{"id":308117,"date":"2023-12-21T09:43:21","date_gmt":"2023-12-21T09:43:21","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=308117"},"modified":"2023-12-20T16:45:48","modified_gmt":"2023-12-20T16:45:48","slug":"o-nome-do-menino-e-aroma-que-se-expande-cf-ct-13","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/o-nome-do-menino-e-aroma-que-se-expande-cf-ct-13\/","title":{"rendered":"O nome do Menino \u00e9 aroma que se expande! (cf. Ct 1,3)"},"content":{"rendered":"<p><em>Padre Ant\u00f3nio Henrique, Diocese de Viseu<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-268332 alignright\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu-980x653.jpg 980w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu-480x320.jpg 480w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/>O nascimento est\u00e1 quase a acontecer! Quanta alegria! Quantas d\u00favidas e quantos medos! Quanta esperan\u00e7a e quanta luz! Quem e o que vir\u00e1 a ser esta crian\u00e7a? Este poderia, muito bem, ser o esp\u00edrito de uma fam\u00edlia \u00e0 espera de um filho. Por entre toda a inquieta\u00e7\u00e3o feliz, h\u00e1 algo de muito importante que n\u00e3o pode ficar esquecido: o nome! Que nome dar ao beb\u00e9? \u00c9 muita responsabilidade definir o nome que vai acompanhar e identificar algu\u00e9m ao longo da vida; \u00e9 como um \u201ccomplemento\u201d \u00e0 vida gerada!<\/p>\n<p>Normalmente, durante a gravidez, esta \u00e9 uma das miss\u00f5es mais belas e especiais de um pai e uma m\u00e3e; e at\u00e9 dos irm\u00e3os, se os houver! Por vezes, fazem-se listas\u2026com os nomes da \u201cmoda\u201d ou de nomes inspirados nas novelas, no desporto, em artistas, nos familiares; com nomes modernos ou antigos, t\u00edpicos, nacionais ou estrangeiros (alguns destes \u00faltimos, por vezes, nem os av\u00f3s o conseguem pronunciar corretamente!!)! Uff! Uma coisa \u00e9 certa, escolher um nome e atribu\u00ed-lo a uma pessoa \u00e9 uma das primeiras grandes decis\u00f5es e \u00e9 algo muito especial para os pais! Para alguns pode ser uma \u201ctarefa\u201d dif\u00edcil, para outros \u00e9 algo resolvido h\u00e1 muito, outros esperam o nascimento para ver a carinha do beb\u00e9.<\/p>\n<p>No mundo b\u00edblico, por\u00e9m, descobrimos que os modos de conceber e entender o nome a dar a um beb\u00e9 eram bem diferentes do contexto contempor\u00e2neo. A imposi\u00e7\u00e3o do nome, sendo, tamb\u00e9m, muito importante para os antigos, em geral, trazia em si algo acerca da pessoa. Habitualmente, o nome escolhido real\u00e7ava a miss\u00e3o para a qual a pessoa tinha sido chamada, isto \u00e9, exprimia, num sentido din\u00e2mico, a ess\u00eancia da pessoa que o recebia.