{"id":30862,"date":"2008-03-21T17:08:37","date_gmt":"2008-03-21T17:08:37","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/03\/21\/homilia-do-bispo-de-aveiro-na-missa-crismal\/"},"modified":"2008-03-21T17:08:37","modified_gmt":"2008-03-21T17:08:37","slug":"homilia-do-bispo-de-aveiro-na-missa-crismal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-de-aveiro-na-missa-crismal\/","title":{"rendered":"Homilia do Bispo de Aveiro na Missa Crismal"},"content":{"rendered":"<p>Viver e celebrar a alegria da voca\u00e7\u00e3o e da fidelidade <!--more--> 1. \u201cMestre onde moras?\u201d (Jo 1, 38), perguntavam os que mais tarde haviam de ser seus disc\u00edpulos. \u201cVinde e vede\u201d (Jo 1, 39), respondera Jesus.  Esse di\u00e1logo, iniciado h\u00e1 2000 anos, continua nos dias de hoje. Continua no cora\u00e7\u00e3o de cada um de n\u00f3s padres e na alegria de sermos Presbit\u00e9rio, hoje reunido nesta Igreja &#8211; M\u00e3e da Diocese. Aproxima-se a celebra\u00e7\u00e3o da P\u00e1scoa. A Missa Crismal celebrada na manh\u00e3 de Quinta-Feira Santa, no limiar do Tr\u00edduo Pascal, afirma a nossa unidade e exprime a nossa comunh\u00e3o como \u201csacerdotes do Senhor\u201d e \u201cministros do nosso Deus\u201d (Is. 61,8). Na consagra\u00e7\u00e3o do \u00f3leo do Crisma e na b\u00ean\u00e7\u00e3o do \u00f3leo  dos Catec\u00famenos e dos Enfermos sentimos que tamb\u00e9m  n\u00f3s , ungidos do Senhor, somos enviados \u201ca anunciar a Boa Nova e a proclamar um ano de gra\u00e7a por parte do Senhor\u201d (Is. 61, 3). Sa\u00fado-vos, irm\u00e3os sacerdotes, com as palavras de afecto, de dedica\u00e7\u00e3o e de gratid\u00e3o com que S. Paulo iniciava as cartas dirigidas a Tim\u00f3teo, seu disc\u00edpulo fidel\u00edssimo e colaborador inexced\u00edvel nas lides do Evangelho: \u201ca gra\u00e7a, a alegria e a paz que nos v\u00eam de Deus por Cristo Jesus estejam contigo\u201d (1Tim 1, 2 e 2Tim 1, 1).  Alargo este sentimento fraterno \u00e0s vossas fam\u00edlias e \u00e0s comunidades a quem servis no minist\u00e9rio e de quem cuidais pastoralmente como se de verdadeiras fam\u00edlias se tratasse.  Foi nesse espa\u00e7o concreto que recebemos a vida e a f\u00e9 e \u00e9 nesse contexto pr\u00f3prio que somos chamados a viver e a celebrar a alegria da voca\u00e7\u00e3o e da fidelidade. N\u00e3o podemos distrair o olhar das nossas ra\u00edzes da vida, da f\u00e9 e da voca\u00e7\u00e3o. A\u00ed se sustentam com for\u00e7a inabal\u00e1vel, capaz de vencer sobressaltos e dificuldades, as raz\u00f5es da nossa fidelidade e da nossa alegria.  2. Regressemos, por isso, ao lugar origin\u00e1rio no qual Cristo instituiu o sacerd\u00f3cio da nova alian\u00e7a, continuando no mundo de forma perene, em cada Eucaristia celebrada e em cada vida sacerdotal dada ao seu povo, o memorial vivo da sua paix\u00e3o, morte e ressurrei\u00e7\u00e3o. \u201cO cen\u00e1culo permanece na hist\u00f3ria do nosso sacerd\u00f3cio como o lugar fundador de um minist\u00e9rio que fascina e que envolve. No cen\u00e1culo, o tempo parou por alguns instantes\u201d (D. Rino Fisichella \u2013 V Simp\u00f3sio do Clero, p\u00e1g. 41) O imperativo de Jesus: \u201cFazei isto em mem\u00f3ria de Mim\u201d torna-nos contempor\u00e2neos seus, porque a eucaristia ser\u00e1 sempre a origem, o centro e a meta de toda a vida sacerdotal. Nesta vida e nesta voca\u00e7\u00e3o, com origem mas sem ocaso, encontra o sacerdote as raz\u00f5es da sua alegria e da sua fidelidade, sabendo que \u00e9 sempre envolta em mist\u00e9rio toda a sua vida e feito de despojamento, muitas vezes her\u00f3ico, o seu caminho de doa\u00e7\u00e3o.   