{"id":33618,"date":"2008-08-12T16:15:30","date_gmt":"2008-08-12T16:15:30","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/08\/12\/jovens-migrantes-no-centro-da-peregrinacao-de-agosto\/"},"modified":"2008-08-12T16:15:30","modified_gmt":"2008-08-12T16:15:30","slug":"jovens-migrantes-no-centro-da-peregrinacao-de-agosto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/jovens-migrantes-no-centro-da-peregrinacao-de-agosto\/","title":{"rendered":"Jovens migrantes no centro da Peregrina\u00e7\u00e3o de Agosto"},"content":{"rendered":"<p>Frei Francisco Sales Diniz, director daOCPM, explica objectivos das iniciativas centradas nas migra\u00e7\u00f5es <!--more--> A Mobilidade Humana \u00e9 tema da peregrina\u00e7\u00e3o internacional de Agosto ao Santu\u00e1rio de F\u00e1tima, que hoje tem o seu in\u00edcio, e recolhe a aten\u00e7\u00e3o da Igreja ao longa desta Semana Nacional das Migra\u00e7\u00f5es.   O tema escolhido para a Semana Nacional das Migra\u00e7\u00f5es, os Jovens Migrantes, vem na sequ\u00eancia do apelo lan\u00e7ado por Bento XVI no Dia Mundial do Migrante e do Refugiado. \u201cNo contexto das actuais migra\u00e7\u00f5es, s\u00e3o os jovens que protagonizam os grandes movimentos na procura de espa\u00e7o para construir a sua vida com mais dignidade\u201d, explica ao Programa ECCLESIA, o Frei Francisco Sales Diniz, director da Obra Cat\u00f3lica Portuguesa de Migra\u00e7\u00f5es (OCPM) que coordena a Semana.  Ao celebrar a semana de migra\u00e7\u00f5es \u201ca Igreja portuguesa procurou estar em sintonia com a Igreja universal, acolhendo o lema do Papa\u201d. Esta \u00e9 uma realidade percebida tanto em Portugal, como nas comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo. \u201cOs jovens s\u00e3o os protagonistas das migra\u00e7\u00f5es. E s\u00e3o em especial as mulheres que emigram\u201d, esclarece o director da OCPM, acrescentando que as mulheres est\u00e3o muitas vezes expostas a redes de tr\u00e1fico humano.   \u201cChegam-nos not\u00edcias por vezes de trabalho quase escravo\u201d, aponta o director da OCPM apontando uma lacuna \u201cnas estruturas sociais, atrav\u00e9s da legisla\u00e7\u00e3o, e nas estruturas eclesiais que n\u00e3o estavam preparadas para acolher e acompanhar  estas situa\u00e7\u00f5es\u201d.  A juventude ganha uma vulnerabilidade especial. \u201c\u00c9 uma fase da vida mais generosa e mais aberta e n\u00e3o criam as defesas pr\u00f3prias de viver em sociedade\u201d. O contexto da migra\u00e7\u00e3o \u00e9 de \u201cluta e por isso \u00e9 um contexto mais exposto \u00e0 explora\u00e7\u00e3o\u201d.  Esta \u00e9 uma realidade que o Frei Sales aponta como essencial na ajuda \u201c\u00e0s comunidades em Portugal tamb\u00e9m porque devemos lembrar-nos das comunidades portuguesas no estrangeiro, em particular \u00e0s segundas e terceiras gera\u00e7\u00f5es que, nascendo no estrangeiro n\u00e3o deixam de ser portuguesas pois vivem a nossa cultura, e tamb\u00e9m precisam ser apoiadas\u201d.   <b>Melhores recursos<\/b> Bento XVI aponta na sua mensagem para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, que \u201cquem sai dos pa\u00edses de origem \u00e9 a juventude dotada de melhores recursos intelectuais enquanto que nos pa\u00edses que recebem os imigrantes est\u00e3o em vigor normativas que dificultam a sua inser\u00e7\u00e3o\u201d.   Esta \u00e9 uma realidade sentida tamb\u00e9m em Portugal, \u201cem especial de jovens que chegam dos pa\u00edses n\u00f3rdicos, com cursos superiores e especializa\u00e7\u00f5es\u201d. Portugal \u00e9 dos pa\u00edses que apresenta maior dificuldade \u201ca n\u00edvel legislativo em reconhecer os conhecimentos\u201d. O Frei Sales adianta que o Alto Comissariado para a Imigra\u00e7\u00e3o e Di\u00e1logo Intercultural \u2013 ACIDI &#8211; est\u00e1 \u201cjunto das associa\u00e7\u00f5es de imigrantes a tentar agilizar esta quest\u00e3o\u201d.   Recentemente a comunica\u00e7\u00e3o social divulgou os valores que as universidade cobram pelo reconhecimento de compet\u00eancias, onde ficou patente que \u201cas pessoas que t\u00eam j\u00e1 experi\u00eancia laboral na \u00e1rea, s\u00e3o obrigadas a repetir forma\u00e7\u00e3o que frequentaram anos antes\u201d. O Director da OCPM afirma que em Portugal n\u00e3o se est\u00e1 aproveitar a m\u00e3o-de-obra especializada, \u201cem \u00e1reas que est\u00e3o em falta em Portugal e podiam ser uma mais-valia para o nosso pa\u00eds\u201d.   