{"id":32783,"date":"2008-06-30T11:37:46","date_gmt":"2008-06-30T11:37:46","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/06\/30\/saudacao-de-d-joao-lavrador-na-sua-ordenacao-episcopal\/"},"modified":"2008-06-30T11:37:46","modified_gmt":"2008-06-30T11:37:46","slug":"saudacao-de-d-joao-lavrador-na-sua-ordenacao-episcopal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/saudacao-de-d-joao-lavrador-na-sua-ordenacao-episcopal\/","title":{"rendered":"Sauda\u00e7\u00e3o de D. Jo\u00e3o Lavrador na sua ordena\u00e7\u00e3o episcopal"},"content":{"rendered":"<p>Dou gra\u00e7as a Deus Pai que no Seu Filho Jesus Cristo e com a actua\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo me julgou digno de confian\u00e7a, chamando-me ao minist\u00e9rio (cfr. 1Tim. 1, 12). \u00c9 grande e profundo este mist\u00e9rio que nos toca quando Jesus Cristo, apesar das nossas defici\u00eancias e limita\u00e7\u00f5es,  toma a iniciativa de nos chamar a partilhar com Ele da vida Trinit\u00e1ria e da miss\u00e3o de renovar todas as coisas mediante o anuncio do Evangelho.  Realiza-se novamente na Igreja a cena descrita por S. Jo\u00e3o (cfr. Jo. 21, 1-23), segundo a qual Jesus Ressuscitado manifesta as maravilhas do seu poder mesmo quando aos olhos humanos parece que as capacidades se esgotaram. Inseridos no \u00e2mago do Mist\u00e9rio Pascal, pela participa\u00e7\u00e3o no Corpo e no Sangue de Jesus Cristo, ressurgindo como homens novos, prim\u00edcias da nova cria\u00e7\u00e3o, o Senhor estabelece um di\u00e1logo amoroso profundo, arrancando de dentro de cada um dos seus ap\u00f3stolos a realidade mais sublime que configura todo o seu ser e da qual depende toda a sua realiza\u00e7\u00e3o, o convite a um amor maior, na entrega total de si mesmo, servindo a Deus e aos irm\u00e3os. Hoje, Jesus Cristo convida-me a apascentar o seu rebanho. Faz-me participar do seu Ser Pastor. \u00abAquele que d\u00e1 a vida pelas suas ovelhas\u00bb (Jo.10, 11). A for\u00e7a do convite que me \u00e9 dirigido, atrav\u00e9s das palavras \u00abTu, Segue-Me\u00bb (Jo.21,22), encontram toda a express\u00e3o neste contexto apresentado por Jesus Cristo. Dar a vida pelas Suas ovelhas, as que pertencem ao redil e as que est\u00e3o fora (cfr. Jo. 10, 16): eis a miss\u00e3o de que sou investido. \u00abPara que tenham vida e a tenham em abund\u00e2ncia\u00bb (Jo.10, 10). Sinto, nesta hora, especialmente dirigidas a mim pr\u00f3prio as palavras de Jo\u00e3o Paulo II que dizem \u00abCristo \u00e9 o \u00edcone original do Pai e a manifesta\u00e7\u00e3o da sua presen\u00e7a misericordiosa entre os homens. O Bispo, agindo em lugar e em nome de Cristo, torna-se, na Igreja a ele confiada, sinal vivo do Senhor Jesus, Pastor e Esposo, Mestre e Pont\u00edfice da Igreja. Aqui est\u00e1 a fonte do minist\u00e9rio pastoral, pelo que (\u2026) a tr\u00edplice fun\u00e7\u00e3o de ensinar, santificar e governar o Povo de Deus deve ser exercida com os tra\u00e7os caracter\u00edsticos do Bom Pastor: caridade, conhecimento do rebanho, solicitude por todos, ac\u00e7\u00e3o misericordiosa pelos pobres, peregrinos e indigentes, busca das ovelhas perdidas para reconduzi-las ao \u00fanico redil\u00bb (PG, 7).  Quero ser portador da verdadeira vida, que s\u00f3 em Jesus Cristo se pode encontrar, para todos os homens e mulheres, que nas diversas circunst\u00e2ncias aspiram por Algu\u00e9m que lhes mate a fome e a sede de realiza\u00e7\u00e3o, que a intelig\u00eancia e a sensibilidade humanas provocam mas que s\u00f3 o Amor Infinito de Deus, revelado em Jesus Cristo, pode saciar. Quero despertar o Verbo Eterno de Deus em todos os que andam sobrecarregados e oprimidos para que, atrav\u00e9s da minha humilde pessoa, Ele possa dizer-lhes: \u00abVinde a mim v\u00f3s todos que andais sobrecarregados que eu vos aliviarei\u00bb (Mt.11,28).  