O mundo olha-nos com alguma surpresa, a estranha surpresa sentida diante de quem \u00e9 chamado a ser testemunha e dispensador de uma vida diferente da terrena.  Mas o mundo olha-nos igualmente com uma imensa gratid\u00e3o quando nos sente modelados pela ora\u00e7\u00e3o e pela palavra de Deus e portadores de um an\u00fancio esclarecido, acolhedor, fraterno e misericordioso da boa nova da salva\u00e7\u00e3o. \u00c9 este mesmo mundo que nos procura na \u00e2nsia de quem o ajude a descobrir sinais de orienta\u00e7\u00e3o para o sentido da vida, para a busca de felicidade e de bem-aventuran\u00e7a, para gestos de comunh\u00e3o e de fraternidade e para o servi\u00e7o generoso e solid\u00e1rio dos pobres e dos que sofrem. Mas a efic\u00e1cia da resposta que de n\u00f3s espera o mundo est\u00e1 em Cristo, do mesmo modo que em Cristo reside o segredo da voca\u00e7\u00e3o, da fidelidade e da alegria do sacerdote. Sabemo-nos \u201chomens do mist\u00e9rio\u201d, mist\u00e9rio sempre subjacente \u00e0 pergunta inicial: \u201cMestre, onde moras?\u201d Mist\u00e9rio continuado em cada gesto, em cada palavra, em cada passo dado, em cada sacramento celebrado, em cada obra constru\u00edda, em cada prece rezada. Mist\u00e9rio, por excel\u00eancia, celebrado e vivido no p\u00e3o e no vinho que pelas nossas palavras se tornam Corpo e Sangue Senhor.  Se perd\u00eassemos esta consci\u00eancia do mist\u00e9rio que nos habita, tornar-se-iam sem sentido a nossa vida e o nosso minist\u00e9rio.  3. Ao centrar esta reflex\u00e3o, neste dia t\u00e3o significativo para todo o presbit\u00e9rio diocesano, na \u201calegria da voca\u00e7\u00e3o e da fidelidade\u201d e ao convidar-vos, irm\u00e3os sacerdotes, a renovardes  comigo as promessas feitas no dia da nossa ordena\u00e7\u00e3o, eu quero dar gra\u00e7as a Deus pela Igreja e pelo presbit\u00e9rio que somos. Os caminhos j\u00e1 andados, os momentos havidos de encontro, de di\u00e1logo e de partilha, a disponibilidade para a miss\u00e3o sempre encontrada, o peso da responsabilidade pastoral irm\u00e3mente por todos repartido, a alegria vivida nas visitas pastorais realizadas e as iniciativas pastorais concretizadas s\u00e3o raz\u00f5es abundantes deste hino de louvor a Deus, convosco e por v\u00f3s. A alegria de um presbit\u00e9rio em comunh\u00e3o manifesta-se hoje com particular encanto ao saudarmos os sacerdotes em jubileu sacerdotal: Padre Manuel Ant\u00f3nio Fernandes, o decano do nosso clero, que neste ano celebra o 75\u00ba anivers\u00e1rio de sacerd\u00f3cio e  Padre Am\u00e9rico Pires Dias que celebra 50 anos de sacerd\u00f3cio. Unimo-nos igualmente em ora\u00e7\u00e3o insistente e em solicitude fraterna a D. Manuel de Almeida Trindade, aos onze sacerdotes e ao di\u00e1cono, doentes, sem esquecer as pessoas que dedicadamente deles cuidam, as fam\u00edlias em que se acolhem ou as institui\u00e7\u00f5es que os recebem. \u00c9 pensando neles e em todos n\u00f3s que desejo dirigir \u00e0 Diocese, uma Nota