{"id":304163,"date":"2023-11-15T15:51:10","date_gmt":"2023-11-15T15:51:10","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=304163"},"modified":"2023-11-15T16:11:48","modified_gmt":"2023-11-15T16:11:48","slug":"a-fe-leva-a-ver-o-que-nao-se-ve","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/a-fe-leva-a-ver-o-que-nao-se-ve\/","title":{"rendered":"A f\u00e9 leva a ver o que n\u00e3o se v\u00ea&#8230;"},"content":{"rendered":"<p><em>D. Antonino Dias, Diocese de <\/em><em>Portalegre-Castelo Branco<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<figure id=\"attachment_184289\" aria-describedby=\"caption-attachment-184289\" style=\"width: 390px\" class=\"wp-caption alignright\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-184289\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1-1280x853.jpg 1280w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1-980x653.jpg 980w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1-480x320.jpg 480w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1.jpg 1500w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-184289\" class=\"wp-caption-text\">Fotos: Ag\u00eancia ECCLESIA<\/figcaption><\/figure>\n<p>Neste m\u00eas dedicado \u00e0 ora\u00e7\u00e3o pelos fi\u00e9is defuntos, recordo o texto de Paulo de Tarso que nos ajuda a ver o que n\u00e3o se v\u00ea, a rezar com esperan\u00e7a e a enveredar pelo caminho certo, n\u00e3o por carreiros perigosos ou fracos atalhos. No seu tempo, Paulo era suficientemente conhecido. Uns conheciam-no pelo seu zelo em defesa dos costumes e da cren\u00e7a no Deus de Abra\u00e3o, de Isaac e de Jacob, o Deus do seu povo e da sua cultura. Um povo por Deus escolhido e por Deus libertado, amado, perdoado e acompanhado. Outros conheciam-no pela sua a\u00e7\u00e3o de terror contra os que, atentos aos sinais dos tempos e sem ofender ningu\u00e9m, procuravam apresentar e testemunhar as surpresas desse mesmo Deus que acabava de cumprir as suas promessas em Jesus, o Messias. Paulo negava-se a acreditar que isso fosse verdade. Com o pleno assentimento das autoridades, na f\u00faria do seu fundamentalismo, perseguia os crist\u00e3os por toda a parte, mesmo em cidades estrangeiras. Obrigava-os, com torturas, a que se retratassem, metia-os na pris\u00e3o, dava o seu assentimento quando eram mortos, ficava feliz.<\/p>\n<p>Um dia, por\u00e9m, quando se dirigia para Damasco \u00e0 cata de crist\u00e3os, trope\u00e7a em Jesus Cristo Ressuscitado que se faz encontrado na sua vida. A cambalhota foi grande e dolorosa! O que mais doeu a Paulo, n\u00e3o foi, por certo, o magoar-se ao cair por terra. Foi o cair em si, o reconhecer qu\u00e3o errado andava. Ao sentir-se envolvido por essa \u201cluz vinda do c\u00e9u, mais brilhante do que o Sol\u201d, n\u00e3o insistiu na sua desumanidade nem resistiu \u00e0 vis\u00e3o celeste, mudou de rumo. Jamais se calou, acabando ele mesmo por ser preso, julgado e morto por anunciar t\u00e3o feliz experi\u00eancia com Jesus Ressuscitado, a quem antes perseguia. Na sua defesa diante do rei Agripa, ele afirmou a raz\u00e3o pela qual o prenderam: \u201cAmparado pela prote\u00e7\u00e3o de Deus, continuei a dar o meu testemunho, diante de pequenos e grandes, sem nada dizer al\u00e9m do que os profetas e Mois\u00e9s predisseram que havia de acontecer: que o Messias tinha de sofrer e que, sendo o primeiro a ressuscitar de entre os mortos, anunciaria a luz ao povo e aos pag\u00e3os\u201d (At 26, 19&#8230;).