{"id":33573,"date":"2008-08-08T16:24:43","date_gmt":"2008-08-08T16:24:43","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/08\/08\/a-biblia-para-comer\/"},"modified":"2008-08-08T16:24:43","modified_gmt":"2008-08-08T16:24:43","slug":"a-biblia-para-comer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/a-biblia-para-comer\/","title":{"rendered":"A B\u00edblia para comer"},"content":{"rendered":"<p>40 receitas que redescobrem cores e sabores desde o Antigo ao Novo Testamento <!--more--> Descobrir a B\u00edblia atrav\u00e9s de cores, texturas e sabores. Um apelo ao sentido do paladar \u00e9 a proposta que o Pe. Tolentino Mendon\u00e7a lan\u00e7ou ao chefe de cozinha Albano Louren\u00e7o. O resultado,  \u00abA B\u00edblia contada pelos sabores\u00bb, s\u00e3o 40 receitas que mostram bem que a B\u00edblia tamb\u00e9m se come.   O biblista, Pe. Telentino Mendon\u00e7a, acredita que a B\u00edblia pode ser lida de muitas formas e \u00e9, porque n\u00e3o, um livro para se comer. \u201cA B\u00edblia \u00e9 para comer, no sentido em que o texto utiliza essa imagem de Deus que oferece a palavra\u201d. O sacerdote explica que a B\u00edblia mostra-nos o grau de intimidade, de rela\u00e7\u00e3o e comunh\u00e3o que Deus estabelece com os homens e encontra na imagem da refei\u00e7\u00e3o uma met\u00e1fora extraordin\u00e1ria\u201d.  O sacerdote recorda que a alian\u00e7a no Monte Sinai consumou-se \u00e0 volta de uma refei\u00e7\u00e3o. \u201cA refei\u00e7\u00e3o est\u00e1 presente deste o livro do G\u00e9nesis ao livro do Apocalipse e tem uma dimens\u00e3o muito importante em todo o itiner\u00e1rio b\u00edblico\u201d.   A refei\u00e7\u00e3o surge de uma pesquisa procurando palavras, express\u00f5es e situa\u00e7\u00f5es que revelam o que e como se comia.   O livro est\u00e1 dividido pelas sec\u00e7\u00f5es de entradas, sopas, peixes, carnes e sobremesas, num total de 40 receitas. Albano Louren\u00e7o, chefe na cozinha da Quinta das L\u00e1grimas, d\u00e1 conta do \u201cmuito trabalho de pesquisa, muitas noites a trabalhar, para saber como juntar os ingredientes sem retratar coisas actuais. Fiz combina\u00e7\u00f5es, que no fundo \u00e9 a minha profiss\u00e3o\u201d.  Foi feita uma pesquisa no Antigo, no Novo Testamento e na tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3 para perceber que tipo de ingredientes eram utilizados, que tipo de sabor se procurava. Depois, tudo foi recriado pelas m\u00e3os do chefe Albano Louren\u00e7o que, a partir dos sabores portugueses, tentou aproximar-se do texto b\u00edblico.  Os peixes e as carnes foram o mais complicado. \u201cN\u00e3o havia uma defini\u00e7\u00e3o de peixe \u2013 sardinha, robalo, garoupa.. Como \u00e9 que eu com poucos produtos vou conseguir fazer 40 receitas\u201d, interrogava o chefe no inicio do projecto. \u201cO meu objectivo era dar alguma alma ao prato e n\u00e3o apresentar apenas o alimento\u201d, explica.  Ao longo das 40 receitas, todas elas f\u00e1ceis de confeccionar e com ingredientes comuns aos dias de hoje, a B\u00edblia ganha uma outra vida e a mesa revela-se mais uma vez um lugar central de encontro.   O Pe. Tolentino explica que \u201ca mesa \u00e9 transversal a todas as culturas. \u00c9 um lugar de excel\u00eancia de encontro e que reflecte os principais dinamismos, as cren\u00e7as, os testemunhos interiores, as amizades, o esp\u00edrito de grupo. Os antrop\u00f3logos dizem que se percebermos com quem se come, o que se como e como se come, se percebe o essencial acerca de um grupo humano\u201d.  No conjunto de receitas, h\u00e1 coisas extraordin\u00e1rias, mas \u201co p\u00e3o e o vinho da \u00faltima Ceia, continuam a fascinar-me de modo absoluto\u201d, d\u00e1 conta o sacerdote, apesar de considerar todas as receitas \u201cuma festa para a comunidade de leitura da B\u00edblia que somos\u201d.   \u00abA B\u00edblia contada pelos sabores\u00bb conta j\u00e1 com duas edi\u00e7\u00f5es esgotadas. Esta \u00e9 uma outra forma de ler, ver e saborear a B\u00edblia. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>40 receitas que redescobrem cores e sabores desde o Antigo ao Novo Testamento<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-33573","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33573","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33573"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33573\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33573"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33573"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33573"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}