{"id":32076,"date":"2008-05-23T10:52:02","date_gmt":"2008-05-23T10:52:02","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/05\/23\/tomar-conta-da-palavra-que-toma-conta-de-nos\/"},"modified":"2008-05-23T10:52:02","modified_gmt":"2008-05-23T10:52:02","slug":"tomar-conta-da-palavra-que-toma-conta-de-nos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/tomar-conta-da-palavra-que-toma-conta-de-nos\/","title":{"rendered":"\u00abTomar conta da Palavra que toma conta de n\u00f3s\u00bb"},"content":{"rendered":"<p>Arquidiocese de Braga desperta para um novo tri\u00e9nio pastoral <!--more--> A vida da Arquidiocese estrutura-se atrav\u00e9s da repeti\u00e7\u00e3o de determinadas iniciativas e a novidade que o programa pastoral lhe confere. Com a alian\u00e7a, na pastoral ordin\u00e1ria, entre o habitual e uma ideia nova, para um determinado per\u00edodo, conseguimos suscitar unidade e encanto a tudo quanto acontece no dinamismo de toda a Arquidiocese.  Situados num novo ano, n\u00e3o encerramos uma caminhada para dar corpo a outra nova. Articulamos a vida e prosseguimos uma caminhada que confirma o percurso percorrido e sobre ele lan\u00e7a novos desafios. Da\u00ed que n\u00e3o encerramos o ciclo destinado \u00e0 Fam\u00edlia para nos encontrarmos num novo de tr\u00eas anos a dedicar a Palavra. Vamos abrir novos horizontes.  Num mundo onde o matrim\u00f3nio e a fam\u00edlia se encontram em profunda e cont\u00ednua transforma\u00e7\u00e3o pretendemos, at\u00e9 agora, escutar a vida do quotidiano das fam\u00edlias. Ouvindo o exterior, n\u00e3o esquecemos que o mist\u00e9rio do amor que a fam\u00edlia \u00e9 chamada a acolher (como dom) e a reviver (como compromisso) tem a sua origem e plena compreens\u00e3o em Deus. Deus \u00e9 o n\u00facleo central da boa e alegre not\u00edcia que (Ele mesmo) quer oferecer \u00e0 Fam\u00edlia e, por esta, ao mundo. Nesta convic\u00e7\u00e3o, a Igreja tem a responsabilidade, para anunciar o Evangelho da Fam\u00edlia, de aproximar todas as fam\u00edlias da B\u00edblia no duplo sentido de a colocar em todas as casas e de levar \u2013 pais e filhos \u2013 a aprender a ler, conhecer, rezar, amar e viver a Palavra de Deus. Deste modo estamos a prosseguir a caminhada fazendo com que, depois de ter escutado as fam\u00edlias, fa\u00e7amos com que elas escutem a Palavra de Deus. Atingindo este objectivo, conseguiremos colocar a Palavra no centro das comunidades e da Arquidiocese.  <b>Tomar conta da Palavra<\/b> \u00c9 este o grande objectivo que acolhemos para este pr\u00f3ximo tri\u00e9nio. Sintetiz\u00e1mo-lo dum modo provocante: Tomar conta da Palavra \u2013 que toma conta de n\u00f3s. N\u00e3o se trata dum jogo de palavras de dif\u00edcil entendimento. Urge aproximar-se \u2013 pessoas e comunidades \u2013 da Palavra para que ela nos acompanhe e caracterize o nosso ser e agir.  N\u00e3o temos outro programa nem outro itiner\u00e1rio. Talvez o saibamos. S\u00f3 que a ac\u00e7\u00e3o pastoral ainda continua longe desta refer\u00eancia cont\u00ednua e a vida dos crist\u00e3os n\u00e3o consegue ser interpelada a partir destes crit\u00e9rios evang\u00e9licos. Continua a ser mais f\u00e1cil repetir rotinas para fugir \u00e0 responsabilidade de situar-se numa \u00fanica escola que d\u00e1, dum modo exclusivo, as orienta\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para a renova\u00e7\u00e3o da pastoral e para uma viv\u00eancia em tempos diferentes e repletos de interpela\u00e7\u00f5es.  