{"id":30899,"date":"2008-03-24T15:15:29","date_gmt":"2008-03-24T15:15:29","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/03\/24\/homilia-do-bispo-da-guarda-na-missa-crismal-de-quinta-feira-santa\/"},"modified":"2008-03-24T15:15:29","modified_gmt":"2008-03-24T15:15:29","slug":"homilia-do-bispo-da-guarda-na-missa-crismal-de-quinta-feira-santa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-da-guarda-na-missa-crismal-de-quinta-feira-santa\/","title":{"rendered":"Homilia do Bispo da Guarda na Missa Crismal de Quinta-Feira Santa"},"content":{"rendered":"<p>1. Reunimo-nos em Presbit\u00e9rio, nesta manh\u00e3 de Quinta-Feira Santa, principalmente para testemunharmos e celebrarmos a nossa comunh\u00e3o presbiteral e para louvarmos o Senhor pelas maravilhas que Ele j\u00e1 realizou e continua a realizar atrav\u00e9s do Minist\u00e9rio Ordenado que nos confiou. Somos, de facto, o Presbit\u00e9rio ao qual est\u00e1 entregue o encargo de velar pela condu\u00e7\u00e3o pastoral de toda a nossa Diocese. Por isso, j\u00e1 o sabemos, cada um de n\u00f3s \u00e9 respons\u00e1vel por determinados servi\u00e7os concretos, seja em Par\u00f3quias, seja em outros \u00e2mbitos pastorais, den\u00ac\u00actro desta Diocese ou mesmo fora dela. Todavia, o primeiro mandato que temos \u00e9 para participar na responsabilidade conjunta de definir e levar \u00e0 pr\u00e1tica, em cada momento, o rumo e as orienta\u00ac\u00e7\u00f5es para toda a nossa Diocese. Nessa medida, o Presbit\u00e9rio \u00e9 realmente o cora\u00e7\u00e3o da Diocese, co\u00acmo o Semin\u00e1rio \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o do Presbit\u00e9rio. E o Semin\u00e1rio \u00e9 cora\u00e7\u00e3o do Presbit\u00e9rio, porque o Presbit\u00e9rio nasce do Semin\u00e1rio e, por sua vez, o Semin\u00e1rio precisa de ter no seu Presbit\u00e9rio e em cada um dos padres que o constituem os necess\u00e1rios promotores das voca\u00e7\u00f5es sacerdotais. De facto, todos os servi\u00e7os diocesanos de promo\u00e7\u00e3o das voca\u00e7\u00f5es sacerdotais, desde o Pr\u00e9-Semin\u00e1rio e o Semin\u00e1rio Menor, at\u00e9 ao Semin\u00e1rio Maior, passando pelos grupos de ora\u00e7\u00e3o em favor das mesmas voca\u00e7\u00f5es, que estamos a promover e a incentivar atrav\u00e9s das par\u00f3quias e dos arciprestados, n\u00e3o poder\u00e3o ter sucesso, se actuarem \u00e0 margem do nosso empenhamento como padres e como presbit\u00e9rio.  Da concelebra\u00e7\u00e3o de hoje faz tamb\u00e9m parte a b\u00ean\u00e7\u00e3o dos Santos \u00d3leos, que est\u00e3o profundamente ligados \u00e0 miss\u00e3o de santificar para a qual estamos mandatados e habilitados pelo Sacramento da Ordem. Assim, com o santo Crisma, v\u00e3o ser ungidos os rec\u00e9m-baptizados e tamb\u00e9m marcados na Confirma\u00e7\u00e3o; ser\u00e3o ungidas as m\u00e3os dos presb\u00edteros rec\u00e9m-ordenados e a cabe\u00e7a dos bispos; ser\u00e3o igualmente ungidas as Igrejas e os altares na sua Dedica\u00e7\u00e3o. Por sua vez, com o \u00f3leo dos catec\u00famenos ser\u00e3o estes preparados e devidamente dispostos para receberem o Sacramento do Baptismo. Finalmente com o \u00d3leo dos Enfermos e pelo Sacramento dos Doentes ou da Santa Un\u00e7\u00e3o ser\u00e3o estes aliviados na dor, ao mesmo tempo que o seu sofrimento encontra o sentido que lhe d\u00e1 sobretudo a Paix\u00e3o e a Morte de Cristo, no Mist\u00e9rio Pascal.  