<\/p>\n<p>Por exemplo, o nome Ad\u00e3o (<em>\u2019adam<\/em> em hebraico) recorda a terra da qual \u00e9 feita, moldada a pessoa (de facto, em hebraico, terra diz-se <em>\u2019adamah<\/em> (cf. Gn 2,7); possuem quase o mesmo som!);Mois\u00e9s \u00e9 um nome de origem eg\u00edpcia (como o nome do fara\u00f3 Ra-<em>mses<\/em>, por exemplo), composto com o verbo hebraico <em>mashah<\/em>, que significa \u201ctirar para fora\u201d \u2013 na verdade, Mois\u00e9s foi \u201ctirado para fora\u201d (salvo) das \u00e1guas (cf. Ex 2,10) e ter\u00e1 como miss\u00e3o \u201ctirar para fora\u201d (salvar) o Povo, do Egito. Outros nomes: Isa\u00edas significa <em>\u201cYhwh salva\u201d<\/em>, Josu\u00e9 significa <em>\u201cYhwh \u00e9 salva\u00e7\u00e3o\u201d<\/em>, <em>Ben-Owni<\/em> significa \u201cfilho da minha dor\u201d, pelas circunst\u00e2ncias em que nasceu e depois <em>Biny\u0101m\u00een<\/em> significa \u201cfilho da minha direita\u201d, (cf. Gn 35,16-18).<\/p>\n<p>\u00c0s portas do Natal, tamb\u00e9m, nos devemos perguntar qual o nome do Menino que est\u00e1 quase a nascer? Ter\u00e3o Maria e Jos\u00e9 pensado nisso? Como foi a escolha do nome? Estas podem parecer perguntas desnecess\u00e1rias dado que j\u00e1 sabemos o nome; mas saberemos o que significa? Qual a sua import\u00e2ncia? Tem este nome impacto na minha vida?<\/p>\n<p>Quando entramos nos Evangelhos da Inf\u00e2ncia (Mt 1\u20132 e Lc 1\u20132) abrem-se-nos as portas do verdadeiro e \u00fanico Natal: o nascimento do Deus Menino, cujo nome \u00e9 b\u00e1lsamo e perfume que preenche toda a casa; luz que dissipa as trevas; alimento que fortalece a vida, brisa que refresca, rem\u00e9dio que abranda as dores da humanidade, porta que se abre para vida etena.<\/p>\n<p>O Evangelho de S\u00e3o Mateus, o primeiro na ordem can\u00f3nica, abre-se com uma esp\u00e9cie de \u201clivro das origens\u201d, conhecido como <em>genealogia<\/em> (Mt 1,1-17): uma longa lista de nomes que nos leva \u00e0s origens e atrav\u00e9s da qual emerge a rela\u00e7\u00e3o particular do Menino que est\u00e1 para nascer com o rei David.<\/p>\n<p>Os \u00faltimos dois nomes dessa longa lista s\u00e3o os de Jos\u00e9 e Maria, respetivamente. A m\u00e3e, Maria, ocupa, mesmo, o \u00faltimo lugar, mas \u00e9, seguramente, uma linhagem nova que ramifica: est\u00e1 gr\u00e1vida, \u00e0 espera de um filho, fruto do Esp\u00edrito Santo (Mt 1,20).<\/p>\n<p>Ap\u00f3s este in\u00edcio cheio de nomes, uns mais conhecidos do que outros, Mateus narra, a partir do ponto de vista de Jos\u00e9 (\u201cAnuncia\u00e7\u00e3o a Jos\u00e9\u201d, Mt 1,18-25), aquilo que no Evangelho de Lucas \u00e9 anunciado pelo anjo \u2013 mensageiro divino \u2013 a Maria (\u201cAnuncia\u00e7\u00e3o a Maria\u201d, Lc 1,26-38). E \u00e9 no contexto destes dois breves relatos, distintos no momento, no modo e nos destinat\u00e1rios [e que nos oferecem tanto, t\u00e3o profundo, t\u00e3o belo e t\u00e3o sublime] que ficamos a saber qual o nome que os pais v\u00e3o dar ao Menino que est\u00e1 para nascer.<\/p>\n<p>Nas as palavras do anjo, em Mateus, Jos\u00e9 recebe uma miss\u00e3o important\u00edssima: a de dar o nome ao Menino; vejamos: <em>\u00abJos\u00e9, filho de David, n\u00e3o temas receber Maria, tua esposa, pois o que nela se gerou \u00e9 fruto do Esp\u00edrito Santo. Ela dar\u00e1 \u00e0 luz um Filho e tu <strong>p\u00f4r-Lhe-\u00e1s o nome de <u>Jesus<\/u><\/strong>, porque Ele salvar\u00e1 o povo dos seus pecados\u00bb. Tudo isto aconteceu para se cumprir o que o Senhor anunciara por meio do Profeta, que diz: \u00abA Virgem conceber\u00e1 e dar\u00e1 \u00e0 luz um Filho, que ser\u00e1 chamado \u2018Emanuel\u2019, que quer dizer \u2018Deus connosco\u2019\u00bb.