{"id":32323,"date":"2008-06-04T11:38:11","date_gmt":"2008-06-04T11:38:11","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/06\/04\/nota-pastoral-do-bispo-de-angra-sobre-o-ano-paulino\/"},"modified":"2008-06-04T11:38:11","modified_gmt":"2008-06-04T11:38:11","slug":"nota-pastoral-do-bispo-de-angra-sobre-o-ano-paulino","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/nota-pastoral-do-bispo-de-angra-sobre-o-ano-paulino\/","title":{"rendered":"Nota Pastoral do Bispo de Angra sobre o Ano Paulino"},"content":{"rendered":"<p>Um ano a caminhar com S. Paulo  <!--more--> Em comunh\u00e3o com a Igreja Universal, vamos celebrar o Ano Paulino, entre 28 de Junho de 2008, Vig\u00edlia da Solenidade de S. Pedro e de S. Paulo, at\u00e9 29 de Junho de 2009. Para comemorar os 2.000 anos do nascimento do Ap\u00f3stolo das Gentes. Assim o promulgou Bento XVI, que, ao mesmo tempo, convocou para Outubro de 2008, o S\u00ednodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus na Vida e na Miss\u00e3o da Igreja.  Ap\u00f3stolo da Palavra  S. Paulo \u00e9 o grande Ap\u00f3stolo da Palavra. O Ano Paulino ser\u00e1 uma oportunidade, para sublinhar de novo o Primado da Palavra na vida crist\u00e3 e na miss\u00e3o da Igreja. Aprofundando o conhecimento das Cartas de S. Paulo.   Ap\u00f3s a Celebra\u00e7\u00e3o do Grande Jubileu da Encarna\u00e7\u00e3o, a Diocese promoveu um Tri\u00e9nio Pastoral sobre a Palavra. Nos \u00faltimos anos, a nossa aten\u00e7\u00e3o incidiu na Pastoral do Domingo, centrado na Eucaristia. N\u00e3o s\u00e3o alternativa uma \u00e0 outra, mas complementares. Convocada pela Palavra, a comunidade crist\u00e3 tem o seu centro e v\u00e9rtice na Eucaristia. \u00abMist\u00e9rio da F\u00e9\u00bb, a Eucaristia s\u00f3 pode ser celebrada e vivida \u00e0 luz da f\u00e9. E, como adverte S. Paulo, \u00aba f\u00e9 nasce da prega\u00e7\u00e3o e o instrumento da prega\u00e7\u00e3o \u00e9 a Palavra de Cristo\u00bb (Rm 10, 17).   Foi a perspectiva do Conc\u00edlio Vaticano II, que valorizou sobremaneira a Liturgia da Palavra. O epis\u00f3dio dos disc\u00edpulos de Ema\u00fas ilustra bem esta complementariedade entre Liturgia da Palavra e Liturgia Eucar\u00edstica. \u00abReconheram-No, ao partir do p\u00e3o\u00bb (Lc 24, 25), porque antes a sua intelig\u00eancia fora iluminada pelas Escrituras e o seu cora\u00e7\u00e3o abrasado pela Palavra do Senhor.  O Ano Paulino constitui, pois, um forte apelo a dar o devido lugar \u00e0 Palavra. Desta feita, redescobrindo a riqueza dos escritos do Ap\u00f3stolo das Gentes. Para propor e transmitir a f\u00e9 na sociedade actual. Com Paulo e como Paulo. As suas Cartas s\u00e3o continuamente proclamadas na Liturgia. Mas, pouco comentadas nas homilias, que normalmente privilegiam o tema unificado da 1\u00aa leitura e do texto evang\u00e9lico, descurando a aplica\u00e7\u00e3o paulina da 2\u00aa leitura.  \u00abNeste Ano Paulino, temos de pressentir por que caminhos nos conduziria Paulo, se partilhasse hoje, connosco, a miss\u00e3o evangelizadora da Igreja\u2026 Paulo foi o maior evangelizador de todos os tempos. Ele continua a ser exemplo inspirador do ardor da evangeliza\u00e7\u00e3o e da natureza espec\u00edfica do an\u00fancio querigm\u00e1tico\u00bb (Nota Pastoral da CEP, Ano Paulino: Uma Proposta Pastoral, 2008, n\u00ba 4).  An\u00fancio querigm\u00e1tico  Tanto para os que est\u00e3o longe ou se afastaram da Igreja, como para os praticantes regulares e irregulares. Urge anunciar de novo e de maneira renovada Cristo Jesus. Oportunamente e inoportunamente. Na prepara\u00e7\u00e3o e celebra\u00e7\u00e3o dos Sacramentos, nas festas da Catequese e dos Padroeiros. Com a frescura e o ardor do 1\u00ba an\u00fancio. Como Paulo. Ele \u00e9 o grande guia da \u00abNova Evangeliza\u00e7\u00e3o\u00bb ou re-evangeliza\u00e7\u00e3o.  A Par\u00f3quia n\u00e3o \u00e9 uma esp\u00e9cie de \u00abclube de perfeitos\u00bb. Nem um \u00abgabinete de controle\u00bb da f\u00e9, no seio da comunidade. Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 \u00abesta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o\u00bb, para satisfazer usos e costumes sociais. \u00c9 sinal e instrumento de salva\u00e7\u00e3o, trazida por Cristo. \u00c9 preciso acolher as pessoas assim como s\u00e3o. Sem fingir que tenham motiva\u00e7\u00f5es de f\u00e9, que tantas vezes n\u00e3o t\u00eam. Ou est\u00e1 esmorecida. Trata-se de anunciar o Kerygma, todas as vezes que aparecem e trazem os filhos \u00e0 catequese, pedem os sacramentos ou o funeral religioso para um ente querido.  Mas, aten\u00e7\u00e3o! O Kerygma n\u00e3o \u00e9 como uma \u00abpastilha el\u00e1stica\u00bb, que, quanto mais se mastiga, mais perde o sabor. N\u00e3o \u00e9 para repetir mecanicamente. O an\u00fancio deve ter presente a sensibilidade e a linguagem das pessoas, os seus problemas e interesses. Sem querer impor o Evangelho. A evangeliza\u00e7\u00e3o \u00e9 proposta.  N\u00f3s, pastores, n\u00e3o somos meros gestores de uma empresa. Como Paulo, somos mission\u00e1rios, que anunciam Jesus Cristo, em todas as circunst\u00e2ncias. N\u00e3o temos, pois, que ficar amargurados com a indiferen\u00e7a religiosa. Nem sentirmo-nos incomodados, quando as pessoas aparecem. N\u00f3s \u00e9 que dev\u00edamos procur\u00e1-las. Se v\u00eam, melhor.  \u00abPaulo protagonizou, na sua experi\u00eancia de Ap\u00f3stolo, o alargamento do horizonte dos destinat\u00e1rios do Evangelho, problema actual, na rela\u00e7\u00e3o da Igreja com a sociedade\u2026 A Igreja tamb\u00e9m hoje corre o risco de limitar o an\u00fancio de Jesus Cristo \u00e0queles, que continuam no seu redil, compreendem a sua linguagem e conhecem as suas leis e tem dificuldade em anunciar Jesus Cristo a uma sociedade cada vez mais secularizada\u00bb (Ibid.).  S. Paulo interpela-nos, no sentido de reconduzir toda a ac\u00e7\u00e3o pastoral ao seu n\u00facleo central, que \u00e9 a Pessoa de Cristo, sem o que n\u00e3o h\u00e1 verdadeira evangeliza\u00e7\u00e3o. A urg\u00eancia da evangeliza\u00e7\u00e3o em Paulo brota do seu amor apaixonado por Cristo. Converteu-se, n\u00e3o por ter descoberto uma doutrina, fruto de mera reflex\u00e3o humana, mas por ter encontrado Cristo, na estrada de Damasco. A partir da\u00ed, uma nova luz inundou a sua vida, que mudou.  