{"id":30333,"date":"2008-02-28T17:17:16","date_gmt":"2008-02-28T17:17:16","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/02\/28\/ano-europeu-do-dialogo-intercultural\/"},"modified":"2008-02-28T17:17:16","modified_gmt":"2008-02-28T17:17:16","slug":"ano-europeu-do-dialogo-intercultural","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/ano-europeu-do-dialogo-intercultural\/","title":{"rendered":"Ano Europeu do Di\u00e1logo Intercultural"},"content":{"rendered":"<p>Portugal abriu as portas \u00e0 iniciativa do Parlamento Europeu com mais de 500 actividades agendas de Norte a Sul do pa\u00eds <!--more--> Foi lan\u00e7ado no dia 27 de Fevereiro o Ano Europeu para o Di\u00e1logo Intercultural. Esta \u00e9 uma iniciativa do Parlamento Europeu, que no nosso pa\u00eds, vai ser coordenado pelo Alto Comissariado para a Imigra\u00e7\u00e3o e Di\u00e1logo Intercultural (ACIDI).  At\u00e9 ao final do ano in\u00fameras actividades est\u00e3o j\u00e1 agendadas, num programa que n\u00e3o est\u00e1 ainda fechado. Actividades nacionais, regionais ou locais v\u00e3o acontecer de Norte a Sul com o objectivo de promover o di\u00e1logo intercultural.  \u201dN\u00e3o se trata de uma iniciativa dirigida \u00e0s comunidades imigrantes, mas antes \u00e0s sociedades europeias como elas s\u00e3o&#8221;, exprimiu \u00e0 Ag\u00eancia Lusa, Ros\u00e1rio Farmhouse, Alta-comiss\u00e1ria para a Imigra\u00e7\u00e3o e Di\u00e1logo Intercultural.  Ros\u00e1rio Farmhouse faz o apelo para que os portugueses conhe\u00e7am melhor  os imigrantes que vivem no pa\u00eds e que encarem a diversidade cultural como &#8220;uma grande oportunidade&#8221;.  Esta oportunidade dada ao portugueses permite &#8220;dialogar mais e identificar-se&#8221; com as diferentes culturas e &#8220;perder o medo do desconhecido&#8221;.    O di\u00e1logo intercultural existe em Portugal e a realiza\u00e7\u00e3o das mais de 500 iniciativas a n\u00edvel nacional comprova que os portugueses &#8220;est\u00e3o cada vez mais atentos a esta \u00e1rea&#8221;, afirma a Alta-comiss\u00e1ria.  No entanto este di\u00e1logo &#8220;pode ser melhorado&#8221; atrav\u00e9s da sensibiliza\u00e7\u00e3o da opini\u00e3o p\u00fablica para a riqueza da interculturalidade e pluralidade que vai permitir um conhecimento m\u00fatuo.  \u201cTemos tend\u00eancia de olhar para a diversidade cultural como uma amea\u00e7a. Em vez de a olharmos pela negativa, temos que a encarar como uma grande oportunidade para a constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade mais coesa, onde as pessoas se possam sentir bem, independentemente da sua origem, religi\u00e3o, classe social ou cultura. \u00c9 importante conhecerem-se melhor&#8221;, sublinha.  Ros\u00e1rio Farmhouse lembra que apesar de Portugal ser um pa\u00eds pequeno, com fluxos migrat\u00f3rios relativamente recentes e um povo que muitas vezes n\u00e3o reage &#8220;t\u00e3o abertamente para aquilo que n\u00e3o conhecem&#8221;, os imigrantes sentem-se &#8220;bem&#8221; no pa\u00eds e os portugueses &#8220;s\u00e3o genuinamente acolhedores&#8221; e &#8220;um povo muito dado \u00e0 interac\u00e7\u00e3o com as outras culturas&#8221;, afirmou.  A Alta-comiss\u00e1ria considera que actualmente n\u00e3o se deve falar s\u00f3 em toler\u00e2ncia, mas tamb\u00e9m em di\u00e1logo intercultural.  \u201cA toler\u00e2ncia \u00e9 um passo fundamental para que se consiga estabelecer o di\u00e1logo, mas este tem que ser muito mais interactivo, tem que ir mais al\u00e9m, ser mais audaz para que realmente se consiga integrar os imigrantes e construir algo em conjunto&#8221;.  As autarquias t\u00eam um papel decisivo na integra\u00e7\u00e3o dos imigrantes. \u201cA integra\u00e7\u00e3o come\u00e7a por ser de proximidade a n\u00edvel local, na rua, bairro, freguesia e munic\u00edpio\u201d.   \u201cTemos a possibilidade atrav\u00e9s das escolas que est\u00e3o na sua autarquia poder chamar a aten\u00e7\u00e3o para a tem\u00e1tica junto das crian\u00e7as. Se conseguirmos preparar os mais novos temos frutos mais tarde&#8221;, exemplificou.  