<\/em> (Mt 1,20-23).<\/p>\n<p>Deste ponto de vista, \u00e9 ainda mais desconcertante o Evangelho de Lucas porque confia a miss\u00e3o de dar o nome ao Menino a uma mulher, a m\u00e3e: <em>\u00abN\u00e3o temas, Maria, porque encontraste gra\u00e7a diante de Deus. Conceber\u00e1s e dar\u00e1s \u00e0 luz um Filho, <strong>a quem por\u00e1s o nome de <u>Jesus<\/u><\/strong>. Ele ser\u00e1 grande e chamar-Se-\u00e1 Filho do Alt\u00edssimo. O Senhor Deus Lhe dar\u00e1 o trono de seu pai David; reinar\u00e1 eternamente sobre a casa de Jacob e o seu reinado n\u00e3o ter\u00e1 fim\u00bb<\/em> (Lc 1,30-33).<\/p>\n<p>Os dois evangelistas concordam no relato; o nome do Menino \u00e9: JESUS! Nome que deriva do aramaico <em>Yeshua<\/em> e que significa, literalmente, \u00abDeus salva\u00bb, \u00abDeus \u00e9 salva\u00e7\u00e3o\u00bb. Se olharmos com aten\u00e7\u00e3o para o texto de Mateus percebemos que dentro do nome Jesus, anunciado pelo anjo e que os pais devem dar ao Menino, est\u00e1 j\u00e1 contida e se resume a Sua miss\u00e3o, ou seja, algo acerca do pr\u00f3prio Menino, o motivo da Sua vinda ao mundo, a arma\u00e7\u00e3o (e alargamento) da Sua tenda no meio de n\u00f3s (cf. Jo 1,14). O Menino chama-se Jesus porque Ele<em> \u00absalvar\u00e1 o povo dos seus pecados\u00bb<\/em>. Jesus nasce, ent\u00e3o, para nos salvar. Jesus \u00e9 o Salvador.<\/p>\n<p>Mas a narrativa de Mateus oferece-nos, ainda, algo mais sobre o mist\u00e9rio deste nascimento, e sobre o significado do nome dado ao beb\u00e9, ao lig\u00e1-lo \u00e0 profecia de Isa\u00edas sobre o nascimento de um filho anunciado \u00e0 jovem esposa do rei de Jud\u00e1, Acaz: <em>\u00abPor isso, o Senhor, por sua conta e risco, vos dar\u00e1 um sinal. Olhai: a jovem est\u00e1 gr\u00e1vida e vai dar \u00e0 luz um filho, e h\u00e1 de p\u00f4r-lhe o nome de Emanuel\u00bb<\/em> (Is 7,14). Mateus diz-nos, assim, que, a Jesus, \u00e9 dado um outro nome: ser\u00e1 chamado, tamb\u00e9m, <em>Emanuel<\/em>, em hebraico <em>\u2018Imman\u00fb\u2019el<\/em>, que significa, \u00abDeus Connosco\u00bb.<\/p>\n<p>Desta forma, atrav\u00e9s do texto do profeta Isa\u00edas, o an\u00fancio do nascimento de Menino em Mateus leva-nos \u00e0 promessa contida no final do seu Evangelho, quando, sobre o Monte, Jesus diz aos Seus disc\u00edpulos: <em>\u00abEu estou sempre convosco<\/em> [<em>\u2018Imman\u00fb\u2019el<\/em>]<em> at\u00e9 ao fim dos tempos\u00bb <\/em>(Mt 28,20). Portanto, podemos dizer, de algum modo, que tamb\u00e9m atrav\u00e9s deste segundo nome, as duas Anuncia\u00e7\u00f5es se unem profundamente, uma vez que o <em>Emanuel<\/em> de Mateus \u00e9 Aquele que cujo <em>\u00abreinado n\u00e3o ter\u00e1 fim\u00bb<\/em>, em Lucas.