{"id":30842,"date":"2008-03-20T15:57:49","date_gmt":"2008-03-20T15:57:49","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/03\/20\/reanimar-o-dom-sacerdotal\/"},"modified":"2008-03-20T15:57:49","modified_gmt":"2008-03-20T15:57:49","slug":"reanimar-o-dom-sacerdotal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/reanimar-o-dom-sacerdotal\/","title":{"rendered":"Reanimar o dom Sacerdotal"},"content":{"rendered":"<p>Nesta missa crismal, momento de significado especial para o presbit\u00e9rio, n\u00e3o posso alhear-me do dinamismo do Programa Pastoral que tem vindo a vitalizar o nosso minist\u00e9rio. N\u00e3o trabalhamos uma tarefa estranha. Tamb\u00e9m aos sacerdotes \u00e9 solicitado que interpretem a sua vida \u00e0 luz do paradigma do \u201cdom\u201d. Nesta perspectiva, e querendo colocar o presbit\u00e9rio em ambiente preparat\u00f3rio do Ano Paulino que se aproxima, quero fazer minhas as palavras a Tim\u00f3teo: \u201cExorto-te a que reanimes o dom de Deus que est\u00e1 em ti\u201d (2 Tim 1, 6). Sim, as caracter\u00edsticas hodiernas reclamam dos sacerdotes esta reconsidera\u00e7\u00e3o do sacerd\u00f3cio como d\u00e1diva para, numa experi\u00eancia renovada de ora\u00e7\u00e3o e empenho, dar alma e encanto ao exerc\u00edcio do mesmo sacerd\u00f3cio. J\u00e1 Isa\u00edas, na primeira leitura, nos recordava \u201cSereis chamados sacerdotes do Senhor e tereis o nome de ministros do nosso Deus\u201d (Is 61, 3) e isso porque \u201cO Esp\u00edrito do Senhor est\u00e1 sobre mim\u201d (Is 61, 1). Eloquente \u00e9, tamb\u00e9m, quando a carta a Tim\u00f3teo: \u201cN\u00e3o descuides o dom espiritual que recebestes e que te foi concedido por uma interven\u00e7\u00e3o prof\u00e9tica, com a imposi\u00e7\u00e3o das m\u00e3os dos presb\u00edteros. Atende a estas coisas e ocupa-te nelas com todo o empenho, a fim de que o teu aproveitamento seja manifesto a todos. Cuida de ti mesmo e do teu ensino; insiste nestas coisas, porque, fazendo isto, salvar-te-\u00e1s a ti mesmo e aos outros que te escutam\u201d (1Tim 4, 14-26). Hoje, nesta Igreja m\u00e3e do nosso Sacerd\u00f3cio deixo o apelo: acolhamos o dom do sacerd\u00f3cio como novidade permanente, uma vez que Deus faz novas todas as coisas (cf. Ap 21, 5), e  mostremos esta continua novidade atrav\u00e9s duma pujan\u00e7a alegre e duma beleza capaz de encantrar quem beneficia do nosso servi\u00e7o.  \u201cReanimar o dom\u201d consiste, por parte de cada um, numa dupla atitude. <b>1 \u2013 Contemplar o \u201cdom\u201d sacerdotal<\/b> Em primeiro lugar, imp\u00f5e-se que deixemos que seja Deus a reanimar o Seu pr\u00f3prio dom, ou se quisermos, \u201ca libertar toda a extraordin\u00e1ria riqueza de gra\u00e7a e responsabilidade que nele est\u00e1 encerrada\u201d. Corremos sempre o risco de nos habituarmos, perdendo quanto o infinito amor de Deus nos quer proporcionar. Isto est\u00e1 a recordar-nos que o sacerd\u00f3cio sem ora\u00e7\u00e3o \u00e9 encargo imposs\u00edvel de abordar. N\u00e3o precisamos de clericalismos para reconhecer a preciosidade do tesouro que levamos no barro das nossas exist\u00eancias. Importa, por\u00e9m, encontrar