2. Ouvimos a Palavra de Deus que acaba de ser proclamada nesta assembleia celebrante. Nela \u00e9-nos hoje apresentado, de modo particular, o ungido ou Messias que todo o Povo esperava. Uma apresenta\u00e7\u00e3o que \u00e9 feita pelo pr\u00f3prio, servindo-se do texto b\u00edblico de Isa\u00edas, que tamb\u00e9m escut\u00e1mos. \u201cO Esp\u00edrito do Senhor est\u00e1 sobre mim, porque Ele me ungiu para anunciar a Boa Nova aos pobres\u201d. Ao ver nesta passagem b\u00edblica o an\u00fancio antecipado da Sua Pessoa, Jesus apresenta-se como sendo o Ungido ou Messias; e a Sua Un\u00e7\u00e3o \u00e9 o pr\u00f3prio Esp\u00edrito Santo que est\u00e1 sobre Ele. Como n\u00f3s sabemos, a verdadeira un\u00e7\u00e3o que marca tamb\u00e9m e indelevelmente todo o basptizado no momento do seu Baptismo, assim como a un\u00e7\u00e3o indel\u00e9vel com que n\u00f3s padres fomos marcados no dia da nossa Ordena\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se fica pelo \u00d3leo do Crisma com que fomos marcados pelo Bispo celebrante. A verdadeira un\u00e7\u00e3o \u00e9 o dom do Esp\u00edrito Santo, que permanece sobre n\u00f3s como aconteceu com Jesus Cristo, no cumprtimento da Miss\u00e3o que o Pai lhe confiou. E \u00e9 o Esp\u00edrito Santo \u2013 disso estamos convencidos \u2013 que, em cada momento, orienta e fortalece os nossos passos de padres e de Presbit\u00e9rio para cumprimento da miss\u00e3o que nos foi confiada. Ora, essa miss\u00e3o \u00e9 a mesma miss\u00e3o evangelizadora de Jesus Cristo, que o Evangelho de hoje, baseado na referida passagem de Isa\u00edas, identifica como sendo \u201canunciar a Boa-Nova aos pobres\u201d, \u201cproclamar a reden\u00e7\u00e3o\u201d, \u201crestituir a liberdade aos prisioneiros\u201d, \u201cproclamar o ano da Gra\u00e7a do Senhor\u201d. Sendo assim, a Palavra de Deus convida-nos hoje, como Padres e como Presbit\u00e9rio, prolongando no tempo a miss\u00e3o do pr\u00f3prio Ungido do Senhor, que \u00e9 o Messias, o Cristo, a aprofundar a miss\u00e3o evangelizadora para que estamos mandatados. Miss\u00e3o que temos de saber traduzir na pr\u00e1tica da Nova Evangeliza\u00e7\u00e3o, tendo em conta a realidade pastoral e tamb\u00e9m social da Diocese que nos est\u00e1 confiada enquanto Presbit\u00e9rio. A nossa F\u00e9 diz-nos que a Pessoa de Cristo, Cabe\u00e7a e \u00fanicio Bom Pastor da Sua Igreja, continua vivo e presente no meio de n\u00f3s, acompanha-nos e motiva-nos para o bom desempenho da miss\u00e3o que nos foi confiada no Baptismo e na Ordena\u00e7\u00e3o Sacerdotal. Ele \u00e9 a testemunha fiel, o primog\u00e9nito dos mortos, o Senhor do mundo ou pr\u00edncipe dos reis da terra, como lhe chama o Apocalipse. Ele \u00e9 o alfa e o \u00f3mega, Aquele que \u00e9 que era e que h\u00e1-de vir. Porque nunca estamos sozinhos, mas nos sabemos sempre acompanhados por Ele, o \u00fanico sacerdote e inspirador do servi\u00e7o sacerdotal que nos \u00e9 pedido para prestarmos \u00e0 Igreja e por ela ao pr\u00f3prio mundo, desejamos agora recordar tamb\u00e9m as suas confortadoras palavras dirigidas aos primeiros disc\u00edpulos \u2013 \u201cN\u00e3o temais\u201d.  3. Queremos sentir-nos hoje tamb\u00e9m os destinat\u00e1rios deste \u201cn\u00e3o temais\u201d do pr\u00f3prio Cristo dirigido a cada um de n\u00f3s, ao nosso Presbit\u00e9rio e \u00e0 nossa Diocese. Esse conforto queremos que n\u00e3o implique a recusa da consci\u00eancia que precisqamos de ter quanto \u00e0s dificuldades do processo evangelizador. E h\u00e1 dificuldades novas, pr\u00f3prias dos tempos de hoje, que temos de saber identificar bem para depois em conjunto e como Presbit\u00e9rio podermos super\u00e1-las. Por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 tanto sobre essas dificuldades que hoje desejo reflectir convosco, mas principalmente sobre as nossas formas de estar em Presbit\u00e9rio e de actuar em presbit\u00e9rio, das quais dependem, em larga escala, os resultados