{"id":319349,"date":"2024-03-28T12:44:42","date_gmt":"2024-03-28T12:44:42","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=319349"},"modified":"2024-03-27T14:51:54","modified_gmt":"2024-03-27T14:51:54","slug":"braganca-miranda-homilia-de-d-nuno-almeida-na-missa-crismal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/braganca-miranda-homilia-de-d-nuno-almeida-na-missa-crismal\/","title":{"rendered":"Bragan\u00e7a-Miranda: Homilia de D. Nuno Almeida na Missa Crismal"},"content":{"rendered":"<p><em>Servidores da alegria e da esperan\u00e7a do Evangelho<\/em><!--more--><\/p>\n<figure id=\"attachment_277549\" aria-describedby=\"caption-attachment-277549\" style=\"width: 1200px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Catedral-de-Braganca.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-277549 size-full\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Catedral-de-Braganca.jpg\" alt=\"\" width=\"1200\" height=\"800\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Catedral-de-Braganca.jpg 1200w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Catedral-de-Braganca-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Catedral-de-Braganca-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Catedral-de-Braganca-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Catedral-de-Braganca-391x260.jpg 391w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-277549\" class=\"wp-caption-text\">Foto Diocese de Bragan\u00e7a-Miranda\/BLR<\/figcaption><\/figure>\n<p>Car\u00edssimos Irm\u00e3os: D. Ant\u00f3nio Montes, Senhor Vig\u00e1rio-geral, Presb\u00edteros, Di\u00e1conos, Religiosas, Seminaristas, Ac\u00f3litos e todos v\u00f3s, Irm\u00e3os e Irm\u00e3s!<\/p>\n<p>Como \u00e9 bom e belo encontrarmo-nos aqui como irm\u00e3os, nesta Quinta Feira Santa, em clima de cen\u00e1culo, para voltar sempre de novo \u00e0s origens do nosso minist\u00e9rio. Com fraterno afeto sa\u00fado-vos a todos e cada um do \u00edntimo do cora\u00e7\u00e3o, agradecendo a vossa presen\u00e7a que muito me alegra e conforta.<\/p>\n<p>Em nome pessoal, do Presbit\u00e9rio e de toda a Diocese, dirijo uma sauda\u00e7\u00e3o de particular congratula\u00e7\u00e3o aos presb\u00edteros que celebram os 25 anos ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal: Padre Francisco Normando Louren\u00e7o Pimparel e o Padre Jos\u00e9 do Esp\u00edrito Santo Rodrigues e tamb\u00e9m \u00e0s consagradas que neste ano celebram festivamente a sua doa\u00e7\u00e3o total a Deus, nomeadamente a Irm\u00e3 Florbela. Sa\u00fado o Di\u00e1cono Jo\u00e3o Paulo de Magalh\u00e3es Pereira, da congrega\u00e7\u00e3o dos Padres Marianos da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o (MIC), que ser\u00e1 ordenado presb\u00edtero no s\u00e1bado de Pentecostes, em Macedo de Cavaleiros e o seminarista Nelson Vale que se prepara para receber o Diaconado, no domingo mais pr\u00f3ximo da Festa S. Bento, nosso Padroeiro.<\/p>\n<p>Na comunh\u00e3o dos santos temos presentes os sacerdotes que n\u00e3o puderam vir por motivo de sa\u00fade e grata recorda\u00e7\u00e3o daqueles que partiram para a casa do Pai.