{"id":319453,"date":"2024-03-28T12:07:06","date_gmt":"2024-03-28T12:07:06","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=319453"},"modified":"2024-03-28T12:52:40","modified_gmt":"2024-03-28T12:52:40","slug":"viana-do-castelo-homilia-de-d-joao-lavrador-na-eucaristia-da-celebracao-crismal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/viana-do-castelo-homilia-de-d-joao-lavrador-na-eucaristia-da-celebracao-crismal\/","title":{"rendered":"Viana do Castelo: Homilia de D. Jo\u00e3o Lavrador na Eucaristia da Celebra\u00e7\u00e3o Crismal"},"content":{"rendered":"<p><!--more--><\/p>\n<figure id=\"attachment_319548\" aria-describedby=\"caption-attachment-319548\" style=\"width: 1440px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/crismal_viana2024a.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-319548 size-full\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/crismal_viana2024a.jpg\" alt=\"\" width=\"1440\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/crismal_viana2024a.jpg 1440w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/crismal_viana2024a-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/crismal_viana2024a-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/crismal_viana2024a-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/crismal_viana2024a-391x260.jpg 391w\" sizes=\"(max-width: 1440px) 100vw, 1440px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-319548\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Diocese de Viana do Castelo<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Evangelho da celebra\u00e7\u00e3o de hoje que acab\u00e1mos de escutar come\u00e7a por referir que \u00abJesus foi a Nazar\u00e9, onde Se tinha criado. Segundo o seu costume, entrou na sinagoga a um s\u00e1bado e levantou-Se para fazer a leitura\u00bb. Deste modo, come\u00e7amos por reconhecer a proximidade de Jesus de Nazar\u00e9 assumindo o nosso quotidiano. A terra do Seu povo \u00e9 a Sua terra, a Sinagoga dos fi\u00e9is \u00e9 a Sua Sinagoga, o dia de prestar culto a Deus \u00e9 o Seu dia de juntamente com o Seu Povo prestar culto a Deus a quem denomina de Pai.<\/p>\n<p>Eis caros sacerdotes, n\u00f3s configurados a Cristo pelo Baptismo e pela Ordena\u00e7\u00e3o Presbiteral, somos chamados a encontrarmo-nos com Jesus de Nazar\u00e9 no nosso quotidiano e reconhecer que nada da nossa vida Lhe \u00e9 alheia. Mas tamb\u00e9m, no nosso minist\u00e9rio de Pastores, \u00e1 imagem do Bom Pastor, somos convidados a entrarmos na vida simples do Povo de Deus que nos est\u00e1 confiado. Verdadeiramente \u00e9 esta comunh\u00e3o em presbit\u00e9rio e com o Povo de Deus que se exige na vida e no minist\u00e9rio dos presb\u00edteros.<\/p>\n<p>Mas o texto do Evangelho continua a real\u00e7ar esta proximidade de Jesus de Nazar\u00e9 com a vida dos seus contempor\u00e2neos e a inserir-se na promessa feita ao Seu Povo, ao afirmar que \u00abLhe Entregaram o livro do profeta Isa\u00edas\u00bb.<\/p>\n<p>Na verdade, \u00abtudo Lhe foi entregue\u00bb para tudo renovar e a tudo dar pleno significado. Partir da vida simples, das preocupa\u00e7\u00f5es e aspira\u00e7\u00f5es do dia a dia, recolher na vida os sinais que revelam a presen\u00e7a de Deus, para oferecer a verdadeira leitura da Revela\u00e7\u00e3o divina atrav\u00e9s da centralidade da pessoa de Jesus Cristo, eis a tarefa que nos incumbe e que somos chamados a realizar no meio do nosso Povo.