{"id":319589,"date":"2024-03-28T15:00:30","date_gmt":"2024-03-28T15:00:30","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=319589"},"modified":"2024-03-28T15:00:30","modified_gmt":"2024-03-28T15:00:30","slug":"evora-homilia-de-d-francisco-senra-coelho-na-missa-crismal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/evora-homilia-de-d-francisco-senra-coelho-na-missa-crismal\/","title":{"rendered":"\u00c9vora: Homilia de D. Francisco Senra Coelho na Missa Crismal"},"content":{"rendered":"<p><!--more--><\/p>\n<figure id=\"attachment_319590\" aria-describedby=\"caption-attachment-319590\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Evora_D.-Francisco-Senra-Coelho_Missa-Crismal.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-319590 size-large\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Evora_D.-Francisco-Senra-Coelho_Missa-Crismal-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Evora_D.-Francisco-Senra-Coelho_Missa-Crismal-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Evora_D.-Francisco-Senra-Coelho_Missa-Crismal-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Evora_D.-Francisco-Senra-Coelho_Missa-Crismal-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Evora_D.-Francisco-Senra-Coelho_Missa-Crismal-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Evora_D.-Francisco-Senra-Coelho_Missa-Crismal.jpg 1500w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-319590\" class=\"wp-caption-text\">Foto Diocese de \u00c9vora<\/figcaption><\/figure>\n<ol>\n<li>Caros Padres, permiti que inicie esta homilia com as palavras do Ap\u00f3stolo Jo\u00e3o, retiradas do Livro do Apocalipse por n\u00f3s acolhidas na Segunda Leitura: <em>\u00abA gra\u00e7a e a paz da parte de Jesus Cristo, a Testemunha fiel, o Primeiro vencedor da morte e o Soberano dos reis da terra. \u00c0quele que nos ama e nos purificou dos nossos pecados com o seu sangue, e fez de n\u00f3s um reino de sacerdotes para Deus e seu Pai; a Ele seja dada a gl\u00f3ria e o poder pelos s\u00e9culos dos s\u00e9culos. \u00c1men! \u00bb<\/em><\/li>\n<\/ol>\n<p>Com o Ap\u00f3stolo Jo\u00e3o conclu\u00edmos que, participando na un\u00e7\u00e3o de Cristo, os Seus disc\u00edpulos constituem um Povo Sacerdotal e messi\u00e2nico que leva em si todas as esperan\u00e7as da humanidade, pois Ele nos ama e pelo Seu Sangue nos liberta. Habitando no cora\u00e7\u00e3o dos fi\u00e9is <em>\u00abcomo num templo\u00bb<\/em> (LG. 9), o Esp\u00edrito Santo introduz-nos <em>\u00abna plenitude da verdade\u00bb <\/em>(OV. 17), <em>\u00abfaz a distribui\u00e7\u00e3o das gra\u00e7as e dos of\u00edcios\u00bb <\/em>(UR. 2) e <em>\u00abrealiza a maravilhosa comunh\u00e3o dos fi\u00e9is\u00bb <\/em>(UR. 2). Animado pelo Esp\u00edrito Santo este povo prolonga, no tempo e no espa\u00e7o, a ac\u00e7\u00e3o salvadora de Cristo, at\u00e9 que Ele venha.<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li>\u00abO Esp\u00edrito do Senhor est\u00e1 sobre mim, porque Ele me ungiu\u00bb. Eis o sentido da celebra\u00e7\u00e3o de hoje, com a b\u00ean\u00e7\u00e3o dos \u00f3leos e a renova\u00e7\u00e3o das promessas sacerdotais.<\/li>\n<\/ol>\n<p>A centralidade da liturgia presidida pelo Bispo na Igreja-M\u00e3e, a Catedral, sublinhada pelo Conc\u00edlio Vaticano II (cf. SC 41), manifesta-se nesta celebra\u00e7\u00e3o de modo ic\u00f3nico. Anualmente na Missa Crismal, os presb\u00edteros renovam as promessas sacerdotais; consagra-se o azeite com as ess\u00eancias arom\u00e1ticas da Confirma\u00e7\u00e3o, o \u00f3leo do crisma, o qual serve tamb\u00e9m para a ordena\u00e7\u00e3o dos Bispos e dos Presb\u00edteros, para a dedica\u00e7\u00e3o das igrejas e dos altares, para a un\u00e7\u00e3o explicativa p\u00f3s-batismal dos ne\u00f3fitos; por fim, benzem-se o azeite da un\u00e7\u00e3o pr\u00e9-batismal dos catec\u00famenos e o azeite para a un\u00e7\u00e3o dos enfermos.