Pede-me a Igreja que paute a minha vida pelos crit\u00e9rios das Bem-aventuran\u00e7as de modo a que seja transpar\u00eancia de Jesus Cristo. De modo fascinante me interpela Jo\u00e3o Paulo II, dizendo: \u00abos fi\u00e9is devem poder contemplar, no rosto do Bispo, aquelas qualidades que s\u00e3o dom da gra\u00e7a e que as bem-aventuran\u00e7as constituem quase o auto-retrato de Cristo: o rosto da pobreza, da mansid\u00e3o e da paix\u00e3o pela justi\u00e7a; o rosto misericordioso do Pai e do homem pac\u00edfico e pacificador; o rosto da pureza de quem constante e unicamente contempla Deus. Os fi\u00e9is h\u00e3o-de poder ver, no seu Bispo, o rosto tamb\u00e9m daquele que continua a compaix\u00e3o de Cristo pelos atribulados e \u00e0s vezes, como sucedeu na hist\u00f3ria e acontece ainda hoje, o rosto cheio de fortaleza e alegria interior de quem \u00e9 perseguido por causa do Evangelho\u00bb ( PG, 18). Vejo nestas palavras do saudoso Papa Jo\u00e3o Paulo II as linhas for\u00e7a do meu programa de vida episcopal.  Reconhe\u00e7o, como descreve o Concilio Vaticano II, que vivemos numa nova fase da hist\u00f3ria da humanidade, cujas r\u00e1pidas e profundas transforma\u00e7\u00f5es, provocadas pela intelig\u00eancia e actividade criadora do homem, \u00abreincidem sobre o mesmo homem, sobre os seus ju\u00edzos e desejos individuais e colectivos, sobre os seus modos de pensar e agir, tanto em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s coisas como \u00e0s pessoas. De tal modo que podemos j\u00e1 falar duma verdadeira transforma\u00e7\u00e3o social e cultural, que se reflecte tamb\u00e9m na vida religiosa\u00bb (GS, 4). O Conc\u00edlio recomenda o discernimento, novas an\u00e1lises e novas s\u00ednteses. Perante a bival\u00eancia da cultura de hoje, a Igreja acredita que Jesus Cristo oferece aos homens pelo Seu Esp\u00edrito a luz e a for\u00e7a para poderem corresponder \u00e0 sua alt\u00edssima voca\u00e7\u00e3o (cfr. GS, 10). Tal como Salom\u00e3o, imploro de Deus a verdadeira Sabedoria e Intelig\u00eancia (cfr. 2Cron. 1,10) para poder discernir a vontade de Deus presente nos Sinais dos Tempos.  Sou convidado a ser profeta, testemunha e servo da esperan\u00e7a, \u00e9-me pedido que infunda confian\u00e7a e proclame perante quem quer que seja as raz\u00f5es da esperan\u00e7a crist\u00e3 (cfr. 1Pe. 3, 15). Hoje, sinto a Igreja a dizer-me que \u00abo Bispo \u00e9 profeta, testemunha e servo desta esperan\u00e7a sobretudo nas situa\u00e7\u00f5es onde maior \u00e9 a press\u00e3o de uma cultura imanentista, que marginaliza qualquer abertura \u00e0 transcend\u00eancia. Onde falta a esperan\u00e7a, tamb\u00e9m a f\u00e9 \u00e9 posta em quest\u00e3o; e o amor enfraquece, quando come\u00e7a a exaurir-se aquela virtude. Com efeito a esperan\u00e7a, especialmente em tempos de crescente incredulidade e indiferen\u00e7a, \u00e9 firme apoio para a f\u00e9 e incentivo eficaz para a caridade. Extrai a sua for\u00e7a da certeza da vontade salv\u00edfica universal de Deus e da presen\u00e7a constante do Senhor Jesus, o Emanuel, que est\u00e1 sempre connosco at\u00e9 ao fim do mundo\u00bb (PG, 3). Tenho a gra\u00e7a de celebrar a minha ordena\u00e7\u00e3o episcopal no in\u00edcio do ano Paulino. \u00c9 gra\u00e7a, incentivo e miss\u00e3o. Tal como Paulo, no in\u00edcio da Igreja, fiel ao chamamento divino, soube rasgar novos horizontes na caminhada crist\u00e3 e interpelar sabiamente, com os dinamismo do Evangelho, as culturas dominantes de ent\u00e3o, imploro o seu aux\u00edlio para que me assista na obra evangelizadora da Igreja, que \u00e9 de sempre na fidelidade ao \u00fanico Salvador Jesus Cristo, mas que se quer sempre renovada nos seus m\u00e9todos, no seu ardor e no seu \u00edmpeto.  