<\/p>\n<p>Novamente viemos aqui, \u00e0 Igreja M\u00e3e da diocese, para renovarmos as nossas promessas sacerdotais. Sim renovar \u00e9 ir \u00e1 fonte para viver com novidade, como seja a primeira vez, para colher a mesma alegria, entusiasmo, for\u00e7a, comunh\u00e3o e ardor mission\u00e1rio do dia da nossa ordena\u00e7\u00e3o. Imploro do Senhor que todos e cada um obtenha esta gra\u00e7a.<\/p>\n<p>Com o desgaste que a ac\u00e7\u00e3o pastoral hoje sofre e com a desmotiva\u00e7\u00e3o que sempre nos invade, temos necessidade de percorrer os caminhos que nos levam diariamente at\u00e9 \u00e1s fontes da alegria e da comunh\u00e3o mas igualmente sentimos a obriga\u00e7\u00e3o de aproveitar esta singular oportunidade para, em presbit\u00e9rio e sempre em presbit\u00e9rio, tornarmos nova a nossa ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal e os seus dinamismos pastorais.<\/p>\n<p>Diz-nos o texto do Evangelho desta celebra\u00e7\u00e3o que Jesus se deparou com a leitura do profeta Isa\u00edas que diz: \u00abo Esp\u00edrito do Senhor est\u00e1 sobre mim, porque Ele me ungiu para anunciar a boa nova aos pobres. Ele me enviou a proclamar a reden\u00e7\u00e3o aos cativos e a vista aos cegos, a restituir a liberdade aos oprimidos, a proclamar o ano da gra\u00e7a do Senhor\u00bb.<\/p>\n<p>Para uma correta compreens\u00e3o do nosso minist\u00e9rio sacerdotal deveremos meditar e assumir tudo o que emerge desta proclama\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por\u00e9m h\u00e1 duas palavras que devem ser assumidas por n\u00f3s com toda a for\u00e7a e express\u00e3o que Jesus Cristo lhes quer dar ao afirmar \u00abcumpriu-se hoje mesmo esta passagem da Escritura que acabais de ouvir\u00bb. Essas palavras s\u00e3o \u00abungidos\u00bb e \u00abenviados\u00bb.<\/p>\n<p>Nunca \u00e9 demais meditarmos e deixarmo-nos maravilhar por esta realidade de sermos Ungidos no Baptismo e na Ordena\u00e7\u00e3o pela imposi\u00e7\u00e3o das m\u00e3os que nos configurou a Jesus Cristo, o Bom Pastor e sermos por Ele enviados.<\/p>\n<p>Como afirma o Papa S. Jo\u00e3o Paulo II \u00abo Esp\u00edrito do Senhor consagrou Cristo e enviou-o a anunciar o Evangelho (cf.\u00a0<em>Lc<\/em>\u00a04, 18)\u00bb (PdV, 24). Deste modo, reconhecemos que \u00aba miss\u00e3o n\u00e3o representa um elemento exterior e justaposto \u00e0 consagra\u00e7\u00e3o, mas constitui a sua meta intr\u00ednseca e vital: a\u00a0<em>consagra\u00e7\u00e3o \u00e9 para a miss\u00e3o<\/em>\u00bb (PdV, 24). Na verdade, \u00abn\u00e3o s\u00f3 a consagra\u00e7\u00e3o mas\u00a0<em>tamb\u00e9m a miss\u00e3o est\u00e1 sob o signo do Esp\u00edrito, sob o seu influxo santificador<\/em>\u00bb (PdV, 24).<\/p>\n<p>Na realidade \u00abassim aconteceu com Jesus. Assim foi o caso dos ap\u00f3stolos e dos seus sucessores. Assim \u00e9 com a Igreja inteira e, dentro dela, com os presb\u00edteros: todos recebem o Esp\u00edrito como dom e apelo de santifica\u00e7\u00e3o, no \u00e2mbito e atrav\u00e9s do cumprimento da miss\u00e3o\u00bb (PdV, 24), refere ainda o saudoso Papa S. Jo\u00e3o Paulo II.