{"id":33678,"date":"2008-08-18T12:07:34","date_gmt":"2008-08-18T12:07:34","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/08\/18\/homilia-de-d-antonio-carrilho-na-solenidade-da-assuncao-de-nossa-senhora\/"},"modified":"2008-08-18T12:07:34","modified_gmt":"2008-08-18T12:07:34","slug":"homilia-de-d-antonio-carrilho-na-solenidade-da-assuncao-de-nossa-senhora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-de-d-antonio-carrilho-na-solenidade-da-assuncao-de-nossa-senhora\/","title":{"rendered":"Homilia de D. Ant\u00f3nio Carrilho na solenidade da Assun\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora"},"content":{"rendered":"<p>Festa da Senhora do Monte, Padroeira da Cidade e da Diocese  <!--more--> Com Maria, enviados a dar testemunho de Cristo  No dia em que a Igreja celebra a Solenidade da Assun\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora, apresentamos hoje tamb\u00e9m aqui o nosso amor e gratid\u00e3o \u00e0 Virgem Santa Maria, Senhora do Monte, nossa padroeira e nossa m\u00e3e. Muitos foram os que nestes dias vieram aqui escutar o Evangelho, celebrar os mist\u00e9rios da nossa f\u00e9, unindo na Eucaristia as suas preces \u00e0s de Nossa Senhora e com ela renovando a sua consagra\u00e7\u00e3o pessoal a Cristo Sacerdote da Nova Alian\u00e7a.   Acorrem ao Monte peregrinos de todas as idades e muitas fam\u00edlias que v\u00eam agradecer os dons recebidos, pedir o aux\u00edlio, o conforto e a esperan\u00e7a do alto para a vida de todos os dias, sobretudo quando pesa a Cruz, quando vem o sofrimento e a doen\u00e7a, quando falta a alegria e a for\u00e7a para caminhar. No cora\u00e7\u00e3o de cada um s\u00f3 o Esp\u00edrito de Deus conhece e melhor entende o louvor, a ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as e a s\u00faplica que aqui se dirigem a Cristo, atrav\u00e9s de Sua m\u00e3e.  Mensagem da Visita\u00e7\u00e3o  S Lucas, no Evangelho da Visita\u00e7\u00e3o que hoje escut\u00e1mos, mostra-nos como o an\u00fancio do anjo a Maria e a sua resposta inteiramente dispon\u00edvel ao cumprimento da vontade de Deus, est\u00e3o na origem duma miss\u00e3o que come\u00e7a a realizar-se com esta visita a sua prima Isabel. O an\u00fancio que lhe foi feito \u00e9 ao mesmo tempo o sinal de que ela \u00e9 enviada a proclamar o que recebeu. A Boa Nova provoca o encontro e p\u00f5e a caminho.   S. Lucas diz-nos que Maria vai apressadamente ao encontro da sua prima Isabel. Na verdade, a caridade que traz no seu cora\u00e7\u00e3o leva-a urgentemente ao encontro de Isabel. N\u00e3o se trata de mais uma visita, porque nesta viagem Maria \u00e9 a arca da Nova Alian\u00e7a. Ela \u00e9 testemunha, com todo o seu ser, da novidade que Deus realizou nela. A sua miss\u00e3o \u00e9 a de partilhar a alegria de ter sido escolhida para m\u00e3e do Salvador.  Com Maria, e na medida em que Jesus Cristo nasce cada dia em n\u00f3s, somos enviados como Suas testemunhas. Os dons que recebemos tamb\u00e9m devem ser transmitidos com alegria. Na fam\u00edlia, no trabalho e na vida social, na catequese, na vida paroquial e diocesana, a mesma miss\u00e3o fundamental recebida no Baptismo faz de n\u00f3s arautos da esperan\u00e7a no mundo de hoje. O chamamento de Cristo faz-nos percorrer os caminhos do mundo, como Maria nos caminhos da Judeia, com grande desejo de comunicar Aquele que nos d\u00e1 vida, nos re\u00fane e nos aproxima, nos torna solid\u00e1rios da humanidade que sofre.  Feliz daquela que acreditou  \u201cAssim que Isabel ouviu a sauda\u00e7\u00e3o de Maria, o menino saltou-lhe no seio\u201d (Lc 1,44). Ao encontro das m\u00e3es responde a exulta\u00e7\u00e3o dos filhos. Ao sim de Maria corresponde o sim de Isabel e de Jo\u00e3o Baptista \u00e0 obra que Deus realizava por interm\u00e9dio da sua humilde serva.   