<\/p>\n<p>Iluminando a celebra\u00e7\u00e3o, o Evangelho mostra-nos precisamente a ac\u00e7\u00e3o Salvadora de Cristo, o <em>Kair\u00f3s<\/em> da miseric\u00f3rdia do Pai. Apresenta o regresso de Jesus a Nazar\u00e9 para oferecer ao seu povo as prim\u00edcias da revela\u00e7\u00e3o. Entregue o volume das Escrituras Sagradas, ap\u00f3s um instante de sil\u00eancio, no qual os olhos de todos se concentraram sobre Ele, comenta a passagem com solenidade. Com Ele se abre um Jubileu,\u00a0 (Lv 25, 10), um <em>\u201cAno de Gra\u00e7a\u201d <\/em>que n\u00e3o tem mais termo; cumpre-se um Tempo de Eterna Reden\u00e7\u00e3o e de Liberta\u00e7\u00e3o Universal.<\/p>\n<p>O an\u00fancio messi\u00e2nico da salva\u00e7\u00e3o que Jesus Cristo aplica a si, n\u00e3o se refere apenas \u00e0 liberta\u00e7\u00e3o do pecado, implica a liberta\u00e7\u00e3o e salva\u00e7\u00e3o de todos os homens, do homem todo, de todas as formas de escravid\u00e3o, explora\u00e7\u00e3o e degrada\u00e7\u00e3o. Salva\u00e7\u00e3o que se consumar\u00e1 plenamente na <em>parusia<\/em>, mas que se torna esfor\u00e7o de ac\u00e7\u00e3o para todos os crist\u00e3os que queiram colaborar com Cristo e com a Sua Igreja. <em>\u201cNenhuma lei humana pode assegurar a dignidade pessoal e a liberta\u00e7\u00e3o do homem como faz o Evangelho de Cristo, confiado \u00e0 Igreja\u201d <\/em>(GS. 41).<\/p>\n<p><em>\u00abCumpriu-se hoje mesmo o que acabais de ouvir\u00bb <\/em>(Lc 4, 21). Com esta frase Jesus afirma que \u00e9 o Libertador, o enviado de Deus para salvar o povo, o esperado pelo seu povo\u2026 Hoje,\u00a0 o mesmo Jesus continua a falar-nos, a interpelar-nos a agir. <em>\u201cCristo est\u00e1 sempre presente na Sua Igreja\u201d <\/em>(SC 7). Cristo pede \u00e0 Sua Igreja a maior transpar\u00eancia poss\u00edvel, para O apresentar como sua Cabe\u00e7a, Fundamento e Mediador perfeito do Pai. A miss\u00e3o da Igreja \u00e9 amplificar a Sua Palavra e pelo Esp\u00edrito Santo procurar ser mestra no discernimento. Por isso, a Igreja \u00e9 Corpo de Cristo, onde cada um tem o seu lugar, a sua miss\u00e3o, carisma ou minist\u00e9rio.<\/p>\n<p>Radicalmente falando, a realidade interior do ser humano hoje, n\u00e3o \u00e9 absolutamente diferente da do tempo de Jesus. A ci\u00eancia e a tecnologia progrediram, mas o nosso cora\u00e7\u00e3o continua a ser o mesmo e arrisca-se sempre a permanecer longe de Deus e dos irm\u00e3os, se n\u00e3o se encontra e abre pela F\u00e9 \u00e0 Luz da Palavra, se n\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel a acolher uma mensagem que o pode colocar em renascimento. O vazio, a escurid\u00e3o, a solid\u00e3o e a falta de sentido permanecem hoje, como ontem.<\/p>\n<p>Foi-nos confiada a semente da Palavra viva e eficaz que deve ser testemunhada e anunciada para ser conhecida, descoberta, vivida com novidade. A Palavra de Deus que somos incansavelmente chamados a anunciar fundamenta a f\u00e9 dos crentes e constr\u00f3i a Igreja. <em>\u00abAs Escrituras n\u00e3o nos foram dadas para que as conserv\u00e1ssemos s\u00f3 escritas nos livros, mas para que as grav\u00e1ssemos no cora\u00e7\u00e3o (\u2026) impressas na nossa alma para que esta fosse purificada\u00bb, <\/em>como afirma S. Jo\u00e3o Cris\u00f3stomo na sua homilia sobre S. Jo\u00e3o (32, 16).<\/p>\n<p>Caros Padres, a Palavra que anunciamos \u00a0pede-nos para sermos construtores e garantes da unidade da Igreja. A viv\u00eancia da constru\u00e7\u00e3o da unidade faz parte do nosso minist\u00e9rio sendo parte integrante e identit\u00e1ria da nossa miss\u00e3o: \u201cpara que tamb\u00e9m eles sejam um em N\u00f3s e o mundo acredite que Tu Me enviaste\u201d (Jo 17, 21).<\/p>\n<p>Que nada nem ningu\u00e9m assuma o lugar e a primazia desta prioridade. Que os momentos e as actividades do nosso presbit\u00e9rio encontrem preced\u00eancia em nossas op\u00e7\u00f5es e agendas. Sim, a edifica\u00e7\u00e3o da unidade do nosso Presbit\u00e9rio e de toda a Igreja faz parte do nosso minist\u00e9rio!