<\/p>\n<p>Na celebra\u00e7\u00e3o da nossa ordena\u00e7\u00e3o foi-nos dito \u201c<em>Vive o mist\u00e9rio que \u00e9 colocado em tuas m\u00e3os<\/em>&#8220;! \u00a0Convictamente sabemos que \u00ab\u00e9 este o convite e tamb\u00e9m a interpela\u00e7\u00e3o que a Igreja dirige ao presb\u00edtero no rito da ordena\u00e7\u00e3o, no momento em que lhe s\u00e3o entregues as ofertas do povo santo para o sacrif\u00edcio eucar\u00edstico\u00bb (PdV, 24).<\/p>\n<p>Enfim, \u00abo &#8220;mist\u00e9rio&#8221; de que o presb\u00edtero \u00e9 &#8220;dispensador&#8221; (cf. 1\u00a0<em>Cor<\/em>\u00a04, 1) \u00e9, no fundo, o pr\u00f3prio Jesus Cristo que, no Esp\u00edrito, \u00e9 fonte de santidade e apelo \u00e0 santifica\u00e7\u00e3o\u00bb (PdV, 24).<\/p>\n<p>Convido, todos n\u00f3s, eu convosco, a situarmo-nos na verdade e profundidade que este gesto, hoje renovado, quer oferecer \u00e0 nossa vida e minist\u00e9rio.<\/p>\n<p>Estimulados ainda pelas palavras do Papa S. Jo\u00e3o Paulo II, sentimos que \u00ab\u00e9 essencial para a vida espiritual, que se desenvolve atrav\u00e9s do exerc\u00edcio do minist\u00e9rio\u00bb, que n\u00f3s sacerdotes renovemos continuamente e aprofundemos sempre mais a\u00a0<em>consci\u00eancia de sermos ministro de Jesus Cristo\u00a0<\/em>em virtude da consagra\u00e7\u00e3o sacramental e da configura\u00e7\u00e3o ao mesmo Cristo Cabe\u00e7a e Pastor da Igreja (cfr. PdV, 25).<\/p>\n<p>Na verdade, \u00abessa consci\u00eancia n\u00e3o s\u00f3 corresponde \u00e0 verdadeira natureza da miss\u00e3o que o sacerdote exerce em favor da Igreja e da humanidade, mas decide tamb\u00e9m a vida espiritual do presb\u00edtero que leva a cabo aquela miss\u00e3o\u00bb (PdV, 25).<\/p>\n<p>Sintamo-nos enaltecidos e dignificados com as palavras do Papa Jo\u00e3o Paulo II, quando sublinha que \u00abefetivamente o Sacerdote n\u00e3o \u00e9 escolhido por Cristo como uma &#8220;coisa&#8221;, mas como uma &#8220;pessoa&#8221;: ele n\u00e3o \u00e9 um instrumento inerte e passivo, mas um &#8220;instrumento vivo&#8221;, como diz o Conc\u00edlio, precisamente no ponto onde fala da obriga\u00e7\u00e3o de tender para esta perfei\u00e7\u00e3o\u00bb (PdV. 25).<\/p>\n<p>Lembro uma passagem deste not\u00e1vel escrito, a Pastores Dabo Vobis, onde se afirma, \u00abno exerc\u00edcio do minist\u00e9rio est\u00e1 profundamente comprometida a pessoa consciente, livre e respons\u00e1vel do sacerdote\u00bb (n\u00ba 25).<\/p>\n<p>Sim, \u00abo ligame a Jesus Cristo, que a configura\u00e7\u00e3o e a consagra\u00e7\u00e3o do sacramento da Ordem asseguram, fundamenta e exige no sacerdote uma ulterior conex\u00e3o que lhe \u00e9 proporcionada pela &#8220;inten\u00e7\u00e3o&#8221;, ou seja, pela vontade consciente e livre de fazer, mediante o gesto ministerial, aquilo que \u00e9 inten\u00e7\u00e3o da Igreja\u00bb (PdV. 25).<\/p>\n<p>Realmente, \u00abuma tal liga\u00e7\u00e3o tende, pela sua pr\u00f3pria natureza, a tornar-se o mais ampla e profunda poss\u00edvel, implicando a mente, os sentimentos, a vida, ou seja, uma s\u00e9rie de disposi\u00e7\u00f5es morais e espirituais correspondentes aos gestos ministeriais do padre\u00bb (PdV. 25).<\/p>\n<p>Car\u00edssimos sacerdotes, eu convosco, no prop\u00f3sito de fortalecer a comunh\u00e3o presbiteral, sintamos que Jesus faz ressoar ainda hoje, no nosso cora\u00e7\u00e3o de sacerdotes, as palavras que pronunciou na sinagoga de Nazar\u00e9.