Cheia do Esp\u00edrito Santo, Isabel \u00e9 ent\u00e3o capaz de interpretar plenamente aquilo que ela sentiu com o grito de alegria do seu filho. Ela n\u00e3o se contenta com o simples reconhecimento de que Maria e o fruto do seu ventre s\u00e3o o objecto duma b\u00ean\u00e7\u00e3o divina. Ela confessa que a sua prima \u00e9 a m\u00e3e do seu Senhor: \u201cDonde me \u00e9 dado que venha a ter comigo a M\u00e3e do meu Senhor?\u201d (Lc 1,43).   O Deus da Alian\u00e7a quis assim entrar na hist\u00f3ria, de um modo \u00fanico, aceitando fazer-Se um de n\u00f3s, solicitando e inspirando o sim de Maria e fazendo dela a primeira a viver plenamente no esp\u00edrito das bem-aventuran\u00e7as. \u201cFeliz daquela que acreditou no cumprimento de tudo quanto lhe foi dito da parte do Senhor\u201d (Lc 1,45). Isabel junta-se a Maria no mesmo acto de f\u00e9 e na mesma esperan\u00e7a. Ambas aceitam que a vontade salvadora de Deus se fa\u00e7a nas suas vidas.  O C\u00e2ntico de Maria  O C\u00e2ntico de ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as de Maria, o Magnificat, ecoa no \u00edntimo de todos aqueles que esperam o Salvador prometido. As suas palavras fazem-nos pensar no C\u00e2ntico de Ana, m\u00e3e de Samuel, agradecendo no Templo o dom do seu filho na sua velhice.   O C\u00e2ntico de Maria aparece como um vasto memorial, como um mosaico de refer\u00eancias ao Antigo Testamento. Ela come\u00e7a por referir a sua alegria por ter sido escolhida no meio do seu povo; o motivo do seu louvor n\u00e3o s\u00e3o os seus m\u00e9ritos, mas a confiss\u00e3o da excelsa bondade e das maravilhas que o Alt\u00edssimo realizou na humildade da sua serva. Ela assume a hist\u00f3ria do seu povo e mostra como Deus age libertando e exaltando os pobres e os humildes.   Maria \u00e9 bendita entre todas as gera\u00e7\u00f5es porque acolheu no seu seio o Verbo de Deus Pai. Nela reside a sabedoria que Deus d\u00e1 \u00e0queles que o amam. Ela relembra o que o autor do livro dos Prov\u00e9rbios j\u00e1 afirmava: \u201co Senhor resiste aos orgulhosos, aos humildes d\u00e1 a sua gra\u00e7a\u201d (Pr 3, 34). Ela canta a miseric\u00f3rdia de Deus sobre aqueles que O temem, \u00e0 maneira dos salmos (cf. Sl 103,11). No seu c\u00e2ntico, ela atravessa toda a esperan\u00e7a de Israel como a sabedoria que constr\u00f3i a sua casa e convida a todos para as n\u00fapcias da Nova Alian\u00e7a.  Quem \u00e9 esta mulher, que est\u00e1 para ser m\u00e3e?  O livro do Apocalipse, que escut\u00e1mos na primeira leitura, apresenta-nos uma vis\u00e3o grandiosa e dram\u00e1tica. O templo de Deus abre-se no c\u00e9u e imediatamente se v\u00ea a Arca da Alian\u00e7a. Mas entretanto um outro sinal, uma mulher, aparece no c\u00e9u revestida com o sol e com a lua debaixo dos p\u00e9s. Esta mulher est\u00e1 prestes a ser m\u00e3e e o seu filho \u00e9 amea\u00e7ado de morte por um drag\u00e3o, descrito como o detentor de grande for\u00e7a e poder.   Ningu\u00e9m pode deixar de perguntar: &#8211; Quem \u00e9 esta mulher que est\u00e1 para ser m\u00e3e? Enquanto m\u00e3e do Messias, Maria faz parte do tempo novo do seu Filho. O sol de que ela est\u00e1 revestida \u00e9 Aquele que disse: \u201cEu sou a luz do mundo\u201d (Jo 8, 12). O sofrimento a que ela est\u00e1 sujeita \u00e9 o da cruz. Intimamente unida \u00e0 cruz de Jesus, ela gera-O uma vez mais para o mundo, atrav\u00e9s da firmeza da sua f\u00e9 e recebendo a miss\u00e3o de ser a m\u00e3e de todos os crentes.   Esta maternidade estende-se a toda a Igreja e destina-se a mostrar que tamb\u00e9m a Igreja \u00e9 m\u00e3e. Como Maria d\u00e1 \u00e0 luz um Filho que \u00e9 o Salvador, tamb\u00e9m a Igreja tem por miss\u00e3o gerar Cristo no meio de n\u00f3s, dentro de n\u00f3s. N\u00e3o lhe s\u00e3o poupadas as dores da maternidade e da luta. Toda a evangeliza\u00e7\u00e3o \u00e9 uma participa\u00e7\u00e3o no mist\u00e9rio pascal de Jesus. Mas Deus \u00e9 o grande vencedor e a certeza da vit\u00f3ria j\u00e1 est\u00e1 adquirida: \u201cEis agora a salva\u00e7\u00e3o, o poder e a realeza do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo\u201d (Ap 12,10).    