{"id":32732,"date":"2008-06-27T11:33:47","date_gmt":"2008-06-27T11:33:47","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/06\/27\/peregrino-de-jerusalem-ja-esta-em-israel\/"},"modified":"2008-06-27T11:33:47","modified_gmt":"2008-06-27T11:33:47","slug":"peregrino-de-jerusalem-ja-esta-em-israel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/peregrino-de-jerusalem-ja-esta-em-israel\/","title":{"rendered":"\u00abPeregrino de Jerusal\u00e9m\u00bb j\u00e1 est\u00e1 em Israel"},"content":{"rendered":"<p>Amaro Franco lembra perip\u00e9cias de um caminho com quase nova meses de aventuras em que chegou a estar detido na S\u00edria <!--more--> Amaro Franco, o portugu\u00eas que est\u00e1 desde Outubro de 2007 a peregrinar a p\u00e9 at\u00e9 Jerusal\u00e9m, encontra-se j\u00e1 em Israel, na localidade de Nazar\u00e9, a cerca de centena e meia de quil\u00f3metros de Jerusal\u00e9m. \u201cGostaria de chegar no pr\u00f3ximo dia 4 de Julho, nove meses depois da partida\u201d \u2013 disse Amaro Franco \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESIA. No contacto com este peregrino, quase nove meses depois da sua sa\u00edda de Braga (Portugal), ao longo dos quais j\u00e1 atravessou nove pa\u00edses, percorrendo mais de oito mil quil\u00f3metros e visitando um grande n\u00famero de t\u00famulos, santu\u00e1rios e outros lugares santos. Em entrevista telef\u00f3nica, Amaro Franco confessa o \u201ccansa\u00e7o\u201d. \u201cEstou bastante exausto: fisicamente, mentalmente, psicologicamente e emocionalmente\u201d  que deriva desta longa caminhada, que j\u00e1 passou por Santiago de Compostela (t\u00famulo de S. Tiago Apostolo), Oviedo (Camara Santa), Lourdes, Montpellier (rel\u00edquias de S. Roque), Saint-Gilles (t\u00famulo de S. Gilles), Aix-en-Provence (t\u00famulo de Nostradamus), S. Maximin (t\u00famulo de Santa Maria Magdalena), Roma (S. Pedro e S. Paulo), Assis (t\u00famulo de S. Francisco), Padova (t\u00famulo de Santo Ant\u00f3nio)&#8230; e ultimamente na Terra Santa (correspondente ao Reino de David), Ma&#8217;aloula (t\u00famulo de Santa Tecla), Saydnaya (a Chahoura), Damasco (t\u00famulo de S. Jo\u00e3o Baptista e lugares paulinos) e agora Israel. \u201cPassei nos locais emblem\u00e1ticos do cristianismo\u201d \u2013 frisou Amaro. E acentua: \u201cpasso a ter refer\u00eancias visuais quando leio a B\u00edblia\u201d. Ir\u00e1 pernoitar durante alguns dias em Nazar\u00e9 e aproveitar\u00e1 para visitar alguns locais de Israel. \u201cEstou tamb\u00e9m a estudar o melhor trajecto para seguir o percurso at\u00e9 Jerusal\u00e9m\u201d. A data de regresso ainda n\u00e3o est\u00e1 marcada porque \u201cn\u00e3o tenho o bilhete de avi\u00e3o nem dinheiro para compr\u00e1-lo\u201d \u2013 disse Amaro Franco.  <b>A fotografia pol\u00e9mica<\/b> Recorde-se que Amaro Franco esteve ilegalmente preso, durante 28 horas, pelas for\u00e7as militares s\u00edrias, experi\u00eancia que o peregrino atribuiu a um mal-entendido por causa de uma \u201cfotografia\u201d a uma colina que, afinal, era tamb\u00e9m uma \u201cbase militar\u201d. Algo que esteve para se repetir na Jord\u00e2nia por causa da \u201cmochila\u201d do peregrino. \u201cPensaram que poderia ser um poss\u00edvel bombista\u201d \u2013 real\u00e7ou. Na S\u00edria n\u00e3o sentiu a vida em risco porque \u201clevei aquilo na brincadeira\u201d \u2013 afirmou. E relata: \u201cdisse \u00e0s autoridades que se o problema \u00e9 a fotografia apaga-se a fotografia\u201d. No entanto, \u201celes n\u00e3o entenderam ou quiseram entender\u201d. Apesar destes acontecimentos, Amaro Franco guarda tamb\u00e9m pontos positivos da caminhada. \u201cO sorriso das pessoas e os contactos estabelecidos\u201d. Durante o percurso \u201cn\u00e3o me limito a olhar apenas para a frente, gosto de observar tudo o que me rodeia\u201d. Com quase nove meses de caminho, Amaro Franco confessou que chegou a desanimar e \u201cpensei em desistir\u201d. No in\u00edcio de muitas tardes &#8211; \u201cquando o cansa\u00e7o apertava\u201d -, o peregrino sentia-se s\u00f3. \u201cCheguei a perder-me e, muitas vezes, n\u00e3o percebia as pessoas\u201d \u2013 reconhece.  <b>Dados biogr\u00e1ficos de Amaro Franco<\/b> O \u00abperegrino de Jerusal\u00e9m\u00bb nasceu a 10 de Janeiro de 1971, em Fran\u00e7a, e tem nacionalidade portuguesa, residindo em Braga. Amaro Franco realizou a sua primeira peregrina\u00e7\u00e3o a Santiago de Compostela na Semana Santa de 1992, efectuando-a em bicicleta. Volta ao mesmo santu\u00e1rio, tamb\u00e9m em bicicleta, na Semana Santa de 1993 (Ano Jubilar Compostelano\/ Ano Santo). Nesse ano percorre ainda o Caminho do Norte de Santiago at\u00e9 Oviedo e Covadonga, o Caminho Astur-Leon\u00eas de Oviedo at\u00e9 L\u00e9on e, o Caminho Franc\u00eas de L\u00e9on at\u00e9 Santiago de Compostela. Volta a Santiago de Compostela em 1999 (Ano Jubilar Compostelano\/ Ano Santo), saindo, a p\u00e9, de Viana do Castelo. Realiza esta peregrina\u00e7\u00e3o com um micro fractura no p\u00e9 direito, a qual o impossibilitava de andar normalmente desde de h\u00e1 meses. Chega ao t\u00famulo do Ap\u00f3stolo ap\u00f3s oito dias de marcha. Desde do ano de 2004 (Ano Jubilar Compostelano\/ Ano Santo), peregrina diversas vezes, a p\u00e9, ao santu\u00e1rio compostelano, saindo de Braga, Viana do Castelo e Valen\u00e7a do Minho. Realizou, a p\u00e9, a peregrina\u00e7\u00e3o a Roma no ano de 2001: Foram cerca de 3000 quil\u00f3metros percorridos em 126 dias. Amaro Franco \u00e9, desde 1999, membro da \u201cArchicofradia Universal del Ap\u00f3stol Santiago\u201d. FOTO: http:\/\/amarofranco.files.wordpress.com (blogue da peregrina\u00e7\u00e3o)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Amaro Franco lembra perip\u00e9cias de um caminho com quase nova meses de aventuras em que chegou a estar detido na S\u00edria<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[168,172,182,299,303,308,317],"class_list":["post-32732","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-vaticano","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-de-braga","tag-diocese-de-viana-do-castelo","tag-santiago-de-compostela","tag-santuarios","tag-semana-santa","tag-terra-santa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32732","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32732"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32732\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32732"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32732"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32732"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}