Ter f\u00e9 n\u00e3o \u00e9 apenas acreditar em verdades, mas aceitar Cristo como norma decisiva da pr\u00f3pria exist\u00eancia. Foi o que viveu e ensinou Paulo. Nas suas Cartas, ele refere a dimens\u00e3o da f\u00e9 como conhecimento, mas insiste muito sobre a pessoa de Cristo, como objecto concreto da f\u00e9. O complemento normal do verbo \u00abcrer\u00bb \u00e9 Jesus Cristo.   Catequese catecumenal  A \u00abobedi\u00eancia da f\u00e9\u00bb (Rom 1, 5), que \u00abactua pela caridade\u00bb (Gal 5, 6) e nos abre ao horizonte da esperan\u00e7a (cf. Rom 8, 24), \u00e9 processo progressivo de identifica\u00e7\u00e3o com Cristo, na Sua Morte e Ressurrei\u00e7\u00e3o. Somos baptizados com Cristo, na Sua morte, para ressuscitarmos com Ele, para uma vida nova (cf. Rom 6, 4).   \u00abPaulo distingue a prega\u00e7\u00e3o querigm\u00e1tica &#8211; em que faz o an\u00fancio de Jesus Cristo \u2013 da catequese \u00e0s Igrejas, para o aprofundamento da identifica\u00e7\u00e3o com Cristo\u2026\u00bb (Ibid.). As Cartas, dirigidas \u00e0s comunidades crist\u00e3s, s\u00e3o o seu principal instrumento catequ\u00e9tico.   Aprofundando o seu conhecimento, neste Ano Paulino, poderemos aperfei\u00e7oar a nossa catequese, como processo cont\u00ednuo de inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3, em estilo catecumenal, que vai concretizando a semente de vida nova, recebida no Baptismo. Tanto a Catequese da Inf\u00e2ncia e da Adolesc\u00eancia, como dos Jovens e dos Adultos. Sem deixar de ser doutrina, a Catequese, a todos os n\u00edveis, \u00e9 sobretudo inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00e1tica da vida crist\u00e3.  Por isso, neste Ano Paulino, n\u00e3o se trata apenas de promover Cursos e Jornadas, para saber mais coisas sobre os escritos do Ap\u00f3stolo. Trata-se, sobretudo, de deixar-se guiar por Paulo, na progressiva configura\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria vida com Cristo, para chegar a afirmar com ele e como ele: \u00abPara mim, viver \u00e9 Cristo\u00bb (Fil 1, 21). \u00abJ\u00e1 n\u00e3o sou eu que vivo, \u00e9 Cristo que vive em mim\u00bb (Gal 2, 20).  Daqui a utilidade do subs\u00eddio catequ\u00e9tico &#8211; \u00abUm ano a caminhar com S. Paulo\u00bb &#8211; proporcionado \u00e0 CEP pelo Patriarcado de Lisboa e a Diocese de Coimbra. Para cada semana do ano. Destinado a todos os que desejarem reviver, catecumenalmente, o pr\u00f3prio Baptismo, a n\u00edvel individual ou em grupo (fam\u00edlias e movimentos, pastoral juvenil e grupos paroquiais\u2026).  Na Diocese, este subs\u00eddio catequ\u00e9tico estar\u00e1 dispon\u00edvel nas Livrarias Cat\u00f3licas de Angra, de Ponta Delgada e da Horta. Outros subs\u00eddios ser\u00e3o proporcionados pela Fam\u00edlia Paulista (Padres, Irm\u00e3s e Pias Disc\u00edpulas).  