Miss\u00e3o de Cristo, miss\u00e3o da Igreja  \u00c9 a realeza de Cristo que S. Paulo prega \u00e0 Igreja de Corinto e ela consiste essencialmente na sua Ressurrei\u00e7\u00e3o. O Ap\u00f3stolo conhece a sua miss\u00e3o, ele mesmo sentiu, no caminho de Damasco, a for\u00e7a da revela\u00e7\u00e3o de Cristo ressuscitado. A sua prega\u00e7\u00e3o estende a todos os crist\u00e3os a Boa Nova de Cristo. Ele ressuscitou como os primeiros frutos da seara, isto \u00e9, como prim\u00edcias daqueles que chama a ressuscitar com Ele. E Nossa Senhora, unida ao Filho, est\u00e1 inclu\u00edda nos primeiros frutos da seara, como aquela na qual se revela plenamente a esperan\u00e7a da Ressurrei\u00e7\u00e3o.  Neste Ano Paulino, deixai-me sublinhar a import\u00e2ncia da miss\u00e3o da Igreja como an\u00fancio da Ressurrei\u00e7\u00e3o, fonte de toda a esperan\u00e7a. A miss\u00e3o actual de todos os crist\u00e3os \u00e9 a de proclamar bem alto ao mundo, atrav\u00e9s da palavra e da vida, como dizia o Conc\u00edlio Vaticano II, que Cristo \u00e9 a luz dos povos. \u00c9 a de n\u00e3o se cansar de anunciar o caminho que \u00e9 Cristo como a esperan\u00e7a da humanidade, enfrentando corajosamente, at\u00e9 experimentar a Cruz na sua pr\u00f3pria vida, todos os obst\u00e1culos para a paz, as m\u00faltiplas formas de viol\u00eancia, de injusti\u00e7a e de opress\u00e3o.   A miss\u00e3o da Igreja \u00e9 a de defender o homem e a sua dignidade, os valores humanos essenciais. \u00c9 a de respeitar a vida humana e promov\u00ea-la desde o in\u00edcio at\u00e9 ao fim. A fidelidade ao Evangelho de Cristo \u00e9 a medida da sua aten\u00e7\u00e3o aos anseios, preocupa\u00e7\u00f5es e problemas do nosso tempo.   Dignidade e voca\u00e7\u00e3o da mulher  No dia 15 de Agosto de 1988, h\u00e1 precisamente 20 anos, tomando como refer\u00eancia a gloriosa Assun\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora, o Papa Jo\u00e3o Paulo II dirigia a todos os crist\u00e3os uma Carta Apost\u00f3lica sobre \u201cA Dignidade e a Voca\u00e7\u00e3o da Mulher\u201d. Escreve o Papa: \u201cA Igreja deseja dar gra\u00e7as \u00e0 Sant\u00edssima Trindade pelo \u2018mist\u00e9rio da mulher\u2019 \u2013 por toda a mulher \u2013 e por aquilo que constitui a eterna medida da sua dignidade feminina, pelas \u2018grandes obras de Deus\u2019 que na hist\u00f3ria das gera\u00e7\u00f5es humanas nela e por meio dela se realizaram. Em \u00faltima an\u00e1lise, n\u00e3o foi ela e por meio dela que se operou o que h\u00e1 de maior na hist\u00f3ria do homem sobre a terra: o acontecimento pelo qual Deus mesmo se fez homem?\u201d (\u2018Mulieris Dignitatem\u2019, n\u00ba 31).   Neste dia em que celebramos a glorifica\u00e7\u00e3o de Maria, aquela a quem j\u00e1 se chamou \u201ca maior mulher, a maior m\u00e3e e a maior santa\u201d, n\u00e3o podemos esquecer as palavras do Papa Bento XVI, apelando ao \u201ccompromisso dos crist\u00e3os, para que se convertam por toda a parte em promotores de uma cultura que reconhe\u00e7a \u00e0 mulher a dignidade que lhe compete, no direito e na realidade da vida crist\u00e3\u201d.  O Papa alertava, assim, contra a discrimina\u00e7\u00e3o das mulheres, ainda existente na sociedade actual, defendendo a necessidade de evitar tanto \u201cuma igualdade empobrecedora\u201d como tamb\u00e9m \u201cuma diferen\u00e7a conflitual\u201d entre o homem e a mulher.  