{"id":307005,"date":"2023-12-11T16:49:38","date_gmt":"2023-12-11T16:49:38","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=307005"},"modified":"2023-12-11T18:01:25","modified_gmt":"2023-12-11T18:01:25","slug":"mensagem-de-natal-do-bispo-de-viana-do-castelo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/mensagem-de-natal-do-bispo-de-viana-do-castelo\/","title":{"rendered":"Mensagem de Natal do Bispo de Viana do Castelo"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_186030\" aria-describedby=\"caption-attachment-186030\" style=\"width: 390px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/joao-lavrador-ecclesia-1_manchete.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-186030 size-medium\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/joao-lavrador-ecclesia-1_manchete-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/joao-lavrador-ecclesia-1_manchete-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/joao-lavrador-ecclesia-1_manchete-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/joao-lavrador-ecclesia-1_manchete-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/joao-lavrador-ecclesia-1_manchete-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/joao-lavrador-ecclesia-1_manchete-1280x853.jpg 1280w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/joao-lavrador-ecclesia-1_manchete-980x653.jpg 980w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/joao-lavrador-ecclesia-1_manchete-480x320.jpg 480w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/joao-lavrador-ecclesia-1_manchete.jpg 1500w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-186030\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Ag\u00eancia ECCLESIA\/MC<\/figcaption><\/figure>\n<p>\u00abE o Verbo fez-se homem e habitou entre n\u00f3s, e n\u00f3s vimos a Sua gl\u00f3ria, gl\u00f3ria que Lhe vem do Pai, como Filho \u00fanico cheio de gra\u00e7a e de verdade\u00bb &#8211; Jo. 1, 14<\/p>\n<p>Seja na prepara\u00e7\u00e3o do Natal seja na sua viv\u00eancia s\u00e3o muitos os desafios que s\u00e3o lan\u00e7ados aos crist\u00e3os, em particular, e \u00e0 humanidade, em geral.<\/p>\n<p>Estamos perante um acontecimento impar na hist\u00f3ria da humanidade. Jesus de Nazar\u00e9, com a Sua Incarna\u00e7\u00e3o e nascimento, provocou a desinstala\u00e7\u00e3o de todas as criaturas e ofereceu a resposta pr\u00f3xima ao sentido da exist\u00eancia do homem, porque tocou de maneira \u00fanica a humanidade. Como refere o Concilio Ecum\u00e9nico Vaticano II, \u00abna realidade, o mist\u00e9rio do homem s\u00f3 no mist\u00e9rio do Verbo encarnado se esclarece verdadeiramente\u00bb (GS., 22). Ali\u00e1s, \u00abAd\u00e3o, o primeiro homem, era efectivamente figura do futuro, isto \u00e9, de Cristo Senhor\u00bb (GS., 22). Na verdade, \u00abCristo, novo Ad\u00e3o, na pr\u00f3pria revela\u00e7\u00e3o do mist\u00e9rio do Pai e do seu amor, revela o homem a si mesmo e descobre-lhe a sua voca\u00e7\u00e3o sublime\u00bb (GS., 22). Recordemos, ainda, um outro passo, deste texto conciliar onde se sublinha que \u00ab\u201dImagem de Deus invis\u00edvel\u201d (Col. 1,15) (21), Ele \u00e9 o homem perfeito, que restitui aos filhos de Ad\u00e3o semelhan\u00e7a divina, deformada desde o primeiro pecado\u00bb (GS., 22). E acrescenta dizendo que \u00abn&#8217;Ele, a natureza humana foi assumida, e n\u00e3o destru\u00edda, por isso mesmo tamb\u00e9m em n\u00f3s foi ela elevada a sublime dignidade\u00bb (GS., 22). De facto, \u00abpela Sua encarna\u00e7\u00e3o, Ele, o Filho de Deus, uniu-se de certo modo a cada homem\u00bb (GS., 22). Ali\u00e1s, \u00abtrabalhou com m\u00e3os humanas, pensou com uma intelig\u00eancia humana, agiu com uma vontade humana (23), amou com um cora\u00e7\u00e3o humano\u00bb (GS., 22). Verdadeiramente, \u00abnascido da Virgem Maria, tornou-se verdadeiramente um de n\u00f3s, semelhante a n\u00f3s em tudo, excepto no pecado\u00bb (GS., 22).