{"id":319595,"date":"2024-03-28T15:12:16","date_gmt":"2024-03-28T15:12:16","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=319595"},"modified":"2024-03-28T15:12:16","modified_gmt":"2024-03-28T15:12:16","slug":"viseu-homilia-de-d-antonio-luciano-na-missa-crismal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/viseu-homilia-de-d-antonio-luciano-na-missa-crismal\/","title":{"rendered":"Viseu: Homilia de D. Ant\u00f3nio Luciano na Missa Crismal"},"content":{"rendered":"<p><!--more--><\/p>\n<p><strong> <a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Viseu.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-277004 size-full\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Viseu.jpg\" alt=\"\" width=\"1920\" height=\"1280\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Viseu.jpg 1920w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Viseu-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Viseu-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Viseu-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Viseu-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Viseu-1536x1024.jpg 1536w\" sizes=\"(max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>Jesus amou os seus at\u00e9 ao fim<\/strong><\/p>\n<p>Queridos irm\u00e3os sacerdotes, di\u00e1conos, consagrados(as) e leigos.<\/p>\n<p>Deus ama-nos. N\u00e3o devemos ter receio de o amar. A f\u00e9 \u00e9 professada com os l\u00e1bios e com o cora\u00e7\u00e3o, com palavras e com amor. Com Cristo a nossa vida torna-se plena. Com Ele tudo faz sentido\u2026<\/p>\n<p>\u201cV\u00f3s sereis meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando\u201d (Jo 15,14). S\u00f3 no amor verdadeiro, sincero e transparente tem sentido a nossa vida e o nosso minist\u00e9rio sacerdotal.<\/p>\n<p>A l\u00f3gica do Mestre \u00e9 chamar, servir e amar at\u00e9 \u00e0s \u00faltimas consequ\u00eancias. Jesus chamou-nos e escolheu-nos, para vivermos felizes em comunh\u00e3o e unidade com Ele no mist\u00e9rio do amor, que gera vida ao servi\u00e7o a Deus e dos irm\u00e3os. Este foi o dom, que nos foi confiado no dia da nossa ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal. \u201cIsto vos mando: que vos ameis uns aos outros\u201d (Jo 15,17)\u2026<\/p>\n<p>Ao sinal do amor em plenitude e verdadeiro para com Deus e com o pr\u00f3ximo, fomos cristificados pela gra\u00e7a santificadora da Ordena\u00e7\u00e3o Sacerdotal, chamados ao minist\u00e9rio para darmos muitos frutos de santidade e caridade no mundo. Eis a grandeza da voca\u00e7\u00e3o sacerdotal. O desafio do testemunho pastoral no amor e na verdade. Em tudo devemos amar e servir a Jesus, Sumo e Eterno Sacerdote, raz\u00e3o de ser da nossa vida e da nossa P\u00e1scoa.<\/p>\n<p>Conscientes da grandeza da voca\u00e7\u00e3o e da miss\u00e3o sacerdotal, reunimo-nos nesta manh\u00e3 de Quinta-Feira Santa, todos juntos, revestidos com as vestes da salva\u00e7\u00e3o a proteger a nossa pobreza, a nossa mis\u00e9ria e fraqueza, para \u00e0 volta do altar como presbit\u00e9rio, celebrarmos o Banquete Eucar\u00edstico sentados com o Mestre \u00e0 sua mesa, para comungarmos o mesmo p\u00e3o, e bebermos do mesmo c\u00e1lice, sinal da Nova e Eterna Alian\u00e7a.<\/p>\n<p>Como ministros do altar, servimos o povo de Deus com o sinal indel\u00e9vel do Sacramento da Ordem, que nos consagrou e ungiu para sermos testemunhas da Sua Ressurrei\u00e7\u00e3o. \u201cCantarei eternamente as miseric\u00f3rdias do Senhor\u201d.