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para se apresentar e descrever a sua miss\u00e3o, Jesus, na Sinagoga de Nazar\u00e9, pediu emprestadas palavras ao profeta Isa\u00edas: \u201cO Esp\u00edrito do Senhor est\u00e1 sobre mim, porque o Senhor me ungiu, para anunciar a Boa Nova aos pobres\u201d (Is 63, 1). Sentimos que a primeira e segunda leitura t\u00eam express\u00e3o m\u00e1xima no Evangelho, numa tarde de s\u00e1bado, na sinagoga de Nazar\u00e9, mas tamb\u00e9m nesta manh\u00e3 de Quinta-feira Santa, nesta catedral de Bragan\u00e7a. Tamb\u00e9m n\u00f3s, envolvidos pelo Esp\u00edrito e reunidos em unum presbyterium, pedimos em empr\u00e9stimo as mesmas palavras, sem esquecermos que Jesus n\u00e3o s\u00f3 as pronunciou em Nazar\u00e9, mas lhe deu sentido pleno, corpo, rosto e voz; fazendo-as saltar da superf\u00edcie plana da folha de papiro.<\/p>\n<p>\u201cO Esp\u00edrito do Senhor est\u00e1 sobre mim, porque o Senhor me ungiu, para anunciar a Boa Nova aos pobres\u201d (Is 61,1) \u2013 que express\u00f5es mais belas e profundas poder\u00edamos encontrar para o presbit\u00e9rio de uma diocese poder afirmar, em un\u00edssono, a sua identidade diaconal e n\u00e3o patronal ou clerical.<\/p>\n<p>H\u00e1 certamente consenso entre n\u00f3s. Esta \u00e9 mesmo a \u00fanica maneira de podermos dizer quem verdadeiramente somos e qual a miss\u00e3o que devemos realizar. Por isso nunca ser\u00e1 demais repetir palavras que soaram primeiro na boca de Isa\u00edas e de Jesus: \u201cungido, enviado, curar, libertar os cativos, dar vista aos cegos\u201d e clarificamos ainda \u201cenviado a anunciar a boa nova aos tristes, a curar os cora\u00e7\u00f5es atribulados, proclamar reden\u00e7\u00e3o e liberdade aos cativos e prisioneiros, proclamar o ano da gra\u00e7a de Deus em que todos os pecados e d\u00e9bitos s\u00e3o perdoados, a proclamar a justi\u00e7a de Deus, que salva, a consoar os aflitos\u201d. De facto, bastariam estes termos para nunca esquecermos a beleza, a grandeza e a dignidade da nossa voca\u00e7\u00e3o presbiteral. Eu e v\u00f3s somos os Sacerdotes do Senhor e a nossa Miss\u00e3o \u00e9 clara e comprometida com a humanidade, comprometida com os mais fr\u00e1geis e esquecidos, com \u00faltimos entre os \u00faltimos da humanidade. Os jovens, mais audazes e sedentos da bondade da humanidade, diante desta oferta vocacional n\u00e3o podem ficar indiferentes. Temos a miss\u00e3o de lhe dar a conhecer o verdadeiro sacerd\u00f3cio!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Guardemos connosco, hoje, amados irm\u00e3os, a un\u00e7\u00e3o que nos torna sacerdotes. Sim, somos um presbit\u00e9rio de Ungidos: bispo, sacerdotes e di\u00e1conos. Ungido diz-se em hebraico Mash\u00eeah, e em grego Christ\u00f3s, termos que, em portugu\u00eas soam Messias e Cristo.<\/p>\n<p>Somos ungidos no corpo e, verdadeiramente, ungidos no cora\u00e7\u00e3o. N\u00e3o podemos mais deixar de ser quem somos, outros Cristos. \u00c9 este \u00f3leo do Crisma que vai ser, nesta Missa Crismal, confecionado e consagrado pelo bispo, com o testemunho e coopera\u00e7\u00e3o dos sacerdotes. V\u00e3o igualmente ser benzidos o \u00f3leo dos enfermos, destinado a servir de rem\u00e9dio e de al\u00edvio aos doentes, e o \u00f3leo dos catec\u00famenos, destinado a dispor os catec\u00famenos para o Batismo.<\/p>\n<p>O \u00f3leo do Crisma que vamos consagrar, e os \u00f3leos dos enfermos e dos catec\u00famenos que vamos benzer, constituem, para n\u00f3s, um aut\u00eantico manancial ou programa de vida. Igual ao de Cristo. Outros Cristos, ungidos no cora\u00e7\u00e3o, para levar o an\u00fancio do Evangelho a todos os nossos irm\u00e3os.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O mais importante na vida sacerdotal \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o pessoal com Deus em Jesus Cristo. Por isso, \u00e9 decisivo que o dia comece e acabe com a ora\u00e7\u00e3o; que escutemos Deus na leitura da Sagrada Escritura; que Lhe digamos os nossos desejos e as nossas esperan\u00e7as, as nossas alegrias e sofrimentos.