espa\u00e7os para o contemplar fugindo \u00e0 azafama do trabalho apost\u00f3lico. Necessitamos, por isso, de dar qualidade \u00e0 vida tornando as eucaristias verdadeiramente vividas por n\u00f3s e para n\u00f3s, n\u00e3o esquecendo o Of\u00edcio Divino como um acto eminentemente eclesial em favor e em nome da Igreja que pertence \u00e0s responsabilidades ministeriais do ordenado e que est\u00e1 para al\u00e9m da piedade pessoal. O sacramento da reconcilia\u00e7\u00e3o como imperativo de consci\u00eancia, o retiro anual como necessidade sentida e n\u00e3o s\u00f3 imposta, momentos de ora\u00e7\u00e3o e Lectio divina como experi\u00eancias consistentes do nosso ser sacerdotal.   Car\u00edssimos sacerdotes, precisamos de muita coisa. S\u00f3 o caminho da ora\u00e7\u00e3o retempera as nossas canseiras, ultrapassa os nossos des\u00e2nimos e imprime o ritmo adequado ao minist\u00e9rio. O povo que servimos necessita de Sacerdotes onde a dimens\u00e3o contemplativa \u00e9 garantia da qualidade do servi\u00e7o que prestamos. <b>2 \u2013 Mudar o estilo da pastoral<\/b> Em segundo lugar, o dom deve ser comunicado e partilhado. N\u00e3o nos foi doado para nos tornarmos propriet\u00e1rios. Foi-nos concedido em fun\u00e7\u00e3o dum Povo que Deus amou em primeiro lugar e nos chamou para que tornemos presente o mesmo amor. Esta manifesta\u00e7\u00e3o do amor de Deus a que chamamos pastoral foi, ao longo dos s\u00e9culos, estruturada dum modo determinado que pautou muita dedica\u00e7\u00e3o sacerdotal. Mas vivemos uma mudan\u00e7a cultural que nos obriga a n\u00e3o ter medo de mudar. N\u00e3o podemos permanecer em dinamismos que parecem gastos e que j\u00e1 n\u00e3o convencem ningu\u00e9m. Sabemos que o obrigat\u00f3rio e a mentalidade dos direitos do padre j\u00e1 passaram. Hoje valemos por aquilo que oferecemos como dom, numa permanente criatividade que n\u00e3o se compadece da rotina ou do resignar-se a comunidades constitu\u00eddas sempre pelas mesmas pessoas e, sem desconsiderar nenhum Filho de Deus, por amantes de tradi\u00e7\u00f5es que s\u00f3 os satisfazem a eles. A mudan\u00e7a tem muitas nuances. Precisamos de partir e de permanecer nos locais onde se desenrola o nosso minist\u00e9rio. Isa\u00edas dizia na primeira leitura: \u201cO Senhor me ungiu e me enviou&#8230; a levar o \u00f3leo da alegria em vez do trajo do luto\u201d e Cristo proclamou no Evangelho: \u201cCumpriu-se hoje mesmo esta passagem da Escritura que acabais de ouvir\u201d (Lc 4, 16-21). 2.1 &#8211; N\u00e3o podemos permanecer nas nossas casas ou nos nossos templos. Come\u00e7a a ser necess\u00e1rio uma pastoral da itiner\u00e2ncia. A vida mudou e tem outros dinamismos. \u00c9 mais f\u00e1cil ficar \u00e0 espera e repetir discursos. Urge percorrer os caminhos novos dum novo mundo, ouvir as dan\u00e7as e gritos e oferecer um resposta condicente e repleta dum amor de Cristo que se fez homem e se identificou com todas as quest\u00f5es humanas e a cada uma oferecia uma resposta. Esta altera\u00e7\u00e3o de comportamento pastoral, caracterizado pela