<\/p>\n<p>Em face disso, \u00e9 de Paulo que temos um dos mais belos textos sobre a Ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus, mesmo que suscite perguntas. Escreveu ele: \u201cLembro-vos, irm\u00e3os, o evangelho que vos anunciei, que v\u00f3s recebestes, no qual permaneceis firmes e pelo qual sereis salvos, se o guardardes tal como eu vo-lo anunciei; de outro modo, ter\u00edeis acreditado em v\u00e3o. Transmiti-vos, em primeiro lugar, o que eu pr\u00f3prio recebi: Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras; foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras; apareceu a Cefas e depois aos Doze. Em seguida, apareceu a mais de quinhentos irm\u00e3os, de uma s\u00f3 vez, a maior parte dos quais ainda vive, enquanto alguns j\u00e1 morreram. Depois apareceu a Tiago e, a seguir, a todos os Ap\u00f3stolos. Em \u00faltimo lugar, apareceu-me tamb\u00e9m a mim, como a um aborto. \u00c9 que eu sou o menor dos ap\u00f3stolos, nem sou digno de ser chamado Ap\u00f3stolo, porque persegui a Igreja de Deus. Mas, pela gra\u00e7a de Deus, sou o que sou e a gra\u00e7a que me foi concedida, n\u00e3o foi est\u00e9ril. Pelo contr\u00e1rio, tenho trabalhado mais do que todos eles: n\u00e3o eu, mas a gra\u00e7a de Deus que est\u00e1 comigo. Portanto, tanto eu como eles, assim \u00e9 que pregamos e assim tamb\u00e9m acreditastes. Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dos mortos, como \u00e9 que alguns de entre v\u00f3s dizem que n\u00e3o h\u00e1 ressurrei\u00e7\u00e3o dos mortos? Se n\u00e3o h\u00e1 ressurrei\u00e7\u00e3o dos mortos, tamb\u00e9m Cristo n\u00e3o ressuscitou. Mas se Cristo n\u00e3o ressuscitou, \u00e9 v\u00e3 a nossa prega\u00e7\u00e3o, e v\u00e3 \u00e9 tamb\u00e9m a vossa f\u00e9. E resulta at\u00e9 que acabamos por ser falsas testemunhas de Deus, porque dar\u00edamos testemunho contra Deus, afirmando que Ele ressuscitou a Cristo, quando n\u00e3o o teria ressuscitado, se \u00e9 que, na verdade, os mortos n\u00e3o ressuscitam. Pois, se os mortos n\u00e3o ressuscitam, tamb\u00e9m Cristo n\u00e3o ressuscitou. E, se Cristo n\u00e3o ressuscitou, \u00e9 v\u00e3 a vossa f\u00e9 e permaneceis ainda nos vossos pecados. Por conseguinte, aqueles que morreram em Cristo, perderam-se. E se n\u00f3s temos esperan\u00e7a em Cristo apenas para esta vida, somos os mais miser\u00e1veis de todos os homens.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o! Cristo ressuscitou dos mortos, como prim\u00edcias dos que morreram. Porque, assim como por um homem veio a morte, tamb\u00e9m por um homem vem a ressurrei\u00e7\u00e3o dos mortos. E, como todos morrem em Ad\u00e3o, assim em Cristo todos voltar\u00e3o a receber a vida. Mas cada um na sua pr\u00f3pria ordem: primeiro, Cristo; depois, aqueles que pertencem a Cristo, por ocasi\u00e3o da sua vinda. Depois, ser\u00e1 o fim: quando Ele entregar o reino a Deus e Pai, depois de ter destru\u00eddo todo o principado, toda a domina\u00e7\u00e3o e poder. Pois \u00e9 necess\u00e1rio que Ele reine at\u00e9 que tenha colocado todos os inimigos debaixo dos seus p\u00e9s. O \u00faltimo inimigo a ser destru\u00eddo ser\u00e1 a morte, pois Deus tudo submeteu debaixo dos p\u00e9s dele. Mas quando diz: \u00abTudo foi submetido\u00bb, \u00e9 claro que se exclui aquele que lhe submeteu tudo. E quando todas as coisas lhe tiverem sido submetidas, ent\u00e3o o pr\u00f3prio Filho se submeter\u00e1 \u00e0quele que tudo lhe submeteu, a fim de que Deus seja tudo em todos.<\/p>\n<p>Se assim n\u00e3o fosse, que procurariam os que se fazem batizar pelos mortos? Se, de facto, os mortos n\u00e3o ressuscitam, por que motivo se fazem batizar por eles? E n\u00f3s tamb\u00e9m, porque nos expomos aos perigos a todo o momento? Todos os dias, arrisco-me \u00e0 morte, t\u00e3o certo, irm\u00e3os, quanto sois v\u00f3s a minha gl\u00f3ria em Jesus Cristo nosso Senhor. Se fosse apenas por motivos humanos, de que me adiantaria ter combatido contra as feras em \u00c9feso? Se os mortos n\u00e3o ressuscitam, comamos e bebamos porque amanh\u00e3 morreremos. N\u00e3o vos iludais: \u201cAs m\u00e1s companhias corrompem os bons costumes.\u201d Sede s\u00f3brios, como conv\u00e9m, e n\u00e3o continueis a pecar! Pois alguns de v\u00f3s mostram que n\u00e3o conhecem a Deus: para vossa vergonha o digo.