\u00a0 A nossa f\u00e9, a esperan\u00e7a que nos anima e a vontade de viver a comunh\u00e3o presbiteral, de facto, revelam-nos a presen\u00e7a operante do Esp\u00edrito de Cristo no nosso ser, no nosso agir e no nosso viver tal como o configurou, habilitou e plasmou o sacramento da Ordem.<\/p>\n<p>Sim, testemunhemos, que\u00a0o Esp\u00edrito do Senhor \u00e9 o grande protagonista da nossa vida espiritual e pastoral.<\/p>\n<p>Na verdade, \u00abEle cria o &#8220;cora\u00e7\u00e3o novo&#8221;, anima e guia-o com a &#8220;nova lei&#8221; da caridade, da caridade pastoral\u00bb (PdV.33).<\/p>\n<p>Oxal\u00e1, no desenvolvimento da vida espiritual e pastoral, no exerc\u00edcio da caridade pastoral, seja fundamental a consci\u00eancia de que nunca falta ao sacerdote a gra\u00e7a do Esp\u00edrito Santo, como dom totalmente gratuito e tarefa responsabilizadora (cfr. PdV. 33).<\/p>\n<p>Na verdade, a consci\u00eancia do dom infunde e sust\u00e9m a inabal\u00e1vel confian\u00e7a do padre nas dificuldades, nas tenta\u00e7\u00f5es, nas fraquezas que se encontram no seu caminho espiritual e pastoral (cfr. PdV. 33).<\/p>\n<p>Car\u00edssimos sacerdotes, permitam-me neste bel\u00edssimo dia e nesta t\u00e3o significativa celebra\u00e7\u00e3o, vos exorte, cada um e todos em corresponsabilidade, a cuidar da forma\u00e7\u00e3o permanente. A fidelidade a Cristo no minist\u00e9rio sacerdotal, a alegria, o est\u00edmulo, o verdadeiro discernimento pastoral e a criatividade que hoje se exigem, apelam para a forma\u00e7\u00e3o permanente entendida como forma\u00e7\u00e3o integral da pessoal do sacerdote.<\/p>\n<p>Tomo a liberdade de citar um par\u00e1grafo da Exorta\u00e7\u00e3o P\u00f3s-sinodal do Papa Jo\u00e3o Paulo II onde fundamenta a forma\u00e7\u00e3o permanente. Diz ele: \u00aba raz\u00e3o que justifica a necessidade da forma\u00e7\u00e3o permanente e, ao mesmo tempo, revela a sua natureza profunda, designando-a como <em>&#8220;fidelidade&#8221;<\/em>\u00a0ao\u00a0<em>minist\u00e9rio sacerdotal\u00a0<\/em>\u00a0e como\u00a0<em>&#8220;processo de cont\u00ednua convers\u00e3o&#8221;<\/em>\u00a0. \u00c9 o Esp\u00edrito Santo, infundido pelo sacramento, que sust\u00e9m o presb\u00edtero nesta fidelidade e que o acompanha e estimula neste caminho de incessante convers\u00e3o. O dom do Esp\u00edrito n\u00e3o dispensa, antes solicita a liberdade do sacerdote, para que coopere responsavelmente e assuma a forma\u00e7\u00e3o permanente como um dever que lhe \u00e9 confiado. Assim esta \u00e9 express\u00e3o e exig\u00eancia da fidelidade dele ao seu minist\u00e9rio, ou melhor, ao seu pr\u00f3prio ser. \u00c9, portanto, amor a Jesus Cristo e coer\u00eancia consigo mesmo. Mas constitui tamb\u00e9m um\u00a0<em>ato de amor ao Povo de Deus,\u00a0<\/em>ao servi\u00e7o do qual o sacerdote est\u00e1 posto. \u00c9 ainda um ato de\u00a0<em>verdadeira e pr\u00f3pria justi\u00e7a<\/em>: ele \u00e9 devedor ao Povo de Deus, chamado como \u00e9 a reconhecer e a promover aquele seu &#8220;direito&#8221; fundamental de ser destinat\u00e1rio da Palavra de Deus, dos Sacramentos e do servi\u00e7o da Caridade, que s\u00e3o o conte\u00fado original e irrenunci\u00e1vel do minist\u00e9rio pastoral do padre. A forma\u00e7\u00e3o permanente \u00e9 necess\u00e1ria para que ele esteja em condi\u00e7\u00f5es de responder condignamente a tal direito do Povo de Deus\u00bb (n\u00ba 70).