aten\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as, nunca pode contentar-se com respostas feitas, superficiais ou afastadas do magist\u00e9rio e da Palavra de Deus. Ser fiel ao dom recebido d\u00e1 trabalho e este \u00e9 \u00e1rduo e  nunca est\u00e1 realizado. Precisamos, por isso, de acreditar na urg\u00eancia duma Forma\u00e7\u00e3o Permanente, interpretada como responsabilidade de \u201clevar o \u00f3leo da alegria em vez do trajo do luto\u201d ao povo que nos est\u00e1 confiado. S\u00f3 uma forma\u00e7\u00e3o consistente permitir\u00e1 que experimentemos a alegria e que sejamos \u2013 n\u00f3s e as comunidades \u2013 causa de alegria e nunca factor de depress\u00e3o. 2.2 \u2013 Partir ao encontro dos novos problemas com respostas novas, sup\u00f5e que paremos de modo que o povo que amamos saiba onde nos encontrar. Precisamos de dedicar tempo \u00e0 escuta, serena e confiante, de quem nos procura muitas vezes carregados de dramas pesados. Nesta perspectiva permiti que use palavras do Papa Jo\u00e3o Paulo II para, consciente de que outros momentos s\u00e3o necess\u00e1rios, recordar algo que \u00e9 espec\u00edfico do Sacerdote: \u201c\u00c9 meu desejo pedir aos sacerdotes de todo o mundo: dedicai-vos, mesmo se \u00e0 custa de sacrifico, \u00e0 Administra\u00e7\u00e3o do Sacramento da Reconcilia\u00e7\u00e3o, e tende a certeza de que ele, mais e melhor do que qualquer perspic\u00e1cia humana, t\u00e9cnica psicol\u00f3gica ou expediente did\u00e1tico e sociol\u00f3gico, forma as consci\u00eancias crist\u00e3s; no sacramento da penit\u00eancia quem actua, de facto, \u00e9 Deus, rico em Miseric\u00f3rdia\u201d.  \u201cQuero, pois, exortar afectuosamente todos os sacerdotes a reservar na hierarquia das suas tarefas um papel privilegiado ao servi\u00e7o silencioso e humanamente sempre gratificante, da confiss\u00e3o\u201d. (RP 24). Neste dedicar-se ao Sacramento da Reconcilia\u00e7\u00e3o, fazei-o de harmonia, agora pe\u00e7o-vos eu, com a doutrina da Igreja no que diz respeito \u00e0 confiss\u00e3o e absolvi\u00e7\u00e3o individual, sem desconsiderar a import\u00e2ncia e necessidade duma prepara\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de celebra\u00e7\u00f5es penitenciais. <b>3 \u2013 A quest\u00e3o da verdadeira identidade Sacerdotal<\/b> Car\u00edssimos sacerdotes, a hist\u00f3ria, no passado, mostrou-nos um conflito de interesses de \u00edndole nacionalista, ideol\u00f3gico, cultural, etc. Hoje assistimos a um conflito de identidades e toca-nos o dever e a honra de interpretar a nossa identidade como diferen\u00e7a pela fidelidade a Cristo. Por Cristo, temos de reconhecer que criamos ou herdamos modelos comportamentais, \u00e0 base do obrigat\u00f3rio e dum autoritarismo, que j\u00e1 n\u00e3o incidem na sociedade nem realizam ideais de solidariedade e de reciprocidade. Hoje necessitamos de criar pontes de amizade e simpatia com o mundo em vez de ideologias ou sistemas de contraposi\u00e7\u00e3o e alternativa. Queremos e devemos ser de Deus e, por isso, n\u00e3o podemos usar Deus contra os homens, atitude geradora da repulsa de Deus para salvar o homem (Nietzche). Pelo