{"id":31985,"date":"2008-05-18T21:35:14","date_gmt":"2008-05-18T21:35:14","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/05\/18\/homilia-do-cardeal-patriarca-no-dia-da-igreja-diocesana\/"},"modified":"2008-05-18T21:35:14","modified_gmt":"2008-05-18T21:35:14","slug":"homilia-do-cardeal-patriarca-no-dia-da-igreja-diocesana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-cardeal-patriarca-no-dia-da-igreja-diocesana\/","title":{"rendered":"Homilia do Cardeal-Patriarca no Dia da Igreja Diocesana"},"content":{"rendered":"<p><i>A Santidade da Igreja \u00e9 proclama\u00e7\u00e3o da Gl\u00f3ria de Deus<\/i> <!--more--> 1. Celebrar o Dia da Igreja Diocesana na Solenidade Lit\u00fargica da Sant\u00edssima Trindade foi op\u00e7\u00e3o pastoral, plena de sentido e carregada de exig\u00eancia. Trata-se de assumir o desafio de procurar edificar a Igreja como \u201cum Povo que encontra a sua unidade na unidade do Pai e do Filho e do Esp\u00edrito Santo\u201d (LG. n\u00ba4), sabendo que a Igreja \u00e9 \u201co Povo que Deus adquiriu para louvor da Sua gl\u00f3ria\u201d (Efs. 1,14). Na sua vida e na ora\u00e7\u00e3o, a Igreja proclama continuamente a gl\u00f3ria de Deus, Trindade Sant\u00edssima. O seu canto, tantas vezes repetido, de Gl\u00f3ria \u00e0s tr\u00eas Pessoas Divinas \u00e9 a express\u00e3o da sua busca da santidade. Esta \u00e9 a mais aut\u00eantica e verdadeira proclama\u00e7\u00e3o da gl\u00f3ria de Deus.  Toda a nossa actividade pastoral, todo o nosso esfor\u00e7o de fidelidade devem levar a Igreja de Lisboa a dizer com verdade: gl\u00f3ria ao Pai, ao Filho e ao Esp\u00edrito Santo.  2. Gl\u00f3ria ao Pai! Para que esta proclama\u00e7\u00e3o tenha densidade crist\u00e3 \u00e9 preciso conhecer o que significa, na Sagrada Escritura, a Gl\u00f3ria de Deus. O termo gl\u00f3ria sugere a import\u00e2ncia, o peso, que uma pessoa tem na vida de outra pessoa. Proclamar a gl\u00f3ria de Deus \u00e9 reconhecer a import\u00e2ncia decisiva que Deus tem na nossa vida e na vida do Seu Povo. Antes de ser uma afirma\u00e7\u00e3o, \u00e9 uma experi\u00eancia, de quem vive com Deus, de quem cr\u00ea e experimenta que a ac\u00e7\u00e3o amorosa de Deus \u00e9 determinante na nossa vida. Descobre-se que essa presen\u00e7a de Deus \u00e9 importante, \u00e9 decisiva, porque \u00e9 amorosa e salv\u00edfica. No Antigo Testamento, s\u00e3o as interven\u00e7\u00f5es salv\u00edficas de Deus em favor do Seu Povo que s\u00e3o manifesta\u00e7\u00e3o da Sua Gl\u00f3ria: a passagem do Mar Vermelho (Ex. 14,18), o alimento miraculoso, o man\u00e1 e as codornizes: \u201cDe manh\u00e3 vereis a gl\u00f3ria de Yhaw\u00e9\u201d (Ex. 16,7). O Deus da Alian\u00e7a manifesta a Sua gl\u00f3ria salvando o Seu Povo. A Sua gl\u00f3ria \u00e9 a manifesta\u00e7\u00e3o do Seu poder, express\u00e3o do Seu amor e da Sua fidelidade. \u201cQuando Yahw\u00e9 reconstruir Si\u00e3o, v\u00ea-lo-emos na Sua gl\u00f3ria\u201d (Sl. 102,17). O esplendor desta gl\u00f3ria, sinal do poder amoroso de Deus, manifesta-se sensivelmente, como fulgor da