{"id":30838,"date":"2008-03-20T11:17:47","date_gmt":"2008-03-20T11:17:47","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/03\/20\/pascoa-a-festa-do-povo-sacerdotal\/"},"modified":"2008-03-20T11:17:47","modified_gmt":"2008-03-20T11:17:47","slug":"pascoa-a-festa-do-povo-sacerdotal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/pascoa-a-festa-do-povo-sacerdotal\/","title":{"rendered":"P\u00e1scoa, a Festa do Povo Sacerdotal"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 a ilus\u00e3o que o futuro do homem \u00abest\u00e1 exclusivamente nas suas m\u00e3os\u00bb &#8211; lamentou o Patriarca de Lisboa <!--more--> P\u00e1scoa, a Festa do Povo Sacerdotal 1. No quadro das celebra\u00e7\u00f5es pascais esta \u00e9, de modo especial, a Festa da Igreja, Povo Sacerdotal. Um Povo que o Senhor escolheu, que gerou no seu sangue, guia como Bom Pastor, renova e faz crescer com a gra\u00e7a da P\u00e1scoa, continuamente actualizada pela for\u00e7a do Esp\u00edrito Santo. Celebramos, hoje, essa poderosa ac\u00e7\u00e3o da gra\u00e7a de Cristo ressuscitado e dos meios sacramentais, instrumentos da sua ac\u00e7\u00e3o eficaz na Igreja. Um dos mais graves erros da cultura contempor\u00e2nea, marcada por uma vis\u00e3o do homem considerado auto-suficiente na sua auto-realiza\u00e7\u00e3o, \u00e9 minimizar ou mesmo negar a necessidade que o homem tem da for\u00e7a de Deus para se realizar a si mesmo, na ilus\u00e3o de que o futuro do homem est\u00e1, exclusivamente, nas suas m\u00e3os, fruto do seu poder e engenho. Este demasiado optimismo humano pode penetrar na Igreja e nos crit\u00e9rios da ac\u00e7\u00e3o pastoral, como se o crescimento do Reino de Deus, da Igreja como novo Povo de Deus, dependesse, sobretudo, da nossa ac\u00e7\u00e3o humana, esquecendo o que o Senhor disse aos disc\u00edpulos: \u201cSem Mim nada podereis\u201d. Conceber a nossa ac\u00e7\u00e3o pastoral a partir desta convic\u00e7\u00e3o, significa necessariamente conceber a nossa ac\u00e7\u00e3o humana como caminho da ac\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito de Deus, e dar primazia aos meios sacramentais da gra\u00e7a, que hoje se nos imp\u00f5em com a for\u00e7a da Ac\u00e7\u00e3o Lit\u00fargica. 2. Esta for\u00e7a criadora da P\u00e1scoa exprime a plenitude do poder sacerdotal de Jesus, morto e ressuscitado. Em Cristo toda a interven\u00e7\u00e3o de Deus na hist\u00f3ria concentra-se no Seu poder sacerdotal, que Ele exerce na Igreja atrav\u00e9s da for\u00e7a do Seu Esp\u00edrito que lhe comunica. O Esp\u00edrito em ac\u00e7\u00e3o \u00e9 o Esp\u00edrito de Cristo ressuscitado. Por isso, o Senhor \u00e9 o \u00fanico Sacerdote, porque basta a Sua capacidade de media\u00e7\u00e3o entre Deus e os homens, e \u00e9 o Sacerdote definitivo, porque a media\u00e7\u00e3o que realiza \u00e9 tamb\u00e9m entre o tempo e a eternidade, entre a Igreja peregrina e a Igreja escatol\u00f3gica. A ac\u00e7\u00e3o de Cristo ressuscitado na Igreja, atrav\u00e9s do Esp\u00edrito, \u00e9 t\u00e3o forte e decisiva, que a une a Si, a faz participar da Sua plenitude sacerdotal, a identifica com Ele e com a Sua ac\u00e7\u00e3o, tornando-a sacramento da Sua media\u00e7\u00e3o salv\u00edfica para toda a humanidade. A maior dignidade dos crist\u00e3os \u00e9 serem membros desse Povo Sacerdotal, unidos a Jesus Cristo sumo e eterno Sacerdote. Essa dignidade fora anunciada e prometida pelo profeta Isa\u00edas no texto que escut\u00e1mos h\u00e1 pouco: \u201cV\u00f3s sereis chamados sacerdotes do Senhor e tereis o nome de ministros do nosso Deus\u201d (Is. 61,6). Por isso, o Apocalipse pode proclamar essa promessa realizada, pondo em realce o mist\u00e9rio da Igreja: \u201c\u00c0quele que nos ama e pelo Seu sangue nos libertou do pecado e fez de n\u00f3s um reino de sacerdotes para Deus, Seu Pai, a Ele a gl\u00f3ria e o poder pelos s\u00e9culos dos s\u00e9culos\u201d (Apc. 1,6). A Igreja \u00e9 o fruto e a manifesta\u00e7\u00e3o expl\u00edcita da fecundidade sacerdotal de Cristo. Ele \u00e9 a cabe\u00e7a do Povo Sacerdotal. E para que este Povo seja sacerdotal, na express\u00e3o viva da sua