<\/p>\n<p>Mas dir-se-\u00e1: Como ressuscitam os mortos? Com que corpo regressam? Insensato! O que semeias n\u00e3o volta \u00e0 vida, se primeiro n\u00e3o morrer. E o que semeias n\u00e3o \u00e9 o corpo que h\u00e1 de vir, mas um simples gr\u00e3o, por exemplo, de trigo ou de qualquer outra esp\u00e9cie. \u00c9 Deus que lhe d\u00e1 o corpo, como lhe apraz; d\u00e1 a cada uma das sementes o corpo que lhe corresponde. Nem toda a carne \u00e9 a mesma carne, mas uma \u00e9 a dos homens, outra a dos animais, outra a dos p\u00e1ssaros, outra a dos peixes. H\u00e1 corpos celestes e corpos terrestres, mas um \u00e9 o esplendor dos celestes e outro o dos terrestres. Um \u00e9 o esplendor do Sol, outro o da Lua e outro o das estrelas, e at\u00e9 uma estrela difere da outra em esplendor. Assim tamb\u00e9m acontece com a ressurrei\u00e7\u00e3o dos mortos: semeado corrupt\u00edvel, o corpo \u00e9 ressuscitado incorrupt\u00edvel; semeado na desonra, \u00e9 ressuscitado na gl\u00f3ria; semeado na fraqueza, \u00e9 ressuscitado cheio de for\u00e7a; semeado corpo terreno, \u00e9 ressuscitado corpo espiritual. Se h\u00e1 um corpo terreno, tamb\u00e9m h\u00e1 um corpo espiritual. Assim est\u00e1 escrito: o primeiro homem, Ad\u00e3o, foi feito um ser vivente e o \u00faltimo Ad\u00e3o, um esp\u00edrito que vivifica. Mas o primeiro n\u00e3o foi o espiritual, mas o terreno; o espiritual vem depois. O primeiro homem, tirado da terra, \u00e9 terrestre; o segundo vem do c\u00e9u. Tal como era o terrestre, assim s\u00e3o tamb\u00e9m os terrestres; tal como era o celeste, assim s\u00e3o tamb\u00e9m os celestes. E assim como trouxemos a imagem do homem da terra, assim levaremos tamb\u00e9m a imagem do homem celeste. Digo-vos, irm\u00e3os: o homem terreno n\u00e3o pode herdar o reino de Deus, nem a corrup\u00e7\u00e3o herdar\u00e1 a incorruptibilidade. Vou revelar-vos um mist\u00e9rio: nem todos morreremos, mas todos seremos transformados; num instante, num abrir e fechar de olhos, ao som da trombeta final &#8211; pois a trombeta soar\u00e1 &#8211; os mortos ressuscitar\u00e3o incorrupt\u00edveis e n\u00f3s seremos transformados. \u00c9, de facto, necess\u00e1rio que este ser corrupt\u00edvel se revista de incorruptibilidade e que este ser mortal se revista de imortalidade. E, quando este corpo corrupt\u00edvel se tiver revestido de incorruptibilidade e este corpo mortal se tiver revestido de imortalidade, ent\u00e3o cumprir-se-\u00e1 a palavra da Escritura: A morte foi tragada pela vit\u00f3ria. Onde est\u00e1, \u00f3 morte, a tua vit\u00f3ria? Onde est\u00e1, \u00f3 morte, o teu aguilh\u00e3o? O aguilh\u00e3o da morte \u00e9 o pecado e a for\u00e7a do pecado \u00e9 a Lei. Mas sejam dadas gra\u00e7as a Deus que nos d\u00e1 a vit\u00f3ria por meio de Nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, meus queridos irm\u00e3os, sede firmes, inabal\u00e1veis, e progredi sempre na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho n\u00e3o \u00e9 in\u00fatil no Senhor (At 15, 1-58).<\/p>\n<p><em>D. Antonino Dias<\/em><br \/>\n<em>Bispo de Portalegre-Castelo Branco<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. Antonino Dias, Diocese de Portalegre-Castelo Branco<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":184289,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-304163","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/304163","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=304163"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/304163\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/184289"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=304163"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=304163"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=304163"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}