divindade, mostrando ao Povo que o mist\u00e9rio transcendente de Deus n\u00e3o o impede de ser pr\u00f3ximo. Revela-Se no Sinai, sob a forma de uma nuvem de fogo envolvendo a montanha (cf. Ex. 21,15ss); envolve o Santu\u00e1rio, \u201cque ser\u00e1 consagrado pela Minha gl\u00f3ria\u201d (Ex. 29,43); encher\u00e1 o Templo (cf. 1Rom. 8,10ss). A montanha santa, o Santu\u00e1rio, o Templo, s\u00edmbolos da interac\u00e7\u00e3o entre Deus e o Seu Povo, s\u00e3o os lugares da manifesta\u00e7\u00e3o da Sua Gl\u00f3ria. Deus reina na Cidade Santa, regenerada pelo Seu poder e iluminada pela Sua presen\u00e7a. Isa\u00edas desafia Si\u00e3o: \u201cLevanta-te, brilha! Eis a tua luz, sobre ti se eleva a gl\u00f3ria de Yahw\u00e9\u201d (Is. 60,1). A salva\u00e7\u00e3o completamente realizada ser\u00e1 a manifesta\u00e7\u00e3o definitiva da gl\u00f3ria de Deus. Esta plenitude ser\u00e1 escatol\u00f3gica. O tempo definitivo \u00e9 anunciado por Isa\u00edas: \u201cvenho reunir as na\u00e7\u00f5es de todas as l\u00ednguas. Elas vir\u00e3o ver a Minha gl\u00f3ria\u201d (Is. 66,18ss).  3. Gl\u00f3ria ao Filho! Para n\u00f3s crist\u00e3os, a manifesta\u00e7\u00e3o definitiva da Gl\u00f3ria de Deus \u00e9 o Seu Filho Jesus Cristo. Filho de Deus, Ele \u00e9 \u201co resplendor da Sua gl\u00f3ria e imagem da Sua subst\u00e2ncia\u201d (He. 1,3). Ele \u00e9 \u201co Senhor da Gl\u00f3ria\u201d (1Co. 2,8), a gl\u00f3ria de Deus \u201cbrilha no Seu rosto\u201d (2Co. 4,6). E S\u00e3o Jo\u00e3o, ao apresentar o mist\u00e9rio do Verbo encarnado diz: \u201ce n\u00f3s vimos a Sua gl\u00f3ria, gl\u00f3ria que Ele recebe do Pai como Filho \u00fanico, cheio de gra\u00e7a e de verdade\u201d (Jo. 1,14). A humanidade de Jesus, em que encarnou o Filho de Deus, \u00e9 um sacramento de proximidade do Deus connosco. Glorificar o Filho \u00e9 confessar a divindade de Jesus e reconhecer a import\u00e2ncia fundamental que Ele tem na nossa vida, conduzindo-a \u00e0 santidade, e em que se manifestar\u00e1 a pr\u00f3pria gl\u00f3ria de Deus. Por isso, a maior manifesta\u00e7\u00e3o da gl\u00f3ria do Filho \u00e9 o Seu acto redentor; a Sua Cruz \u00e9 um trono de gl\u00f3ria; no Crucificado revela-se o \u201cSenhor da Gl\u00f3ria\u201d (1Co. 2,8). Para S\u00e3o Jo\u00e3o, o Calv\u00e1rio \u00e9 a maior teofania do Novo Testamento. Jesus consagra-Se ao Pai, na obedi\u00eancia at\u00e9 \u00e0 morte, para a gl\u00f3ria do Seu nome (cf. Jo. 12,28). A Cruz transfigurada torna-se o sinal da eleva\u00e7\u00e3o do Filho do Homem (cf. Jo. 12,23.31). O Calv\u00e1rio manifesta aos olhares de todos o \u201cEu Sou\u201d, afirma\u00e7\u00e3o da divindade de Jesus. A fecundidade salv\u00edfica da Sua morte \u00e9 a Sua gl\u00f3ria (cf. Jo. 7,37ss). Porque a gl\u00f3ria de Jesus est\u00e1 ligada ao triunfo definitivo do Seu amor redentor, a Sua gl\u00f3ria s\u00f3 se manifestar\u00e1 completamente na P\u00e1tria celeste, quando \u201co Filho do Homem vier na Gl\u00f3ria do Seu Pai, com os Seus Anjos\u201d (Mc. 8,38). Toda a vida crist\u00e3 aspira por esse momento da \u201cmanifesta\u00e7\u00e3o da gl\u00f3ria do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo\u201d (Tit. 2,13ss). A Igreja, Corpo de Cristo e esposa do Senhor, deve ser a mais bela proclama\u00e7\u00e3o da gl\u00f3ria de Jesus Cristo. O pr\u00f3prio Jesus o afirma em ora\u00e7\u00e3o ao Pai, antes da Sua Paix\u00e3o: \u201cEu dei-lhes a gl\u00f3ria que Tu Me destes, para que eles sejam um como N\u00f3s somos um\u201d (Jo. 17,22).  