Pastoral, com data de hoje, a anunciar a Casa Sacerdotal e quero ser membro da Fraternidade do Clero, sublinhando o valor desta iniciativa e da sua miss\u00e3o. Foram muitos os sacerdotes que o Senhor chamou a si ao longo deste ano. S\u00f3 Deus conhece a falta que nos fazem, como trabalhadores incans\u00e1veis que foram desta messe t\u00e3o vasta. Na Bem-aventuran\u00e7a dos eleitos n\u00e3o nos faltar\u00e3o com a sua b\u00ean\u00e7\u00e3o. Associamo-los \u00e0 mem\u00f3ria sagrada dos primeiros bispos desta diocese: D. Jo\u00e3o Evangelista de Lima Vidal e D. Domingos da Apresenta\u00e7\u00e3o Fernandes e recordando os seus nomes prometemos nunca esquecer o bem que deles a Igreja de Aveiro recebeu: Padres Artur Tavares de Almeida, Jo\u00e3o Paulo de Jesus Capela, Domingos Jos\u00e9 Rebelo dos Santos, Manuel Rodrigues Teixeira das Neves e Manuel Sim\u00f5es da Silva. Lembro, com afecto e dedica\u00e7\u00e3o, car\u00edssimos padres, os pais, m\u00e3es e familiares vossos que j\u00e1 partiram rumo \u00e0 bem-aventuran\u00e7a e rezo por quantos se encontram doentes. Os nossos pais e as nossas m\u00e3es s\u00e3o o solo sagrado da nossa entrega e da nossa fidelidade e parte integrante da fam\u00edlia de todos n\u00f3s.  4. \u00c9 a partir  deste terreno, sempre fecundo da ora\u00e7\u00e3o confiante e da gratid\u00e3o permanente, que o nosso olhar se volta para o horizonte do futuro que nos dar\u00e1, espero em Deus, em cada ano que se aproxima, novos sacerdotes. Penso em v\u00f3s, di\u00e1cono, seminaristas maiores e jovens em Pr\u00e9-Semin\u00e1rio, que estais tamb\u00e9m connosco, nesta Missa Crismal, para que a mensagem e a beleza da liturgia vos ajudem a ouvir a voz do Senhor que  vos chama a fazer parte deste presbit\u00e9rio. Ao sentir o dinamismo da pastoral juvenil e vocacional,  da pastoral universit\u00e1ria, da pastoral familiar, da catequese e da e da educa\u00e7\u00e3o crist\u00e3 aos seus diferentes n\u00edveis, da presen\u00e7a da Igreja nas Escolas, de todos os restantes sectores da ac\u00e7\u00e3o pastoral, ao constatar o interesse manifestado pelos movimentos apost\u00f3licos e o acolhimento dado nas comunidades crist\u00e3s \u00e0 prioridade vocacional que propus \u00e0 diocese e ao aperceber-me do trabalho estruturado do Semin\u00e1rio e do Pr\u00e9-Semin\u00e1rio, estou certo de que esta \u00e9 uma hora de b\u00ean\u00e7\u00e3o. Todos sabemos que Cristo continua a chamar disc\u00edpulos a tempo inteiro e de cora\u00e7\u00e3o livre e pleno, para viverem o minist\u00e9rio presbiteral, na simplicidade e na alegria da comunh\u00e3o, que j\u00e1 hoje aqui experimentamos. Que o exemplo de voca\u00e7\u00e3o, de fidelidade e de santidade de quem vive a alegria de ser padre se fa\u00e7a est\u00edmulo, incentivo e alento para quem agora inicia o caminho no rumo desse horizonte.  Nunca esquecemos que \u00e9 Cristo que chama, que convoca, que atrai, que seduz e que converte. Mas n\u00e3o ignoramos tamb\u00e9m que somos chamados a esta media\u00e7\u00e3o de voca\u00e7\u00e3o com o nosso testemunho de pastores, sacramentos de Cristo, o Bom Pastor.  5. Das comunidades crist\u00e3s da nossa diocese, das comunidades religiosas, dos di\u00e1conos, dos consagrados e dos leigos espero o testemunho de comunh\u00e3o fraterna com os presb\u00edteros e de ora\u00e7\u00e3o intensa pelas voca\u00e7\u00f5es, na certeza de que \u201cnos campos espiritualmente trabalhados h\u00e3o-de florescer as voca\u00e7\u00f5es\u201d (Bento XVI).  