{"id":319457,"date":"2024-03-28T11:48:21","date_gmt":"2024-03-28T11:48:21","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=319457"},"modified":"2024-03-28T11:18:31","modified_gmt":"2024-03-28T11:18:31","slug":"funchal-homilia-de-d-nuno-bras-na-missa-crismal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/funchal-homilia-de-d-nuno-bras-na-missa-crismal\/","title":{"rendered":"Funchal: Homilia de D. Nuno Br\u00e1s na Missa Crismal"},"content":{"rendered":"<p>\u201c<em>\u00c0quele que nos ama e nos libertou, a gl\u00f3ria e o poder<\/em>\u201d (Ap 1,5-6)<!--more--><\/p>\n<figure id=\"attachment_240982\" aria-describedby=\"caption-attachment-240982\" style=\"width: 1500px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/se-funchal2022-1.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-240982 size-full\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/se-funchal2022-1.jpg\" alt=\"\" width=\"1500\" height=\"998\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/se-funchal2022-1.jpg 1500w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/se-funchal2022-1-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/se-funchal2022-1-1024x681.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/se-funchal2022-1-768x511.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/se-funchal2022-1-1080x719.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/se-funchal2022-1-1280x852.jpg 1280w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/se-funchal2022-1-980x652.jpg 980w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/se-funchal2022-1-480x319.jpg 480w\" sizes=\"(max-width: 1500px) 100vw, 1500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-240982\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Ag\u00eancia ECCLESIA\/PR<\/figcaption><\/figure>\n<p>A palavra de Deus que acab\u00e1mos de escutar colocava diante do nosso cora\u00e7\u00e3o a figura do Cristo, do Ungido. Escut\u00e1vamos como Jesus, anunciado pelo Profeta, proclamou, na sinagoga de Nazar\u00e9, ser Ele o pleno cumprimento da profecia. Na II\u00aa Leitura, do Livro do Apocalipse, \u00e9ramos convidados a contemplar esta plenitude, da qual j\u00e1 hoje nos \u00e9 dado participar. Escut\u00e1vamos, com efeito, o bel\u00edssimo \u201cdi\u00e1logo\u201d, pr\u00f3prio da liturgia celeste, entre o Esposo redentor, \u201cPr\u00edncipe dos reis da Terra\u201d, e a Igreja, sua esposa redimida, &#8220;reino de sacerdotes para Deus\u201d.<\/p>\n<p>S\u00e3o Le\u00e3o Magno diz-nos que n\u00e3o necessitamos de aguardar o momento do nosso encontro definitivo com o Senhor para viver esse di\u00e1logo: a liturgia da Igreja oferece-nos j\u00e1, enquanto ainda vivemos na terra, a gra\u00e7a de saborear os bens do C\u00e9u, o encontro de amor entre o Esposo e a Esposa. E n\u00f3s, sacerdotes, vivemos a gra\u00e7a de ser atrav\u00e9s de n\u00f3s e do nosso minist\u00e9rio que a todos os crist\u00e3os se torna poss\u00edvel viver esse encontro.<\/p>\n<p>Tem, por isso, raz\u00e3o o povo de Deus quando olha para n\u00f3s como \u201caqueles que celebram a Eucaristia\u201d. Mais que qualquer outra realidade ou ac\u00e7\u00e3o, a presid\u00eancia da Eucaristia \u2014 a presid\u00eancia da ora\u00e7\u00e3o de toda a Igreja, que, atrav\u00e9s de n\u00f3s, se dirige a Cristo \u2014 d\u00e1 forma ao nosso minist\u00e9rio e a todo o nosso ser. Somos, por voca\u00e7\u00e3o e por miss\u00e3o, de entre o povo de Deus, os orantes e os mestres da ora\u00e7\u00e3o. E tal realidade n\u00e3o pode deixar de englobar a totalidade da nossa vida e de lhe dar forma e conte\u00fado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sim, somos os \u201corantes\u201d. Somos aqueles que, como presen\u00e7a de Jesus e em seu nome, presidem \u00e0 ora\u00e7\u00e3o da comunidade \u2014 daquela comunidade reunida diante de n\u00f3s e que encontra nas palavras que pronunciamos a express\u00e3o mais adequada da sua f\u00e9 (que \u00e9 a f\u00e9 de toda a Igreja), sempre unida \u00e0quela outra comunidade que \u00e9 a Igreja celeste.<\/p>\n<p>N\u00f3s, pobres e fr\u00e1geis pecadores, somos aqueles orantes que tornam aud\u00edvel, vis\u00edvel, a ora\u00e7\u00e3o eclesial, j\u00e1 aqui na terra \u2014 mas uma ora\u00e7\u00e3o que ecoa no C\u00e9u, junto de Deus. Somos a voz e a presen\u00e7a de Jesus, o Orante, Pont\u00edfice entre Deus e os homens. A nossa ora\u00e7\u00e3o \u2014 toda a nossa vida transformada em ora\u00e7\u00e3o e por ela modelada \u2014 assume, portanto e em primeiro lugar, a forma da liturgia, os seus ritmos, as suas express\u00f5es, a sua espiritualidade.