<\/p>\n<p>Chamados a ser disc\u00edpulos mission\u00e1rios, peregrinos pela estrada de Ema\u00fas para encontrar Cristo Ressuscitado em cada dia, ao partir do P\u00e3o, na Eucaristia que celebramos em uni\u00e3o com o Povo Santo de Deus.<\/p>\n<p>Hoje fazemos mem\u00f3ria agradecida do dia em que fomos ordenados sacerdotes e do mist\u00e9rio da Eucaristia, que nos alimenta para servir a Deus e a Igreja pelos caminhos da esperan\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>O Esp\u00edrito do Senhor, est\u00e1 sobre mim, porque Ele me ungiu.<\/strong><\/p>\n<p>\u00c0 luz da Palavra de Deus, que escut\u00e1mos em Isa\u00edas e no Evangelho \u00e9 nos apresentada a miss\u00e3o do Servo do Senhor, do Messias enviado \u201ca anunciar a boa nova aos pobres e a levar-lhes o \u00f3leo da alegria\u201d (cf. Is 61, 1-3\u00aa).<\/p>\n<p>O Evangelho apresenta-nos Jesus na Sinagoga de Nazar\u00e9 a fazer a leitura do livro de Isa\u00edas, para assumir a sua miss\u00e3o de Messias, o Ungido do Senhor, que veio \u201cpara anunciar a boa nova aos pobres, proclamar a reden\u00e7\u00e3o aos cativos e a vista aos cegos, a restituir a liberdade aos oprimidos, a proclamar o ano da gra\u00e7a do Senhor\u201d (cf. Lc 4, 16-21). Como sacerdotes rezemos muitas vezes esta passagem do Evangelho, para sermos verdadeiramente disc\u00edpulos de Cristo. \u00c9 esta a miss\u00e3o de \u201cJesus Cristo, a Testemunha fiel, o Primog\u00e9nito dos mortos [\u2026], Aquele que nos ama e fez de n\u00f3s um reino de sacerdotes para Deus, seu Pai\u201d (cf. Ap 1,5-8).<\/p>\n<p>Mergulhados no mist\u00e9rio de Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote, na Eucaristia e no mist\u00e9rio da Sua Paix\u00e3o, Morte e Ressurrei\u00e7\u00e3o, lembremos os sacerdotes do nosso presbit\u00e9rio, particularmente os idosos e os doentes, todos os que se encontram em dificuldade e prova\u00e7\u00e3o, os que celebram o Jubileu de Ordena\u00e7\u00e3o Sacerdotal. Os 25 anos do Padre Gabriel da Paz Ulumdo, p\u00e1roco de Pinheiro de Laf\u00f5es, Destriz e Reigoso e o Padre Jo\u00e3o Dele P\u00e1roco de S\u00e3o Miguel do Outeiro, Parada da Gonta, Sabugosa e Lageosa do D\u00e3o, ambos do Presbit\u00e9rio de Benguela, ao servi\u00e7o da nossa Diocese; os 60 anos, do c\u00f3nego Arm\u00e9nio Ferreira Louren\u00e7o, a viver na Resid\u00eancia Jesus Maria Jos\u00e9, Viseu; os 70 anos, do Padre Eug\u00e9nio Duarte Henriques de Sousa, a viver no Centro S\u00f3cio Pastoral, Viseu e do Padre Geraldo de F\u00e1tima Moruj\u00e3o, Assistente Diocesano dos Escuteiros e Capel\u00e3o do IPV; e os 75 anos, do Padre J\u00falio Homem de Almeida, a viver no Centro S\u00f3cio Pastoral. Rezemos por estes irm\u00e3os sacerdotes, pelas suas fam\u00edlias e comunidades. Dou-lhes os meus parab\u00e9ns por todo o trabalho pastoral realizado e imploro para eles as maiores b\u00ean\u00e7\u00e3os e gra\u00e7as de Deus.<\/p>\n<p>A renova\u00e7\u00e3o das promessas sacerdotais, que vamos fazer diante do povo de Deus, assumidas com o compromisso de viver o minist\u00e9rio sacerdotal em fidelidade, devem ser causa de alegria e de servi\u00e7o \u00e0 Igreja em caminho sinodal.<\/p>\n<p>Ser\u00e3o tamb\u00e9m benzidos os \u00d3leos dos Enfermos e dos Catec\u00famenos e a consagra\u00e7\u00e3o do Crisma para al\u00edvio, conforto e alegria do Povo de Deus. \u201cJesus Cristo \u00e9 sempre o mesmo, ontem e hoje e por toda a eternidade\u201d (Heb 13,8).<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>A voca\u00e7\u00e3o e a consagra\u00e7\u00e3o sacerdotal s\u00e3o um dom ao servi\u00e7o da Igreja.<\/strong><\/p>\n<p>Jesus antes da sua \u00faltima ceia rezou ao Pai dizendo: \u201cConsagra-os na verdade; a tua palavra \u00e9 a verdade\u201d (Jo 17,17).