{"id":32823,"date":"2008-07-01T11:55:15","date_gmt":"2008-07-01T11:55:15","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/07\/01\/homilia-do-bispo-de-aveiro-no-dia-da-igreja-diocesana\/"},"modified":"2008-07-01T11:55:15","modified_gmt":"2008-07-01T11:55:15","slug":"homilia-do-bispo-de-aveiro-no-dia-da-igreja-diocesana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-de-aveiro-no-dia-da-igreja-diocesana\/","title":{"rendered":"Homilia do Bispo de Aveiro no Dia da Igreja Diocesana"},"content":{"rendered":"<p><i>Servidores do teu amor, Senhor<\/i> <!--more--> 1.\tSa\u00fado-vos, irm\u00e3os e irm\u00e3s desta Igreja de Aveiro, com as mesmas palavras que Paulo escolheu para iniciar a sua Carta aos crist\u00e3os de Roma: \u201cGra\u00e7a e paz vos sejam dadas da parte de Deus, nosso Pai e de Jesus Cristo, nosso Senhor. A v\u00f3s e a todos os amados de Deus que estais em Roma.\u201d (Rom. 1, 7). A todos sa\u00fado, recordo e agrade\u00e7o nesta hora e neste Dia da Igreja Diocesana. Este \u00e9 um dia feito de muitos dias. A nossa presen\u00e7a \u00e9 sinal e testemunho de todas as presen\u00e7as. A nossa comunh\u00e3o \u00e9 espelho da nossa unidade. A Eucaristia em cada dia celebrada em todas as comunidades \u00e9 o centro propulsor da vida espiritual da Igreja de Aveiro.  Estamos conscientes de que s\u00f3 em Cristo vivo e ressuscitado, que em cada Eucaristia se  vive e celebra, \u00e9 poss\u00edvel uma vida nova para todos. Uma vida em que se reparte o p\u00e3o, em que se encontra abrigo, em que se constr\u00f3i a dignidade, em que se consolida a fraternidade, em que o Evangelho se anuncia, em que Deus se busca e se encontra e em que Jesus Cristo se anuncia, se testemunha e se vive.  2.\tCelebramos hoje a Solenidade Lit\u00fargica de S. Pedro e de S. Paulo e inicia-se, assim,  por vontade expressa do Santo Padre Bento XVI, o Ano Paulino, numa refer\u00eancia aos 2.000 anos do nascimento de S. Paulo.  H\u00e1 uma continuidade perfeita entre o tempo de Cristo e o tempo da Igreja. Esta nasce do Cen\u00e1culo, da P\u00e1scoa e do Pentecostes. Pedro e Paulo s\u00e3o elo essencial desta continuidade e v\u00ednculo apost\u00f3lico desta unidade da Igreja a Jesus Cristo, vivo e ressuscitado. A noite do \u00eaxodo e da P\u00e1scoa assim como a noite da pris\u00e3o de Pedro de que nos falava a primeira leitura do Livro dos Actos dos Ap\u00f3stolos anunciam-nos manh\u00e3s de novos dias onde a promessa se cumpre, a vida ressuscita e a liberdade se reencontra. O Senhor diz \u00e0 Igreja que est\u00e1 sempre atento, solicito e presente. O mesmo nos diz Paulo: \u201cCombati o bom combate, guardei a f\u00e9\u2026 O Senhor esteve a meu lado e deu-me for\u00e7a.\u201d (2 Tim. 4,6-8,17). Este sereno e pac\u00edfico combate, esta apaixonada e entusiasmante miss\u00e3o de que fala Paulo na Carta a Tim\u00f3teo, na segunda leitura,  consistiram em dar resposta nas viagens e na vida, na prega\u00e7\u00e3o e nas Cartas \u00e0 surpreendente pergunta de Jesus, em Cesareia de Filipe, cidade do Monte Hermon, a 40 quil\u00f3metros do Lago de Tiber\u00edades: \u201cE v\u00f3s quem dizeis que Eu Sou?\u201d (Mt. 16,15). Que outra pergunta nos faz Jesus \u00e0 Igreja de Aveiro sen\u00e3o esta? E que outra quest\u00e3o nos apresenta o mundo tamb\u00e9m sen\u00e3o esta: que dizeis v\u00f3s de Jesus pela coer\u00eancia da vossa vida e pela verdade da vossa f\u00e9? Quer a Igreja de Aveiro ser com Pedro, pedra de alicerce, fundamento s\u00f3lido, sustento vivo e \u00e2ncora firme em terras de Aveiro: una na diversidade dos seus carismas e projectos pastorais; santa apesar da nossa fragilidade e limita\u00e7\u00f5es; cat\u00f3lica na universalidade sem limites nem fronteiras; apost\u00f3lica na veem\u00eancia dos desafios imensos da miss\u00e3o; a viver a alegria permanente da comunh\u00e3o em si mesma e da uni\u00e3o  ao sucessor de Pedro, o Papa Bento XVI. Quer a Igreja de Aveiro aprender com Paulo a paix\u00e3o pelo Ressuscitado, o gosto pela sabedoria do Evangelho, a abertura aos novos caminhos da renova\u00e7\u00e3o, a determina\u00e7\u00e3o para ir ao encontro de todos na imensa vastid\u00e3o do mundo a evangelizar.. Em Paulo entusiasma-nos e seduz-nos a frontalidade do seu car\u00e1cter, a verdade do seu viver, o m\u00e9rito do saber aprendido  nas Escolas que frequentou, o mist\u00e9rio do caminho de Damasco, a radicalidade da sua resposta ao chamamento de Jesus, a lucidez das suas propostas de f\u00e9, a largueza dos horizontes mission\u00e1rios que abriu \u00e0 Igreja, o sentido apost\u00f3lico dos seus caminhos e das suas viagens, o fulgor da sua originalidade evangelizadora, a criatividade e a oportunidade da pedagogia que imprimiu \u00e0 miss\u00e3o e a simplicidade humilde e obediente  da sua vida entregue por amor de Cristo e da sua Igreja.  