Este mist\u00e9rio do Amor infinito de Deus que hoje me envolve teve a colabora\u00e7\u00e3o de muita gente a quem hoje me compete agradecer. Agrade\u00e7o em primeiro lugar ao Santo Padre pela confian\u00e7a que em mim depositou. Pe\u00e7o ao Representante do Senhor N\u00fancio Apost\u00f3lico, a quem agrade\u00e7o a sua presen\u00e7a, que fa\u00e7a presente junto do Santo Padre a minha gratid\u00e3o e o meu sincero desejo de fidelidade ao Sucessor de Pedro e de viver a colegialidade episcopal em comunh\u00e3o apost\u00f3lica. Agrade\u00e7o ao Senhor Dom Albino Cleto, Bispo de Coimbra,  tudo o que desta diocese e da sua pessoa eu recebi, o exemplo de Pastor dedicado e amigo, o empenho que colocou na prepara\u00e7\u00e3o desta celebra\u00e7\u00e3o e o ter-se dignado presidir \u00e0 minha ordena\u00e7\u00e3o episcopal. Igualmente agrade\u00e7o ao Senhor Dom Jo\u00e3o Alves, Bispo Em\u00e9rito de Coimbra, que me orientou na maior parte da minha vida sacerdotal e me confiou grande parte das tarefas que exerci nesta diocese de Coimbra, obrigado pela sua amizade e estimulo, e por se ter dignado aceitar o convite para ser ordenante nesta celebra\u00e7\u00e3o. Agrade\u00e7o ao Senhor Dom Manuel Clemente a confian\u00e7a que em mim depositou ao aceitar a nomea\u00e7\u00e3o da minha pessoa para o ajudar no seu minist\u00e9rio episcopal, na Diocese do Porto, e a alegria que me deu em ser ordenante na minha ordena\u00e7\u00e3o episcopal. Pe\u00e7o a Vossa Ex.cia Rev.ma e a todo o Povo de Deus da Diocese do Porto, a quem renovo a minha sauda\u00e7\u00e3o, que me ajudem no novo caminho de servi\u00e7o que hoje come\u00e7o.  Agrade\u00e7o a presen\u00e7a do Senhor Arcebispo Primaz de Braga e Presidente da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa, testemunho-lhe a minha disponibilidade para colaborar fiel e lealmente nos trabalhos da Confer\u00eancia Episcopal. Agrade\u00e7o aos Senhores Bispos que se disponibilizaram para estarem presentes e manifestarem de modo sens\u00edvel a comunh\u00e3o apost\u00f3lica. Igualmente agrade\u00e7o as mensagens de todos os membros do Episcopado Portugu\u00eas que me testemunharam a sua uni\u00e3o nesta hora. Agrade\u00e7o aos Senhores  C\u00f3negos de Coimbra e do Porto, tal como aos Senhores Padres de Coimbra, do Porto e de outras dioceses, estou grato pelo muito que recebi e pe\u00e7o que me acolham, agora, noutra fam\u00edlia sacerdotal, com a qual quero continuar a aprender e a dar o melhor de mim pr\u00f3prio. Agrade\u00e7o a presen\u00e7a de todos os consagrados e leigos que quiseram participar na minha alegria.  Agrade\u00e7o a presen\u00e7a das autoridades acad\u00e9micas, civis e militares. Agrade\u00e7o a presen\u00e7a de homens e mulheres com responsabilidades na comunica\u00e7\u00e3o social. Agrade\u00e7o \u00e0s pessoas e institui\u00e7\u00f5es que me formaram e que servi: os semin\u00e1rios diocesanos de Coimbra, a Universidade Pontif\u00edcia de Salamanca, o ISET de Coimbra, a par\u00f3quia de Pombal, o Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil e o Movimento dos Conv\u00edvios Fraternos, o col\u00e9gio de S. Jos\u00e9 das Irm\u00e3s