<\/p>\n<p>\u00abFixar os olhos em Jesus\u00bb \u00e9 uma gra\u00e7a que devemos cultivar como sacerdotes. No fim do dia, \u00e9 bom olhar para o Senhor e deixar que Ele contemple o nosso cora\u00e7\u00e3o, juntamente com o cora\u00e7\u00e3o das pessoas que encontramos. N\u00e3o se trata de contabilizar os pecados, mas duma contempla\u00e7\u00e3o amorosa em que vemos o nosso dia com o olhar de Jesus repassando assim as gra\u00e7as do dia, os dons e tudo o que Ele fez por n\u00f3s a fim de Lhe agradecermos. E mostramos-Lhe tamb\u00e9m as nossas tenta\u00e7\u00f5es, para as identificarmos e rejeitarmos. Trata-se de compreender que a miss\u00e3o de Cristo \u00e9 unir todos ao Pai e entre si e a nossa miss\u00e3o \u00e9 ligar todos a Jesus Cristo e entre si. Somos chamados a uma doa\u00e7\u00e3o total a Cristo e aos irm\u00e3os, procurando ser disc\u00edpulos felizes, fi\u00e9is, fi\u00e1veis e mission\u00e1rios.<\/p>\n<p>A imagem do sacerd\u00f3cio, por si, j\u00e1 marcante na primeira leitura, \u00e9 clarificada na segunda leitura, n\u00f3s somos um reino de Sacerdotes, gra\u00e7as a Jesus Cristo, trespassado. Mais do que estar ao servi\u00e7o dos \u00faltimos da humanidade, tal como Jesus, olhando para Ele configurando-nos com Ele, temos de aceitar ocupar o lugar do \u00faltimo. Aceitar a cruz, porque o amor \u00e9 mais forte que a morte. Ali est\u00e1 o sacerd\u00f3cio aut\u00eantico. Quando sentis que a vossa vida pastoral vos trespassa, e movidos por amor perseverais na vossa miss\u00e3o, nesse momento, estais na cruz com Jesus, estais a salvar a humanidade, num momento pleno de sacerd\u00f3cio.<\/p>\n<p>O seguimento de Cristo pode ser vivido de formas variadas, mas \u00e9 nas a\u00e7\u00f5es lit\u00fargicas que Cristo, especialmente na celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia, que est\u00e1 de modo especial e realmente presente. Por isso, \u201ca liturgia \u00e9 estar \u00e0 volta da pessoa do Senhor, escut\u00e1-lo, falar-lhe, rezar-lhe, deix\u00e1-lo rezar por n\u00f3s. Tudo isto que os Evangelhos referem de Jesus entre a gente \u00e9 uma antecipa\u00e7\u00e3o da liturgia e por sua vez a liturgia \u00e9 uma continua\u00e7\u00e3o dos evangelhos\u201d (C. Martini).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O essencial do minist\u00e9rio sacerdotal \u00e9 a unidade com Cristo e a unidade com os irm\u00e3os. A miss\u00e3o fundamental do padre \u00e9 unir as pessoas a Cristo e entre elas, imitando o Bom Pastor. O padre \u00e9, portanto, algu\u00e9m descentrado, centrado e concentrado. Descentrado de si mesmo, centrado em Cristo, concentrado na comunh\u00e3o e no servi\u00e7o a todos, procurando construir a unidade na diversidade.<\/p>\n<p>O sacerdote foi ungido com o \u00f3leo da alegria para ungir com o mesmo \u00f3leo da alegria. Podemos dizer, recordando palavras do Papa Francisco, que \u201co sacerdote \u00e9 o mais pobre dos homens, se Jesus n\u00e3o o enriquece com a sua pobreza; \u00e9 o mais in\u00fatil, se Jesus n\u00e3o o trata como amigo; \u00e9 o mais louco dos homens, se Jesus n\u00e3o o instrui pacientemente como fez com Pedro; os mais indefeso dos crist\u00e3os, se o Bom Pastor n\u00e3o o fortifica no meio do rebanho. N\u00e3o h\u00e1 ningu\u00e9m menor que um sacerdote deixado meramente \u00e0s suas for\u00e7as; por isso, a nossa ora\u00e7\u00e3o de defesa contra toda a cilada do Maligno \u00e9 a ora\u00e7\u00e3o da nossa M\u00e3e: sou sacerdote, porque Ele olhou com bondade para a minha pequenez (cf. Lc 1, 48). A partir da nossa pequenez, recebemos a alegria que nos unge, incorrupt\u00edvel e mission\u00e1ria\u201d. (Papa Francisco, Missa Crismal de 17 de abril de 1014).