f\u00e9, Cristo exerce continuamente essa primazia. Por isso, ele constitui Ap\u00f3stolos, sacerdotes porque membros do Povo Sacerdotal, sacerdotes porque exercem, na pessoa de Cristo, o Seu poder sacerdotal em favor de todo o Povo. \u00c9 uma interac\u00e7\u00e3o entre Cristo e a Igreja: n\u00e3o h\u00e1 Povo Sacerdotal sem a ac\u00e7\u00e3o cont\u00ednua de Cristo, Sumo Sacerdote, atrav\u00e9s do sacerd\u00f3cio apost\u00f3lico, a que chamamos sacerd\u00f3cio ministerial; nem este tem sentido sem ser na Igreja e para a Igreja. Esta, na sua qualidade de Povo Sacerdotal, \u00e9 o lugar da converg\u00eancia e da sintonia entre o sacerd\u00f3cio de todos os fi\u00e9is e o sacerd\u00f3cio ministerial em que alguns fi\u00e9is foram investidos, para servi\u00e7o de Jesus Cristo e bem de toda a Igreja. Neste dia em que tradicionalmente lembramos, de modo particular, os sacerdotes, devemos faz\u00ea-lo evocando todo o Povo Sacerdotal, pois o sacerd\u00f3cio ministerial \u00e9, apenas, mais uma express\u00e3o da dignidade sacerdotal a que foi elevada toda a Igreja ao identificar-se com Cristo Sacerdote. 3. As celebra\u00e7\u00f5es pascais fazem-nos tomar consci\u00eancia das express\u00f5es deste sacerd\u00f3cio do Povo de Deus, com a media\u00e7\u00e3o do sacerd\u00f3cio ministerial, antes de mais, a Eucaristia. A paix\u00e3o, morte e ressurrei\u00e7\u00e3o s\u00e3o a grande express\u00e3o do sacerd\u00f3cio de Cristo. A\u00ed Ele foi sacerdote e v\u00edtima do sacrif\u00edcio oferecido, oferente e oferta, louvor perfeito da humanidade devido a Deus nosso criador. Esta oferta de Cristo tornou-se perene, porque a Igreja pode oferecer, com Cristo, como Cristo Se oferece. Na Eucaristia, exprime-se plenamente o Cristo redentor: precisou de nos redimir, para com Ele podermos oferecer o Seu pr\u00f3prio sacrif\u00edcio, actualizado por n\u00f3s, na nossa dor, no nosso ardor pelo Reino de Deus, na nossa solidariedade e compaix\u00e3o por todos os homens. A Eucaristia \u00e9 a express\u00e3o decisiva do Povo Sacerdotal: nela, a Igreja une-se ao seu Senhor, descobre-O sempre de novo como seu Pastor e Redentor. Porque oferece o mesmo sacrif\u00edcio, identifica-se com Ele, torna-se o Seu corpo. Bento XVI afirma, citando Santo Agostinho: \u201cO p\u00e3o que vedes sobre o altar, santificado com a Palavra de Deus, \u00e9 o Corpo de Cristo. O c\u00e1lice, ou melhor, aquilo que o c\u00e1lice cont\u00e9m, santificado com as palavras de Deus, \u00e9 Sangue de Cristo. Com estes (sinais), Cristo Senhor quis confiar-nos o seu Corpo e o seu Sangue, que derramou por n\u00f3s para a remiss\u00e3o dos pecados. Se os receberdes bem, v\u00f3s mesmos sois aquele que recebestes. Assim, tornamo-nos n\u00e3o apenas crist\u00e3os, mas o pr\u00f3prio Cristo\u201d . Na Eucaristia, o Povo Sacerdotal vive a s\u00edntese e percebe a diferen\u00e7a na complementaridade entre o sacerd\u00f3cio ministerial e a qualidade sacerdotal de toda a Igreja. Para n\u00f3s sacerdotes, ela define o nosso minist\u00e9rio e proclama a nossa exig\u00eancia de santidade e de fidelidade a Jesus Cristo de quem somos ministros e que tornamos presente na Sua oferta sacrificial e de louvor, e com a qual partilhamos o dom do p\u00e3o repartido. Aprender a celebrar a Eucaristia, guiar, como pastor, todo o povo para celebrar cada vez melhor e identificar a nossa vida com Cristo, que tornamos presente, \u00e9 desafio de toda a nossa vida. 4. Esta qualidade sacerdotal da Igreja exprime-se, depois, na celebra\u00e7\u00e3o de todos os meios de gra\u00e7a, sacramentos e sacramentais, instrumentos da ac\u00e7\u00e3o santificadora do Esp\u00edrito de Cristo. O Povo Sacerdotal nasce, cresce, descobre a vida nova, caminha para a plenitude da P\u00e1tria Celeste, celebrando estes sinais sacramentais, que brotam da P\u00e1scoa de Jesus. Como esta celebra\u00e7\u00e3o de hoje nos mostra, todos conduzem \u00e0 Eucaristia, marcam o ritmo de um caminho de santidade e mant\u00eam viva a esperan\u00e7a da gl\u00f3ria celeste. Ao celebr\u00e1-los, acreditamos e afirmamos que a Igreja \u00e9 obra do Esp\u00edrito de Cristo e