{"id":32329,"date":"2008-06-04T15:07:48","date_gmt":"2008-06-04T15:07:48","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/06\/04\/encontro-de-movimentos-e-obrais-laicais-animou-diocese-do-porto\/"},"modified":"2008-06-04T15:07:48","modified_gmt":"2008-06-04T15:07:48","slug":"encontro-de-movimentos-e-obrais-laicais-animou-diocese-do-porto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/encontro-de-movimentos-e-obrais-laicais-animou-diocese-do-porto\/","title":{"rendered":"Encontro de Movimentos e Obrais Laicais  animou Diocese do Porto"},"content":{"rendered":"<p>&#8220;Fora da Salva\u00e7\u00e3o n\u00e3o h\u00e1 Esperan\u00e7a&#8221;: Este foi o tema da comunica\u00e7\u00e3o de D. Ant\u00f3nio Couto no Encontro dos Movimentos e Obras Laicais, a fim de partilhar a sua reflex\u00e3o com quem quis aderir ao longo do dia 31 de Maio, na Casa de Vilar. A sala encheu, com 280 crist\u00e3os. A presidir \u00e0 mesa esteve D. Ant\u00f3nio Taipa, Bispo Auxiliar do Porto, que acompanha os Movimentos laicais da Diocese, e Maria Leopoldina Pinho, em representa\u00e7\u00e3o Secretariado Permanente da Assembleia Diocesana de Movimentos e Obras Laicais  Numa perspectiva paulina, com base na Enc\u00edclica Papal Spe Salvi, o Bispo Auxiliar de Braga referiu que o pr\u00f3prio t\u00edtulo da Carta, escolhida por Bento XVI, vem de S. Paulo (Rm. 8, 24-25). Nesta articula\u00e7\u00e3o, entre Salva\u00e7\u00e3o e Esperan\u00e7a, a comunica\u00e7\u00e3o de D. Ant\u00f3nio baseou-se na par\u00e1frase do princ\u00edpio eclesiol\u00f3gico: \u00abFora da Igreja n\u00e3o h\u00e1 Salva\u00e7\u00e3o\u00bb, contrapondo tamb\u00e9m \u00abFora da Salva\u00e7\u00e3o n\u00e3o h\u00e1 Igreja\u00bb, pois \u201cs\u00f3 em Deus est\u00e1 a Salva\u00e7\u00e3o\u201d, j\u00e1 que a pessoa n\u00e3o se pode salvar a si mesma! Para al\u00e9m de visitar outros lugares onde S. Paulo usou ambos os conceitos, explicou o significado deste vocabul\u00e1rio: a diferen\u00e7a entre esperan\u00e7a pag\u00e3 e a Esperan\u00e7a crist\u00e3 e abordou outras articula\u00e7\u00f5es: a esperan\u00e7a e a f\u00e9 ou amor (\u201creclama como seu fundamento a F\u00e9 ou a Fidelidade de Deus ou o Amor de Deus\u201d, apontou o biblista), a esperan\u00e7a e Deus e a met\u00e1fora da Luz ou a modernidade, a esperan\u00e7a e a salva\u00e7\u00e3o, a esperan\u00e7a e a paci\u00eancia, a esperan\u00e7a e o sofrimento (lugares de aprendizagem da esperan\u00e7a) e a esperan\u00e7a e o rosto tenso, em que a viv\u00eancia desta Esperan\u00e7a \u00e9 viver esperando algu\u00e9m e viver sabendo que algu\u00e9m espera por n\u00f3s. Esta reflex\u00e3o doutrinal do prelado mission\u00e1rio da Boa-Nova foi seguida de di\u00e1logo com a assembleia, tendo-se, de tarde realizado um momento de Trabalho de Grupos.  Foram propostas para reflex\u00e3o estas duas quest\u00f5es: Sinais de Esperan\u00e7a na sociedade, fam\u00edlia, Igreja; Sinais que fazem tremer a Esperan\u00e7a e, por isso, a provocam. Pelas s\u00ednteses dos 18 grupos levadas a Plen\u00e1rio, podemos deduzir que foi um trabalho rico e participativo. A t\u00edtulo de exemplo, regist\u00e1mos as ideias das respostas com maior frequ\u00eancia.  <b>Sinais de Esperan\u00e7a<\/b> Os participantes sublinharam que encontros como estes provam que a Igreja est\u00e1 viva; logo s\u00e3o sinais de Esperan\u00e7a; Valorizaram a oportunidade de constatar, conhecer e conviver com tantos carismas de Movimentos e Associa\u00e7\u00f5es laicais como sinal de Esperan\u00e7a numa verdadeira caminhada de partilha e comunh\u00e3o, desde a especificidade de cada carisma; Viram nas respostas generosas aos apelos das O.N.G. e Movimentos de Solidariedade, mesmo em tempos de crise, sinais de Esperan\u00e7a duma maior consci\u00eancia do sentido de partilha; Real\u00e7aram o facto de que, em certos ambientes, os jovens estarem a despertar mais para o transcendente, para a ora\u00e7\u00e3o e para o voluntariado social.  Sobre os Sinais que fazem tremer a esperan\u00e7a e, por isso, a provocam: Fam\u00edlia em desagrega\u00e7\u00e3o; a carga demasiado negativa das not\u00edcias emitidas pelos \u00d3rg\u00e3os de Comunica\u00e7\u00e3o social; o materialismo que idolatra o dinheiro; uma educa\u00e7\u00e3o facilitista que gera o ego\u00edsmo, o comodismo, a rejei\u00e7\u00e3o das dificuldades e sofrimentos.  Perante estas realidades irrefut\u00e1veis, os  crist\u00e3os s\u00e3o desafiados a recorrer \u00e0 criatividade para, activamente, \u201cesperar contra toda a esperan\u00e7a\u201d. E, na base desta luta, tem que estar a ora\u00e7\u00e3o, a uni\u00e3o com Cristo: \u201cSem Mim, nada podeis fazer\u201d.(Jo. 14,5).  <b>A Miss\u00e3o na Igreja<\/b> Terminado o Plen\u00e1rio, D. Ant\u00f3nio Taipa encerrou o encontro, antes da recita\u00e7\u00e3o do C\u00e2ntico do Magnificat. Depois de agradecer a grande aflu\u00eancia de participantes, referiu-se \u00e0 riqueza vivida, ao longo do dia. Reportando-se \u00e0 ora\u00e7\u00e3o da manh\u00e3, D. Ant\u00f3nio frisou que a ora\u00e7\u00e3o \u00e9 um tempo que vale por si mesmo, mas que quis apresentar uma ora\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica para nos ajudar a rezar com a Palavra de Deus. E lembrou que a ora\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial \u00e0 vida dos Movimentos. Acrescentou ainda que ora\u00e7\u00e3o, reflex\u00e3o e refei\u00e7\u00e3o nos constituem em Corpo, em Igreja que somos. A seguir, recordou que a Igreja do Porto est\u00e1 a preparar-se para a miss\u00e3o 2010 e que, no dia 28 de Junho, come\u00e7a o ano de S. Paulo. Com ele devemos aprender a evangelizar, a sentir a urg\u00eancia da evangeliza\u00e7\u00e3o: \u201cAi de mim, se n\u00e3o evangelizo.\u201d(1.\u00aa Cor. 9,16), a experimentar a alegria de evangelizar: \u201cCristo \u00e9 Evangalizado, e nisto me alegro\u201d (Fl.1,20). Por \u00faltimo, D. Ant\u00f3nio Taipa relembrou as duas pr\u00f3ximas actividades: 27 de Setembro, prioritariamente para os Dirigentes dos Movimentos e Obras laicais e Jornada de 22 de Novembro, aberta a todos os leigos da Diocese. O tema central ser\u00e1 sobre S. Paulo, tamb\u00e9m orientado por D. Ant\u00f3nio Couto. E, no dia 23, Festa de Cristo Rei, dizia o . Ant\u00f3nio Taipa que o nosso Bispo precisa de nos ver \u00e0 volta do altar. A cidade precisa de nos ver \u00e0 volta do altar. N\u00e3o se trata simplesmente de ir \u00e0 Missa, mas precisamos de estar todos, nesse dia, \u00e0 volta do altar.  <i>Andr\u00e9 Rangel, Julinda Brochado e MCF  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Fora da Salva\u00e7\u00e3o n\u00e3o h\u00e1 Esperan\u00e7a&#8221;: Este foi o tema da comunica\u00e7\u00e3o de D. Ant\u00f3nio Couto no Encontro dos Movimentos e Obras Laicais, a fim de partilhar a sua reflex\u00e3o com quem quis aderir ao longo do dia 31 de Maio, na Casa de Vilar. 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