6. Deixai-me recordar um belo poema do Cardeal Carlo Martini, ao evocar os momentos do Tabor em que os disc\u00edpulos fizeram esta exper\u00eancia \u00fanica de proximidade com Jesus, o Filho de Deus. A mensagem deste poema ilumina o campo de ac\u00e7\u00e3o pastoral que nos propusemos cumprir, na nossa Diocese de Aveiro, ao longo deste ano: o servi\u00e7o aos mais pobres. \u201cFaz, Senhor, que sempre eu saiba recordar-me de Ti e da p\u00e1tria \u00e0 qual me dirijo onde tudo o que \u00e9 humano surge t\u00e3o pequenino mas onde t\u00e3o grande se revela o abra\u00e7o do teu amor!  E faz com que, ao recordar-me de Ti, tamb\u00e9m saiba recordar-me dos muitos rostos amados e de todos os outros, indiferentes ou desconhecidos, para compreender que ningu\u00e9m \u00e9 estranho para Ti e que o valor infinito de cada pessoa humana est\u00e1 neste amor eterno que a envolve  Mas queres, Senhor que eu regresse do Tabor ao pequeno-grande mundo onde ergueste a Tua e a minha tenda: queres que eu habite na aldeia, na vila ou na cidade e partilhe a vida em comunh\u00e3o  Comunicar contigo Senhor  Traz-me ao cora\u00e7\u00e3o a urg\u00eancia De comunicar com os irm\u00e3os Meus companheiros de caminhada   Ao chegar de t\u00e3o longe  Parece-me que os olho Com nova simpatia; \u00c9 como se a luz dos teus olhos Me fizesse capaz De reconhecer em tudo A marca do teu amor. Vamos regressar ao mundo da nossa miss\u00e3o de sacerdotes, com o olhar novo de quem viu o Transfigurado do Tabor, de quem se sentiu pr\u00f3ximo do Mestre na mesa da \u00daltima Ceia, de quem acompanhou de perto o Inocente suspenso na Cruz, de quem encontrou o Ressuscitado na manh\u00e3 da P\u00e1scoa. Acompanha-nos nesta proximidade com Jesus e neste regresso \u00e0 miss\u00e3o, a M\u00e3e de Jesus, a nossa M\u00e3e. Ela est\u00e1 sempre connosco com o desvelo de todas horas e com a presen\u00e7a pr\u00f3xima e terna de todos os momentos.  No nascer de cada manh\u00e3 de vida e de minist\u00e9rio consagramo-nos e confiamo-nos \u00e0 M\u00e3e de Jesus. No reclinar de cada tarde imploramos-lhe b\u00ean\u00e7\u00e3o e protec\u00e7\u00e3o, com o belo c\u00e2ntico do Magnificat.  \u201cEla tudo pode, \u00e9 M\u00e3e de Deus. Ela tudo deve, \u00e9 nossa M\u00e3e\u201d.  Ant\u00f3nio Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Viver e celebrar a alegria da voca\u00e7\u00e3o e da fidelidade<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,127,170,193,206,246,275,280,283,294],"class_list":["post-30862","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-catequese","tag-diocese-de-aveiro","tag-educacao","tag-familia","tag-liturgia","tag-pascoa","tag-pastoral-juvenil","tag-pastoral-universitaria","tag-sacramentos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30862","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30862"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30862\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30862"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30862"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30862"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}