<\/p>\n<p>O nome Jesus revela-nos, assim, que Deus desce para ficar junto a n\u00f3s, para caminhar connosco (<em>syn-odos<\/em>) e tocar-nos com a Sua Salva\u00e7\u00e3o. Que nome t\u00e3o simples e t\u00e3o belo! Jesus, nome t\u00e3o cheio de gra\u00e7a e inebriante <em>\u00abcomo o aroma de um perfume que se expande\u00bb<\/em> (cf. Ct 1,3) por toda a casa comum e que nos inspira a rezar com o salmista, de modo especial, neste tempo natal\u00edcio: <em>\u00abcomo \u00e9 grande, admir\u00e1vel e glorioso o Teu nome em toda a Terra\u00bb<\/em> (cf. Sl 8,2).<\/p>\n<p>\u00c9 extraordin\u00e1rio pensar que ainda Jesus n\u00e3o tinha nascido e j\u00e1 o anjo dizia aos pais, e aos leitores crentes de cada tempo, a miss\u00e3o do beb\u00e9; que o nome do Menino, que o vai definir e identificar, \u00e9 divino; e que, desde logo, este nome se tornaria numa invoca\u00e7\u00e3o cheia de gra\u00e7a e em fonte de divina salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Eis a for\u00e7a, o valor e o significado do nome de Jesus, apresentados pelos ap\u00f3stolos: <em>\u00ab[J]\u00e1 que hoje somos interrogados sobre um benef\u00edcio feito a um enfermo e sobre o modo como ele foi curado, ficai sabendo todos v\u00f3s e todo o povo de Israel: <strong>\u00c9 em nome de Jesus<\/strong> Nazareno, [\u2026] \u00e9 por Ele que este homem se apresenta curado diante de v\u00f3s. [\u2026] <u>E n\u00e3o h\u00e1 salva\u00e7\u00e3o em nenhum outro<\/u>, pois <strong>n\u00e3o h\u00e1 debaixo do c\u00e9u qualquer outro nome, dado aos homens, que nos possa salvar<\/strong>\u00bb<\/em> (At 4,9-12)<em>.<\/em><\/p>\n<p>Na verdade, s\u00f3 o nome de Jesus \u00e9 a nossa salva\u00e7\u00e3o. S\u00f3 Ele nos pode salvar e nenhum outro, por mais ilus\u00f5es que nos \u201cvendam\u201d. Este \u00e9 o nome que nos deve acompanhar no cora\u00e7\u00e3o. Mas n\u00e3o esque\u00e7amos, ningu\u00e9m pode confessar o nome de Jesus se n\u00e3o for no Esp\u00edrito Santo (cf. 1Cor 12,3).<\/p>\n<p>Se o nome de Deus \u00e9 a Sua presen\u00e7a fiel no meio do Povo, com o nascimento de Jesus, como afirma uma homilia antiga do s\u00e9c. II, <em>\u00abo Nome do Pai \u00e9 o Filho\u00bb<\/em> e, por isso, remetendo-nos de algum modo ao epis\u00f3dio da sar\u00e7a ardente, sobre o nome de Deus que Mois\u00e9s deve dizer aos seus irm\u00e3os, (<em>eheyeh asher eheyeh<\/em>\/<em>\u00abEu Sou Aquele que Sou\u00bb<\/em>, cf. Ex 3,13-15), todas as vezes que Jesus se apresenta com <em>\u00abEu Sou\u00bb<\/em>, no Evangelho de Jo\u00e3o, reconhecemos essa presen\u00e7a cont\u00ednua do Nome de Deus, do Qual, Jesus \u00e9 o rosto vis\u00edvel e ato salv\u00edfico. Pensemos que cada vez que fazemos o sinal da Cruz, com que se invoca o nome do Pai, do Filho e do Esp\u00edrito Santo, sinal simples e potente, Deus est\u00e1 verdadeiramente no meio de n\u00f3s (cf. Mt 18,20).