Experi\u00eancia comunit\u00e1ria   \u00abNa sua catequese, Paulo n\u00e3o separa a vida pessoal do crist\u00e3o da vida da Igreja: o crist\u00e3o caminha em Igreja\u2026 Catequizando as Igrejas, faz uma catequese sobre a Igreja. Paulo acentua, antes de mais, a identifica\u00e7\u00e3o da Igreja com o pr\u00f3prio Cristo\u2026 A Igreja \u00e9 a nova dimens\u00e3o do Corpo de Cristo, a nova fase do Mist\u00e9rio da Encarna\u00e7\u00e3o (cf. 1 Cor 12, 27; Rom 12, 5)\u2026  \u00abO facto de as Igrejas serem a express\u00e3o da Igreja que Jesus Cristo quer e ama, faz da comunh\u00e3o, na f\u00e9 e na caridade, a grande exig\u00eancia da unidade. Esta unidade n\u00e3o \u00e9 uniformidade humana, mas a participa\u00e7\u00e3o da unidade de Cristo com o Pai, no Esp\u00edrito. Paulo exprime quase sempre esta dimens\u00e3o transcendente da comunh\u00e3o e da unidade, nas sauda\u00e7\u00f5es com que inicia as suas Cartas \u00e0s Igrejas (cf. Rom 1, 7; 1 Cor 1, 3).  \u00abA unidade das Igrejas \u00e9 preocupa\u00e7\u00e3o cont\u00ednua de Paulo\u2026A efervesc\u00eancia carism\u00e1tica, em algumas Igrejas daquele tempo \u00e9 um problema real para esta constru\u00e7\u00e3o da unidade. Os princ\u00edpios que o orientam s\u00e3o de uma actualidade flagrante: n\u00e3o h\u00e1 dons do Esp\u00edrito para benef\u00edcio individual, mas s\u00e3o dons para toda a Igreja e s\u00f3 esta \u00e9 o juiz do seu discernimento (cf. 1 Cor 12-14; Rom 12, 3-8; Ef 4, 1-16).  O Ano Paulino \u00e9, pois, ocasi\u00e3o prop\u00edcia para \u00abuma reflex\u00e3o pastoral sobre a verdade da Igreja e a maneira de construir a unidade da comunh\u00e3o, na imensa variedade de carismas, que voltaram a enriquecer a Igreja do nosso tempo\u00bb (Ibid, nn 5-6).  \u00abUm ano a caminhar com S. Paulo\u00bb  O pr\u00f3ximo ano pastoral vai, ser, portanto, marcado pela celebra\u00e7\u00e3o do Ano Paulino, que teremos presente nas Orienta\u00e7\u00f5es Diocesanas para 2008\/09. Entretanto, recomendo que, nas Par\u00f3quias, se assinale devidamente a abertura do Ano Paulino, na Solenidade de S. Pedro e S. Paulo. Eu presidirei \u00e0 Missa da Vig\u00edlia, na Par\u00f3quia dos Mosteiros e \u00e0 liturgia da Solenidade, na Matriz de Ponta Delgada. Tenciono tamb\u00e9m presidir ao encerramento do Ano Paulino, na Ribeira Quente, \u00fanica par\u00f3quia da Diocese, dedicada a S. Paulo.  Nesta conformidade, aplicando \u00e0 Diocese o Decreto da Penitenci\u00e1ria Apost\u00f3lica sobre o Ano Paulino (10 de Maio de 2008), determino que, cumpridas as habituais condi\u00e7\u00f5es, podem lucrar Indulg\u00eancia Plen\u00e1ria os fi\u00e9is que participarem:  * Na solene abertura e encerramento do Ano Paulino, em qualquer igreja. * Em celebra\u00e7\u00f5es evocativas do Ap\u00f3stolo, realizadas na Par\u00f3quia de S. Paulo, Ribeira Quente. * Nas festas cristol\u00f3gicas, seja dos Santu\u00e1rios Diocesanos de S. Miguel, Pico e S. Jorge, como das par\u00f3quias da Praia do Almoxarife (Faial) e da Fazenda das Flores e bem assim da igreja de Santo Cristo em Santa Cruz da Graciosa. * Nas festas