Com estes tr\u00eas anos, as comunidades e os seus membros, sabendo que devem \u201ctomar conta\u201d como atitude activa e a exigir trabalho persistente, devem aceitar que a meta reside no permitir que a Palavra \u201ctome conta\u201d das vidas e de todas as iniciativas pastorais. Quanta convers\u00e3o pessoal a fazer? Quanta convers\u00e3o pastoral a fazer? Quanto trabalho pessoal a efectuar? Quanta alegria a descobrir na atitude de quem penetra num tesouro? N\u00e3o pensemos que est\u00e1 tudo delineado ou projectado. Os caminhos para o encontro com a Palavra, e a percorrer por causa da Palavra, s\u00e3o in\u00e9ditos e abertos \u00e0 surpresa que o Esp\u00edrito reserva a quem se decide a caminhar. Nada \u00e9 dado a quem fica \u00e0 porta. S\u00f3 numa aproxima\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel surgir\u00e3o as op\u00e7\u00f5es que importa concretizar. Da minha parte, resta-me convocar a Arquidiocese, nos seus membros e nas suas estruturas, para percorrer os caminhos da Palavra, qual aventura que parte duma decis\u00e3o pessoal para chegar onde o Esp\u00edrito pretende. Aqui est\u00e1 a nossa meta.  <b>Tr\u00eas etapas<\/b> Tentaremos concretizar a nossa aventura percorrendo tr\u00eas etapas, correspondentes a outros tantos anos, servindo cada um para sublinharmos um aspecto particular como express\u00e3o desse \u201ctomar\u201d e \u201cdeixar-se tomar\u201d. S\u00e3o aspectos interligados e com muitos pontos de converg\u00eancia. A caminhada saber\u00e1 dar a novidade que a pastoral necessita.  1. No ano pastoral 2008-2009, como Ano Paulino, conheceremos melhor a personalidade de Paulo para, mergulhando nos seus escritos, nos deixarmos encontrar pela Palavra. Com efeito, \u201cEncontrados pela Palavra\u201d \u00e9 um lema que conduzir\u00e1 a um maior conhecimento da B\u00edblia, nos seus conte\u00fados e organiza\u00e7\u00e3o, nunca numa perspectiva meramente te\u00f3rica, embora n\u00e3o descurando esta dimens\u00e3o dum \u201clivro\u201d a saber manusear e entender, mas em atitude de permanente escuta para amar com paix\u00e3o uma Palavra oriunda do seio da Trindade.  No peregrinar da vida humana encontramo-nos com uma variedade imensa de mensagens. Vemos e assistimos a um barulho que confunde e gera perplexidade. \u00c9 no meio desta am\u00e1lgama de orienta\u00e7\u00f5es que a Palavra ter\u00e1 de entrar para promover um encontro de perfeita identidade. Nunca se tratar\u00e1 dum exerc\u00edcio acad\u00e9mico. Importa ser encontrado pela Palavra, o que se consegue com o sil\u00eancio e atrav\u00e9s dum criar condi\u00e7\u00f5es em experi\u00eancias individuais ou de grupo. A catequese, a liturgia, a ac\u00e7\u00e3o social, as actividades dos grupos s\u00e3o, deste modo, os lugares onde colocar a Palavra para que, como consequ\u00eancia, todos sejam encontrados pela mesma.  \u201cEncontrar-se pela Palavra\u201d acontecer\u00e1 quando quisermos que ela se torne vida e quando nos habituarmos a partilhar as experi\u00eancias que o encontro suscita. \u00c9 Palavra de Vida que exige que a mesma vida seja comungada duma maneira familiar. \u201cEncontrar-se\u201d torna-se, deste modo, est\u00edmulo e an\u00fancio que cada um acolhe e d\u00e1.  