Bento XVI n\u00e3o deixou de denunciar a \u201cmentalidade machista\u201d que ainda hoje subsiste, nalguns lugares, ignorando \u201ca novidade do Cristianismo, que reconhece e proclama a igual dignidade e responsabilidade da mulher em rela\u00e7\u00e3o ao homem\u201d. E o Papa acrescenta, concretizando: \u201cH\u00e1 lugares e culturas, onde a mulher \u00e9 discriminada ou depreciada pelo simples facto de ser mulher, onde se faz recurso at\u00e9 mesmo a argumentos religiosos e a press\u00f5es familiares, sociais e culturais para defender a disparidade dos sexos, onde se consumam actos de viol\u00eancia contra a mulher, tornando-a objecto de maus tratos e de explora\u00e7\u00e3o na publicidade e na ind\u00fastria do consumo e da divers\u00e3o.\u201d (Bento XVI, Discurso ao Congresso Internacional \u201cMulher e Homem, a totalidade do Humano\u201d, 14 de Fevereiro de 2008, na comemora\u00e7\u00e3o dos 20 anos da Mulieris dignitatem)  Interpela\u00e7\u00f5es e apelos  Instru\u00eddos pela Palavra de Deus, h\u00e1 pouco proclamada, fa\u00e7o um apelo \u00e0s fam\u00edlias que nos acompanham nesta celebra\u00e7\u00e3o. Hoje, num clima cultural que por vezes esquece as suas ra\u00edzes crist\u00e3s, a vossa miss\u00e3o \u00e9 transmitir o dom que v\u00f3s mesmas recebestes, educando os vossos filhos no aut\u00eantico humanismo e na f\u00e9, acompanhando-os na catequese e na celebra\u00e7\u00e3o dos sacramentos, sobretudo na Eucaristia dominical.   Aos jovens convido a olhar para Maria-M\u00e3e, Senhora do Monte, como aquela que nos ensina o essencial da experi\u00eancia da vida: a alegria de ser chamado e amado por Deus, a interioridade e o sil\u00eancio da ora\u00e7\u00e3o, a simplicidade de vida, a sinceridade e a verdade, a generosidade na entrega da vida de uns pelos outros e a gratid\u00e3o por tudo o que recebemos e somos.  Para os emigrantes, que nestes dias vieram a esta igreja e tamb\u00e9m a todos quantos nos acompanham pela r\u00e1dio ou pela televis\u00e3o, invoco a intercess\u00e3o de Nossa Senhora do Monte: para todos eles e suas fam\u00edlias, sobretudo aquelas que sentem especialmente o peso da cruz pela instabilidade no trabalho ou mesmo pela inquieta\u00e7\u00e3o por falta da seguran\u00e7a necess\u00e1ria. Sem esquecer os doentes e todos os que sofrem, pois eles encontram-se especialmente unidos a Cristo e a Maria junto \u00e0 Cruz.  E, por fim, uma prece muito especial para a nossa querida cidade do Funchal, nestes 500 anos da sua funda\u00e7\u00e3o:   Senhora do Monte, nossa Padroeira, olhai para esta Cidade que \u00e9 Vossa; aben\u00e7oai e protegei todas as fam\u00edlias, as crian\u00e7as e os jovens, os idosos, os doentes, os pobres e todos quantos mais precisam da Vossa ajuda; que n\u00e3o nos falte a sa\u00fade, a paz e a conc\u00f3rdia, o trabalho e a prosperidade, o \u00e2nimo, a coragem e a alegria da f\u00e9 e da esperan\u00e7a para a vida de cada dia.  Senhora do Monte, Padroeira da Cidade e da Diocese do Funchal, Rogai por n\u00f3s! Funchal, 15 de Agosto de 2008  <i>\u2020 Ant\u00f3nio Carrilho, Bispo do Funchal <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Festa da Senhora do Monte, Padroeira da Cidade e da Diocese<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[113,120,127,144,154,186,206,237,294],"class_list":["post-33678","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-ano-paulino","tag-bento-xvi","tag-catequese","tag-concilio-vaticano-ii","tag-crianca","tag-diocese-do-funchal","tag-familia","tag-joao-paulo-ii","tag-sacramentos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33678","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33678"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33678\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33678"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33678"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33678"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}