A burocracia \u00e9 uma entrave. \u201cEncontramos m\u00fasicos, m\u00e9dicos, professores, economistas a trabalhar nas obras\u201d. O Frei Sales afirma que o imigrante tem dificuldade na primeira abordagem. \u201c\u00c9 preciso criar uma base de confian\u00e7a para descobrir a sua forma\u00e7\u00e3o, pois o imigrante tem medo de que o patr\u00e3o descubra a sua forma\u00e7\u00e3o e seja despedido\u201d. Trata-se de ir ao encontro e ajudar a pessoas \u201ca perder os seus medos e a reconhecer os seus direitos para conquistar o seu espa\u00e7o\u201d.   Quanto aos portugueses que partem para outros pa\u00edses, a situa\u00e7\u00e3o repete-se. No entanto o Frei Sales aponta que \u201cfaltam estat\u00edsticas sobre a emigra\u00e7\u00e3o\u201d. A abertura de fronteiras da Uni\u00e3o Europeia quebrou barreiras entre os pa\u00edses europeus \u201ce a emigra\u00e7\u00e3o para Fran\u00e7a ou Espanha muitas vezes n\u00e3o \u00e9 considerada como tal, pois s\u00e3o todos cidad\u00e3os europeus\u201d.  O director da OCPM adianta que muitos jovens portugueses que saem s\u00e3o \u201cquadros superiores que n\u00e3o encontram espa\u00e7o em Portugal para trabalhar. Quem emigra tem de se sujeitar ao que encontra e come\u00e7ar por um trabalho muito diferente dos seus estudos\u201d. Frei Sales indica ser necess\u00e1ria uma reflex\u00e3o \u201cpor parte do Estado sobre o porqu\u00ea da sa\u00edda de tantas pessoas de Portugal\u201d. A informa\u00e7\u00e3o que chega \u00e0 OCPM sobre os n\u00fameros da emigra\u00e7\u00e3o \u201c\u00e9 assustadora\u201d e, neste momento, \u201csuperior \u00e0 imigra\u00e7\u00e3o\u201d. No entanto, Portugal \u201cactualmente \u00e9 porta de entrada para a Uni\u00e3o Europeia e s\u00edtio de passagem para muitos imigrantes\u201d.   A emigra\u00e7\u00e3o sazonal de trabalho \u00e9 outra realidade a que a OCPM est\u00e1 atenta, pois \u201co aliciamento das pessoas d\u00e1 azo ao desconhecimento de direitos e regalias que conduzem a situa\u00e7\u00f5es de escravatura\u201d. Existem muitos portugueses a viver em zonas de fronteira com o objectivo de trabalhar em Espanha, por exemplo. E estas s\u00e3o realidades a considerar \u201csempre na din\u00e2mica das migra\u00e7\u00f5es e da mobilidade humana\u201d, sublinha o Frei Sales.  <b>Acompanhamento integral<\/b> O factor econ\u00f3mico e a procura de melhores condi\u00e7\u00f5es do vida s\u00e3o determinantes, mas a preocupa\u00e7\u00e3o da OCPM \u00e9 fazer um acompanhamento integral, nomeadamente no aspecto religioso. Desde a sua funda\u00e7\u00e3o, em 1962, que a OCPM come\u00e7ou a estruturar as chamadas \u201cmiss\u00f5es portuguesas no estrangeiro para acompanhar as comunidades portuguesas\u201d. O Frei Sales aponta boas estruturas em alguns pa\u00edses com a presen\u00e7a de sacerdotes e outros agentes pastorais.  \u201cNa Su\u00ed\u00e7a h\u00e1 24 par\u00f3quias portuguesas\u201d, mas as comunidades s\u00e3o igualmente muito expressivas na Alemanha e em Fran\u00e7a \u201conde existem mais\u201d. O Frei Sales fala de comunidades de l\u00edngua portuguesa, pois \u201c\u00e0s comunidades portuguesas juntam-se os africanos e os brasileiros\u201d. Registam-se tamb\u00e9m muitos sacerdotes e religiosos brasileiros e africanos a colaborar nas comunidades tanto na Europa, como no Canad\u00e1 ou Austr\u00e1lia.   A dimens\u00e3o religiosa para quem est\u00e1 fora do seu pa\u00eds de origem \u201crepresenta muito\u201d. Quando se olha o fen\u00f3meno das migra\u00e7\u00f5es, a religiosidade das pessoas \u201cprende-as \u00e0 sua terra natal, mas \u00e9 tamb\u00e9m uma quest\u00e3o de seguran\u00e7a\u201d. Frei Sales indica que os emigrantes portugueses \u201cagarram-se a todas as tradi\u00e7\u00f5es e devo\u00e7\u00f5es e quem parte procura unir-se \u00e0 Igreja e ao grupo religioso da mesma l\u00edngua como forma de integra\u00e7\u00e3o  e apoio\u201d.   <b>Devo\u00e7\u00e3o mariana<\/b> Nossa Senhora de F\u00e1tima est\u00e1 presente em todas as comunidades. \u201cTodos os emigrantes celebram a sua devo\u00e7\u00e3o mariana e quando regressam a Portugal de f\u00e9rias, n\u00e3o h\u00e1 emigrante que n\u00e3o passe em F\u00e1tima\u201d. Por isso, a Peregrina\u00e7\u00e3o Internacional de Agosto, em F\u00e1tima, \u00e9 dedicada aos emigrantes.   \u201cCome\u00e7ou por ser para os emigrantes, mas actualmente \u00e9 a peregrina\u00e7\u00e3o dos migrantes, onde tentamos acolher quer os migrantes portugueses quer tamb\u00e9m os estrangeiros que est\u00e3o em Portugal\u201d. Esse \u00e9 tamb\u00e9m o motivo porque, todos os anos, h\u00e1 uma comunidade espec\u00edfica \u201cno cora\u00e7\u00e3o da peregrina\u00e7\u00e3o\u201d. Este ano ser\u00e1 a comunidade africana de l\u00edngua portuguesa em Portugal que ter\u00e1 maior destaque. Tamb\u00e9m por isso, quem preside \u00e0 peregrina\u00e7\u00e3o \u00e9 D. Zacarias Kamwenho, Arcebispo de Lubango, Angola.  A peregrina\u00e7\u00e3o est\u00e1 inserida na Semana Nacional das Migra\u00e7\u00f5es, promovida pela OCPM que coordena a n\u00edvel nacional in\u00fameras actividades distribu\u00eddas pelos Secretariados Diocesanos das Migra\u00e7\u00f5es. \u201cFoi distribu\u00eddo pelas dioceses todo o material de \u00abmarketing\u00bb da semana acompanhado de algumas indica\u00e7\u00f5es celebrativas, em especial para o dia 17, dia em que encerra a semana\u201d e que \u201cconsideramos ser o dia do emigrante em Portugal\u201d.   Em F\u00e1tima, a Peregrina\u00e7\u00e3o come\u00e7a hoje com uma confer\u00eancia de imprensa onde se \u201cpretende veicular uma mensagem de sensibiliza\u00e7\u00e3o sobre as quest\u00f5es das migra\u00e7\u00f5es\u201d. Estar\u00e3o presentes em F\u00e1tima D. Zacarias Kamwenho, um representante da capelania dos africanos em Portugal e D. Ant\u00f3nio Vitalino, Presidente da Comiss\u00e3o Episcopal da Mobilidade Humana. Frei Sales manifesta a vontade de, atrav\u00e9s da comunica\u00e7\u00e3o social, \u201creflectir sobre os problemas da comunidade africana em Portugal\u201d, isto apesar de os africanos estarem presentes em Portugal h\u00e1 v\u00e1rios anos.   As pr\u00f3prias celebra\u00e7\u00f5es dos dias 12 e 13 \u201cter\u00e3o a marca da mobilidade\u201d. D. Ant\u00f3nio Vitalino preside \u00e0 cerim\u00f3nia desta noite e dia 13, amanh\u00e3, ser\u00e1 D. Zacarias Kamwenho a presidir \u00e0 celebra\u00e7\u00e3o.   O Frei Sales recorda que ao longo dos anos que tem acompanhado as comunidades emigrantes no estrangeiro \u201ctenho encontrado muitas celebra\u00e7\u00f5es marianas\u201d. Algumas muito recentes \u201cmas que j\u00e1 deixam marca\u201d, acrescenta. As primeiras gera\u00e7\u00f5es s\u00e3o as respons\u00e1veis por levar na sua bagagem o culto mariano, mas que, posteriormente, se espalha nas gera\u00e7\u00f5es mais novas \u201cque chegam a ser os organizadores das celebra\u00e7\u00f5es\u201d.    Fen\u00f3menos interessantes da liga\u00e7\u00e3o a Portugal e das gera\u00e7\u00f5es entre si. \u201cOs jovens migrantes protagonistas da esperan\u00e7a, como real\u00e7a a mensagem do Papa, evidencia que apesar de terem nascido no estrangeiro, as segundas e terceiras gera\u00e7\u00f5es mostram a sua liga\u00e7\u00e3o ao pa\u00eds de origem\u201d, evidencia o director da OCPM.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Frei Francisco Sales Diniz, director daOCPM, explica objectivos das iniciativas centradas nas migra\u00e7\u00f5es<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[106,120,122,203,207,211,258,261,267,269],"class_list":["post-33618","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-angola","tag-bento-xvi","tag-brasil","tag-europa","tag-fatima","tag-ferias","tag-migracoes","tag-missoes","tag-natal","tag-ocpm"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33618","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33618"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33618\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33618"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33618"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33618"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}