2. No ano pastoral 2009-2010 seremos conduzidos pela mesma Palavra para a acolher e viver. \u201cAcolhemos a Palavra\u201d \u00e9 o lema que nos acompanhar\u00e1 suscitando outras iniciativas.  Importa que o acolher se oriente para o viver. N\u00e3o pretendemos saborear egoisticamente um dom oferecido. Sabemos que tudo se projecta na vida e que o mundo necessita de ler a Palavra divina no quotidiano dos nossos pensamentos e ac\u00e7\u00f5es. No crist\u00e3o, o contemplativo une-se ao activo e sabemos fazer deserto para ouvir em profundidade e, ao mesmo tempo, acolhemos para gritar com o testemunho e a coer\u00eancia.  A hist\u00f3ria do Cristianismo, infelizmente, n\u00e3o apresenta muito esta necessidade de viver a Palavra. Num contexto de pluralismo cultural, que n\u00e3o quer considerar as refer\u00eancias religiosas, o \u00fanico caminho capaz de mostrar a diferen\u00e7a \u00e9 a vida \u2013 dos crist\u00e3os e das comunidades \u2013 que acabar\u00e1 por \u201cpressionar\u201d.  Por outro lado, o viver a Palavra n\u00e3o deve ser interpretado s\u00f3 como an\u00fancio. Antes de mais, a vida gera alegria em quem ousa acreditar na Palavra e a passa para o dia-a-dia nos mais variados ambientes. Quem mais beneficia \u00e9 aquele que trabalha para a colocar em pr\u00e1tica.  3. No ano pastoral 2010-2011 vamos reconhecer outra dimens\u00e3o important\u00edssima da Palavra que \u201ctomou conta\u201d de n\u00f3s. \u201cVivemos da Palavra\u201d \u00e9 a s\u00edntese duma caminhada iniciada no encontro que converteu para acolher na integridade e viver em todos os momentos. A vida ser\u00e1 sempre an\u00fancio e dever\u00e1 conduzir a uma maior responsabilidade no repensar a maneira de comunicar a Palavra na actualidade.  Com o \u201can\u00fancio\u201d e para o \u201can\u00fancio\u201d teremos de descobrir e concretizar formas novas capazes de entrar no pensamento hodierno. Nada deve ser desconsiderado desde que proporcione uma proclama\u00e7\u00e3o das verdades em que acreditamos. Temos consci\u00eancia que se imp\u00f5e uma aten\u00e7\u00e3o especial aos meios tradicionais de an\u00fancio. Mas, h\u00e1 caminhos novos que passam pela cultura, arte, m\u00fasica, tempos livres, etc., que n\u00e3o podemos ignorar ou desconsiderar. O mundo mudou e o an\u00fancio deve ser diferente para chegar a ambientes que abandonaram o pensar crist\u00e3o, que o ignoram ou desconsideram.  O an\u00fancio adquire, deste modo, um rosto mission\u00e1rio que situamos no interior da comunidade crente e que alargamos a franjas que necessitam dum encontro com Cristo. Tomados pela Palavra n\u00e3o podemos permitir que a f\u00e9 se encerre no privado ou nos espa\u00e7os estritamente eclesiais. O mundo \u00e9 o nosso horizonte e teremos de partir para um encontro de di\u00e1logo com tudo e com todos.  <b>Responsabilidades novas<\/b> Com estes pensamentos sobre o plano pastoral \u2013 \u201cTomar conta da Palavra que toma conta de n\u00f3s\u201d \u2013 e sobre os programas pastorais para cada ano: 2008-2009 (Ano Paulino) \u2013 \u201cEncontrados pela Palavra\u201d; 2009-2010 \u2013 \u201cAcolhemos a Palavra\u201d; 2010-201 \u2013 \u201cVivemos da Palavra\u201d, pretendi, como referia no in\u00edcio, apontar um caminho. Importa que cada comunidade descortine o seu trajecto e queira testemunhar a vitalidade de Cristo atrav\u00e9s