n\u00e3o apenas da nossa capacidade humana. Sobretudo n\u00f3s, os sacerdotes, n\u00e3o podemos cair nessa confus\u00e3o de considerarmos a efic\u00e1cia do nosso minist\u00e9rio fruto das nossas ac\u00e7\u00f5es humanas. Nunca esque\u00e7amos a palavra do Senhor: \u201cSem Mim nada podeis fazer\u201d. A primeira destas realidades sacramentais \u00e9 a Palavra de Deus, que nos pode fazer entrar na intimidade de Deus, escutando o Seu Verbo eterno. \u00c9 importante o minist\u00e9rio do sacerdote conduzindo as pessoas e as comunidades nessa escuta da Palavra, que \u00e9 pr\u00e9via \u00e0 celebra\u00e7\u00e3o de todos os sacramentos e sacramentais. Isso exige de n\u00f3s que vivamos da Palavra, que a escutemos com empenho e com f\u00e9, que nunca a anunciemos sem a ter escutado pessoalmente, que nunca a substituamos pela nossa simples palavra humana. Se escutarmos acuradamente a Palavra, n\u00e3o s\u00f3 presidiremos bem a todos os sacramentos, mas conduziremos todo o Povo Sacerdotal a descobrir a grandeza e a dignidade de os poder celebrar e, atrav\u00e9s deles, se identificar mais profundamente com Cristo, Seu Senhor. 5. \u00c9 por isso que na celebra\u00e7\u00e3o da P\u00e1scoa a Palavra \u00e9 rainha; com a efic\u00e1cia do Verbo criador, realiza eficazmente a salva\u00e7\u00e3o que anuncia, de modo particular os sacramentos da inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3: o Baptismo, a Confirma\u00e7\u00e3o, a Eucaristia. Chamamos-lhe de inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3, porque realizam a consagra\u00e7\u00e3o e a identifica\u00e7\u00e3o com Cristo, ponto de partida permanente da fidelidade crist\u00e3. Eles afirmam a Eucaristia como a plenitude de todos os dons, de toda a ac\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito; para ela convergem, os dons de Deus e o nosso esfor\u00e7o de fidelidade na busca da salva\u00e7\u00e3o. A Eucaristia \u00e9 a plenitude da inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3 . A nossa Diocese tem vindo, h\u00e1 v\u00e1rios meses, a preparar um documento que nos ajude a repor a nossa ac\u00e7\u00e3o pastoral nesta perspectiva sobrenatural da edifica\u00e7\u00e3o da Igreja, atrav\u00e9s dos sacramentos e come\u00e7\u00e1mos, exactamente, pela inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3. Ao longo dos s\u00e9culos, nas diversas adapta\u00e7\u00f5es pastorais, nem sempre se salvaguardou esta centralidade dos sacramentos da inicia\u00e7\u00e3o, que preparam e encaminham para a Eucaristia. H\u00e1 um longo caminho a realizar, de catequese, de esclarecimento dos fi\u00e9is, mas com a firmeza da verdade e orientados pelo Magist\u00e9rio da Igreja, expresso quer nos preceitos can\u00f3nicos, quer nas orienta\u00e7\u00f5es lit\u00fargicas. Todos sabemos que isto depende muito dos sacerdotes, da sua obedi\u00eancia pastoral, da humildade de n\u00e3o impor a sua maneira de ver, tantas vezes pragm\u00e1tica, \u00e0 orienta\u00e7\u00e3o da Igreja. Todos em conjunto, em presbit\u00e9rio, do mesmo modo que procuramos o melhor caminho, havemos de, todos unidos, percorr\u00ea-lo, na certeza de que s\u00f3 assim seremos dignos ministros de Jesus Cristo, para bem de todo o Povo Sacerdotal. <i>S\u00e9 Patriarcal, 20 de Mar\u00e7o de 2008 D. JOS\u00c9 POLICARPO, Cardeal-Patriarca de Lisboa<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 a ilus\u00e3o que o futuro do homem \u00abest\u00e1 exclusivamente nas suas m\u00e3os\u00bb &#8211; lamentou o Patriarca de Lisboa<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,127,275,294,314],"class_list":["post-30838","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-catequese","tag-pascoa","tag-sacramentos","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30838","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30838"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30838\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30838"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30838"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30838"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}