Dominicanas, o CNE de Coimbra, a Pastoral Universit\u00e1ria e do Ensino Superior, O Instituto Universit\u00e1rio Justi\u00e7a e Paz, o Centro Acad\u00e9mico de Democracia Crist\u00e3, a Vigaria Geral, o Carmelo de Santa Teresa de Coimbra, as Auxiliares do Apostolado, a Comiss\u00e3o Episcopal da Cultura, dos Bens Culturais e das Comunica\u00e7\u00f5es Sociais, os movimentos de casais, CPM e outros movimentos laicais e servi\u00e7os. Agrade\u00e7o a todos os que prepararam a celebra\u00e7\u00e3o da minha ordena\u00e7\u00e3o, \u00e0 comiss\u00e3o que se organizou para o efeito, ao grupo coral, na pessoa do Padre Dr. Manuel Frade, aos seminaristas, \u00e0 Doutora Em\u00edlia Nadal, ao Padre Alberto, ao Padre Jo\u00e3o Marcos, ao Padre Dr. Jos\u00e9 Mo\u00e7o e ao Padre Ant\u00f3nio Nogueira, que se empenharam prontamente na realiza\u00e7\u00e3o dos sinais episcopais e nos arranjos para esta celebra\u00e7\u00e3o. Igualmente agrade\u00e7o \u00e0 Gr\u00e1fica de Coimbra e \u00e0 S\u00e9 Nova pelo seu empenho na prepara\u00e7\u00e3o deste acto. Deixei para o fim, de prop\u00f3sito, a minha par\u00f3quia de Seixo de Mira, o seu p\u00e1roco, o Senhor C\u00f3nego Jer\u00f3nimo, e a minha fam\u00edlia. Todos compreendereis a rela\u00e7\u00e3o profunda que me une \u00e0 minha par\u00f3quia de origem, onde nasci, onde fui baptizado e onde fui educado para a f\u00e9. A\u00ed, senti a alegria do Povo de Deus que foi acompanhando a minha caminhada sacerdotal. Para todos muito obrigado.  Por \u00faltimo, agrade\u00e7o \u00e0 minha fam\u00edlia, pais, irm\u00e3os, cunhadas madrinha, sobrinhos e sobrinhas netas, tios e tias e demais fam\u00edlia que me acompanharam ao longo da minha vida, me ajudaram a ser padre e, certamente, continuar\u00e3o a ajudar-me a ser Bispo. Permitam-me que apresente um agradecimento muito especial ao meu Padrinho, Padre An\u00edbal Castelhano, pela sua presen\u00e7a amiga, pelo incentivo pr\u00f3ximo e pelo testemunho de vida sacerdotal que sempre me dedicou. Imploro da Sant\u00edssima Virgem a protec\u00e7\u00e3o maternal e com ela louvo o Senhor pelas maravilhas que realiza em favor do Seu Povo. Rezai por este humilde Lavrador da vinha do Senhor!  <i>+ Jo\u00e3o Lavrador, Bispo Auxiliar do Porto <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dou gra\u00e7as a Deus Pai que no Seu Filho Jesus Cristo e com a actua\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo me julgou digno de confian\u00e7a, chamando-me ao minist\u00e9rio (cfr. 1Tim. 1, 12). \u00c9 grande e profundo este mist\u00e9rio que nos toca quando Jesus Cristo, apesar das nossas defici\u00eancias e limita\u00e7\u00f5es, toma a iniciativa de nos chamar a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[113,138,140,147,150,172,174,187,206,237,280,283],"class_list":["post-32783","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-ano-paulino","tag-comissao-episcopal-da-cultura","tag-comunicacoes-sociais","tag-conferencia-episcopal-portuguesa","tag-convivios-fraternos","tag-diocese-de-braga","tag-diocese-de-coimbra","tag-diocese-do-porto","tag-familia","tag-joao-paulo-ii","tag-pastoral-juvenil","tag-pastoral-universitaria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32783","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32783"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32783\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32783"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32783"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32783"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}