contr\u00e1rio, sendo de Deus agimos convencidos de que a gl\u00f3ria de Deus \u00e9 o homem vivo (Origenes) e tudo, mesmo tudo, sacrificamos para tornar o homem feliz. Neste servi\u00e7o ao homem nunca nos esquecemos de que somos \u00absacerdotes do Senhor\u00bb, \u00abministros do nosso Deus\u00bb. E sacerdote ou ministro, \u00e9 aquele que, em primeiro lugar, reconhece e acolhe a boa nova libertadora como dom gratuito de Deus e nunca como conquista sua. A verdade do seu ser, reside em anunciar algo que lhe \u00e9 dado e confiado e nunca enquanto dono ou capaz de grandes conhecimentos. A idolatria de si e dos seus projectos \u00e9 o pecado primordial que qualquer ministro de Deus tem que superar, sempre de novo. Caso contr\u00e1rio \u00e9 apenas ministro de si mesmo, ou seja, n\u00e3o \u00e9 ministro mas a pr\u00f3pria incarna\u00e7\u00e3o da mentira. Seria bom recordar as palavras do saudoso Jo\u00e3o Paulo I, num discurso aos presb\u00edteros da diocese de Roma, onde afirma que o desejo de muitos bons fieis \u00e9 reconhecer o sacerdote, que deles se ocupa, habitualmente unido a Deus de modo que respondam como um advogado que visitou o Cura D&#8217;Ars a quem perguntaram: \u201cQue viu em Ars?\u201d. \u201cVi a Deus num homem\u201d. Greg\u00f3rio Magno, na sua Regra Pastoral, recomenda que o pastor de almas dialogue com Deus sem esquecer os homens e dialogue com os homens sem esquecer a Deus. E recomenda: \u201cevite o pastor a tenta\u00e7\u00e3o de querer ser amado pelos fi\u00e9is em vez de o ser por Deus, ou de ser demasiado fraco por temor de perder o afecto dos homens; n\u00e3o se exponha \u00e0 reprova\u00e7\u00e3o divina: Ai daqueles que aplicam almofadas a todos os cotovelos (Ez 13,8). O Pastor \u2013 conclui \u2013 deve pelo contr\u00e1rio procurar que o amem, mas com o fim de se fazer ouvir, n\u00e3o para servir-se deste afecto para utilidade pr\u00f3pria\u201d (Cfr. Regula Pastoralis, 1, II, c. VIII)\u201d. Homem do dom da vida toda e sem reservas, possu\u00eddo pelo Dom que livremente acolheu, que alegremente se oferece ao povo de Deus, em gestos de novidade, na vida pessoal e pastoral, na fidelidade \u00e0 Palavra e \u00e0 Igreja, eis o Padre que o nosso povo necessita e merece. Antes de concluir desculpai que vos confesse que acolho o Programa: Fam\u00edlia dom e compromisso, como mensagem pessoal. Tem muitos \u00e2mbitos. Olho para o Presbit\u00e9rio como Fam\u00edlia e quero, neste dia, dar gra\u00e7as a Deus pelo dom que cada um de v\u00f3s \u00e9 para mim e, com simplicidade e verdade de cora\u00e7\u00e3o, pe\u00e7o perd\u00e3o \u2013 a v\u00f3s e a todos os sacerdotes \u2013 por nem sempre testemunhar um compromisso de unidade, ou seja, de identifica\u00e7\u00e3o com a vida de todos e cada um, nos seus momentos de alegrias e tristezas. Sei que acreditais na minha vontade. Pe\u00e7o, por isso, que me ajudeis, nestes tempos conturbados, com a vossa correc\u00e7\u00e3o fraterna e solicita colabora\u00e7\u00e3o, a tornar a Arquidiocese uma verdadeira fam\u00edlia com um s\u00f3 cora\u00e7\u00e3o e uma s\u00f3 alma. <b>Neste esp\u00edrito iremos recordar:<\/b> Sacerdotes Ordenados em 2007:  1 \u2013 P.e Albino Fernando Trist\u00e3o Meireles, Administrador Paroquial de Chorense, Cib\u00f5es, Brufe e Gondoriz, Terras de Bouro. 