00eda de Roma para as aldeias vizinhas \u00e0 procura de alimentos. Furtando-se \u00e0 vigil\u00e2ncia dos soldados nazis, l\u00e1 ia, estrada fora, no carro do Col\u00e9gio, mendigando alguns quilos de milho e outros mimos para os seus refugiados. E acrescentava: \u201cSe n\u00e3o conhecesse tantos moleiros nos arredores de Roma, os meus h\u00f3spedes teriam passado muita fome! O milho, cozido em gr\u00e3o, valia por bom bife! Era a Provid\u00eancia e a M\u00e3e de F\u00e1tima que me acompanhavam\u201d, dizia, sorrindo, anos depois da guerra. Medos!? Muitos. Mesmo que os cabelos da cabe\u00e7a lhe tenham ca\u00eddo, confiava. Era preciso e urgente, fazer o bem sem olhar a quem.  Dispensado dos afazeres do Col\u00e9gio Portugu\u00eas, onde viveu 16 anos de intenso trabalho, dedica\u00e7\u00e3o e orienta\u00e7\u00e3o, retirou-se para a sua nova \u201cTebaida\u201d \u2013 a Casa Madonna di F\u00e1tima \u2013 confiada \u00e0s Irm\u00e3s Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o. Daqui, fazia caminho para a Embaixada de Portugal junto da Santa S\u00e9, onde era Consultor Eclesi\u00e1stico. Fiel cumpridor dos seus deveres, por todos era apreciado pela sua intelig\u00eancia, bondade, desprendimento, hospitalidade e alegria. Acompanhou miss\u00f5es diplom\u00e1ticas. Recebeu e acompanhou a visita da Imagem Peregrina a Roma. Pregou, viveu e difundiu a Mensagem de F\u00e1tima. Era, na verdade, um doido por Nossa Senhora. Incutia a todos o amor a Nossa Senhora. Quando dela falava, o seu rosto transformava-se e os olhos brilhavam de alegria e entusiasmo. Escreveu 5 livros. No seu estilo pr\u00f3prio, escrevia com clareza, verticalidade e simplicidade. Deixar-se ler por todos e que todos o entendessem, era a sua preocupa\u00e7\u00e3o. Na Capela da Casa Madonna de F\u00e1tima, com a sua voz, ora\u00e7\u00e3o do Ter\u00e7o, catequese, reconcilia\u00e7\u00e3o, Eucaristia e Primeiras Comunh\u00f5es, estava sempre presente, como bom pastor zeloso, atento e dispon\u00edvel.   6. A morte e traslada\u00e7\u00e3o  Tinha apenas 73 anos de idade, quando Deus Pai, Senhor da vida e da morte, veio chamar este seu servo bom e fiel. Faleceu no seu quarto, na Casa Madonna di F\u00e1tima, em Roma, no dia 7 de Dezembro de 1981, em ambiente de simplicidade e pobreza franciscana, como era o seu viver. Nada fazia prever este s\u00fabito desenlace. No entanto, Monsenhor Carreira preparou, com muita anteced\u00eancia, a sua viagem para a casa do Pai, como podemos ler nas cartas que escreveu, depois de ter celebrado, com a fam\u00edlia e na casa paterna, as suas Bodas de Ouro Sacerdotais, em Setembro de 1981. Podemos dizer que ele, aproveitando todas as migalhas do tempo, tinha pressa em comunicar o muito que lhe ia na alma. \u00c0 M\u00e3e do c\u00e9u pedia que o levasse para Deus, em dia de festa ou solenidade Sua. Assim aconteceu. Ficou sepultado em jazigo do Pontif\u00edcio Col\u00e9gio Portugu\u00eas, no cemit\u00e9rio do Campo Verano, em Roma. Volvidos 20 anos, os seus restos mortais foram trasladados para o cemit\u00e9rio dos Soutos-Caranguejeira, sua terra natal. Era o dia 25 de Fevereiro de 2001.   Paz e Bem. Ora\u00e7\u00e3o do Ter\u00e7o a Nossa Senhora. Eucaristia. Perd\u00e3o. Convers\u00e3o. Amor a Deus, ao Cora\u00e7\u00e3o do Seu divino Filho e M\u00e3e Sant\u00edssima! Obedi\u00eancia. Fidelidade. Acolhimento. Eis a mensagem que Monsenhor Joaquim Carreira a todos deixa, no sil\u00eancio e contempla\u00e7\u00e3o da sua vida e obra.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Joaquim Carreira nasceu no lugar do Souto de Cima, par\u00f3quia da Caranguejeira, a 8 de Setembro de 1908. Seus pais, Joaquim Carreira e Maria In\u00e1cia, sendo pequenos lavradores, cedo se preocuparam com a educa\u00e7\u00e3o do pequenito Joaquim, o \u00fanico rapaz do ranchinho de 5 filhos que Deus concedeu ao casal. 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