4. Gl\u00f3ria ao Esp\u00edrito Santo! O Esp\u00edrito Santo manifesta a gl\u00f3ria de Deus Pai e do Seu Filho Jesus Cristo, edificando a Igreja e conduzindo-a \u00e0 santidade. Podemos mesmo dizer que a manifesta\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito e da Sua ac\u00e7\u00e3o na Igreja \u00e9 a proclama\u00e7\u00e3o perfeita da Gl\u00f3ria do Pai e do Filho, porque essa gl\u00f3ria reside no Seu amor criador e santificador e o Esp\u00edrito \u00e9 esse amor em ac\u00e7\u00e3o at\u00e9 ao fim dos tempos. Libertar o homem do pecado e torn\u00e1-lo semelhante ao Filho de Deus, a agradecer o amor com que \u00e9 amado e a amar como o Senhor nos ama, \u00e9 o triunfo do amor salv\u00edfico de Deus, \u00e9 a manifesta\u00e7\u00e3o da Sua gl\u00f3ria, afirma\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia decisiva desse amor na nossa vida e na vida da Igreja. Ser amados por Deus, no mesmo acto de amor com que Ele ama o Seu Filho, leva a Igreja a proclamar, no dizer de S\u00e3o Paulo, \u201cque \u00e9 por Ele que n\u00f3s dizemos o nosso \u00c1men \u00e0 Gl\u00f3ria de Deus\u201d (2Co. 1,20). A gl\u00f3ria do Esp\u00edrito Santo exprime-se na santidade da Igreja. A sua plenitude \u00e9 cantada no livro do Apocalipse, no C\u00e2ntico das N\u00fapcias do Cordeiro (19,7). A Igreja \u00e9 ent\u00e3o a esposa, sem mancha, nem ruga, esplendorosa, \u201cvestida com vestido de linho brilhante\u201d (19,8). A gl\u00f3ria da esposa \u00e9 a gl\u00f3ria de Cristo, Seu esposo. O Esp\u00edrito \u00e9 a for\u00e7a de amor que a recria e transforma. Por isso, ambos, nesta peregrina\u00e7\u00e3o da f\u00e9 e de aprendizagem da caridade, clamam pela manifesta\u00e7\u00e3o da gl\u00f3ria definitiva de Cristo. \u201cO Esp\u00edrito e a esposa clamam: vem Senhor Jesus\u201d (22,17). A gl\u00f3ria do Esp\u00edrito Santo \u00e9 o triunfo do amor, \u00e9 o juntar a sua voz \u00e0 da Igreja, pedindo a manifesta\u00e7\u00e3o desse triunfo na \u00faltima vinda de Cristo. Esse momento ser\u00e1 a proclama\u00e7\u00e3o definitiva da gl\u00f3ria da Sant\u00edssima Trindade e todos em un\u00edssono cantar\u00e3o: \u201cGl\u00f3ria ao Pai, gl\u00f3ria ao Filho, gl\u00f3ria ao Esp\u00edrito Santo\u201d.  5. Glorificar as tr\u00eas Pessoas Divinas, o Pai, o Filho e o Esp\u00edrito Santo, exige \u00e0 Igreja uma maneira sobrenatural de se definir, assumindo-se como Povo do Senhor, obra do Esp\u00edrito Santo, chamada \u00e0 santidade. Exige, antes de mais, reconhecer a import\u00e2ncia decisiva da ac\u00e7\u00e3o de Deus, na Igreja e em cada um de n\u00f3s, escutando as