<\/p>\n<p>1 &#8211; Celebrar o Natal, no contexto da cultura actual, interpela a sensatez da pessoa humana a pensar-se a si mesma, na verdade do seu ser e na busca aut\u00eantica da sua realiza\u00e7\u00e3o, indagando para si e para as gera\u00e7\u00f5es futuras o sentido pleno da exist\u00eancia humana.<\/p>\n<p>O homem, peregrino da verdade, do bem e do amor, n\u00e3o lhe \u00e9 permitido que coloque de parte n\u00e3o s\u00f3 a raz\u00e3o, mas sobretudo todas as capacidades pessoais para a descoberta dos fundamentos da sua vida. Nesta busca, tantas vezes \u00e1rdua, certamente encontra-se com a Pessoa de Jesus de Nazar\u00e9, que na Sua Encarna\u00e7\u00e3o responde de maneira \u00fanica \u00e0s grandes interroga\u00e7\u00f5es que se lhe colocam. Como afirma o Papa S. Jo\u00e3o Paulo II, \u00abo homem n\u00e3o pode viver sem amor\u00bb (RH., 10). Ali\u00e1s, \u00abele permanece para si pr\u00f3prio um ser incompreens\u00edvel e a sua vida \u00e9 destitu\u00edda de sentido, se n\u00e3o lhe for revelado o amor, se ele n\u00e3o se encontra com o amor, se o n\u00e3o experimenta e se o n\u00e3o torna algo seu pr\u00f3prio, se nele n\u00e3o participa vivamente\u00bb (RH., 10). \u00c9 este amor maior que \u00e9 revelado \u00e0 pessoa humana por Jesus de Nazar\u00e9. Se, \u00abna realidade, aquela profunda estupefac\u00e7\u00e3o a respeito do valor e dignidade do homem chama-se Evangelho, isto \u00e9 a Boa Nova\u00bb, ent\u00e3o, \u00aba tarefa fundamental da Igreja de todos os tempos e, de modo particular, do nosso, \u00e9 a de dirigir o olhar do homem e de endere\u00e7ar a consci\u00eancia e experi\u00eancia de toda a humanidade para o mist\u00e9rio de Cristo, de ajudar todos os homens a ter familiaridade com a profundidade da Reden\u00e7\u00e3o que se verifica em Cristo Jesus\u00bb (RH., 10). Fa\u00e7amos deste tempo de Advento e da celebra\u00e7\u00e3o do Natal, a verdadeira descoberta de Jesus Cristo que traz a beleza, a alegria e a esperan\u00e7a \u00e0 humanidade porque oferece o amor infinito de Deus Pai e Criador a todos os Seus filhos.<\/p>\n<p>2 &#8211; Este tempo de Natal \u00e9 um forte apelo \u00e0 conviv\u00eancia pac\u00edfica entre todos os povos e pessoas. \u00c9 importante que a mensagem proclamada pelos Anjos na primeira hora e hoje continuada no an\u00fancio do nascimento de Jesus de Nazar\u00e9 \u00abGl\u00f3ria a Deus nas alturas e Paz na terra aos homens que Ele ama\u00bb continue a ecoar e a despertar os cora\u00e7\u00f5es para a edifica\u00e7\u00e3o de uma civiliza\u00e7\u00e3o do amor onde a paz seja profunda e duradoira.<\/p>\n<p>Teremos for\u00e7osamente de sentir a ang\u00fastia pela guerra espalhada por todos os continentes, mas mais visualizada na Europa e no M\u00e9dio Oriente, mas igualmente somos convidados, todos, a contribuirmos para criar as condi\u00e7\u00f5es para a Paz, pela justi\u00e7a, pelo bem, pela verdade e pelo amor.<\/p>\n<p>O profeta Isaias convida-nos \u00e0 utopia e \u00e0 esperan\u00e7a de que os instrumentos de guerra se transformar\u00e3o em meios para viver na comunh\u00e3o e na conviv\u00eancia pac\u00edfica e fraterna.