2 &#8211; P.e Carlos Eug\u00e9nio Pinheiro de Ara\u00fajo, P\u00e1roco in solidum das par\u00f3quia de Espor\u00f5es, Arcos, Guizande, Priscos e Tadim, Braga. Sacerdotes em celebra\u00e7\u00e3o das Bodas de Prata:  1 &#8211; C\u00f3n. Jos\u00e9 Paulo Leite de Abreu, Director do Instituto de Hist\u00f3ria e Arte Crist\u00e3, Director do Gabinete de actividades culturais, Director do Museu Diocesano Pio XII e Medina. Vig\u00e1rio Geral e Moderador da C\u00faria Arquidiocesana. 2 &#8211; P.e Albano Sousa Nogueira,  P\u00e1roco Aboim, S. Bento de Pedra\u00eddo e Santa Comba de Fornelos. Capel\u00e3o do Santu\u00e1rio da Irmandade de N\u00aa Sr\u00aa das Neves, na Lagoa, Fafe. 3 &#8211; P.e Ant\u00f3nio S\u00edlvio Couto da Silva, A prestar servi\u00e7o na Diocese de Set\u00fabal, na par\u00f3quia de \tSesimbra. 4 &#8211; P.e Jo\u00e3o Manuel Marinho Teixeira da Silva,  P\u00e1roco de Ronfe, Guimar\u00e3es. 5 &#8211; P.e Jos\u00e9 Lu\u00eds dos Santos Matos, P\u00e1roco de Gondar, Guimar\u00e3es. 6 &#8211; P.e Jos\u00e9 Manuel Ferreira Ledo, P\u00e1roco de Belinho, Esposende. Sacerdotes em celebra\u00e7\u00e3o das Bodas de Ouro:  1 &#8211; P.e Ad\u00e9lio Ferreira da Silva Loureiro, P\u00e1roco de Parada e Junqueira, Vila do Conde. 2 &#8211; P.e Adriano Marques Teixeira, Capel\u00e3o das Irm\u00e3s do Col\u00e9gio Teresiano, Braga. 3 &#8211; P.e Ant\u00f3nio da Costa Pereira, a viver em Del\u00e3es, V.N. Famalic\u00e3o. 4 &#8211; C\u00f3n. Ant\u00f3nio da Silva Macedo, Membro da Comiss\u00e3o de Arte Sacra; Adjunto do Director dos Museus e Arquivo Diocesano; Assistente do Conselho Central das Confer\u00eancias Vicentinas. 5 &#8211; P.e Ant\u00f3nio Pereira Lopes,  P\u00e1roco de Serzedelo e Calvos,  Arcipreste de P\u00f3voa de Lanhoso para o quinqu\u00e9nio 2004\/2008. 6 &#8211; P.e Aur\u00e9lio Lopes Ferreira, P\u00e1roco de Silveiros e Monte Farl\u00e3es, Barcelos. 7 &#8211; P.e Domingos Sim\u00f5es de Abreu,  P\u00e1roco de Lemenhe e Mouquim, V.N. Famalic\u00e3o. 8 &#8211; P.e Hil\u00e1rio Oliveira da Silva, P\u00e1roco de S. Louren\u00e7o de Selho, Guimar\u00e3es. 9 &#8211; P.e Jo\u00e3o Alves de Oliveira, P\u00e1roco de Coucieiro, Ponte e Valbom, Vila Verde.  10 &#8211; P.e Jo\u00e3o Ribeiro, P\u00e1roco de Souto (Santa Maria) e Souto (Divino Salvador), Guimar\u00e3es. 11 &#8211; P.e Jos\u00e9 de Sousa Marques, a viver em S. Martinho do Vale. 12 &#8211; P.e Jos\u00e9 Mendes Rodrigues, a viver em Morreira. 13 &#8211; P.e Jos\u00e9 Vitorino Veloso, Capel\u00e3o do Mosteiro da Visita\u00e7\u00e3o, Maximinos, Braga. 14 &#8211; P.e Manuel da Silva Oliveira, P\u00e1roco de Oleiros, Guimar\u00e3es. 15 &#8211; P.e Manuel dos Santos Reis Lima, a viver em Alvar\u00e3es, Viana do Castelo. 16 &#8211; P.e Manuel Oliveira Miranda, P\u00e1roco de Tamel (S. Ver\u00edssimo), Barcelos. 17 &#8211; P.e Manuel Soares de Magalh\u00e3es, P\u00e1roco de Requi\u00e3o e Seide (S. Miguel), V. N. Famalic\u00e3o 18 &#8211; Mons. Adelino de Sousa Lopes, a trabalhar na Diocese de Sete Lagoas, Brasil. 