do nosso trabalho pastoral, na condu\u00e7\u00e3o da Diocese que nos est\u00e1 confiada. E a primeira coisa que nos \u00e9 pedida \u00e9 que sejamos, de facto, Presbit\u00e9rio; Presbit\u00e9rio definido como sendo uma Fraternidade Sacramental e uma comunh\u00e3o de Presb\u00edteros. Esta comunh\u00e3o de presb\u00edteros n\u00e3o pode ser determinada s\u00f3 por raz\u00f5es pragm\u00e1ticas, porque ela define a nossa identidade. Mas precisa de sinais, a que podemos chamar tamb\u00e9m estruturas de comunh\u00e3o. E s\u00e3o estruturas de comunh\u00e3o aquelas que ajudam e motivam a nossa espiritualidade sacerdotal, como os retiros e as recolec\u00e7\u00f5es que costumamos programar e calendarizar; o mesmo se diga das propostas de forma\u00e7\u00e3o, que nos s\u00e3o feitas dentro do princ\u00edpio consensual de que a forma\u00e7\u00e3o permanente faz parte integrante do exerc\u00edcio do nosso Minist\u00e9rio. Ora, n\u00f3s damos conta tamb\u00e9m de que a a nossa ac\u00e7\u00e3o passtoral \u00e9 tanto mais gratificante quanto mais for realizada na comunh\u00e3o presbiteral bem articulada com outros servi\u00e7os eclesiais, principalmente aqueles que contam com o compromisso dos leigos. Da\u00ed a import\u00e2ncia crescente que t\u00eam de desempenhar na nossa ac\u00e7\u00e3o pastoral de presb\u00edteros quer os arciprestados, quer as zonas pastorais, mas tamb\u00e9m outros conjuntos par\u00f3quias ou mesmo de movimentos e servi\u00e7os pastorais com afinidade entre si. Por isso, a recomenda\u00e7\u00e3o que nos \u00e9 insistentemente feita de que entre os padres deve haver sempre alguma forma de vida comum tem tamb\u00e9m aqui a sua aplica\u00e7\u00e3o. Promover a comunh\u00e3o org\u00e2nica de minist\u00e9rios e servi\u00e7os eclesiais pertence ao essencial da nossa miss\u00e3o. Para essas finalidade procuramos motivar os leigos, ajudando-os no discernimento das suas capacidades e carismas e na prepara\u00e7\u00e3o para o seu exerc\u00edcio, nos diferentes servi\u00e7os eclesiais. A prop\u00f3sito do empenhamento dos nossos leigos na pastoral, devo dizer que encontrei na nossa Diocese algumas centenas deles, com prepara\u00e7\u00e3o doutrinal significativa, a avaliar pelo n\u00famero dos que ferquentaram a nossa Escola de Leigos, mas quando vou pelas par\u00f3quias ou me encontro com os ditintos movimentos e servi\u00e7os pastorais da Diocese n\u00e3o os vejo sempre a desempenhar as fun\u00e7\u00f5es para que se prepararam. Como presb\u00edteros e como presbit\u00e9rio, sinto que n\u00e3o podemos ignorar esta realidade e precisamos de nos perguntar porque \u00e9 que isto est\u00e1 a acontecer e que caminhos novos \u00e9 necess\u00e1rio abrir para sermos uma diocese onde h\u00e1 lugar para todos, dentro da comunh\u00e3o org\u00e2nica de servi\u00e7os e minist\u00e9rios eclesiais que desejamos promover.  Aos leigos, religiosos e di\u00e1conos presentes nesta Assembleia e por eles a toda a Diocese desejo neste momenmto dizer, em nome de todo o nosso presbit\u00e9rio, que estamos dispostos a percorrer decididamente estes caminhos de verdadeira comunh\u00e3o em Igreja e queremos pedir qaue nos ajudem com as suas sugest\u00f5es e propostas. Devo dizer que o nosso Conselho Pastoral Diocesano deu ultimamente algumas sugest\u00f5es nesse sentido, as quais merecem toda a nossa aten\u00e7\u00e3o e acolhimento.  