{"id":33321,"date":"2008-07-26T12:12:14","date_gmt":"2008-07-26T12:12:14","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/07\/26\/padres-confessam-as-suas-duvidas\/"},"modified":"2008-07-26T12:12:14","modified_gmt":"2008-07-26T12:12:14","slug":"padres-confessam-as-suas-duvidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/padres-confessam-as-suas-duvidas\/","title":{"rendered":"Padres confessam as suas d\u00favidas"},"content":{"rendered":"<p>A partir de hoje, a Diocese do Funchal tem mais tr\u00eas padres, passando a dispor de 87 sacerdotes. Pelas 10h00, na S\u00e9, D. Ant\u00f3nio Carrilho preside \u00e0 cerim\u00f3nia de ordena\u00e7\u00e3o de \u00c9lio de Freitas Gomes, Victor Apolinar Gon\u00e7alves e Ant\u00f3nio Est\u00eav\u00e3o.  Nesta cerim\u00f3nia, Daniel Paulo Gon\u00e7alves Rocha tamb\u00e9m ser\u00e1 ordenado, mas padre religioso, pois pertence \u00e0 Congrega\u00e7\u00e3o dos Sacerdotes do Cora\u00e7\u00e3o de Jesus (Dehonianos). Daniel Rocha dever\u00e1 depois seguir para o Porto, onde ser\u00e1 vig\u00e1rio numa das par\u00f3quias daquela Diocese. Esta circunst\u00e2ncia n\u00e3o invalida, contudo, que venha no futuro a juntar-se aos actuais 18 padres religiosos existentes na Madeira que, juntamente com os padres diocesanos, totalizam 105 padres nesta Regi\u00e3o. O Jornal da Madeira ouviu dois dos protagonistas de hoje. Convid\u00e1mos \u00c9lio Freitas, padre diocesano, e Daniel Rocha, padre religioso, a fazer uma viagem de regresso ao in\u00edcio das suas caminhadas. Sem quaisquer reservas, ambos aceitaram o desafio. Os dois contam como aconteceu o chamamento \u00e0 igreja, mas tamb\u00e9m falam das dificuldades, das d\u00favidas, das reflex\u00f5es e do que passaram a estar privados. Falam de como se sentiram quando colegas seus desistiram e enveredaram por outros trilhos. Abordam ainda a igreja actual e os seus problemas. O celibato e os padres que saem para casar tamb\u00e9m aqui s\u00e3o assuntos discutidos. Falam de tudo. Sem tabus.  Mas vamos ao in\u00edcio. Para Daniel Rocha, tudo come\u00e7ou na aula de Religi\u00e3o e Moral, quando dois sacerdotes dehonianos foram conversar consigo e com os seus colegas do quarto ano. Os padres falaram da Igreja e, no final, deixaram o convite para os que quisessem visitar o col\u00e9gio mission\u00e1rio. A curiosidade fez o pequeno Daniel aceitar a oferta. Ficou pois acertada a visita para um fim-de-semana seguinte. O pequeno Daniel gostou, especialmente das brincadeiras que teve com os outros mi\u00fados vindo de tantos s\u00edtios da Madeira. Mas tamb\u00e9m o lugar, de certo modo, o encantou. \u00abAchava que era um lugar diferente, onde as pessoas se sentiam bem\u00bb, recorda ao JM. Desde ent\u00e3o come\u00e7ou a visitar com alguma frequ\u00eancia o col\u00e9gio, ao ponto de no final do 6.\u00ba ano lhe perguntarem se queria ingressar naquela escola, ao que respondeu afirmativamente.  <b>Ac\u00f3lito at\u00e9 ao semin\u00e1rio<\/b> Apesar de \u00c9lio Freitas ter uma rela\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima \u00e0 Igreja desde muito cedo, o seu percurso foi diferente do de Daniel Rocha.  