<\/p>\n<p>Somos convidados a mostrar que a liturgia \u00e9 ora\u00e7\u00e3o \u2014 nossa e de todo o povo. Ora\u00e7\u00e3o que, por meio dos nossos l\u00e1bios e do nosso cora\u00e7\u00e3o, o Senhor Jesus eleva at\u00e9 ao Pai, num constante hino de louvor. Para isso, n\u00e3o podemos, tamb\u00e9m n\u00f3s, deixar de viver cada momento da liturgia como ora\u00e7\u00e3o, e de ajudar os nossos fi\u00e9is a faz\u00ea-lo \u2014 que o mesmo \u00e9 dizer: a encontrar Jesus na liturgia (sobretudo na Eucaristia), a dialogar com Ele, a escut\u00e1-lo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o podemos, por tudo isto, deixar de ser homens de ora\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pessoal. Di-lo claramente o <em>Diret<\/em><em>\u00f3<\/em><em>rio para a Vida e Minist<\/em><em>\u00e9<\/em><em>rio dos Presb\u00ed<\/em><em>teros<\/em>: n\u00f3s, sacerdotes, \u201cnecessitamos de entrar numa particular e profunda sintonia com Cristo, o Bom Pastor\u201d (n. 49), atrav\u00e9s de uma aut\u00eantica vida espiritual que encontra na liturgia e na ora\u00e7\u00e3o pessoal dois dos seus alicerces essenciais (n. 50).<\/p>\n<p>Tal como os Ap\u00f3stolos depois do Pentecostes (Act 6,2: \u201cN\u00e3o \u00e9 bem que deixemos a ora\u00e7\u00e3o e a prega\u00e7\u00e3o para servir \u00e0s mesas\u201d), n\u00e3o podemos, tamb\u00e9m n\u00f3s, deixar de tomar consci\u00eancia de que a ora\u00e7\u00e3o \u00e9 a nossa primeira prioridade (tal como afirma o Papa Francisco), a nossa primeira tarefa. \u201cEstar com o Senhor\u201d: eis a nossa primeira miss\u00e3o. S\u00f3 escutando a voz que chama e envia, poderemos falar e agir em seu nome.<\/p>\n<p>Como escreveu o monge italiano Enzo Bianchi, dirigindo-se aos sacerdotes: \u201cApenas se existe este fundamento de estar com o Senhor, da comunh\u00e3o com Ele, \u00e9 poss\u00edvel estar no meio dos outros como sinal e voz da presen\u00e7a do pr\u00f3prio Senhor\u201d (729)<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a>. E logo acrescenta: \u201cA ora\u00e7\u00e3o \u00e9 decisiva porque \u00e9 a outra face da medalha da f\u00e9: a ora\u00e7\u00e3o nasce da f\u00e9 e a ela regressa\u201d (730). Ou, dito de outro modo: \u201cRezar \u00e9 um acto de f\u00e9, n\u00e3o a procura de um estado de alma\u201d (732).<\/p>\n<p>A ora\u00e7\u00e3o faz-nos dar ordem ao tempo. \u00c0 primeira vista, parece que a ora\u00e7\u00e3o pode esperar, que pode ficar para mais tarde. Mas todos j\u00e1 experiment\u00e1mos que, quando a nossa jornada come\u00e7a com um momento de intimidade com o Senhor, todo o nosso dia ganha uma nova ordem e uma outra, real, efic\u00e1cia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Que ora\u00e7\u00e3o deve ser a nossa? Associados de modo sacramental a Cristo sacerdote, estamos diante da comunidade em nome de Deus, e estamos diante de Deus em nome da comunidade.<\/p>\n<p>Por isso, a nossa ora\u00e7\u00e3o \u00e9, em primeiro lugar (e antes de tudo o mais), um <u>estar diante de Deus<\/u>. Ador\u00e1-Lo; deixar que Ele nos ilumine; que ilumine todo o nosso ser. A nossa ora\u00e7\u00e3o h\u00e1-de come\u00e7ar por ser uma adora\u00e7\u00e3o do \u00fanico Deus, vivo e verdadeiro. Assim, Deus oferece unidade \u00e0 nossa vida, que tantas vezes nos parece cair na dispers\u00e3o. Colocando-nos na presen\u00e7a do Pai, derramamos junto dele o nosso cora\u00e7\u00e3o (1Sam 1,35) e deixamos que tudo o que vivemos e fazemos seja por Ele iluminado. \u00c9 Ele que nos d\u00e1 a for\u00e7a e a ousadia de falar; \u00e9 Ele que nos d\u00e1 a coragem da dedica\u00e7\u00e3o total ao seu servi\u00e7o e ao servi\u00e7o do seu povo.<\/p>\n<p>Mas, como disc\u00edpulos, <u>escutamos tamb\u00e9m o Senhor<\/u> \u2014 Ele que nos d\u00e1 a gra\u00e7a de \u201cescutar como escutam os disc\u00edpulos\u201d (Is 50,4). A nossa ora\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode, portanto, deixar de assumir a atitude de quem escuta e procura discernir a vontade divina. Assim, ela vai criando em n\u00f3s um cora\u00e7\u00e3o que sabe escutar a Deus e ao mundo, um cora\u00e7\u00e3o para o qual escutar n\u00e3o \u00e9 uma tarefa imposs\u00edvel ou in\u00fatil, mas a atitude normal, habitual, de um presb\u00edtero: \u201cApenas aquele que escuta \u2014 afirma ainda Enzo Bianchi \u2014 pode entrar em comunh\u00e3o com Aquele que fala\u201d (735).