Convido-vos agora a voltar a nossa aten\u00e7\u00e3o para a responsabilidade que temos, como padres e como presbit\u00e9rio na promo\u00e7\u00e3o das voca\u00e7\u00f5es sacerdotais. Dissemos que o Presbit\u00e9rio \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o da Diocese, como o Semin\u00e1rio \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o do Presbit\u00e9rio. Hoje \u00e9, por isso mesmo, dia de lembrar tamb\u00e9m os nossos semin\u00e1rios e o nosso Pr\u00e9-Semin\u00e1rio, para os quais pedimos a b\u00ean\u00e7\u00e3o de Deus e aos quais queremos garantir a nossa sincera solidariedade. Pois sabemos que embora a voca\u00e7\u00e3o seja chamamentro directo e pessoal de Cristo, esse chamamento pode ser muito ajudado pelo nosso estilo de vida sacerdotal. \u00c9 por isso que o factor n\u00famero um da pastoral das voca\u00e7\u00f5es sacerdotais \u00e9 a nossa vida de sacerdotes e a nossa dedica\u00e7\u00e3o ao Minist\u00e9rio. Quantos de n\u00f3s, ao revisitarmos a nossa hist\u00f3ria pessoal n\u00e3o descobrimos a m\u00e3o mais ou menos discreta do nosso prior ou de outtro sacerdote das nossas rela\u00e7\u00f5es que nos atrairam e entusiasmaram pelo caminho do Minist\u00e9rio. Mas chegar\u00e1 o momento em que o sil\u00eancio da nossa vida sacerdotal n\u00e3o chega e \u00e9 preciso passarmos ao convite directo. O Senhor pede-nos, de facto, tamb\u00e9m este importante servi\u00e7o \u00e0 promo\u00e7\u00e3o dass voca\u00e7\u00f5es sacedotais, convencidos de que os semin\u00e1rios e o pr\u00e9-semin\u00e1rio nunca nos poder\u00e3o substituir, nesta ac\u00e7\u00e3o que \u00e9 nossa e de mais ningu\u00e9m.  4. Hoje damos especiais gra\u00e7as a Deus pelos sacerdotes do nosso Presbit\u00e9drio que durante este ano de 2008 cumprem 25 anos, 50 anos e 60 anos de exerc\u00edcio do Minist\u00e9rio Sacerdotal. Louvemos o Senhor pelos bens extraordin\u00e1rios que por eles passaram, no exerc\u00edcio do seu minist\u00e9rio sacerdotal , para a Igreja e por ela para a sociedade em geral. Assim, levantemos, nesta hora, para o C\u00e9u o nosso hino de ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as pelo dom do Minist\u00e9rrio Sacerdotal, h\u00e1 25 anos, aos Reverendos Padres do nosso Presbit\u00e9rio Ant\u00f3nio das Fonseca Coelho e Jos\u00e9 Manuel Cec\u00edlio Pereira. Ambos foram ordenados pelo Sr. D. Ant\u00f3nio dos Santos, no ano de 1983, o primeiro em 31 de Mar\u00e7o e o segundo em 29 de Outubro. O Reverendo Padre Coelho, depois de ordenado, fez o seu percurso pastoral, at\u00e9 agora, exercendo entre outras as seguintes fun\u00e7\u00f5es: membro da equipa formadora do Semin\u00e1rio do Fund\u00e3o, estudos na Universidade Pontif\u00edcia de Salamanca para a licenciatura em teologia dogm\u00e1tica, professor no Semin\u00e1rio Maior de Guarda e agora no Instituto Superior de Teologia, Director Espiritual do mesmo Semin\u00e1rio Maior, P\u00e1roco de S. Miguel da Guarda e outras par\u00f3quias lim\u00edtrofes, P\u00e1roco e arcipreste do Rochoso, delegado ao Conselho Presbiteral. O Reverendo Padre Jos\u00e9 Manuel, que se ordenou ligado \u00e0 Congrega\u00e7\u00e3o dos Mission\u00e1rios de S. Jo\u00e3o Baptista, com sede em Gouveia, serviu o Semin\u00e1rio de Gouveia durante 9 anos e a partir do ano de 1992 presta servi\u00e7o na Diocese das For\u00e7as Armadas e de Seguran\u00e7a. No seu percurso acad\u00e9mico conta com a licenciatura em Teologia e um mestrado em Ci\u00eancias da Educa\u00e7\u00e3o. Est\u00e1 encardinado na nossa Diocese desde Janeiro \u00faltimo. Louvemos tamb\u00e9m o Senhor pelos dois sacerdotes do nosso Presbit\u00e9rio que cumprem este ano as suas bodas de ouro sacerdotais. S\u00e3o eles os Reverendos Padres Augusto Ruivo de Carvalho e Jos\u00e9 J\u00falio Esteves Pinheiro. Ambos foram ordenados pelo Sr. D. Domingos da Silva Gon\u00e7alves, o primeiro em 30 de Mar\u00e7o e o segundo em 20 de Julho. O Reverendo Padre Augusto, para quem imploramos, neste momento, o al\u00edvio