De entre as &#8220;variad\u00edssimas actividades&#8221; que integram o Ano Europeu do Di\u00e1logo Intercultural e que englobam a sociedade civil e diversos minist\u00e9rios, Ros\u00e1rio Farmhouse destacou o projecto &#8220;Museu, Espelho Meu&#8221;, que visa promover o museu como espa\u00e7o de representa\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria, social e multicultural; o &#8220;Ciclo Outras Lisboa&#8221;, no Teatro S. Luiz, em Lisboa, onde estar\u00e3o em exibi\u00e7\u00e3o pe\u00e7as de teatro de todo o mundo, e um concurso de fotografia europeu para promover a interculturalidade.  No \u00e2mbito do Ano Europeu do Di\u00e1logo Intercultural, que envolve 42 bibliotecas e 97 projectos com escolas, est\u00e3o j\u00e1 programados cinco festivais de cinema, 33 espect\u00e1culos de dan\u00e7a e artes, 41 exposi\u00e7\u00f5es, 75 feiras tem\u00e1ticas, 22 espect\u00e1culos de m\u00fasica, 46 pe\u00e7as de teatro e 63 col\u00f3quios, numa realiza\u00e7\u00e3o de 504 eventos que envolve mais de 300 institui\u00e7\u00f5es.  <b>O desafio da integra\u00e7\u00e3o<\/b> No desafio do acolhimento aos migrantes \u201ca Igreja foi pioneira\u201d, afirma \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESIA Eug\u00e9nia Quaresma, da Obra Cat\u00f3lica Portuguesa de Migra\u00e7\u00f5es \u2013 OCPM, recordando a obra feita a n\u00edvel da forma\u00e7\u00e3o ou do relacionamento com as associa\u00e7\u00f5es e \u201cdeu sinais de acolhimento no di\u00e1logo inter-religioso\u201d.   A OCPM aposta junto das dioceses na implementa\u00e7\u00e3o da Festa dos Povos. Esta iniciativa tem sido um sucesso garantido de Norte a Sul dos pa\u00eds. Apesar de nem todas as dioceses apostarem ainda nesta realiza\u00e7\u00e3o, muitas s\u00e3o as par\u00f3quias que j\u00e1 a inclu\u00edram no seu calend\u00e1rio, \u201csendo sinal de integra\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria\u201d.   As migra\u00e7\u00f5es sempre fizeram parte da sociedade portuguesa. \u201cO grande desafio deste ano \u00e9 trabalhar a integra\u00e7\u00e3o\u201d, explica Eug\u00e9nia Quaresma, que sublinha a import\u00e2ncia da integra\u00e7\u00e3o a n\u00edvel local.   \u201cAs par\u00f3quias devem estar cada vez mais despertas para a integra\u00e7\u00e3o\u201d. Eug\u00e9nia Quaresma d\u00e1 conta de epis\u00f3dios de imigrantes que s\u00e3o \u201cmuito activos nos seus pa\u00edses de origem, mas que em Portugal estagnam. N\u00e3o queremos que isso aconte\u00e7a\u201d.   \u201cSe nas comunidades houver espa\u00e7o para que as pessoas trabalhem em p\u00e9 de igualdade, a integra\u00e7\u00e3o acontecer\u00e1\u201d, explica.   Passar para a integra\u00e7\u00e3o \u201cimplica a evolu\u00e7\u00e3o no olhar. O migrante n\u00e3o fica no patamar do \u00abcoitadinho\u00bb e da emerg\u00eancia social, mas v\u00ea-se nele um parceiro na constru\u00e7\u00e3o da comunidade\u201d, traduz Eug\u00e9nia Quaresma.  O F\u00f3rum de Organiza\u00e7\u00f5es Cat\u00f3licas para a Imigra\u00e7\u00e3o \u2013 FORCIM &#8211; desenvolve trabalho de press\u00e3o e defesa dos direitos e deveres, para que o exerc\u00edcio de cidadania seja efectivado. As organiza\u00e7\u00f5es cat\u00f3licas t\u00eam um contacto com a realidade. \u201cOuvem, est\u00e3o com as pessoas e ajudam-nos a ajustar pol\u00edticas e mecanismos implementados\u201d, afirma Eug\u00e9nia Quaresma.  A Festa dos Povos faz parte do programa do Ano Europeu do Di\u00e1logo Intercultural. Tamb\u00e9m algumas escolas est\u00e3o envolvidas nesta programa\u00e7\u00e3o anual atrav\u00e9s da promo\u00e7\u00e3o de ac\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o junto da comunidade escolar.  A OCPM vai promover, em Julho, um encontro nacional de forma\u00e7\u00e3o dos respons\u00e1veis e colaboradores dos Secretariados Diocesanos, sob o tema \u201cAs Migra\u00e7\u00f5es e os Desafios pastorais da Igreja num pa\u00eds em muta\u00e7\u00e3o cultural\u201d.   <b>Projecto nunca realizado<\/b> O lan\u00e7amento do Ano Europeu para o Di\u00e1logo Intercultural \u201c\u00e9 um desafio para cada pessoa individualmente, mas tamb\u00e9m para toda a sociedade, para uma atitude mais assumida e confiante\u201d, afirma o Pe. Valentim Gon\u00e7alves, p\u00e1roco do Prior Velho, em Lisboa.  