<\/p>\n<p>Logo depois, a nossa ora\u00e7\u00e3o \u00e9, tamb\u00e9m, marcada pela <u>intercess\u00e3o<\/u>. A ora\u00e7\u00e3o do Padre \u00e9 uma ora\u00e7\u00e3o que torna Deus presente, ali onde Ele \u00e9 esquecido, marginalizado: \u00e9 uma \u201c<u>ora\u00e7\u00e3o que intercede por Deus<\/u>\u201d, procurando que Ele assuma o lugar que Lhe \u00e9 devido na vida de todos e da sociedade (dito de outro modo: \u00e9 uma intercess\u00e3o por quantos n\u00e3o cr\u00eaem ou n\u00e3o d\u00e3o a Deus o seu devido lugar), para, logo depois, ser ora\u00e7\u00e3o que <u>apresenta a Deus as necessidades de todos<\/u>, numa compreens\u00e3o evang\u00e9lica do outro. S\u00e3o alegrias e sofrimentos, esperan\u00e7as e acontecimentos concretos, n\u00e3o apenas nossos mas (tamb\u00e9m e sobretudo) de quantos nos est\u00e3o confiados \u2014 e de toda a Igreja, e do mundo inteiro. \u00c9, por isso, uma ora\u00e7\u00e3o que nos oferece o olhar misericordioso, cat\u00f3lico, do Pai.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Somos, finalmente, <u>os mestres da ora\u00e7\u00e3o<\/u>. N\u00e3o se trata tanto de ensinar t\u00e9cnicas, procedimentos. Mas trata-se de ajudar a rezar. O povo de Deus n\u00e3o necessita de professores de ora\u00e7\u00e3o, que verifiquem se ela \u00e9 ou n\u00e3o realizada segundo as normas. Mas necessita de mestres. De n\u00f3s, o povo espera a atitude do s\u00e1bio que ilumina, conduz, acompanha. Que ajuda a rezar e a fazer da vida inteira uma ora\u00e7\u00e3o. Que ajuda a transformar todo o existir num cont\u00ednuo louvor ao Pai, por Jesus Cristo no Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Caros irm\u00e3os, ao presenciar uma ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal, j\u00e1 todos vimos como aos sacerdotes s\u00e3o ungidas as m\u00e3os, tornando, desse modo, clara a sua miss\u00e3o de santificar o povo crist\u00e3o e de oferecer o sacrif\u00edcio que \u00e9 o proprio Senhor Jesus. E aos bispos \u00e9 ungida a cabe\u00e7a, significando com esse gesto a sua particular participa\u00e7\u00e3o no sumo sacerd\u00f3cio de Cristo.<\/p>\n<p>Mas, no dia do nosso baptismo, a Un\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito \u2014 que, na Sinagoga de Nazar\u00e9, manifestou a Jesus como o Cristo, o Ungido do Senhor \u2014 foi derramada sobre cada um de n\u00f3s, mostrando-nos como crist\u00e3os (outros Cristos), membros do povo sacerdotal, da na\u00e7\u00e3o santa, do novo povo de Deus. O mesmo \u00e9 dizer, mostrando-nos a todos como orantes, ou seja: aqueles que, desde o mundo, elevam constantemente o hino de gl\u00f3ria que reconhece o amor misericordioso de Deus.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De facto, a ora\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 algo de facultativo. Esse tratar de amizade (como gostava Santa Teresa de definir a ora\u00e7\u00e3o) \u00e9 pr\u00f3prio de quem vive com Deus. Por isso, rezemos todos uns pelos outros e por este nosso mundo. Ao Pai, elevemos o louvor que Ele merece; fa\u00e7amo-lo por meio de Jesus, sacerdote e pont\u00edfice da nossa f\u00e9, e sempre no seio desse oceano de amor que \u00e9 o Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>S\u00e9 do Funchal, 28 de mar\u00e7o de 2024<\/p>\n<p><em>D. Nuno Br\u00e1s, bispo do Funchal<\/em><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> E. BIANCHI, Il presbitero e la preghiera, Riv. Clero Italiano, 2011.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201c\u00c0quele que nos ama e nos libertou, a gl\u00f3ria e o poder\u201d (Ap 1,5-6)<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":240982,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[186],"class_list":["post-319457","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos","tag-diocese-do-funchal"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/319457","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=319457"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/319457\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/240982"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=319457"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=319457"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=319457"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}