e as melhoras na doen\u00e7a que o ret\u00e9m em sua casa, at\u00e9 agora, desempenhou as fun\u00e7\u00f5es de P\u00e1roco sempre no arciprestado de Alpedrinha, em v\u00e1rias par\u00f3quias, incluindo aquela de onde \u00e9 natural, a Par\u00f3quia de Soalheira. Foi tamb\u00e9m delegado ao Conselho Presbiteral e professor de Educa\u00e7\u00e3o Moral e Religiosa Cat\u00f3lica. O Reverendo Padre Jos\u00e9 J\u00falio at\u00e9 agora trabalhou na pastoral paroquial como coadjutor nas par\u00f3quias da Concei\u00e7\u00e3o, na Covilh\u00e3 e Sabugal. A partir de 1985 foi assistente dos emigrantes em Fran\u00e7a. Agora continua a dar colabora\u00e7\u00e3o a v\u00e1rios p\u00e1rocos pela Diocese e \u00e9 o delegado diocesano para a pastoral da cultura. No seu percurso acad\u00e9mico, onde se destaca o grau de doutoramento, foi professor em v\u00e1rias escolas, nomeadamente na Universidade Cat\u00f3lica e no IPG. A nossa ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as \u00e9 tamb\u00e9m pelos 2 sacerdotes do nosso Presbit\u00e9rio que este ano cumprem 60 anos de vida sacerdotal e que s\u00e3o os Reverendos Padres Ant\u00f3nio Lu\u00eds Nunes e Jos\u00e9 Agostinho Moita. O Reverendo Padre Ant\u00f3nio Lu\u00eds ordenou-se em Agosto de 1948 ligado \u00e0 Sociedade Mission\u00e1ria da Boa Nova, cujos Semin\u00e1rios frequentou. Encardinou-se na nossa Diocese em 1950. At\u00e9 agora foi p\u00e1roco de v\u00e1rias par\u00f3quias nos arciprestados de Figueira de Castelo Rodrigo, Almeida e Pinhel, onde continua com fun\u00e7\u00f5es de capel\u00e3o na Santa Casa da Miseric\u00f3rdia local. Monsenhor Jos\u00e9 Agostinho Moita, desde a sua Ordena\u00e7\u00e3o Sacerdotal, tamb\u00e9m em Agosto de 1948, desempenhou fun\u00e7\u00f5es de ec\u00f3nomo no Semin\u00e1rio Maior da nossa Diocese e, desde 1961, a sua ac\u00e7\u00e3o pastoral esteve ligada \u00e0s For\u00e7as Armadas, onde foi Vig\u00e1rio Geral Castrense.  Desejamos, como Presbit\u00e9rio e em nome de toda a nossa Diocese, felicitar vivamente estes irm\u00e3so sacerdotes pelo percurso que j\u00e1 fizeram at\u00e9 agora no exerc\u00edcio do Minist\u00e9rio e pedir para eles as maiores b\u00ean\u00e7\u00e3os do C\u00e9u. Juntamemte com eles felicitamos as suas fam\u00edlias e todas as comunidade e fi\u00e9is que at\u00e9 agora receberam os dons de Deus atrav\u00e9s deles e do Minist\u00e9rio que lhes foi confiado. Que a sua vida sacerdotal seja semente de novas voca\u00e7\u00f5es. <i> +Manuel R. Fel\u00edcio, B. da Guarda.   <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. Reunimo-nos em Presbit\u00e9rio, nesta manh\u00e3 de Quinta-Feira Santa, principalmente para testemunharmos e celebrarmos a nossa comunh\u00e3o presbiteral e para louvarmos o Senhor pelas maravilhas que Ele j\u00e1 realizou e continua a realizar atrav\u00e9s do Minist\u00e9rio Ordenado que nos confiou. Somos, de facto, o Presbit\u00e9rio ao qual est\u00e1 entregue o encargo de velar pela condu\u00e7\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[168,193,199,206,268,276,314],"class_list":["post-30899","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-diocese-da-guarda","tag-educacao","tag-espiritualidade","tag-familia","tag-nova-evangelizacao","tag-pastoral-da-cultura","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30899","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30899"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30899\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30899"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30899"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30899"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}