<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li>Tendo presente a beleza da nossa voca\u00e7\u00e3o e do \u201cSim\u201d que ao modo de Maria, v\u00e1rias vezes pronunciamos no ritual das nossas promessas sacerdotais, no inesquec\u00edvel dia da nossa ordena\u00e7\u00e3o e que hoje renovais, permiti caros presb\u00edteros que relembre e tire algumas conclus\u00f5es dessas radicais decis\u00f5es e compromissos. Fa\u00e7o-o para mim e para v\u00f3s, perante os desafios do minist\u00e9rio apost\u00f3lico que compartilhamos.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Como n\u00e3o h\u00e1 Pastoral sem pastores, \u00e9 de suma import\u00e2ncia que esses pastores surjam em quantidade e sobretudo em qualidade. Quanto a esta \u00faltima, a prioridade assenta sobretudo na sua maturidade humana e crist\u00e3, lucidez e dedica\u00e7\u00e3o. A boa rela\u00e7\u00e3o entre os pastores \u00e9 vital para a autenticidade da Pastoral. Os pastores nunca podem estar desligados e jamais se h\u00e3o-de sentir abandonados, nem por Deus, nem pelo Bispo, nem pelos colegas, nem pelos fi\u00e9is, se isso acontecer, eis um tema a exigir de todos n\u00f3s convers\u00e3o e compromisso. Efectivamente, somos chamados a ser pastores segundo o cora\u00e7\u00e3o de Deus (cf. Jer 3, 15), \u00e0 imagem do cora\u00e7\u00e3o do seu Filho Primog\u00e9nito (cf. Mt 11, 29). S\u00f3 na ora\u00e7\u00e3o nos encontramos com o Amor inesgot\u00e1vel desse Amor, que nos ama como somos e jamais se cansa das nossas fraquezas. \u00a0\u00c9 a partir desta experi\u00eancia de encontro que saberemos amar com o Amor com que somos amados. N\u00e3o sendo um exclusivo dos pastores, a Pastoral n\u00e3o subsiste sem pastores, h\u00e1 dimens\u00f5es eclesiais em que os Presb\u00edteros n\u00e3o poder\u00e3o ser dispensados. \u00c9, sobretudo, o caso da paternidade e acompanhamento espiritual, da celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia que edifica a Igreja e dos Sacramentos do perd\u00e3o e da cura: a Reconcilia\u00e7\u00e3o e a Santa Un\u00e7\u00e3o. O seu tr\u00edplice m\u00fanus de ensinar, santificar, governar e conduzir a comunidade crist\u00e3 no discernimento, na comunh\u00e3o e na paz dos irm\u00e3os \u00e9 imprescind\u00edvel \u00e0s comunidades crist\u00e3s e assim permanece desde as origens da Igreja.<\/p>\n<p>A partir da ordena\u00e7\u00e3o, nos pastores, nada neles \u00e9 s\u00f3 deles; tudo neles \u00e9 de Cristo. Ontol\u00f3gica e existencialmente n\u00e3o \u00e9 o padre que vive, \u00e9 Cristo que vive nele (cf. G\u00e1l 2, 20) e, por ele, em todos os que dele se aproximam, da\u00ed o incontorn\u00e1vel valor do seu minist\u00e9rio. No mundo, o padre \u00e9 chamado a ser presen\u00e7a de Cristo. Isto significa que, no mundo, o padre \u00e9 sinal de outro Reino. O Papa tem-se referido incansavelmente a esta dimens\u00e3o prof\u00e9tica da Igreja: <em>\u00abN\u00e3o \u00e0 sua mundaniza\u00e7\u00e3o! Estar no tempo, mas sem ser do mundo\u00bb. <\/em>\u00c9 decisivo que a realidade sacramental se repercuta no testemunho vivencial. O que o padre recebe no sacramento tem de se tornar vis\u00edvel na vida. Na miss\u00e3o, a compet\u00eancia \u00e9 muito, mas a viv\u00eancia \u00e9 tudo. Importa que, com os Di\u00e1conos, continuemos a edificar as comunidades, nas quais\u00a0 os leigos assumam as\u00a0 fun\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias da sua laicidade, em forma de servi\u00e7os e minist\u00e9rios, libertando o presb\u00edtero de afazeres n\u00e3o espec\u00edficos para que este possa exercitar plenamente o essencial do seu minist\u00e9rio, com tempo e paz. \u00c9 este o caminho h\u00e1 muito discernido por n\u00f3s; \u00e0 Luz do Esp\u00edrito Santo renovamos o prop\u00f3sito de: revelar juntos um novo rosto de comunidade, \u201cPor isso reconhecer\u00e3o que sois meus disc\u00edpulos: Se vos amardes uns aos outros como eu vos amo\u201d (Jo 13, 35). No documento <em>Presbyterorum Ordinis<\/em>, o Concilio Vaticano II reconhece que o padre faz, \u00aba seu modo, as vezes da pr\u00f3pria