{"id":32008,"date":"2008-05-19T16:21:51","date_gmt":"2008-05-19T16:21:51","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/05\/19\/d-antonio-carrilho-quer-cristaos-corresponsaveis-e-elege-jovens-como-prioridade\/"},"modified":"2008-05-19T16:21:51","modified_gmt":"2008-05-19T16:21:51","slug":"d-antonio-carrilho-quer-cristaos-corresponsaveis-e-elege-jovens-como-prioridade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/d-antonio-carrilho-quer-cristaos-corresponsaveis-e-elege-jovens-como-prioridade\/","title":{"rendered":"D. Ant\u00f3nio Carrilho quer crist\u00e3os correspons\u00e1veis e elege jovens como \u00abprioridade\u00bb"},"content":{"rendered":"<p>Um ano depois de ter entrado na Diocese do Funchal, D. Ant\u00f3nio Carrilho reflecte, numa entrevista ao Jornal da Madeira, a realidade que encontrou e a potencia\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os diocesanos que quer imprimir.  &#8220;Foi um ano de intensa actividade pastoral&#8221;. O conhecimento da realidade permite \u201cdefinir prioridades, reestruturar e potenciar os Servi\u00e7os Diocesanos, dando resposta \u00e0s necessidades e prioridades\u201d, aponta o Bispo do Funchal, para quem o essencial \u00e9 \u201ccontactar, ir ao encontro das pessoas, visitando as par\u00f3quias, encontrando-me com diversos grupos (sacerdotes, religiosos e leigos), estabelecendo m\u00faltiplos contactos pessoais\u201d.  As visitas pastorais que realizou s\u00e3o \u201cfundamentais e indispens\u00e1veis\u201d, n\u00e3o s\u00f3 para \u201cum bom diagn\u00f3stico do que \u00e9 preciso fazer\u201d, mas sobretudo para \u201ca constru\u00e7\u00e3o da Igreja-Comunh\u00e3o, que vai ao encontro de todos, procura conhecer as suas necessidades e aspira\u00e7\u00f5es, estimula \u00e0 participa\u00e7\u00e3o e \u00e0 corresponsabilidade\u201d. O Bispo do Funchal lamenta, no entanto, n\u00e3o ter realizado visitas pastorais \u201ccom programas e tempo alargado\u201d.  D. Ant\u00f3nio Carrilho aponta, \u201ccom satisfa\u00e7\u00e3o\u201d, o interesse e o empenho \u201cde todos os Servi\u00e7os Diocesanos em constitu\u00edrem as suas equipas e iniciarem ou ajustarem as suas planifica\u00e7\u00f5es, em fun\u00e7\u00e3o das prioridades estabelecidas\u201d, destacando, nas diversas \u00e1reas, actividades que apontam linhas program\u00e1ticas.   O Bispo diocesano lembra a import\u00e2ncia de \u201ctodos sentirmos que somos Igreja\u201d. D. Ant\u00f3nio Carrilho aponta haver tarefas e minist\u00e9rios espec\u00edficos, \u201cmas a obra da evangeliza\u00e7\u00e3o \u00e9 comum e a realizar conjuntamente\u201d. Apesar de reconhecer que \u201cos princ\u00edpios s\u00e3o claros mas a pr\u00e1tica nem sempre lhes corresponde\u201d, o Bispo afirma haver sinais e esfor\u00e7os muito concretos de participa\u00e7\u00e3o em corresponsabilidade. N\u00e3o esconde, no entanto, que deseja e espera ainda muito mais, \u201csobretudo quanto \u00e0 generalidade dos crist\u00e3os nas respectivas comunidades\u201d.   A forma\u00e7\u00e3o dos leigos e o acompanhamento do clero s\u00e3o pilares do Bispo do Funchal. \u201cHoje ningu\u00e9m duvida da import\u00e2ncia da forma\u00e7\u00e3o, em todas as \u00e1reas e em todos os n\u00edveis da actividade profissional\u201d. O aprofundamento e a actualiza\u00e7\u00e3o \u201ct\u00eam de ser permanentes para todos &#8211; Bispos, Sacerdotes, Religiosos(as) e Leigos\u201d, com especial import\u00e2ncia para a Doutrina Social da Igreja.  \u201cLeigos formados e comprometidos, sacerdotes actualizados e unidos, animados todos duma profunda espiritualidade, s\u00e3o sem d\u00favida, bases ou suportes da nova evangeliza\u00e7\u00e3o, que urge intensificar\u201d.   D. Ant\u00f3nio Carrilho elege os jovens como a prioridade do seu episcopado, reconhecendo que as condi\u00e7\u00f5es em que actualmente os jovens vivem, precisam de respostas, tanto da sociedade como da pr\u00f3pria Igreja.   \u201cComo se posiciona a Igreja perante as condi\u00e7\u00f5es em que os jovens vivem hoje\u201d. O Bispo do Funchal sabe que h\u00e1 perguntas que \u201cn\u00e3o t\u00eam uma resposta f\u00e1cil nem muito linear\u201d, mas estes questionamentos \u201cn\u00e3o podem deixar de interpelar aqueles que t\u00eam responsabilidades\u201d, nos diversos \u00e2mbitos ou campos em que se desenvolve a vida dos jovens: fam\u00edlia, escola, trabalho, institui\u00e7\u00f5es sociais, culturais e religiosas. A disponibilidade dos jovens, as muitas solicita\u00e7\u00f5es, os problemas que enfrentam, a pr\u00f3pria pedagogia e linguagem da Igreja na proposta de valores, o espa\u00e7o que \u00e9 oferecido aos jovens s\u00e3o quest\u00f5es \u201cem que temos de pensar\u201d, assim como \u201ccaminhos novos que temos de encontrar\u201d, aponta D. Ant\u00f3nio Carrilho.   Na dioceses existem 14 Movimentos de Jovens Cat\u00f3licos. \u201cDeles muito se espera, com o apoio do Secretariado Diocesano, no sentido de uma Pastoral de conhecimento e interven\u00e7\u00e3o no meio, pois que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel motivar e aproximar-se dos jovens, sem conhecer a realidade em que vivem e os problemas que os afectam\u201d.  Sobre as rela\u00e7\u00f5es entre a Igreja diocesana e a Sociedade em geral, D. Ant\u00f3nio Carrilho afirma serem boas, ainda que haja pessoas que manifestam algum descontentamento. Mas \u201cs\u00e3o quest\u00f5es que em esp\u00edrito de di\u00e1logo se procuram esclarecer\u201d.  O Bispo do Funchal acredita que a sociedade reconhece e aprecia a presen\u00e7a e ac\u00e7\u00e3o da Igreja no campo educativo, cultural e social, respondendo a car\u00eancias e oferecendo alternativas.   \u201cA Sociedade \u00e9 particularmente sens\u00edvel ao que a Igreja faz pelos pobres, pelas crian\u00e7as, pelos idosos e pelos \u00abmais pobres dos pobres\u00bb que s\u00e3o os doentes mentais e todos os mais dependentes. A dedica\u00e7\u00e3o de tanta gente, em regime de voluntariado, e tantas religiosas numa consagra\u00e7\u00e3o total das suas vidas aos outros, n\u00e3o passam certamente despercebidas\u201d.  No entanto, o Bispo destaca que \u201ca coopera\u00e7\u00e3o com outras institui\u00e7\u00f5es se poder\u00e1 intensificar e aprofundar\u201d, procurando \u201cat\u00e9 em conjunto caminhos de resposta a novas necessidades\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um ano depois de ter entrado na Diocese do Funchal, D. Ant\u00f3nio Carrilho reflecte, numa entrevista ao Jornal da Madeira, a realidade que encontrou e a potencia\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os diocesanos que quer imprimir. &#8220;Foi um ano de intensa actividade pastoral&#8221;. 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