{"id":332438,"date":"2024-07-02T10:06:46","date_gmt":"2024-07-02T09:06:46","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=332438"},"modified":"2024-07-02T10:06:46","modified_gmt":"2024-07-02T09:06:46","slug":"a-cruz-escondida-280","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/a-cruz-escondida-280\/","title":{"rendered":"A cruz escondida"},"content":{"rendered":"<p><em>Funda\u00e7\u00e3o AIS: mais um ano de solidariedade para com a Igreja perseguida<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-332439 size-large\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/ACN-20240614-166973-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/ACN-20240614-166973-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/ACN-20240614-166973-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/ACN-20240614-166973-768x513.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/ACN-20240614-166973-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/ACN-20240614-166973.jpg 1500w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<h4>Amor sem limites<\/h4>\n<p><em>A Funda\u00e7\u00e3o AIS apresentou, a n\u00edvel internacional, as suas contas relativas ao ano de 2023 que reflectem, uma vez mais, a enorme generosidade dos benfeitores da institui\u00e7\u00e3o em todo o mundo. Para Catarina Martins de Bettencourt, directora do secretariado nacional da AIS,<\/em> <em>\u201cnunca \u00e9 demais agradecer\u201d a generosidade dos que ajudam a Igreja \u201conde os Crist\u00e3os mais sofrem, onde s\u00e3o perseguidos e onde passam por mais dificuldades\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Durante o ano de 2023, cujas contas foram agora conhecidas, a Funda\u00e7\u00e3o AIS manteve o n\u00edvel de receitas dos anos anteriores, com 143,7 milh\u00f5es de euros de donativos e legados recebidos. Este valor, juntamente com 8 milh\u00f5es de euros de reservas do ano anterior, permitiu \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o financiar actividades no valor de 144,5 milh\u00f5es de euros. A generosidade de quase 360 mil benfeitores nos 23 pa\u00edses \u2013 um dos quais \u00e9 Portugal \u2013 onde a Funda\u00e7\u00e3o AIS tem secretariados nacionais, entre outros, continua a permitir que a institui\u00e7\u00e3o funcione sem qualquer apoio financeiro de governos ou organismos eclesiais. O pa\u00eds que mais ajuda recebeu da Funda\u00e7\u00e3o AIS em 2023 foi a Ucr\u00e2nia, com 7,5 milh\u00f5es de euros, numa altura em que a Igreja Cat\u00f3lica continua empenhada em curar as feridas espirituais dos traumatizados pela guerra em curso. A S\u00edria e o L\u00edbano s\u00e3o os pa\u00edses que se seguem, sendo que, a n\u00edvel regional, \u00c1frica foi o continente mais apoiado ao longo do ano passado. Mas a ajuda que a Funda\u00e7\u00e3o AIS providencia pode ser lida de muitas formas. Uma delas \u00e9 no apoio concreto aos sacerdotes, seminaristas e religiosas. Ao longo do ano passado, por exemplo, um em cada 10 sacerdotes no mundo recebeu apoio da Funda\u00e7\u00e3o AIS, tal como quase 11 mil seminaristas, sendo que a maior parte destes futuros padres est\u00e3o em \u00c1frica, de onde prov\u00e9m actualmente o maior n\u00famero de voca\u00e7\u00f5es. Mas o apoio estende-se tamb\u00e9m \u00e0 sobreviv\u00eancia de religiosas, \u00e0 constru\u00e7\u00e3o e reabilita\u00e7\u00e3o de capelas e igrejas, aos meios de transporte para que a Igreja possa estar sempre junto dos seus fi\u00e9is e at\u00e9 em ajuda de emerg\u00eancia para as popula\u00e7\u00f5es v\u00edtimas de calamidades naturais ou de conflitos armados.<\/p>\n<h4>Enorme generosidade dos Portugueses<\/h4>\n<p>Em Portugal, a solidariedade dos benfeitores e amigos da Funda\u00e7\u00e3o AIS atingiu, no ano passado, o valor de 3 milh\u00f5es e 691 mil euros em donativos. Para a directora do secretariado nacional da institui\u00e7\u00e3o, estes valores mostram um esp\u00edrito de entreajuda not\u00e1vel, tanto mais que muitos dos benfeitores s\u00e3o, normalmente, pessoas humildes e que vivem tamb\u00e9m com dificuldades. \u201cNunca \u00e9 demais sublinhar e agradecer esta disponibilidade total de servir a Igreja onde os Crist\u00e3os mais sofrem, onde s\u00e3o perseguidos e onde passam por mais dificuldades\u201d, afirma Catarina Martins de Bettencourt. \u201cMuitos dos nossos benfeitores s\u00e3o pessoas humildes, eles pr\u00f3prios vivem com dificuldades, mas, mesmo assim, nunca deixaram de alimentar esta cadeia de solidariedade que d\u00e1 pelo nome de Ajuda \u00e0 Igreja que Sofre e que todos os dias procura secar as l\u00e1grimas de Deus na terra\u201d, acrescenta a respons\u00e1vel. \u201cGra\u00e7as a eles, e gra\u00e7as a todos os benfeitores da Funda\u00e7\u00e3o AIS em todo o mundo, tem sido poss\u00edvel responder aos gritos de ajuda, por vezes silenciosos, das comunidades crist\u00e3s nas zonas do globo onde a f\u00e9 \u00e9 posta \u00e0 prova por vezes de forma absolutamente dram\u00e1tica. Com a gra\u00e7a de Deus e com o amor e a generosidade dos nossos queridos benfeitores e amigos iremos continuar com a nossa miss\u00e3o de ajuda \u00e0 Igreja em necessidade em todo o mundo\u201d, concluiu Catarina Bettencourt.<\/p>\n<p><em>Paulo Aido<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Funda\u00e7\u00e3o AIS: mais um ano de solidariedade para com a Igreja perseguida<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":187728,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[75],"tags":[],"class_list":["post-332438","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-opiniao-rubricas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/332438","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=332438"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/332438\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/187728"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=332438"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=332438"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=332438"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}