{"id":33248,"date":"2008-07-22T15:27:44","date_gmt":"2008-07-22T15:27:44","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/07\/22\/julho-em-taize\/"},"modified":"2008-07-22T15:27:44","modified_gmt":"2008-07-22T15:27:44","slug":"julho-em-taize","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/julho-em-taize\/","title":{"rendered":"Julho em Taiz\u00e9"},"content":{"rendered":"<p>A meio de Julho, os encontros de Ver\u00e3o chegam ao seu ponto mais alto. Para os irm\u00e3os, o Ver\u00e3o traz a admira\u00e7\u00e3o de cada ano: porque continuam tantos jovens a vir a Taiz\u00e9? Esta semana, mais de 30 pa\u00edses europeus est\u00e3o representados, do Atl\u00e2ntico aos Urais. Outros jovens, menos numerosos, vieram de muito mais longe, de mais de 30 pa\u00edses da Am\u00e9rica, \u00c1frica e \u00c1sia. Entre aqueles que vieram de mais longe, chegaram esta semana a Taiz\u00e9 jovens volunt\u00e1rios, que v\u00e3o ficar 3 meses, da \u00cdndia, Guatemala, Uganda, Indon\u00e9sia, Laos e Col\u00f4mbia. O que junta todos, irm\u00e3os e jovens do mundo inteiro, \u00e9 certamente a ora\u00e7\u00e3o. As m\u00faltiplas facetas dos encontros de Ver\u00e3o d\u00e3o um lugar cada vez mais central a estes momentos, de manh\u00e3, ao meio-dia e \u00e0 noite, na Igreja da Reconcilia\u00e7\u00e3o. No meio desta grande diversidade de l\u00ednguas, culturas, denomina\u00e7\u00f5es crist\u00e3s, com uma grande variedade de temas de reflex\u00e3o propostos para cada dia, \u00e9 Cristo ressuscitado que nos re\u00fane a todos. Na ora\u00e7\u00e3o de s\u00e1bado \u00e0 noite, um jovem holand\u00eas recebeu do irm\u00e3o Alois o h\u00e1bito branco de ora\u00e7\u00e3o da comunidade. Foi um testemunho, para todos os presentes, de um compromisso muito concreto para seguir a Cristo.  <b>Permanecer fiel at\u00e9 ao fim<\/b> Durante o Ver\u00e3o, uma parte dos jovens participantes nos encontros escolhe reflectir sobre os tr\u00eas primeiros cap\u00edtulos do livro do Apocalipse (tema: \u00abPermanecer fiel at\u00e9 ao fim\u00bb). Amandine, de Genebra, escolheu este grupo. Ela sublinhava depois a import\u00e2ncia dos tempos de partilha em pequenos grupos, no final da introdu\u00e7\u00e3o que um irm\u00e3o fazia ao texto b\u00edblico. \u00abNos pequenos grupos tent\u00e1mos responder \u00e0s perguntas (por vezes bem dif\u00edceis!), com a ajuda das nossas B\u00edblias e da nossa experi\u00eancia pessoal. Mesmo se os nossos conhecimentos eram limitados, ao longo da semana pudemos aprender muitas coisas e familiarizar-nos com o texto\u00bb. Estas introdu\u00e7\u00f5es b\u00edblicas ajudam muitos jovens a descobrir um livro que \u00e0 primeira vista parece dif\u00edcil, mas que na verdade d\u00e1 um testemunho profundo sobre o amor de Deus.  <b>A rota da seda<\/b> Os jovens asi\u00e1ticos que chegaram a Taiz\u00e9 no in\u00edcio de Ver\u00e3o come\u00e7aram depressa a sua experi\u00eancia de ora\u00e7\u00e3o e encontro com jovens de outros pa\u00edses e continentes. Juntamente com outros jovens asi\u00e1ticos, a Ajeng (que \u00e9 estudante de teologia em Singapura) respondeu ao convite para preparar um workshop intitulado \u00aba rota da seda\u00bb. Ela escreve: \u00abTodos os jovens volunt\u00e1rios asi\u00e1ticos estavam muito entusiasmados com a ideia de apresentar os seus pa\u00edses e culturas. Tivemos assim oportunidade de nos aproximarmos uns dos outros e de aprender a conhecer-nos melhor, pessoalmente e culturalmente. O tema proposto obrigou-nos a fazer uma pequena pesquisa preliminar, que nos levou \u00e0s ra\u00edzes das nossas culturas. \u00c9 surpreendente constatar que os Asi\u00e1ticos t\u00eam hoje muito em comum por causa do per\u00edodo da rota da seda! Tal como os comerciantes percorriam longas dist\u00e2ncias para partilharem produtos preciosos como a seda, tamb\u00e9m n\u00f3s viemos at\u00e9 Taiz\u00e9 \u00e0 procura de Deus, que \u00e9 precioso para n\u00f3s. No entanto, apercebemo-nos de que n\u00e3o nos podemos tornar simples \u201cconsumidores\u201d de f\u00e9. Convidaram-nos para contarmos as nossas experi\u00eancias e para ouvirmos as de outras pessoas. Com discernimento, esta partilha pode ser uma forma positiva de amadurecer a nossa f\u00e9.\u00bb  <b>Foi dif\u00edcil dizer adeus!<\/b> Dois jovens de Madag\u00e1scar, a Ravaka e o Victorien, chegaram a Taiz\u00e9 h\u00e1 algumas semanas. V\u00e3o ficar tr\u00eas meses, como volunt\u00e1rios. A semana passada, foram respons\u00e1veis pela anima\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as na Olinda, a casa onde decorrem os encontros de fam\u00edlias. Para os jovens volunt\u00e1rios de outros continentes, esta \u00e9 uma experi\u00eancia especial. Ravaka conta: \u00abO verdadeiro desafio \u00e9 criar um bom ambiente no grupo. N\u00e3o se trata apenas de cuidarmos de um grupo de 30 crian\u00e7as, pois elas falam v\u00e1rias l\u00ednguas e t\u00eam culturas por vezes muito diferentes!\u00bb Em cada semana, as crian\u00e7as s\u00e3o divididas em v\u00e1rios grupos, por idades. Por exemplo, aos mais velhos, entre os 12 e os 14 anos, foram propostas duas actividades: tempos de partilha sobre um texto b\u00edblico e descoberta dos diferentes pa\u00edses representados no grupo. Victorien acrescenta: \u00ab\u00c0 tarde, eram os animadores a apresentar uma pe\u00e7o de teatro. E no \u00faltimo dia recebemos um postal dos pais a agradecer\u2026 para os animadores, tal como para as crian\u00e7as, foi dif\u00edcil dizer adeus!\u00bb <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A meio de Julho, os encontros de Ver\u00e3o chegam ao seu ponto mais alto. Para os irm\u00e3os, o Ver\u00e3o traz a admira\u00e7\u00e3o de cada ano: porque continuam tantos jovens a vir a Taiz\u00e9? Esta semana, mais de 30 pa\u00edses europeus est\u00e3o representados, do Atl\u00e2ntico aos Urais. 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