<\/p>\n<p>Encontrar-se com Jesus de Nazar\u00e9, esta crian\u00e7a humilde e simples, pobre e desarmada, mas Filho de Deus, que vem oferecer os crit\u00e9rios seguros e os comportamentos essenciais para a verdadeira fraternidade e, como tal, alcan\u00e7ar a paz.<\/p>\n<p>Eis a convers\u00e3o pessoal, comunit\u00e1ria e cultural que somos chamados a realizar.<\/p>\n<p>3 &#8211; Esta quadra natal\u00edcia \u00e9 vivida centrada na fam\u00edlia. Em todos os contextos sociais se despertam os la\u00e7os familiares e de comunh\u00e3o quase como uma nostalgia de algo que n\u00e3o se sente no dia-a-dia.<\/p>\n<p>Na verdade, o ser humano reconhece-se integrado numa fam\u00edlia e sonha por um mundo \u00e0 maneira da fam\u00edlia, no qual os verdadeiros valores que nutrem e se expressam na fam\u00edlia aut\u00eantica sejam vividos e convividos.<\/p>\n<p>A Sagrada fam\u00edlia de Nazar\u00e9, Jesus, Maria e Jos\u00e9, oferece o modelo das verdadeiras rela\u00e7\u00f5es familiares que para serem aut\u00eanticas e dignas do ser humano, partem sempre de Deus que Se comunica, dialoga, chama e envolve com o Seu amor aqueles que s\u00e3o constitu\u00eddos em plena voca\u00e7\u00e3o de matrim\u00f3nio e de fam\u00edlia.<\/p>\n<p>No meio de tanta ambiguidade, de pretens\u00f5es de destrui\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia, de insensatez e falta de consci\u00eancia sobre o que \u00e9 a verdadeira natureza da fam\u00edlia, coloquemo-nos junto do pres\u00e9pio e deixemo-nos iluminar pela Luz que nele se reflecte para cada um mas sobretudo para a fam\u00edlia. Se, na verdade, \u00aba encarna\u00e7\u00e3o do Verbo numa fam\u00edlia humana, em Nazar\u00e9, comove com a sua novidade a hist\u00f3ria do mundo\u00bb e somos convidados a mergulhar na exemplaridade de cada uma das pessoas da Sagrada Familia, \u00aba alian\u00e7a de amor e fidelidade, vivida pela Sagrada Fam\u00edlia de Nazar\u00e9, ilumina o princ\u00edpio que d\u00e1 forma a cada fam\u00edlia e a torna capaz de enfrentar melhor as vicissitudes da vida e da hist\u00f3ria\u00bb (AL., 66). Ali\u00e1s, \u00absobre este fundamento, cada fam\u00edlia, mesmo na sua fragilidade, pode tornar-se uma luz na escurid\u00e3o do mundo\u00bb (AL., 66). Na verdade, aqui se aprende, como refere o Papa Francisco, uma li\u00e7\u00e3o de vida familiar. Que neste Natal, afirmamos com o Papa, \u00abNazar\u00e9 nos ensine o que \u00e9 a fam\u00edlia, a sua comunh\u00e3o de amor, a sua austera e simples beleza, o seu car\u00e1cter sagrado e inviol\u00e1vel; aprendamos de Nazar\u00e9 como \u00e9 preciosa e insubstitu\u00edvel a educa\u00e7\u00e3o familiar e como \u00e9 fundamental e incompar\u00e1vel a sua fun\u00e7\u00e3o no plano social\u00bb (AL., 66). \u00c9 t\u00e3o forte e expansivo o significado da Sagrada Fam\u00edlia de Nazar\u00e9 e a Luz que dela se projecta que atinge todas as voca\u00e7\u00f5es na Igreja e encaminha todas as fam\u00edlias no sentido na sua verdade e miss\u00e3o.<\/p>\n<p>4 &#8211; Celebramos o Natal, convidando \u00e1 alegria e \u00e0 esperan\u00e7a, no meio de uma sociedade com muitas interroga\u00e7\u00f5es e frustra\u00e7\u00f5es, desespero e desencanto.<\/p>\n<p>Quando a humanidade se afasta de Deus, fica \u00e0 merc\u00ea de si mesma. O horizonte \u00e9 t\u00e3o s\u00f3 onde a pode levar a intelig\u00eancia humana tantas vezes pervertida por interesses individuais ou de grupos.