{"id":33366,"date":"2008-07-29T11:03:43","date_gmt":"2008-07-29T11:03:43","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/07\/29\/encontrar-se-em-ferias\/"},"modified":"2008-07-29T11:03:43","modified_gmt":"2008-07-29T11:03:43","slug":"encontrar-se-em-ferias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/encontrar-se-em-ferias\/","title":{"rendered":"Encontrar-se em f\u00e9rias"},"content":{"rendered":"<p>Podem ser pouco mais do que um per\u00edodo inscrito em calend\u00e1rios e rotinas escolares, empresariais e pessoais; ou corresponder a tentativas, mais ou menos conseguidas, de mudan\u00e7a de h\u00e1bitos, de hor\u00e1rios; por vezes n\u00e3o acontecem, por injusti\u00e7as sociais; ou oferecem extravag\u00e2ncias, destinos escondidos de olhares do quotidiano. Porque podem ser um conjunto abundante de realiza\u00e7\u00f5es, s\u00f3 acontecer\u00e3o f\u00e9rias quando forem ocasi\u00e3o de encontros. O encontrar-se em f\u00e9rias significar\u00e1 encontrar-se na interioridade e na sociedade. Nas semanas que este Ver\u00e3o oferece, acontecem abundantes encontros. Todos com novidade, com capacidade de interpelar quem n\u00e3o desiste da constru\u00e7\u00e3o de sociedades justas e pacificadoras. S\u00e3o, desde logo, encontros de familiares e amigos que, distantes no espa\u00e7o ou no tempo, apenas t\u00eam nos dias de f\u00e9rias a oportunidade para di\u00e1logos, partilhas, momentos de an\u00e1lise ou lazer. Sobretudo no m\u00eas de Agosto, o m\u00eas da mobilidade. A Igreja Cat\u00f3lica, na resposta \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o que o acontecer religioso adquire junto das comunidades portuguesas, mormente F\u00e1tima, reserva uma Semana da pastoral que dinamiza para focar aten\u00e7\u00f5es nas comunidades migrantes: as que vieram para o nosso Pa\u00eds e os portugueses que n\u00e3o deixam de partir rumo a melhores condi\u00e7\u00f5es de vida. S\u00e3o encontros com a ousadia de quem faz do voluntariado op\u00e7\u00e3o para dias de f\u00e9rias. Em cidades ou aldeias de Portugal, nos pa\u00edses de Miss\u00e3o dos v\u00e1rios Continentes, os tempos de voluntariado mission\u00e1rio s\u00e3o transformadores. N\u00e3o apenas junto dos aparentemente \u00fanicos benefici\u00e1rios. Sobretudo naqueles que partem, nos que promovem o encontro com outras culturas, outras sociedades e necessidades. E tamb\u00e9m s\u00e3o transformadores dos contextos de onde partem. Ou poderiam ser: porque a sabedoria conquistada num per\u00edodo de trabalho em voluntariado espera por ser capitalizada em benef\u00edcio das comunidades que os v\u00eam partir. Entre muitos outros, este Ver\u00e3o oferece tamb\u00e9m encontros com a liberdade. Nomeadamente os que decorrem da realiza\u00e7\u00e3o dos Jogos Ol\u00edmpicos num Pa\u00eds que por ela espera, sobretudo a liberdade religiosa. E porque as conquistas do p\u00f3dio acontecem com a fortaleza do esfor\u00e7o, do treino cont\u00ednuo e do respeito por todos os concorrentes, tamb\u00e9m a organiza\u00e7\u00e3o das sociedades n\u00e3o podem permitir sinais de fraqueza que se fundamentam na proibi\u00e7\u00e3o, no controle absoluto, na escravatura a qualquer pre\u00e7o. Nem por desporto! <i>Paulo Rocha<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Podem ser pouco mais do que um per\u00edodo inscrito em calend\u00e1rios e rotinas escolares, empresariais e pessoais; ou corresponder a tentativas, mais ou menos conseguidas, de mudan\u00e7a de h\u00e1bitos, de hor\u00e1rios; por vezes n\u00e3o acontecem, por injusti\u00e7as sociais; ou oferecem extravag\u00e2ncias, destinos escondidos de olhares do quotidiano. 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