{"id":30494,"date":"2008-03-06T11:11:37","date_gmt":"2008-03-06T11:11:37","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/03\/06\/guarda-inventariacao-de-pecas-de-arte-sacra-facilita-recuperacao-em-caso-de-roubo\/"},"modified":"2008-03-06T11:11:37","modified_gmt":"2008-03-06T11:11:37","slug":"guarda-inventariacao-de-pecas-de-arte-sacra-facilita-recuperacao-em-caso-de-roubo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/guarda-inventariacao-de-pecas-de-arte-sacra-facilita-recuperacao-em-caso-de-roubo\/","title":{"rendered":"Guarda: Inventaria\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as de arte sacra facilita recupera\u00e7\u00e3o em caso de roubo"},"content":{"rendered":"<p>A Diocese da Guarda est\u00e1 a fazer um levantamento das pe\u00e7as de arte sacra existentes no seu territ\u00f3rio, com o objectivo de facilitar a sua recupera\u00e7\u00e3o em caso de roubo. Segundo o padre Francisco Vilar, presidente da Comiss\u00e3o Diocesana de Arte Sacra, o invent\u00e1rio est\u00e1 a ser realizado com a ajuda dos p\u00e1rocos, com a colabora\u00e7\u00e3o de uma t\u00e9cnica licenciada em Hist\u00f3ria de Arte e contempla o patrim\u00f3nio m\u00f3vel e im\u00f3vel da Diocese. O trabalho iniciado em 1999 por Francisco Vilar j\u00e1 contemplou, at\u00e9 ao momento, a inventaria\u00e7\u00e3o \u201cde milhares de pe\u00e7as\u201d de v\u00e1rias par\u00f3quias, garantindo o respons\u00e1vel ao Jornal A Guarda que j\u00e1 foi efectuado o levantamento completo do concelho de Seia e de diversas par\u00f3quias dos Munic\u00edpios de Figueira de Castelo Rodrigo, Pinhel, Almeida e Guarda. Para al\u00e9m do invent\u00e1rio patrimonial permitir que a Diocese \u201csaiba aquilo que h\u00e1\u201d, o respons\u00e1vel aponta que em caso de furto de objectos de arte sacra, \u201ca sua identifica\u00e7\u00e3o torna-se mais f\u00e1cil\u201d. O sacerdote recorda que no caso de pe\u00e7as furtadas e recuperadas no estrangeiro, \u201cse n\u00e3o apresentarmos um documento a justificar o bem, ou outro elemento, a pe\u00e7a n\u00e3o vem [para Portugal]\u201d. Francisco Vilar salienta que o trabalho que est\u00e1 a ser desenvolvido \u201c\u00e9 quase uma esp\u00e9cie de Bilhete de Identidade\u201d, pois todas as pe\u00e7as s\u00e3o fotografadas, medidas e passam a ter \u201cum n\u00famero de c\u00f3digo\u201d.  \u201cCada pe\u00e7a est\u00e1 identificada com um n\u00famero de invent\u00e1rio e, a partir do momento que temos a descri\u00e7\u00e3o, a sua identifica\u00e7\u00e3o ser\u00e1 mais f\u00e1cil em caso de furto\u201d, referiu. O caso mais recente de furto de arte sacra ocorreu na aldeia de Fi\u00e3es, no concelho de Trancoso, no in\u00edcio do m\u00eas de Fevereiro, de onde desapareceu uma est\u00e1tua de Nossa Senhora da Gra\u00e7a, a padroeira da freguesia.   A est\u00e1tua em granito, r\u00e9plica de outra em madeira existente na Igreja Matriz, tinha sido colocada h\u00e1 cerca de cinco anos num pequeno jardim \u00e0 entrada da povoa\u00e7\u00e3o. A est\u00e1tua com 1,20 metros de altura e cerca de 500 quilogramas de peso custou dois mil euros, como recordou ao Jornal A Guarda o p\u00e1roco local, Alfredo Gabriel. \u201cEra uma imagem muito perfeita, era a c\u00f3pia daquela que temos no altar e as pessoas da terra ficaram muito revoltadas com o que aconteceu\u201d, relatou. Segundo o sacerdote, \u201cera uma esp\u00e9cie de sentinela da povoa\u00e7\u00e3o e no dia da festa, a prociss\u00e3o passava sempre pelo local e par\u00e1vamos um bocadinho para rezar. Este ano, se ela n\u00e3o aparecer, teremos que por l\u00e1 outra para fazermos uma paragem e rezarmos um bocadinho\u201d, admitiu. Alfredo Gabriel contou que os habitantes ficaram \u201cmuito revoltados com a ousadia de quem arrancou a santa do seu pedestal para fazer neg\u00f3cio\u201d. A imagem ainda n\u00e3o consta do invent\u00e1rio que est\u00e1 a ser efectuado pela Comiss\u00e3o de Arte Sacra da Diocese da Guarda mas o p\u00e1roco adiantou que foram entregues fotografias da santa \u00e0 Pol\u00edcia Judici\u00e1ria da Guarda, que est\u00e1 a investigar o caso. O padre ainda acredita que a estatua da padroeira de Fi\u00e3es, aldeia com cerca de 200 habitantes, possa ser encontrada, embora recorde que \u201clogo no dia a seguir ao roubo disseram-me que j\u00e1 estaria na Fran\u00e7a ou na Su\u00ed\u00e7a porque nesses pa\u00edses d\u00e3o muito valor a estas coisas\u201d. O roubo foi inicialmente participado no posto da GNR de Trancoso mas passou depois para a al\u00e7ada da Pol\u00edcia Judici\u00e1ria da Guarda que procede a investiga\u00e7\u00f5es no sentido de localizar a r\u00e9plica em granito da imagem da padroeira de Fi\u00e3es. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Diocese da Guarda est\u00e1 a fazer um levantamento das pe\u00e7as de arte sacra existentes no seu territ\u00f3rio, com o objectivo de facilitar a sua recupera\u00e7\u00e3o em caso de roubo. 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