palavras do Senhor. \u201cSem Mim nada podeis fazer\u201d. Sup\u00f5e que assumimos na compreens\u00e3o da nossa vida que a perfei\u00e7\u00e3o humana n\u00e3o \u00e9 o fruto das nossas capacidades humanas, mas da for\u00e7a criadora da ac\u00e7\u00e3o de Deus. Sup\u00f5e dar prioridade absoluta aos meios da gra\u00e7a, atrav\u00e9s dos quais nos abrimos \u00e0 ac\u00e7\u00e3o de Deus. Glorificar \u00e9 reconhecer a import\u00e2ncia de Deus na nossa vida. Glorificar o Filho \u00e9 reconhecer a Sua divindade, na proximidade da Sua humanidade. \u00c9 escut\u00e1-l\u2019O como Palavra eterna de Deus. Cristo, Verbo do Pai, resume em Si e d\u00e1 plenitude de sentido a toda a aventura de escuta da Palavra de Deus ao longo da hist\u00f3ria: escutar a Palavra humana inspirada e a Palavra da Igreja, como caminho que nos levar\u00e1 \u00e0 escuta da Palavra viva de Deus. Esta escuta da Palavra \u00e9 a primeira etapa para estabelecer uma intimidade de amor entre Deus e o Seu Povo. Glorificar Jesus Cristo \u00e9 tornar toda a nossa vida digna da Eucaristia que celebramos, porque a morte e a ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo s\u00e3o a grande manifesta\u00e7\u00e3o da Sua gl\u00f3ria de Filho. S\u00f3 h\u00e1 uma maneira de louvar dignamente o Esp\u00edrito Santo: deixarmo-nos devorar pela voragem do amor divino que Ele \u00e9, que d\u00e1 \u00e0 caridade um lugar central nas nossas rela\u00e7\u00f5es com Deus e com os irm\u00e3os. Glorificar o Esp\u00edrito Santo \u00e9 abandonar-se ao ritmo do amor, \u00e9 confiar na efic\u00e1cia transformadora do amor de Deus, \u00e9 confiar que, em todas as circunst\u00e2ncias, a santidade \u00e9 sempre poss\u00edvel, se nos abandonarmos a essa ac\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito. Cada vez que rezamos \u201cGl\u00f3ria ao Pai e ao Filho e ao Esp\u00edrito Santo\u201d, assumimos uma atitude de vida e um programa de ac\u00e7\u00e3o pastoral. \u00c9 isso que pedimos hoje ao Senhor para a Igreja de Lisboa: que possa glorificar a Sant\u00edssima Trindade na verdade da sua vida e na fidelidade do seu percurso; que seja uma Igreja que bebe a sua unidade na unidade entre as Pessoas Divinas. S\u00f3 assim ela ser\u00e1 uma Igreja fiel que vive da comunh\u00e3o de amor. Mosteiro de S\u00e3o Vicente de Fora, 18 de Maio de 2008     <I>\u2020 JOS\u00c9, Cardeal-Patriarca  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Santidade da Igreja \u00e9 proclama\u00e7\u00e3o da Gl\u00f3ria de Deus<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[295],"class_list":["post-31985","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-biblia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31985","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31985"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31985\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31985"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31985"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31985"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}