{"id":33796,"date":"2008-08-26T15:47:33","date_gmt":"2008-08-26T15:47:33","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/08\/26\/populacao-um-em-cada-4-portugueses-sera-idoso-em-2035-e-em-2015-havera-mais-mortes-que-nascimentos-na-ue\/"},"modified":"2008-08-26T15:47:33","modified_gmt":"2008-08-26T15:47:33","slug":"populacao-um-em-cada-4-portugueses-sera-idoso-em-2035-e-em-2015-havera-mais-mortes-que-nascimentos-na-ue","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/populacao-um-em-cada-4-portugueses-sera-idoso-em-2035-e-em-2015-havera-mais-mortes-que-nascimentos-na-ue\/","title":{"rendered":"Popula\u00e7\u00e3o: Um em cada 4 portugueses ser\u00e1 idoso em 2035 e em 2015 haver\u00e1 mais mortes que nascimentos na UE"},"content":{"rendered":"<p>Um em cada quatro portugueses ter\u00e1 mais de 65 anos em 2035, segundo um estudo do Eurostat divulgado hoje, que refere que 25,4 por cento dos europeus ser\u00e3o idosos dentro de 27 anos.  O instituto de estat\u00edstica europeu aponta tamb\u00e9m o ano de 2015 como o momento em que a taxa de mortalidade dever\u00e1 ultrapassar a da natalidade, estando na imigra\u00e7\u00e3o a &#8220;\u00fanica solu\u00e7\u00e3o para este problema&#8221; de decr\u00e9scimo da popula\u00e7\u00e3o.  De acordo com as projec\u00e7\u00f5es publicadas hoje sobre os 27 pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia, em 2035 a popula\u00e7\u00e3o europeia atingir\u00e1 521 milh\u00f5es de pessoas, ou seja, mais 26 milh\u00f5es que as registadas no in\u00edcio deste ano.  Dentro de 27 anos, 25,4 por cento da popula\u00e7\u00e3o europeia ter\u00e1 mais de 65 anos, contra os 17 por cento actuais. No caso de Portugal, as estat\u00edsticas apontam tamb\u00e9m para o envelhecimento: os 17,4 por cento da popula\u00e7\u00e3o actual com mais de 65 anos passar\u00e1 a 24,9 por cento em 2035 e 30,9 por cento em 2060.  O Eurostat afirma, no entanto, que o envelhecimento dever\u00e1 ser uma preocupa\u00e7\u00e3o de todos os pa\u00edses, mas a n\u00edveis diferentes. Os casos mais dram\u00e1ticos v\u00e3o registar-se na Alemanha, que ter\u00e1 30,2 por cento da popula\u00e7\u00e3o com mais de 65 anos, na It\u00e1lia (28,6 por cento) e na Eslov\u00e9nia (27,4 por cento).  A Irlanda e o Chipre ser\u00e3o os pa\u00edses com as popula\u00e7\u00f5es mais jovens, com uma percentagem de popula\u00e7\u00e3o idosa de 17,6 e 19 por cento, respectivamente.  Outras das novidades divulgadas no relat\u00f3rio diz respeito \u00e0 previs\u00e3o de a taxa de mortalidade ultrapassar a taxa de natalidade em 2015, sendo a imigra\u00e7\u00e3o o &#8220;\u00fanico factor&#8221; de crescimento da popula\u00e7\u00e3o europeia.   No entanto, a partir de 2035 a popula\u00e7\u00e3o europeia dever\u00e1 come\u00e7ar a decair, &#8220;por falta de imigrantes suficientes&#8221;, atingindo os 505 milh\u00f5es de habitantes em 2060.  No caso de Portugal, tamb\u00e9m haver\u00e1 uma curva ascendente seguida por uma descendente: os 10.617 portugueses actuais v\u00e3o passar a 11.395 em 2035, mas em 2060 ser\u00e3o apenas 11.265.  Um outro estudo apresentado na semana passada em Berlim j\u00e1 alertava para este fen\u00f3meno de a imigra\u00e7\u00e3o ser a \u00fanica forma da popula\u00e7\u00e3o europeia se manter est\u00e1vel e n\u00e3o diminuir. Segundo as contas feitas no estudo do Instituto Berlinense para a Popula\u00e7\u00e3o e o Desenvolvimento, sem a presen\u00e7a de imigrantes, a popula\u00e7\u00e3o total da UE diminuiria em 52 milh\u00f5es de pessoas e ficaria reduzida a 447 milh\u00f5es em 2050.  Depois dos anos 50, a popula\u00e7\u00e3o da UE apenas conseguiu manter o seu importante lugar entre a popula\u00e7\u00e3o mundial atrav\u00e9s da entrada de novos estados-membros.  Um outro relat\u00f3rio demogr\u00e1fico do Departamento de Refer\u00eancia da Popula\u00e7\u00e3o (EUA) divulgado no mesmo dia confirmou a conclus\u00e3o do documento alem\u00e3o, revelando que actualmente os pa\u00edses pobres concentram praticamente todo o crescimento da popula\u00e7\u00e3o mundial e que a imigra\u00e7\u00e3o leva ao ligeiro aumento de habitantes nas regi\u00f5es mais ricas.  Os dados do Departamento de Refer\u00eancia da Popula\u00e7\u00e3o (EUA) indicam que, em 2008, a popula\u00e7\u00e3o mundial ascendeu a 6.700 milh\u00f5es de habitantes, 1.200 milh\u00f5es dos quais vivem nas regi\u00f5es mais desenvolvidas e os restantes nas zonas mais pobres.  Em 2050, prev\u00ea-se que esta disparidade aumente, quando 86 por cento dos 9.300 milh\u00f5es de habitantes mundiais residirem nos pa\u00edses menos desenvolvidos, frente aos 82 por cento actuais.  De acordo com o relat\u00f3rio, os 191 milh\u00f5es de imigrantes mundiais contribu\u00edram para o crescimento da popula\u00e7\u00e3o nos pa\u00edses desenvolvidos, concentrados na sua maioria na Europa, Am\u00e9rica do Norte e nas regi\u00f5es da antiga Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um em cada quatro portugueses ter\u00e1 mais de 65 anos em 2035, segundo um estudo do Eurostat divulgado hoje, que refere que 25,4 por cento dos europeus ser\u00e3o idosos dentro de 27 anos. 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