3.\tTemos tanto a aprender com estes Ap\u00f3stolos para n\u00e3o fecharmos o an\u00fancio do Evangelho e a miss\u00e3o da Igreja \u00e0queles que j\u00e1 conhecem Deus e que d\u2019Ele vivem, ou apenas \u00e0queles que nos procuram e que vivem a mesma f\u00e9 e se alimentam do mesmo P\u00e3o da Vida. As viagens de Paulo e a solicitude apost\u00f3lica de Pedro dizem-nos que o caminho da Igreja se constr\u00f3i nesta liberdade interior e neste modo apaixonado de amar a Deus, de proclamar Jesus Cristo, vivo e ressuscitado, e de n\u00e3o cercearmos os dons de Esp\u00edrito que nos enviam a servir os Irm\u00e3os. S\u00e3o estes os novos passos a dar. Espera-nos uma sociedade nova a nascer de uma civiliza\u00e7\u00e3o em mudan\u00e7a,  onde a procura de Deus \u00e9 silenciosa e complexa, onde as pra\u00e7as j\u00e1 n\u00e3o t\u00eam lugares para o Deus desconhecido mas onde no cora\u00e7\u00e3o humano continua a haver espa\u00e7o para o Deus necess\u00e1rio. Esperam-nos muitas crian\u00e7as sem baptismo, jovens desejosos de encontrar certezas de f\u00e9 e raz\u00f5es de esperan\u00e7a, fam\u00edlias que querem ver o seu amor aben\u00e7oado e os seus filhos a crescer com crit\u00e9rios de dignidade e de valor, idosos a bra\u00e7os com prova\u00e7\u00f5es trazidas pelo peso da idade, pela doen\u00e7a e pela solid\u00e3o.  Somos enviados tamb\u00e9m aos que est\u00e3o mais longe ou mais distantes.  Tantos s\u00e3o os que aguardam apenas sinais concretos de acolhimento da Igreja para regressar a uma descoberta esclarecida da luz da f\u00e9, a uma escuta atenta da Palavra de Deus, a um esfor\u00e7o l\u00facido de forma\u00e7\u00e3o, a uma viv\u00eancia espiritual h\u00e1 muito desejada, a uma comunh\u00e3o fraterna e comunit\u00e1ria alimentada pela Eucaristia. N\u00e3o deixemos que aparentes rupturas culturais ou assumidas recusas do \u00e2mbito do religioso fracturem o di\u00e1logo a que a Igreja \u00e9 chamada e limitem em n\u00f3s um novo ardor e um novo entusiasmo a que o an\u00fancio do Evangelho nos envia. \u201cAi de mim se n\u00e3o evangelizar\u201d, clamava Paulo desassombradamente.  4.\tEvangelizar significou na Igrea de Aveiro ao longo deste Ano Pastoral, sem esquecer outros \u00e2mbitos essenciais da sua miss\u00e3o, servir os pobres com uma solicitude permanente. Certos de que o imperativo da caridade n\u00e3o se esgota nunca, sentimos que o trabalho pastoral ao longo do ano realizado deve ampliar-se, alargar-se e consolidar-se. A sociedade actual precisa desta cultura da caridade que nasce no cora\u00e7\u00e3o de Comunidades reunidas para celebrar a Eucaristia, Sacramento da caridade e dom de Deus para a vida do mundo.  Vamos continuar este esfor\u00e7o pastoral numa nova perspectiva como quem encontra \u201cno servi\u00e7o da caridade\u201d a chave que nos abre o horizonte de uma nova pedagogia pastoral que nos vai mobilizar ao longo dos pr\u00f3ximos cinco anos. Vamos valorizar a experi\u00eancia sinodal e dinamizar toda a Igreja Diocesana para a celebra\u00e7\u00e3o do Jubileu da Diocese e para a Miss\u00e3o Jubilar Diocesana. Todos somos chamados e convocados para a miss\u00e3o: bispo,,presb\u00edteros, di\u00e1conos, consagrados(as) e leigos(as). A prioridade dada \u00e0 pastoral vocacional, o ano vivido \u00e0 volta da pastoral familiar, a din\u00e2mica da pastoral juvenil, a solicitude permanente pelos pobres, a reestrutura\u00e7\u00e3o do Semin\u00e1rio e Pr\u00e9-Semin\u00e1rio, a aten\u00e7\u00e3o \u00e0 forma\u00e7\u00e3o permanente do Clero, o lugar dado ao testemunho da radicalidade da vida consagrada, a abertura aos novos minist\u00e9rios como dons do Esp\u00edrito, que \u00e9 alma da Igreja,a exig\u00eancia da forma\u00e7\u00e3o consequente dos leigos, a escuta da Palavra de Deus, a redescoberta do valor essencial da ora\u00e7\u00e3o, a centralidade da Eucaristia e a procura da gra\u00e7a  em cada sacramento afirmam a urg\u00eancia de uma evangeliza\u00e7\u00e3o onde se arreiguem todos estes dinamismos pastorais.  