19 &#8211; P.e Ant\u00f3nio de Ara\u00fajo Cunha, a trabalhar no Canad\u00e1. Sacerdotes Falecidos:  1 &#8211; P.e Am\u00e9rico Augusto de Sousa Martins, falecido a 03.11.2007 (\u00faltimo servi\u00e7o: p\u00e1roco de Friande, P\u00f3voa de Lanhoso). 2 &#8211; P.e Armando da Costa, falecido a 19.04.2007 (\u00faltimo servi\u00e7o: p\u00e1roco de S. Miguel do Monte e Queimadela, Fafe). 3 &#8211; P.e Bento de Almeida Soares de Ara\u00fajo, falecido a 09.05.2007 (\u00faltimo servi\u00e7o: p\u00e1roco de \tCabanelas, Vila Verde). 4 &#8211; Mons. Henrique Os\u00f3rio de Figueiredo, falecido a 24.04.2007 (\u00faltimo servi\u00e7o: Reitor do Bom Jesus do Monte, Braga). 5 &#8211; P.e Manuel Barbosa Pereira de Castro, falecido a 10.10.2007(\u00faltimo servi\u00e7o: Assistente adjunto do Movimento Cruzados de F\u00e1tima e Director Espiritual do Semin\u00e1rio de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o). 6 &#8211; P.e Manuel Gomes Fernandes, falecido a 23.10.2007 (\u00faltimo servi\u00e7o: Vig\u00e1rio Paroquial de S. Jo\u00e3o Baptista de Vila do Conde). 7 &#8211; P.e Manuel Silva Gon\u00e7alves da Fonte, falecido a 25.11.2007 (\u00faltimo servi\u00e7o: Administrador Paroquial de Beiriz, P\u00f3voa de Varzim; Assistente do C.N.E.; professor de E.M.R.C. e Capel\u00e3o do Hospital da P\u00f3voa de Varzim). 8 &#8211; P.e Rodrigo Leite de Oliveira, falecido a 06.03.2008 (\u00faltimo servi\u00e7o: P\u00e1roco de S. Pedro \tde Este \u2013 Braga). Renovemos, agora, as promessas sacerdotais conscientes de quanto o Esp\u00edrito espera de cada um, agradecendo a Deus pelas maravilhas realizadas em n\u00f3s em favor do Seu Povo. Maria est\u00e1 connosco a solicitar qualidade ao Sim a Deus e \u00e0 humanidade. <I>S\u00e9 Catedral \u2013 Quinta-feira Santa \u2013 2008 D. Jorge Ortiga, A. P.<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta missa crismal, momento de significado especial para o presbit\u00e9rio, n\u00e3o posso alhear-me do dinamismo do Programa Pastoral que tem vindo a vitalizar o nosso minist\u00e9rio. N\u00e3o trabalhamos uma tarefa estranha. Tamb\u00e9m aos sacerdotes \u00e9 solicitado que interpretem a sua vida \u00e0 luz do paradigma do \u201cdom\u201d. Nesta perspectiva, e querendo colocar o presbit\u00e9rio em [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[113,119,122,172,181,182,206,207,237,314],"class_list":["post-30842","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-ano-paulino","tag-arte-sacra","tag-brasil","tag-diocese-de-braga","tag-diocese-de-setubal","tag-diocese-de-viana-do-castelo","tag-familia","tag-fatima","tag-joao-paulo-ii","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30842","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30842"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30842\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30842"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30842"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30842"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}