<\/p>\n<p>Trazemos em vasos de barro o tesouro do nosso minist\u00e9rio, que gera na Igreja uma dimens\u00e3o ministerial de servi\u00e7os, onde a voca\u00e7\u00e3o sacerdotal, consagrada e laical desponta como um dom e uma gra\u00e7a para cuidar do Povo de Deus.<\/p>\n<p>Continuo a pedir o empenhamento de todos pelo aumento das voca\u00e7\u00f5es de consagra\u00e7\u00e3o na Igreja, sem descuidarmos o compromisso de chamar para o sacerd\u00f3cio ministerial, para o diaconado permanente e para os minist\u00e9rios laicais institu\u00eddos. Neste contexto pe\u00e7o-vos para ajudardes os jovens, os ac\u00f3litos, os seminaristas e os pr\u00e9-seminaristas na vida espiritual, no discernimento e acompanhamento vocacional.<\/p>\n<p>Cuidando de uma Igreja mission\u00e1ria e em sa\u00edda, mais vocacional, ministerial e laical, descobriremos a alegria de servir a comunidade crist\u00e3 como instrumentos de salva\u00e7\u00e3o, fazendo de n\u00f3s um outro Cristo, em miss\u00e3o. A identidade do sacerdote come\u00e7a com o chamamento \u2013 \u201cSegue-me!\u201d \u2013 dando depois lugar a um estilo de vida capaz de se identificar em tudo com Cristo e agir sempre \u201cin persona Christi\u201d.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>O Sacerdote servidor da \u201cAlegria do Evangelho\u201d \u00e9 chamado a ser servo fiel e prudente.<\/strong><\/p>\n<p>A grandeza do sacerd\u00f3cio e a fragilidade do minist\u00e9rio ordenado, manifestam-se no dom da entrega, na escuta, no servi\u00e7o e no cuidado do povo de Deus que nos est\u00e1 confiado.<\/p>\n<p>\u201cO sacerdote, como administrador dos \u201cmist\u00e9rios de Deus\u201d \u00e9 uma testemunha especial do \u201cInvis\u00edvel no mundo\u201d. Com efeito, \u00e9 o administrador de bens invis\u00edveis e incomensur\u00e1veis, que pertencem \u00e0 ordem espiritual e sobrenatural, e est\u00e3o ao servi\u00e7o do sacerd\u00f3cio comum dos fi\u00e9is.<\/p>\n<p>A dimens\u00e3o fundamental da nossa vida, enquanto sacerdotes \u00e9 louvar o Senhor, que nunca nos abandona, nem nos deixa sozinhos. Somos chamados a manifestar ao mundo com o nosso testemunho, a vida eterna, que consiste em acreditar em \u201cJesus Cristo\u201d (Jo 17,3), casto, pobre e obediente.<\/p>\n<p>O chamamento a uma vida de castidade encontra no celibato o seu compromisso e integra os nossos afetos e desejos de modo equilibrado e personalizado, na dedica\u00e7\u00e3o plena a Deus e ao seu povo.<\/p>\n<p>Chamados a viver um estilo de desprendimento e de temperan\u00e7a, em comunh\u00e3o e identifica\u00e7\u00e3o com os pobres, devemos viver o minist\u00e9rio sem apar\u00eancia de riqueza em sobriedade, esp\u00edrito de partilha e de fraterna caridade.<\/p>\n<p>O sacerdote fiel ao esp\u00edrito de obedi\u00eancia a Deus e \u00e0 Igreja na rela\u00e7\u00e3o com o seu bispo e os seus irm\u00e3os, segue a Cristo obediente at\u00e9 \u00e0 morte de Cruz para imitar o seu testemunho de vida oblativa.<\/p>\n<p>O sacerdote antes de mais nada, deve ser um homem de ora\u00e7\u00e3o, convencido de que o tempo dedicado ao encontro com Deus e ao estudo \u00e9 sempre o mais bem empregue.<\/p>\n<p>\u201cCristo precisa de sacerdotes santos! O mundo de hoje reclama sacerdotes santos! S\u00f3 um sacerdote santo se pode tornar, num mundo cada vez mais secularizado, uma testemunha transparente de Cristo e do seu Evangelho. S\u00f3 assim \u00e9 que o sacerdote pode tornar-se guia dos homens e mestre de santidade. Os homens, sobretudo os jovens, esperam um orientador assim. O sacerdote pode ser orientador e mestre, na medida em que se tornar uma testemunha aut\u00eantica!