<\/p>\n<p>Como padres, somos ungidos para ungir. Perdoados para perdoar. Curados para curar. Amados para amar. Ungimos, oferecendo-nos a n\u00f3s mesmos, partilhando a nossa vida e doando o nosso cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O car\u00e1cter indispens\u00e1vel do minist\u00e9rio sacerdotal, convida-nos a um empenhamento decidido e decisivo na pastoral das voca\u00e7\u00f5es sacerdotais. S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II deixou-nos palavras acutilantes a esse respeito: \u201c\u00c9 necess\u00e1rio e urgente estruturar uma vasta e capilar pastoral das voca\u00e7\u00f5es, que envolva as par\u00f3quias, os centros educativos, as fam\u00edlias, suscitando uma reflex\u00e3o mais atenta sobre os valores essenciais da vida, cuja s\u00edntese decisiva est\u00e1 na resposta que cada um \u00e9 convidado a dar ao chamamento de Deus, especialmente quando este pede a total doa\u00e7\u00e3o de si mesmo e das pr\u00f3prias for\u00e7as \u00e0 causa do Reino\u201d (NMI, n. 46). E a\u00ed o nosso papel de sacerdotes \u00e9 decisivo. Pelo testemunho da nossa vida, que torna atraente, embora exigente, este minist\u00e9rio; pela disponibilidade para acompanhar pessoalmente os jovens na sua caminhada de f\u00e9 e de discernimento vocacional; pela coragem de interpelar e chamar, como o Senhor chamou; pelo cultivar em toda a comunidade crist\u00e3 o interesse pelas voca\u00e7\u00f5es sacerdotais, sobretudo atrav\u00e9s da ora\u00e7\u00e3o, do conhecimento e amor aos nossos semin\u00e1rios e aos atuais candidatos ao sacerd\u00f3cio. Nesta Quinta Feira Santa, na alegria do nosso presbit\u00e9rio reunido, queria pedir-vos, queridos Padres, um empenhamento decidido nas voca\u00e7\u00f5es sacerdotais. \u00c9 o nosso amor \u00e0 Igreja que o exige, \u00e9 o pr\u00f3prio Senhor que nos atraiu a n\u00f3s, Quem no-lo pede. As voca\u00e7\u00f5es sacerdotais s\u00e3o um dom de Deus; mas n\u00f3s podemos merec\u00ea-lo atrav\u00e9s da nossa f\u00e9, da nossa ora\u00e7\u00e3o e dedica\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Grande e admir\u00e1vel mist\u00e9rio e beleza encerra o nosso minist\u00e9rio! O padre \u00e9, na verdade, um tecedor dos fios de comunh\u00e3o fraterna num trabalho quotidiano, paciente e perseverante, de acolhimento, de escuta, compreens\u00e3o, acompanhamento, de cultura de encontro e di\u00e1logo entre todos. Isto \u00e9 espiritualidade incarnada e riqueza humana! Quem, como o padre, tem um campo de rela\u00e7\u00f5es t\u00e3o ricas e belas com crian\u00e7as, adolescentes, jovens, adultos, idosos, doentes, pobres, fam\u00edlias e feridos da vida?<\/p>\n<p>Que cada um procure no mais profundo do seu ser, do seu cora\u00e7\u00e3o e mem\u00f3ria, da sua vida, aquele sim apaixonado e firme que expressou no dia da sua ordena\u00e7\u00e3o; recorde a un\u00e7\u00e3o, o momento e singular de prostra\u00e7\u00e3o por terra, quem o auxiliou a vestir a casula a primeira vez, os sacerdotes que um a um lhe impuseram as m\u00e3os, quem o olhou nos olhos quando disse sim; as l\u00e1grimas dos seus familiares\u2026 esse sim, repetido tantas vezes, em cada manh\u00e3 e em cada anoitecer, ganha for\u00e7a de novo agora na renova\u00e7\u00e3o das promessas sacerdotais.