marianas, seja dos Santu\u00e1rios da Concei\u00e7\u00e3o e da Serreta (Terceira), como das capelas de Nossa Senhora de F\u00e1tima em Santa Maria, de Nossa Senhora da Paz em Vila Franca, de Nossa Senhora do Pranto no Nordeste, de Nossa Senhora das Merc\u00eas no Convento das Clarissas e bem assim da par\u00f3quia de Vila Nova do Corvo. Contanto que haja refer\u00eancia celebrativa \u00e0 figura apost\u00f3lica de S. Paulo. * Na Semana das Romarias Quaresmais, com igual evoca\u00e7\u00e3o de S. Paulo, lendo e meditando, cada dia, extractos das suas Cartas.   Sei que hoje j\u00e1 n\u00e3o estamos habituados a ouvir falar de indulg\u00eancias. No entanto, esta antiga pr\u00e1tica da Igreja, se devidamente compreendida, pode ajudar-nos a celebrar e a viver o Ano Paulino, como momento especial de gra\u00e7a e de convers\u00e3o. Efectivamente, com a confiss\u00e3o e o perd\u00e3o da culpa no Sacramento da Reconcilia\u00e7\u00e3o, n\u00e3o fica consumada a nossa convers\u00e3o. H\u00e1 toda uma caminhada de \u00abpurifica\u00e7\u00e3o\u00bb &#8211; nesta ou noutra vida &#8211; com vista a curar as feridas, provocadas pela desordem moral: verdadeiro \u00abpadecimento\u00bb, que a tradi\u00e7\u00e3o chama \u00abpena\u00bb do pecado, expiada precisamente pela pr\u00e1tica da indulg\u00eancia, participa\u00e7\u00e3o nos tesouros espirituais da \u00abcomunh\u00e3o dos santos\u00bb.  N\u00e3o de forma autom\u00e1tica. N\u00e3o se trata de sobrepor a ac\u00e7\u00e3o humana \u00e0 gratuidade de Deus. O que est\u00e1 em causa \u00e9 a resposta livre do ser humano ao amor gratuito de Deus, que exige uma real mudan\u00e7a de vida, um longo caminho de \u00abpurifica\u00e7\u00e3o\u00bb. Nesse sentido a pr\u00e1tica da indulg\u00eancia pressup\u00f5e boas disposi\u00e7\u00f5es interiores e o cumprimento de determinadas condi\u00e7\u00f5es, que as suscitam e fortalecem: Confiss\u00e3o Sacramental, Comunh\u00e3o Eucar\u00edstica e Ora\u00e7\u00e3o segundo as inten\u00e7\u00f5es do Sumo Pont\u00edfice.  \u00c9 nesta perspectiva do mist\u00e9rio da gra\u00e7a divina, t\u00e3o evidenciada por S. Paulo, que nos propomos celebrar e viver o Ano Paulino, para darmos raz\u00f5es da nossa esperan\u00e7a. Tesouro, que levamos em vasos de barro. Para que resplande\u00e7a claramente o poder de Deus e a gratuidade do Seu amor. \u00abComo \u00e9 imensa a riqueza de Deus, a Sua sabedoria e ci\u00eancia! Quem poder\u00e1 explicar os Seus planos e compreender os Seus caminhos? Bem diz a Escritura: \u201cQuem \u00e9 que conhece os pensamentos do Senhor? Quem pode dar conselhos a Deus? Quem \u00e9 que Lhe pode dar alguma coisa, para depois receber a paga\u201d? \u00c9 que tudo veio de Deus e tudo existe por Ele e para Ele. A Deus seja dado louvor por todo o tempo. \u00c1men\u00bb (Rom 11, 33-36).  <i>+ Ant\u00f3nio, Bispo de Angra<\/i> Angra, 23 de Maio de 2008  Solenidade do Beato Jo\u00e3o Baptista Machado <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um ano a caminhar com S. 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