\u201d (S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II, Dom e Mist\u00e9rio, p.101).<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>A vida do sacerdote e o seu testemunho espiritual \u00e9 indispens\u00e1vel para o crescimento da Igreja.<\/strong><\/p>\n<p>O cuidado da \u201cCasa Comum\u201d e o zelo pela \u201cCasa de Deus\u201d deve devorar a nossa vida e animar o nosso minist\u00e9rio sacerdotal. O cuidado espiritual e pastoral do povo de Deus, que nos foi confiado \u00e9 algo de concreto e faz parte do exerc\u00edcio do nosso minist\u00e9rio.<\/p>\n<p>O verdadeiro segredo dos sucessos pastorais n\u00e3o est\u00e1 nos bens materiais, econ\u00f3micos, financeiros, sociais e t\u00e9cnicos. Os frutos pastorais veem da santidade de vida espiritual dos fi\u00e9is, dos pastores, do testemunho dos consagrados e do exemplo dos leigos, isto \u00e9, da santidade do povo de Deus em caminho sinodal em dire\u00e7\u00e3o para a casa do Pai.<\/p>\n<p>Este exerc\u00edcio requer o conhecimento profundo do que significa ser pastor e tamb\u00e9m do conhecimento pormenorizado das necessidades do rebanho.<\/p>\n<p>Pe\u00e7o aos leigos aqui presentes, que rezem pelos nossos sacerdotes e por mim, para que todos juntos fa\u00e7amos o caminho sinodal de renova\u00e7\u00e3o com as fam\u00edlias e os jovens, pe\u00e7amos ao Senhor o dom de novas voca\u00e7\u00f5es sacerdotais, diaconais, consagradas e laicais, aos minist\u00e9rios institu\u00eddos de leitor, ac\u00f3lito, catequista e animador da comunidade.<\/p>\n<p>Pe\u00e7o aos sacerdotes uma aten\u00e7\u00e3o especial \u00e0s crian\u00e7as, adolescentes, jovens e seus animadores para darmos continuidade aos desafios da JMJ, feitos pelo Papa Francisco.<\/p>\n<p>\u00c9 muito importante para n\u00f3s sacerdotes dar aten\u00e7\u00e3o \u00e0 nossa forma\u00e7\u00e3o permanente, \u00e0 dos leigos nossos colaboradores, para que integrados cada vez mais nos servi\u00e7os eclesiais ajudem na renova\u00e7\u00e3o da Igreja, da vida crist\u00e3, das par\u00f3quias e das pr\u00f3prias institui\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os eclesiais.<\/p>\n<p>Termino pedindo a Nossa Senhora, M\u00e3e dos Sacerdotes e a S\u00e3o Jos\u00e9, o guardi\u00e3o do nosso minist\u00e9rio, que nos conceda uma Santa P\u00e1scoa em Cristo Ressuscitado, na alegria de sermos perseverantes ao servi\u00e7o da Igreja, at\u00e9 ao fim.<\/p>\n<p>Rezai por mim e pelos nossos sacerdotes para sermos verdadeiras testemunhas de Cristo Ressuscitado. Contai tamb\u00e9m com a nossa ora\u00e7\u00e3o e a generosidade do nosso servi\u00e7o pastoral. \u00c1men!<\/p>\n<p>Viseu, 28 de mar\u00e7o de 2024<\/p>\n<p><em>D. Ant\u00f3nio Luciano dos Santos Costa, bispo de Viseu<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":2,"featured_media":277004,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[184],"class_list":["post-319595","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos","tag-diocese-de-viseu"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/319595","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=319595"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/319595\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/277004"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=319595"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=319595"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=319595"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}