O tio paterno de \u00c9lio Freitas foi quem o levou para mais perto da Igreja. A proximidade f\u00ea-lo um dia desejar acolitar na missas. Ap\u00f3s a Primeira Comunh\u00e3o, concretizou o sonho. Tinha apenas oito anos. Esteve a acolitar na par\u00f3quia do Monte at\u00e9 entrar para o Semin\u00e1rio. S\u00f3 bem tarde se decidiu por esse caminho. Antes, era convidado para v\u00e1rias ac\u00e7\u00f5es da Igreja, mas sempre as via mais como espa\u00e7o \u00abpara a brincadeira\u00bb do que uma possibilidade de ir para o Semin\u00e1rio. Ser seminarista n\u00e3o o seduzia porque estava convencido pelos outros das dificuldades que teria de enfrentar para \u00abdeixar a casa, a fam\u00edlia e as coisas boas\u00bb. Por isso, o tempo foi passando at\u00e9 que o rapaz terminou o ensino Secund\u00e1rio. Conclu\u00edda essa etapa, achou que se voluntariar para o Servi\u00e7o Militar poderia ser uma boa solu\u00e7\u00e3o, at\u00e9 porque pensava aprofundar no Ex\u00e9rcito os seus conhecimentos sobre a sua disciplina favorita, Hist\u00f3ria. Durante oito meses vestiu verde mas a Hist\u00f3ria pouco mudou.  Foi tamb\u00e9m nessa \u00e9poca que teve uma conversa que alterou novamente o rumo da sua vida. Nas festas do Monte, cruzou-se com o padre Fiel, vice-reitor do semin\u00e1rio, que lhe perguntou porque n\u00e3o ingressava naquela escola. \u00c9lio admitiu logo a possibilidade. Fez ainda as disciplinas de reconhecimento (grego e latim) durante dois anos e, aos 21 anos de idade, estava pronto para fazer a nova caminhada. O percurso de Daniel Rocha come\u00e7ou muito mais cedo. Aos 15 anos viajou para Coimbra, onde ingressou no 10.\u00ba ano. De in\u00edcio sofria \u00abmuitas saudades\u00bb da fam\u00edlia e amigos, mas depois o \u00abclima de amizade e bem-estar\u00bb com os colegas de turma e as ora\u00e7\u00f5es amenizaram a tristeza. \u00abCria-se um clima de fam\u00edlia que nos faz superar as dificuldades\u00bb, recorda hoje, revelando que \u00abos tempos passados juntos\u00bb com os amigos de escola foram os melhores que guarda desta \u00e9poca. A turma de Daniel no 10.\u00ba ano tinha 29 alunos, seis dos quais madeirenses.  \u00abEra um clima espectacular\u00bb, lembra-se, revivendo as cantorias com os amigos e as conversas sobre o futebol, a vida, o dia-a-dia e as aulas. \u00abFalava-se um pouco sobre tudo\u00bb, garante. Daniel esteve tr\u00eas anos em Coimbra. Depois fez o noviciado, que \u00e9 um ano dedicado essencialmente \u00e0 reflex\u00e3o e que marca a inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 vida da Congrega\u00e7\u00e3o. Nesta altura, o grupo j\u00e1 era s\u00f3 de sete pessoas, 22 alunos j\u00e1 tinham desistido ou seguido outros caminhos. O noviciado permite um tempo de reflex\u00e3o acerca da op\u00e7\u00e3o que os jovens v\u00e3o tomar. Permite tamb\u00e9m ponderar sobre os votos de castidade, pobreza e obedi\u00eancia que cada um ir\u00e1 fazer e conhecer as regras da congrega\u00e7\u00e3o que os vai acolher. Paralelamente, possibilita aumentar os conhecimentos sobre a B\u00edblia, Dogm\u00e1tica e Teologia, apesar de em todo este per\u00edodo n\u00e3o haver aulas. De in\u00edcio, Daniel achou que o noviciado era uma \u00abperda de tempo\u00bb, dada a paragem nos estudos. Mas depois percebeu que esse era um momento \u00abmuito bom\u00bb, pois servia para \u00abalicer\u00e7ar a op\u00e7\u00e3o que se tem depois\u00bb. \u00abEu gostei muito desse ano\u00bb, diz agora, sentindo at\u00e9 saudades da \u00e9poca.  \u00abRezava-se mais. T\u00ednhamos mais horas para rezar. T\u00ednhamos mais tempo para reflectir. Agora, a vida j\u00e1 n\u00e3o d\u00e1 para tanto\u00bb, lamenta. O ano de reflex\u00e3o terminou com Daniel Rocha convicto do que queria e com mais dois dos seus colegas a ficarem pelo caminho. Apenas cinco fizeram a Primeira Profiss\u00e3o Religiosa, cumprindo os votos de Castidade, Pobreza e Obedi\u00eancia. Os cinco desceram para Lisboa, onde uma nova etapa os aguardava. O curso superior de Teologia.  <b>\u00abCapazes de uma rela\u00e7\u00e3o normal\u00bb<\/b> O bi\u00e9nio filos\u00f3fico teol\u00f3gico de \u00c9lio Freitas foi feito no Funchal, ap\u00f3s o que viajou para Lisboa onde completou os quatro anos que faltavam (tri\u00e9nio teol\u00f3gico e o ano pastoral). O homem que um dia quis seguir a vida militar e que depois se mudou para o caminho sacerdotal confessa ter tido d\u00favidas. \u00abEm primeiro lugar, as d\u00favidas s\u00e3o apresentadas pelo imenso trabalho que temos de fazer. O estudo, por exemplo\u00bb, aponta \u00c9lio Freitas, falando tamb\u00e9m das d\u00favidas sobre a prepara\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica para enfrentar a caminhada. H\u00e1 tamb\u00e9m os receios de uma desloca\u00e7\u00e3o de um meio pequeno para uma grande cidade (Funchal\/Lisboa) poder \u201cdesviar\u201d o estudante. \u00abPodem aparecer outras novidades\u00bb, diz. A possibilidade de enamorar-se, por exemplo. Perguntando como reagiria perante esse cen\u00e1rio, \u00c9lio Freitas responde: \u00abTemos de ser capazes de ter uma rela\u00e7\u00e3o normal, no sentido de ver as pessoas iguais a n\u00f3s. Depois tentar combater, ver se \u00e9 uma coisa sentimental, se \u00e9 s\u00f3 superficial, e p\u00f4r as duas coisas a funcionar: a raz\u00e3o e o cora\u00e7\u00e3o\u00bb. \u00abTem de haver amizades, mas cada coisa no seu lugar\u00bb, corta o novo padre. Mudando de assunto, e j\u00e1 falando sobre todo o seu percurso, \u00c9lio Freitas admite ter vacilado no in\u00edcio. \u00abVem \u00e0 cabe\u00e7a muita coisa: Ser\u00e1 que somos capazes?\u00bb. Mas as palavras dos padres mais velhos e a direc\u00e7\u00e3o espiritual ajudam muito nesses momentos.  <b>Sa\u00eddas levantavam d\u00favidas<\/b> Depois dos dois primeiros anos \u00absecantes\u00bb do curso de Teologia, Daniel Rocha foi estagiar para S\u00e3o Miguel, nos A\u00e7ores. Esteve durante um par de anos na casa da Congrega\u00e7\u00e3o dos Sacerdotes do Cora\u00e7\u00e3o de Jesus (Dehonianos). Para al\u00e9m do apoio \u00e0s pessoas que procuravam aquele espa\u00e7o de retiro e reflex\u00e3o, Daniel era ec\u00f3nomo na congrega\u00e7\u00e3o. Dos A\u00e7ores gostou da \u00abpaisagem linda\u00bb, mas n\u00e3o apreciou nada a humidade e o tempo frequentemente nublado. Findo o est\u00e1gio no arquip\u00e9lago vizinho, o estudante voltou para o terceiro ano de Teologia, no continente. Ao fim de mais tr\u00eas anos concluiu o curso. J\u00e1 com o \u201ccanudo\u201d, foi para o Porto, onde esteve no Semin\u00e1rio Menor, ficando respons\u00e1vel pela turma do oitavo ano, composta por 20 alunos. Depois deste longo percurso, \u00e9 agora ordenado padre e nos pr\u00f3ximos dias dever\u00e1 voltar ao Porto, onde ser\u00e1 vig\u00e1rio numa das par\u00f3quias da Diocese. Daniel Rocha diz que foi a convic\u00e7\u00e3o de que era este o seu caminho que o fez nunca desistir, ao contr\u00e1rio da maioria dos colegas. Sobre os antigos colegas, Daniel Rocha afirma que nalguns casos a sa\u00edda j\u00e1 era esperada, mas noutros foi um espanto. Algumas pessoas \u00abjulg\u00e1vamos que eram muito melhores do que n\u00f3s, para esta miss\u00e3o\u00bb e por essa raz\u00e3o \u00abreflectimos e fic\u00e1mos um bocado a pensar sobre a nossa ac\u00e7\u00e3o e sobre o aquilo que vamos fazer no futuro\u00bb, diz.  \u00abSempre que algu\u00e9m sa\u00eda, eu questionava-me sobre se estou bem, se devo continuar, ou n\u00e3o\u00bb, confessa. Mas as d\u00favidas j\u00e1 l\u00e1 v\u00e3o e agora tanto \u00c9lio Freitas como Daniel Rocha est\u00e3o seguros do passo que v\u00e3o dar. Isto apesar da natural ansiedade dos dias que antecedem t\u00e3o importante acontecimento para as suas vidas.  Por outro lado, e falando j\u00e1 sobre o afastamento que muitos europeus est\u00e3o a ter dos rituais da Igreja Cat\u00f3lica, Daniel Rocha admite que em parte a culpa \u00e9 dos padres. \u00abFazem, \u00e0s vezes, as coisas, o rito, num mau sentido. (&#8230;) N\u00e3o se p\u00f5e alma, n\u00e3o t\u00eam vontade. \u00c9 uma coisa para despachar\u00bb, avalia, dizendo que h\u00e1 padres que \u00abfazem as coisas \u00e0 press\u00e3o\u00bb e \u00absem entusiasmo\u00bb, enquanto que \u00aba malta nova precisa de algu\u00e9m que os entusiasme\u00bb. \u00abAs pessoas gostas de participar, as pessoas n\u00e3o gostam de estar ali a assistir\u00bb, considera. \u00c9lio Freitas tamb\u00e9m tem observa\u00e7\u00f5es a fazer. \u00abSe houver um pouco de acolhimento da parte da Igreja, dos padres, dos religiosos e dos bispos acho que isso faz cativar mais as pessoas\u00bb, sugere, considerando que \u00aba Igreja deve de se adaptar um pouco ao Mundo\u00bb, n\u00e3o fazendo \u00abas coisas que o pessoal faz mas tentando compreender porque \u00e9 que a malta jovem gosta do tipo de m\u00fasica que ouve, por exemplo\u00bb. No fundo, \u00abir ao encontro\u00bb. \u00ab\u00c0s vezes n\u00f3s ficamos fechadinhos\u00bb, reconhece, quando \u00abn\u00f3s nos dev\u00edamos meter mais com eles\u00bb, promovendo mais di\u00e1logo. Quanto ao chamamento e \u00e0 falta de padres, \u00c9lio Freitas diz que o assunto traz a lume o celibato e outras mat\u00e9rias de que os padres, pela miss\u00e3o que abra\u00e7aram, t\u00eam de abdicar. \u00abIsto de dizer sim, \u00e9 dizer n\u00e3o a muitas outras coisas. E \u00e9 dif\u00edcil dizer n\u00e3o\u00bb, confessa, adiantando que os padres que saem da Igreja para casar sentem \u00absempre uma certa frustra\u00e7\u00e3o: ou dedicam-se muito \u00e0 Igreja ou ent\u00e3o n\u00e3o querem saber da Igreja para nada\u00bb. J\u00e1 Daniel Rocha foca a sua aten\u00e7\u00e3o sobre o assunto no facto de, \u00e0s vezes, o \u00abambiente familiar, paroquial e escolar n\u00e3o ajudar\u00bb.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A partir de hoje, a Diocese do Funchal tem mais tr\u00eas padres, passando a dispor de 87 sacerdotes. Pelas 10h00, na S\u00e9, D. Ant\u00f3nio Carrilho preside \u00e0 cerim\u00f3nia de ordena\u00e7\u00e3o de \u00c9lio de Freitas Gomes, Victor Apolinar Gon\u00e7alves e Ant\u00f3nio Est\u00eav\u00e3o. Nesta cerim\u00f3nia, Daniel Paulo Gon\u00e7alves Rocha tamb\u00e9m ser\u00e1 ordenado, mas padre religioso, pois pertence [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[162,168,174,186,187,206],"class_list":["post-33321","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-dehonianos","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-de-coimbra","tag-diocese-do-funchal","tag-diocese-do-porto","tag-familia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33321","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33321"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33321\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33321"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33321"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33321"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}