5.\tS\u00e3o sinal vivo e belo de que esta miss\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria e poss\u00edvel, e est\u00e1 ao nosso alcance a presen\u00e7a de todos n\u00f3s e a verdade interior que aqui nos trouxe. Alegro-me com a vossa presen\u00e7a e com a vossa disponibilidade para a miss\u00e3o. Merecem-me uma particular palavra de dedica\u00e7\u00e3o aqueles para quem este ano marcou uma etapa decisiva no seu ser Igreja em Aveiro: os sacerdotes recebidos na Diocese, as irm\u00e3s religiosas aqui regressadas ou acolhidas pela primeira vez, os seminaristas que iniciaram ou consolidaram a sua caminhada para o sacerd\u00f3cio, os novos diocesanos aqui chegados ao longo do ano, as fam\u00edlias que celebraram o seu matrim\u00f3nio ou o baptismo dos filhos, as crian\u00e7as que receberam a primeira Comunh\u00e3o, os jovens e s adultos recentemente crismados e quantos vivem neste ano datas jubilares. S\u00e3o sinal novo e exemplar de presen\u00e7a significativa as par\u00f3quias da Murtosa e de Estarreja onde estive em Visita Pastoral. A vossa presen\u00e7a afirma a urg\u00eancia e o imperativo desta presen\u00e7a pr\u00f3xima e demorada do Bispo diocesano para que a comunh\u00e3o seja vis\u00edvel e a unidade com a Igreja Diocesana seja expl\u00edcita. Est\u00e3o connosco numa forma de presen\u00e7a diferente os doentes e os que sofrem e quantos a eles abnegadamente se dedicam. N\u00e3o os esquecemos na nossa ora\u00e7\u00e3o. Deles recebemos continuamente a sua b\u00ean\u00e7\u00e3o redentora.  6.\tDaqui partem hoje, enviados em miss\u00e3o, membros da nossa Igreja Diocesana para a Jornada Mundial da Juventude em Sydney, para v\u00e1rias iniciativas de Voluntariado Mission\u00e1rio, para a peregrina\u00e7\u00e3o a Taiz\u00e9 e para um agir consequente e dispon\u00edvel nas v\u00e1rias frentes da miss\u00e3o evangelizadora ao longo deste tempo de ver\u00e3o e do novo ano pastoral que aqui come\u00e7a. Olhando o horizonte pastoral que daqui se vislumbra penso e rezo com as palavras de um belo texto de D. \u00d3scar Romero: \t\u201cO Reino n\u00e3o s\u00f3 est\u00e1 mais al\u00e9m dos nossos esfor\u00e7os, mas tamb\u00e9m mais al\u00e9m da nossa vis\u00e3o. Nada do que fazemos est\u00e1 acabado, o que significa que o Reino de Deus est\u00e1 sempre ante de n\u00f3s.  Isto \u00e9 o que tentamos fazer: plantamos sementes que um dia crescer\u00e3o; regamos sementes j\u00e1 plantadas, sabendo que s\u00e3o promessas de futuro.  Pode ser que seja incompleto o que fazemos, mas \u00e9 um princ\u00edpio, um passo no caminho, uma ocasi\u00e3o para que entre a gra\u00e7a do Senhor e fa\u00e7a o resto.\u201d 7.\tEnsina-nos e ajuda-nos \u00f3 M\u00e3e de Jesus, Senhora de Vagos, a ser profetas do futuro, semeadores na nossa Diocese da alegria do Evangelho e servidores do amor de Deus nosso Pai esculpido no rosto de cada um dos nossos irm\u00e3os. \u00c1men.  <i> \u2020 Ant\u00f3nio Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Servidores do teu amor, Senhor<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[113,120,154,168,170,206,275,280,315,326,329,330],"class_list":["post-32823","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-ano-paulino","tag-bento-xvi","tag-crianca","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-de-aveiro","tag-familia","tag-pascoa","tag-pastoral-juvenil","tag-taize","tag-vida-consagrada","tag-voluntariado","tag-voluntariado-missionario"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32823","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32823"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32823\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32823"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32823"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32823"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}