<\/p>\n<p>Caros padres, renovando as nossas promessas pe\u00e7amos ao Senhor, por intercess\u00e3o de Maria, Senhora das Gra\u00e7as e de S\u00e3o Bento, a gra\u00e7a da fidelidade criativa para sermos servidores da alegria e da esperan\u00e7a do Evangelho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Senhor, faz de mim um sacerdote servidor da alegria e da esperan\u00e7a do Evangelho!<\/p>\n<p>\u201cOferecendo\u201d tempo aos jovens para os conhecer, ouvir, acompanhar e crescer com eles. Disposto a tudo fazer para que os adolescentes e os jovens cruzem o seu olhar com o Teu olhar, Senhor, e escutem a Tua voz e chamamento.<\/p>\n<p>Senhor, faz de mim um sacerdote servidor da alegria e da esperan\u00e7a do Evangelho!<\/p>\n<p>Prestando particular aten\u00e7\u00e3o \u00e0s fam\u00edlias que vivem na tribula\u00e7\u00e3o e na ansiedade, derramando o \u00f3leo da consola\u00e7\u00e3o, fazendo-me samaritanamente pr\u00f3ximo, servidor da vida, caminhando com o cora\u00e7\u00e3o e o passo dos mais fr\u00e1geis!<\/p>\n<p>Senhor, faz de mim um sacerdote servidor da alegria e da esperan\u00e7a do Evangelho!<\/p>\n<p>Renovando sempre a convic\u00e7\u00e3o de que a minha tarefa principal \u00e9 a de construir comunidade. Por isso faz, Senhor, que eu procure tecer e refazer sempre os finos fios da sinodalidade: convidando, formando e apoiando colaboradores pastorais para os diversos servi\u00e7os!<\/p>\n<p>Senhor, faz de mim um sacerdote servidor da alegria e da esperan\u00e7a do Evangelho!<\/p>\n<p>Deixando-me guiar pelo Teu Esp\u00edrito, procurando crescer sempre na total disponibilidade e na alegria evangelizadora, ajuda-me, Senhor, a anunciar, por todos os meios, a tua Palavra, semente de alegria e de esperan\u00e7a, para que ilumine e aque\u00e7a a vida das pessoas, das fam\u00edlias e da sociedade!<\/p>\n<p>Senhor, faz de mim um sacerdote servidor da alegria e da esperan\u00e7a do Evangelho!<\/p>\n<p>Amando estas terras transmontanas, reconhecendo-as visitadas todas as manh\u00e3s pela presen\u00e7a amorosa de Deus Pai. Partindo da celebra\u00e7\u00e3o quotidiana da Eucaristia, faz de mim um homem de P\u00e1scoa, de olhar voltado para o Reino de Deus, para onde a hist\u00f3ria humana caminha, apesar dos atrasos, das obscuridades, viol\u00eancias e contradi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Envia-nos o Teu Esp\u00edrito, Senhor, para que o nosso cora\u00e7\u00e3o seja cada vez mais um cora\u00e7\u00e3o semelhante ao Vosso. \u00c1men!<\/p>\n<p>Catedral de Bragan\u00e7a, Quinta-feira Santa, 28.03. 2024<\/p>\n<p><em>D. Nuno Almeida<\/em><\/p>\n<p><em>Bispo de Bragan\u00e7a-Miranda<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Servidores da alegria e da esperan\u00e7a do Evangelho<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":277549,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[173],"class_list":["post-319349","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos","tag-diocese-de-braganca-miranda"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/319349","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=319349"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/319349\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/277549"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=319349"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=319349"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=319349"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}