<\/p>\n<p>Retomar a esperan\u00e7a, essa esperan\u00e7a maior digna do ser humano, exige abrir as portas do ser a Jesus de Nazar\u00e9 que toma a iniciativa de vir ao nosso encontro para nos convocar para a comunidade, para a partilha e para a comunh\u00e3o.<\/p>\n<p>Viver a esperan\u00e7a e a alegria, exige lan\u00e7ar o nosso olhar aos que s\u00e3o os mais marginalizados e pobres, os migrantes e os \u00f3rf\u00e3os, os que vivem na solid\u00e3o e desamparados, para lhes oferecer de n\u00f3s o que eles n\u00e3o recebem da sociedade. Mas exige-se tamb\u00e9m que a nossa voz clame no deserto do mundo de hoje a provocar leis mais justas e que correspondam mais \u00e0 dignidade do homem e ao bem comum.<\/p>\n<p>5 &#8211; Interpelados em edificar uma nova humanidade e a renovar a comunidade crist\u00e3, as figuras do Advento s\u00e3o verdadeiramente inspiradoras. Fixando o nosso olhar no profeta Isaias e nas suas palavras que despertam para os itiner\u00e1rios da Esperan\u00e7a; observando de perto a conduta de Jo\u00e3o Baptista que enfrenta os poderes do tempo orientando a sua vida pela rectid\u00e3o, pela verdade e convidando a centrar a exist\u00eancia na Pessoa de Jesus Cristo que est\u00e1 presente no meio de n\u00f3s; deixando-nos contagiar pela ternura de Maria de Nazar\u00e9, d\u00f3cil \u00e1 vontade de Deus e atenta aos Sinais que lhe revelam o sentido da sua miss\u00e3o; e de S. Jos\u00e9 que n\u00e3o hesita em ultrapassar os seus preconceitos para acertar com a miss\u00e3o confiada por Deus, sempre junto ao Seu Filho; eis modelos de vida t\u00e3o necess\u00e1rios para os tempos em que vivemos. Ent\u00e3o, sim faremos verdadeiramente Natal.<\/p>\n<p>Termino, expressando os meus votos de santo e feliz Natal para todos os diocesanos, os que est\u00e3o no nosso territ\u00f3rio e os que est\u00e3o na di\u00e1spora, \u00e0s fam\u00edlias, \u00e0s crian\u00e7as, jovens e idosos, mas sobretudo aos mais pobres e marginalizados, aos que est\u00e3o presos e aos doentes e a viver na solid\u00e3o.<\/p>\n<p>Imploro de Nossa Senhora, M\u00e3e de Jesus e nossa M\u00e3e, de S. Bartolomeu dos M\u00e1rtires, de S. Teot\u00f3nio, de S. Paulo VI e de S. Jo\u00e3o Paulo II que aben\u00e7oem todos os diocesanos de Viana do Castelo.<\/p>\n<p><em>Viana do Castelo, 8 de Dezembro de 2023<\/em><\/p>\n<p><em>D. Jo\u00e3o Lavrador, Bispo de Viana do Castelo<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00abE o Verbo fez-se homem e habitou entre n\u00f3s, e n\u00f3s vimos a Sua gl\u00f3ria, gl\u00f3ria que Lhe vem do Pai, como Filho \u00fanico cheio de gra\u00e7a e de verdade\u00bb &#8211; Jo. 1, 14 Seja na prepara\u00e7\u00e3o do Natal seja na sua viv\u00eancia s\u00e3o muitos os desafios que s\u00e3o lan\u00e7ados aos crist\u00e3os, em particular, e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":186030,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[182,267],"class_list":["post-307005","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos","tag-diocese-de-viana-do-castelo","tag-natal"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/307005","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=307005"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/307005\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/186030"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=307005"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=307005"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=307005"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}