<\/p>\n<p>Caros Sacerdotes, certamente reconheceis a dor de um Bispo quando h\u00e1 presb\u00edteros que n\u00e3o se julgam necessitados desta forma\u00e7\u00e3o permanente ou que a dispensam. Por isso, permitam-me que exorte a todos os presb\u00edteros da nossa diocese a que tudo fa\u00e7am para que a forma\u00e7\u00e3o permanente, retidos e aprofundamento teol\u00f3gico \u2013 pastoral, seja assumida e participada responsavelmente.<\/p>\n<p>O Papa Francisco define a forma\u00e7\u00e3o permanente como \u00aba beleza de ser disc\u00edpulo hoje: uma forma\u00e7\u00e3o \u00fanica, integral, comunit\u00e1ria e mission\u00e1ria\u00bb.\u00a0 E, no Conv\u00e9nio Internacional para a Forma\u00e7\u00e3o Permanente dos Sacerdotes (Roma Fevereiro de 2024), o Papa Francisco convida \u00aba reavivar o dom, redescobrir a un\u00e7\u00e3o, reacender o fogo, para que n\u00e3o se apague o zelo do minist\u00e9rio apost\u00f3lico\u00bb. E perante a pergunta: como podemos reavivar o dom recebido? Indica tr\u00eas sendas para o caminho que estais a percorrer:\u00a0a alegria do Evangelho,\u00a0a perten\u00e7a ao povo,\u00a0o servi\u00e7o generativo.<\/p>\n<p>Sublinho apenas, para terminar, o convite do Papa a ser\u00a0 protagonistas de uma pastoral generativa. Diz ele: \u00abn\u00e3o uma pastoral em que aparecemos n\u00f3s no centro, mas uma pastoral que gera filhas e filhos para a vida nova em Cristo, que leva a \u00e1gua viva do Evangelho ao terreno do cora\u00e7\u00e3o humano e do tempo presente\u00bb.<\/p>\n<p>Jesus Cristo fez de n\u00f3s um reino de sacerdotes para Deus Seu Pai. A Ele a honra e a gl\u00f3ria.<\/p>\n<p>Que ao renovarmos as nossas promessas sacerdotais imploremos do Bom Pastor que nos torne verdadeiramente testemunhas, na alegria e na esperan\u00e7a, da beleza do sacerd\u00f3cio de modo a que seja abertura de caminho vocacional para os jovens da nossa diocese.<\/p>\n<p>Imploro de Nossa Senhora, Santa Maria Maior, M\u00e3e dos sacerdotes, de S. Bartolomeu dos M\u00e1rtires, de S. Teot\u00f3nio e S. Paulo VI, que nos aben\u00e7oem a cada um e a todo o presbit\u00e9rio e que sejam para todos n\u00f3s est\u00edmulo na evangeliza\u00e7\u00e3o do mundo de hoje.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Amen<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>D. Jo\u00e3o Lavrador, Bispo de Viana do Castelo<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":2,"featured_media":319548,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[182],"class_list":["post-319453","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos","tag-diocese-de-viana-do-castelo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/319453","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=319453"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/319453\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/319548"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=319453"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=319453"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=319453"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}