da Palavra. A Igreja necessita de se mostrar neste mundo de indiferen\u00e7a. S\u00f3 que n\u00e3o o pode fazer atrav\u00e9s de cerim\u00f3nias e ritos que sendo imprescind\u00edveis para a f\u00e9 j\u00e1 n\u00e3o conseguem mostrar a vitalidade de Cristo e da mesma Igreja a quem pretende ignorar o mesmo Cristo e a mesma Igreja. Nos prim\u00f3rdios do Cristianismo, S\u00e3o Jo\u00e3o, no Pr\u00f3logo do seu Evangelho, aponta o caminho: \u00abNo come\u00e7o a palavra j\u00e1 existia: a Palavra estava voltada para Deus e a Palavra era Deus. No come\u00e7o Ela estava voltada para Deus. Tudo foi feito por meio d\u2019Ela, e, de tudo o que existe, nada foi feito sem Ela. N\u2019Ela estava a Vida, e a Vida era a luz dos homens. Essa luz brilha nas trevas, e as trevas n\u00e3o conseguiram apag\u00e1-la. Apareceu um homem enviado por Deus, que se chamava Jo\u00e3o. Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fi m de que todos acreditassem por meio dele. Ele n\u00e3o era a luz, mas apenas a testemunha da luz. A luz verdadeira, aquela que ilumina todo o homem, estava a chegar ao mundo. A Palavra estava no Mundo, o mundo foi feito por meio d\u2019Ela, mas o mundo n\u00e3o A conheceu. Ela veio para a sua casa, mas os seus n\u00e3o A receberam. Ela, por\u00e9m, deu o poder de se tornarem fi lhos de Deus a todos aqueles que A receberam, isto \u00e9, \u00e0queles que acreditam no seu Nome. Estes n\u00e3o nasceram do sangue, nem do desejo do homem, mas nasceram de Deus. E a Palavra fez-se Homem e habitou entre n\u00f3s. E n\u00f3s contempl\u00e1mos a sua gl\u00f3ria: gl\u00f3ria do Filho \u00fanico do Pai cheio de amor e fidelidade. Jo\u00e3o dava testemunho d\u2019Ele, proclamando: \u201cEste \u00e9 Aquele a respeito de quem eu disse: Aquele Homem que vem depois de Mim passou \u00e0 minha frente, porque existia antes de Mim\u201d. Porque da sua plenitude todos n\u00f3s recebemos, e um amor que corresponde ao seu amor. Porque a Lei foi dada por Mois\u00e9s, o amor e a fidelidade vieram atrav\u00e9s de Jesus Cristo. Ningu\u00e9m jamais viu a Deus; quem nos revelou Deus foi o Filho \u00fanico que est\u00e1 junto do Pai\u00bb (Jo 1, 1-18).  As trevas adensam-se; a eloqu\u00eancia duma Palavra tornada vida \u00e9 a \u00fanica hip\u00f3tese que permitir\u00e1 a subsist\u00eancia do Cristianismo. Com Cristo n\u00e3o podemos temer. Da\u00ed que as iniciativas devem multiplicar- se no sentido de mostrar uma Igreja viva onde resplandece o Amor de Cristo.  Onde nos conduzir\u00e1 a Palavra? Cada crist\u00e3o e cada comunidade saber\u00e3o responder.    <i>D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Arquidiocese de Braga desperta para um novo tri\u00e9nio pastoral<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[113,127,172,206,246],"class_list":["post-32076","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-ano-paulino","tag-catequese","tag-diocese-de-braga","tag-familia","tag-liturgia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32076","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32076"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32076\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32076"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32076"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32076"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}