<\/p>\n<p>Por isso, o pr\u00f3prio Jesus, mudar\u00e1 o nome e a vida de Sim\u00e3o, tendo em conta a miss\u00e3o que lhe viria a ser confiada: <em>kai epeth\u0113ken onoma t\u014d Sim\u014dni Petron\/\u00abe imp\u00f4s o nome a Sim\u00e3o, Pedro\u00bb<\/em> (cf. Mc 3,16); bem como, de modo misterioso, a for\u00e7a e a luz do nome de Jesus que se identifica com os que s\u00e3o perseguidos, os \u00faltimos, \u201cmuda\u201d o nome daquele Saulo, que perseguia o nome de Jesus e que depois se passa a chamar Paulo, o grande mission\u00e1rio <em>ad Gentes<\/em> (cf. At 9,4-5).<\/p>\n<p>Tanto assim \u00e9 que, na Carta aos Filipenses, Paulo nos deixa uma passagem fundamental para a vida e espiritualidade crist\u00e3s sobre o nome de Jesus; nome este que recolhe, desde a luz do Natal \u00e0 luz da P\u00e1scoa (cf. Fl 2,6-8), uma for\u00e7a e um sentido t\u00e3o pragm\u00e1tico quanto program\u00e1tico: <em>\u00abPor isso mesmo \u00e9 que Deus o elevou acima de tudo<\/em><em> <strong>e lhe concedeu o nome que est\u00e1 acima de todo o nome<\/strong>, <strong>para que, ao nome de Jesus, se dobrem todos os joelhos, os dos seres que est\u00e3o no c\u00e9u, na terra e debaixo da terra; e toda a l\u00edngua proclame:<\/strong><strong> \u00abJesus Cristo \u00e9 o Senhor!\u00bb, para gl\u00f3ria de Deus Pai\u00bb<\/strong><\/em> (Fl 2,9-11).<\/p>\n<p>Assim, em nome de Jesus, o Deus Menino que nasce para nos salvar, rezemos pelas crian\u00e7as do mundo inteiro, especialmente por aquelas que vivem em ambientes de viol\u00eancia, as que morrem v\u00edtimas da guerra, cujo nome os pais escrevem no corpo para que as possam identificar\u2026 Ele, e s\u00f3 Ele, \u00e9 o Senhor do Natal.<\/p>\n<p>\u00c9 tempo de celebrar o nascimento de Jesus. Num mundo que nos oferece tantos \u201csalvadores\u201d, talvez nos fa\u00e7a bem cantar com alegria, rezar, repetindo com f\u00e9 e confian\u00e7a, esta bela, simples e pequena ora\u00e7\u00e3o que \u00e9 o nome do Menino que est\u00e1 para nascer: Jesus. Digamo-lo desde que acordamos at\u00e9 que nos deitemos; digamo-lo antes, durante e ap\u00f3s qualquer a\u00e7\u00e3o durante o dia, porque \u00e9 Ele que nos acompanha nos caminhos quotidianos da vida.<\/p>\n<p>Crist\u00e3os, alegria que nasceu Jesus, a Virgem Maria no-lo deu \u00e0 luz. Jesus! Jesus! Saudemos Jesus. Jesus! Jesus! Saudemos Jesus. Gravemos o Seu nome no cora\u00e7\u00e3o e nos l\u00e1bios; perfumemos a vida com o nome de Jesus e assim, mais facilmente, ser\u00e1 Natal todos os dias e quando o Homem quiser.<\/p>\n<p>Em nome de Jesus, desejo a todos um Santo e Feliz Natal.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Padre Ant\u00f3nio Henrique, Diocese de Viseu<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":268332,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-308117","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/308117","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=308117"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/308117\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/268332"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=308117"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=308117"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=308117"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}