Esta aceita\u00e7\u00e3o leva ao reconhecimento \u201cque a diferen\u00e7a n\u00e3o \u00e9 um risco mas antes uma oportunidade para se ter uma mundivid\u00eancia mais ampla e enriquecedora\u201d, num projecto \u201cnunca est\u00e1 realizado\u201d, reconhece o p\u00e1roco do Prior Velho.   Esta rela\u00e7\u00e3o tem acompanhado a Igreja ao longo dos tempos e hoje \u201ctemos de estar muito atentos a este enorme desafio\u201d, apela o sacerdote, pois hoje j\u00e1 ningu\u00e9m vive isolado. \u201cTemos um mundo que entra dentro de casa e s\u00e3o as realidades que estimulam a assumir posi\u00e7\u00f5es, que acabam por ser novas na vida de cada um\u201d.   Este \u00e9 um esfor\u00e7o \u201cmuito exigente\u201d, onde a corrente da rejei\u00e7\u00e3o e exclus\u00e3o \u201c\u00e9 muito forte\u201d e onde \u201cquem entra abre a porta ao conflito e \u00e0 guerra\u201d.   O Pe. Valentim explica que a atitude de muticulturalismo pressup\u00f5e um movimento de dois sentidos onde \u201cningu\u00e9m se exclui\u201d. \u00c9 do esfor\u00e7o conjunto que nasce a \u201cintegra\u00e7\u00e3o\u201d.   <b>Cultura \u00e9 caminho de evangeliza\u00e7\u00e3o<\/b>  O Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Express\u00e3o Portuguesa (CEPCEP) da Universidade Cat\u00f3lica Portuguesa (UCP) est\u00e1 a celebrar 25 anos de vida.  O director desta unidade de investiga\u00e7\u00e3o, Roberto Carneiro, frisa que a funda\u00e7\u00e3o do Centro foi \u201cpremonit\u00f3ria\u201d, ao ter a vis\u00e3o da cultura como \u201cterreno f\u00e9rtil para a evangeliza\u00e7\u00e3o\u201d e para a pr\u00f3pria Universidade.  Utilizando ferramentas acad\u00e9micas, o CECEP procura \u201canalisar de forma sint\u00e9tica e interdisciplinar\u201d os problemas da sociedade portuguesa, dos pa\u00edses lus\u00f3fonos e das comunidades que partilham o portugu\u00eas no mundo, da Galiza a Goa, na \u201cmesti\u00e7agem de l\u00ednguas e culturas\u201d.  Dezenas de projectos foram promovidos para aproximar estes povos, destacando-se o investimento feito para \u201cmanter a l\u00edngua portuguesa em Timor\u201d ou na cria\u00e7\u00e3o da Universidade Cat\u00f3lica em Angola.  O Centro desenvolve estudos, investiga\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o, organiza\u00e7\u00e3o de confer\u00eancias e debates, e edita publica\u00e7\u00f5es. O seu car\u00e1cter interdisciplinar proporcionou a coopera\u00e7\u00e3o acad\u00e9mica e cient\u00edfica em diversas \u00e1reas tem\u00e1ticas como a globaliza\u00e7\u00e3o, a cultura popular, a cidade, a imigra\u00e7\u00e3o, a educa\u00e7\u00e3o, o emprego e a hist\u00f3ria, tanto em Portugal como no mundo de l\u00edngua portuguesa.  Rigor e qualidade s\u00e3o os princ\u00edpios que gerem o centro, na realiza\u00e7\u00e3o dos \u201cinteresses p\u00fablicos\u201d a que se prop\u00f5e, em benef\u00edcio \u201cdas culturas de l\u00edngua portuguesa\u201d.   Roberto Carneiro afirma que o portugu\u00eas se deve afirmar como \u201cl\u00edngua alternativa\u201d, tamb\u00e9m na Internet, fugindo ao \u201cimp\u00e9rio da l\u00edngua inglesa\u201d.  Para mais informa\u00e7\u00f5es sobre o Ano Europeu do Di\u00e1logo Intercultural consultar www.aedi2008.pt. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Portugal abriu as portas \u00e0 iniciativa do Parlamento Europeu com mais de 500 actividades agendas de Norte a Sul do pa\u00eds<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[106,154,167,193,258,269,91,321],"class_list":["post-30333","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-angola","tag-crianca","tag-dialogo-inter-religioso","tag-educacao","tag-migracoes","tag-ocpm","tag-quaresma","tag-ucp"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30333","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30333"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30333\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30333"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30333"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30333"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}