pessoa de Cristo\u00bb. Estar totalmente descentrado de si e estar plenamente recentrado em Cristo. Tal como Cristo \u00e9 a transpar\u00eancia do Pai (cf. Jo 14, 9), o padre h\u00e1-de ser a transpar\u00eancia de Cristo, como experimentamos, espalha Cristo quem espelha Cristo, sendo expect\u00e1vel que a vida do disc\u00edpulo esteja decalcada na vida do Mestre. Qual \u00e9, ent\u00e3o, a prioridade em nossas vidas? A prioridade \u00e9 estar com Cristo, acompanh\u00e1-lo sempre. O Evangelho anota que, antes de os enviar em miss\u00e3o, Jesus quis que os Doze\u00a0 andassem com Ele (cf. Mc 3, 14). Para ser disc\u00edpulo de Cristo, \u00e9 preciso ser recept\u00e1culo de Cristo em si, em Presbit\u00e9rio e em comunidade com os irm\u00e3os. Parafraseando Sto. In\u00e1cio de\u00a0 Antioquia, diremos que todo o padre tem de ser \u00abcrist\u00f3foro\u00bb, aquele que traz Cristo. S\u00f3 quem traz Cristo pode dar Cristo. Todas as depend\u00eancias s\u00e3o opressoras. H\u00e1, contudo, uma excep\u00e7\u00e3o: a depend\u00eancia de Cristo, esta \u00e9 libertadora. Centrar-se em Cristo \u00e9 a porta para aceitar at\u00e9 o que n\u00e3o tem aceita\u00e7\u00e3o justific\u00e1vel e a chave para compreender at\u00e9 o que n\u00e3o tem\u00a0 compreens\u00e3o poss\u00edvel. O padre pode ser um irrelevante para muitos, por\u00e9m, em Cristo conseguir\u00e1 aceitar o que quase ningu\u00e9m compreende. Se o disc\u00edpulo n\u00e3o \u00e9 superior ao Mestre (cf. Lc 6, 40), \u00e9 normal\u00a0 que a sua vida esteja decalcada na vida do Mestre e seja a sua transpar\u00eancia. Torna-se, portanto, compreens\u00edvel que o padre seja acompanhado ao longo da vida por incompreens\u00f5es. Mas se a Cruz esteve presente na vida de Cristo, como \u00e9 que poderia estar ausente da nossa vida? Eis a dimens\u00e3o do testemunho, do mart\u00edrio dos disc\u00edpulos: \u201cQue Ele cres\u00e7a e eu diminua\u201d. Ser\u00e1 com o vosso mart\u00edrio, amados Sacerdotes, que a Igreja revelar\u00e1 o seu aut\u00eantico rosto maternal enquanto serva de Deus em Sinodalidade; comunh\u00e3o, fermento; luz e sal; Maria M\u00e3e e Mestra da Humanidade.<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li>Bendito seja Deus pelo sacrif\u00edcio aceite e oferecido pelo nosso Irm\u00e3o D. Manuel Madureira, pelos nossos irm\u00e3os Presb\u00edteros e Di\u00e1conos fragilizados pela idade e doen\u00e7a. Bendito seja Deus por cada um de v\u00f3s. Bendito seja Deus pelos 50 anos de dedicado servi\u00e7o dos C\u00f3negos Manuel da Silva Ferreira e Manuel Maria Madureira da Silva; e pelos 25 anos de sacerd\u00f3cio dos Padres Joaquim Carlos Antunes Pinheiro, Humberto C\u00e9sar Gon\u00e7alves Coelho, Jos\u00e9 Gomes Sousa e Sezinando Lu\u00eds Felicidade Alberto. Magnificat!<\/li>\n<\/ol>\n<p>Caros Presb\u00edteros, que os Bispos, Diocesano e Em\u00e9rito, com o Diaconado, os Consagrados e Consagradas, os Seminaristas, as fam\u00edlias e todos os crist\u00e3os, saibamos dar gra\u00e7as\u00a0 por cada um de v\u00f3s e por v\u00f3s rezemos!<\/p>\n<p>Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o, Padroeira de Portugal e da Arquidiocese de \u00c9vora, intercedei pelo nosso presbit\u00e9rio e pelos nossos Semin\u00e1rios. Am\u00e9m!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":3,"featured_media":319590,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[175],"class_list":["post-319589","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos","tag-diocese-de-evora"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/319589","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=319589"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/319589\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/319590"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=319589"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=319589"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=319589"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}